Fernando Pessoa — Obra poética (Companhia José Aguilar, 1972). Livro físico. Encadernação em couro com douração.
Fernando Pessoa — Obra poética (Companhia José Aguilar, 1972). Livro físico. Encadernação em couro com douração.

PESSOA, Fernando António Nogueira (1888–1935). Obra poética (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1972).

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PESSOA, (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — BIBLIOTECA // LUSO-BRASILEIRA // Série Portuguêsa // FERNANDO PESSOA // OBRA POÉTICA // em um volume // INTRODUÇÃO GERAL // A POESIA DE FERNANDO PESSOA // MENSAGEM // O MARINHEIRO // FP, UM ENCONTRO DE POESIA. CRONOLOGIA // POESIA DE FERNANDO PESSOA // MENSAGEM. // À MEMÓRIA DO PRESIDENTE-REI SIDÓNIO PAIS. // QUINTO IMPÉRIO. CANCIONEIRO. // FICCÕES DO INTERLÚDIO // POEMAS COMPLETOS DE ALBERTO CAEIRO // ODES DE RICARDO REIS. POESIAS DE ÁLVARO DE CAMPOS. // PARA ALÉM DOUTRO OCEANO DE COELHO PACHECO. // POEMAS DRAMÁTICOS // NA FLORESTA DO ALHEAMENTO. // O MARINHEIRO. PRIMEIRO FAUSTO. // POESIAS COLIGIDAS // INÉDITAS 1919–1935. // POEMAS INGLÊSES. FRANCESES. // POEMAS TRADUZIDOS PARA O PORTUGUÊS. // QUADRAS AO GÔSTO POPULAR // 325 QUADRAS. // POEMAS PARA LILI. POEMA PIAL. // APÊNDICE // NOTAS E VARIANTES. BIBLIOGRAFIA. // [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BLB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] // [——] // RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1972 // [desenho do autor em preto e branco por Almada Negreiros] // FERNANDO PESSOA, DESENHO DE ALMADA NEGREIROS // [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] // FERNANDO // PESSOA // OBRA // POÉTICA // Organização, Introdução e Notas, de // MARIA ALIETE GALHOZ // [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] // [——] // RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1972.— In-12.º., 786, [2] p. E editorial em couro.

Figura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa consolidou uma das obras poéticas mais plurais e complexas do século XX, distribuída entre seus heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos — e a voz ortônima. Esta edição da Biblioteca Luso-Brasileira, publicada pela Companhia José Aguilar em 1972, apresenta a integralidade de sua produção lírica, acompanhada de introdução crítica e notas de Maria Alice Galhoz, tornando-se referência para a recepção crítica pessoana.

Entre os poemas que condensam sua visão existencial, destaca-se o trecho de um escrito em 2 de setembro de 1923, em que a voz lírica revela a recusa da noite como símbolo de esquecimento e exalta o canto como permanência da luz:

«Não canto a noite porque no meu canto
O sol que canto acabará em noite.
Não ignoro o que esqueço.
Canto por esquecê-lo.»
(p. 274)

Encadernação editorial em couro vermelho. Douração preservada na ornamentação da lombada e em assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior em vermelho preservado. Miolo impresso em papel-bíblia, íntegro e limpo, com fac-símiles autógrafos, fotos, índices e notas críticas. Na folha de rosto, há assinatura de antigo proprietário, datada de maio de 1973 e um carimbo, ambos sem interferir em qualquer trecho do texto ou elemento editorial, constituindo elemento adicional de procedência do exemplar. Fotografias e fac-símiles preservados em excelente nitidez. 4.ª edição, 1972.