Luciana Stegagno Picchio — História da Literatura Brasileira (1997). Livro físico. Nova Aguilar.
Luciana Stegagno Picchio — História da Literatura Brasileira (1997). Livro físico. Nova Aguilar.
PICCHIO, Luciana Stegagno (1920–2008). História da Literatura Brasileira (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).
PICCHIO, Luciana Stegagno (1920–2008). História da Literatura Brasileira (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).
PICCHIO, Luciana Stegagno (1920–2008). História da Literatura Brasileira (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).
PICCHIO, Luciana Stegagno (1920–2008). História da Literatura Brasileira (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).

PICCHIO, Luciana Stegagno (1920–2008). História da Literatura Brasileira (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).

ATÉ 10X
SEM JUROS
ENVIO
CURATORIAL
FRETE
GRÁTIS
Referência: 00147

PICCHIO (Luciana Stegagno) [1920-2008].— HISTÓRIA DA// LITERATURA // BRASILEIRA // LUCIANA STEGAGNO PICCHIO // [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas "A" e "N", tradicional da casa publicadora] // [———] // RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 // BIBLIOTECA // LUSO-BRASILEIRA // HISTÓRIA DA // LITERATURA BRASILEIRA // INTRODUÇÃO GERAL // Nota editorial / Introdução / Prefácio à edição brasileira // CAPÍTULOS // Primeiro: Caracteres da literatura brasileira // Segundo: As “grandezas do Brasil” e a catequese jesuítica // Terceiro: O Barroco brasileiro // Quarto: O século XVIII: das academias barrocas às sociedades independistas // Quinto: O século XIX: Autonomia e independência // Sexto: O século XIX: O grande Romantismo brasileiro // Sétimo: O século XIX: Sociedade e Realismo // Oitavo: O século XIX: Machado de Assis // Nono: A poesia do parnaso ao crepúsculo: Realistas e parnasianos // Décimo: A poesia do parnaso ao crepúsculo: Simbolistas, neoparnasianos e crepusculares // Décimo primeiro: A prosa do parnaso ao crepúsculo: Instinto de nacionalidade // e literatura regionalista // Décimo segundo: A prosa do parnaso ao crepúsculo: Engajamento social // e hedonismo verbal // Décimo terceiro: O Modernismo: Os anos de vanguarda // Décimo quarto: Estabilização da consciência criadora nacional (1930–1945) // Décimo quinto: As letras brasileiras de 1945 a 1964 // Décimo sexto: 1964–1968: Dos anos do golpe ao fim do século // Décimo sétimo: Teatro, música popular, cinema. A crítica. O “estilo brasileiro” // BIBLIOGRAFIAS // (ao fim de cada capítulo) // ÍNDICES // Índice onomástico / Índice geral.— In-12.º., 743, [1] p. E. editorial.

Luciana Stegagno Picchio, filóloga, crítica literária e historiadora italiana, foi uma das maiores especialistas em literatura luso-brasileira. Professora emérita e pesquisadora de renome internacional, dedicou sua vida acadêmica à divulgação e ao estudo da literatura portuguesa e brasileira na Europa, tornando-se referência obrigatória para gerações de estudiosos. Sua vasta produção crítica consolidou-se como um marco no diálogo cultural entre Brasil, Portugal e Itália.

A História da Literatura Brasileira, publicada originalmente em 1972 na Itália e lançada no Brasil em 1997 pela Editora Nova Aguilar, integra a coleção Biblioteca Luso-Brasileira e representa uma das mais abrangentes sínteses críticas sobre a literatura nacional. Estruturada em capítulos que percorrem desde a catequese jesuítica até o Modernismo e as manifestações culturais do século XX, a obra combina rigor histórico, análise crítica e sensibilidade estética.

No capítulo dedicado ao Barroco, Picchio destaca o entrelaçamento entre paisagem, economia e criação artística no Brasil colonial, sublinhando a força da adaptação e da mestiçagem como marcas constitutivas da literatura nacional:

«Na paisagem desigual e, com suas florestas, seus sertões, os rios aventurosos e as cordilheiras de pedra, anticlássica da nova terra, o Barroco jesuítico e depois o Rococó de Minas Gerais inserem-se com uma lógica formal precisa.» (p. 97).

Esta edição conta com introdução, fortuna crítica, notas editoriais e vasta bibliografia ao fim de cada capítulo, além de índices onomástico e geral, oferecendo ao leitor um verdadeiro instrumento de pesquisa. Trata-se de uma edição de referência, que alia a erudição da autora à qualidade editorial da casa Aguilar, marcada pelo papel-bíblia, impressão clara e projeto gráfico refinado.

Exemplar em encadernação editorial em tecido vermelho, com dourações preservadas na lombada ornamentada e no título da capa. Capa dura bem conservada, cortes limpos e miolo íntegro. As primeiras páginas apresentam leve dobra vertical, perceptível até a folha de rosto, sem prejuízo da leitura. Este volume apresenta apenas leves sinais de manuseio compatíveis com a idade da edição.