livro El epigrama español de Federico Carlos Sáinz de Robles primeira edição 1941
livro El epigrama español de Federico Carlos Sáinz de Robles primeira edição 1941
livro El epigrama español de Federico Carlos Sáinz de Robles primeira edição 1941
SÁINZ DE ROBLES, Federico Carlos (org) (1898-1982). El epigrama español (Del siglo I al XX) (M. Aguilar, Madrid, 1941).
livro El epigrama español de Federico Carlos Sáinz de Robles primeira edição 1941
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livro El epigrama español de Federico Carlos Sáinz de Robles primeira edição 1941

SÁINZ DE ROBLES, Federico Carlos (org) (1898-1982). El epigrama español (Del siglo I al XX) (M. Aguilar, Madrid, 1941).

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SÁINZ DE ROBLES (Federico Carlos) (org.) [1898-1982].— EL EPIGRAMA ESPAÑOL // (Del siglo I al XX) // [Vinheta tipográfica em estilo arabesco, posicionada como elemento de separação entre o título e a descrição editorial] //  Selección, estudio preliminar, retratos literarios // y notas bibliográficas // de // FREDERICO CARLOS // SÁINZ DE ROBLES // Archivero Bibliotecario Arqueólogo, Subdirector // de la Biblioteca y Museo de Madrid // ORNAMENTACION DE PALACIOS // [Emblema editorial da M. Aguilar, em forma de círculo contendo uma lamparina acesa, apoiada sobre as iniciais "MA", com o mote latino "Tolle, lege", símbolo do saber e da missão difusora da casa publicadora] // M. AGUILAR // EDITOR // MADRID-1941.— In-16.º, 940, [12] p. E. editorial em couro.

Edição de prestígio publicada pela tradicional casa M. Aguilar, reunindo em um só volume a tradição do epigrama espanhol, desde suas origens clássicas, na esteira de Marcial, até as expressões modernas do século XX. A coletânea foi cuidadosamente organizada por Federico Carlos Sáinz de Robles, erudito e bibliotecário espanhol, que oferece aparato crítico, introdução histórica, notas biográficas e retratos literários de mais de cinquenta autores, como Cristóbal de Castillejo, Baltasar del Alcazar, Lope de Vega, Francisco de Quevedo, Luis de Góngora, Calderón de la Barca, entre tantos outros.

Entre os epigramas que condensam o espírito satírico e agudo do gênero, destaca-se o de número 36, que ironiza as promessas de heranças tardias:

«En vida, nada me das.
Prometes darme en muriendo.
Si no eres necio, Marón,
ya entiendes lo que deseo.»
(p. 43)

Com brevidade e mordacidade, o poeta expõe a inutilidade de prometer dádivas apenas após a morte, revelando a crítica social e o humor que caracterizam o epigrama como forma literária.

Volume de pequeno formato, elegante, encadernado em couro editorial com douração na lombada e no plano da capa. Cortes marmorizados com motivos florais e de abelhas, estampados em rosa e amarelo, harmonizando-se ao emblema da abelha presente na capa e às guardas decoradas. Capas e lombada íntegros e firmes, com apenas alguns leves desgaste de uso e do tempo em alguns pontos em suas extremidades. Miolo íntegro, firme, limpo e com tipografia clara, apresentando apenas leve amarelado pelo tempo.