BAUDELAIRE, Charles (1821–1867). The Flowers of Evil (The Easton Press, Norwalk, 1977).
BAUDELAIRE, Charles (1821–1867). The Flowers of Evil (The Easton Press, Norwalk, 1977).
BAUDELAIRE, Charles (1821–1867). The Flowers of Evil (The Easton Press, Norwalk, 1977).
BAUDELAIRE, Charles (1821–1867). The Flowers of Evil (The Easton Press, Norwalk, 1977).
BAUDELAIRE, Charles (1821–1867). The Flowers of Evil (The Easton Press, Norwalk, 1977).
BAUDELAIRE, Charles (1821–1867). The Flowers of Evil (The Easton Press, Norwalk, 1977).
BAUDELAIRE, Charles (1821–1867). The Flowers of Evil (The Easton Press, Norwalk, 1977).
BAUDELAIRE, Charles (1821–1867). The Flowers of Evil (The Easton Press, Norwalk, 1977).

BAUDELAIRE, Charles (1821–1867). The Flowers of Evil (The Easton Press, Norwalk, 1977).

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Referência: 00346

BAUDELAIRE (Charles) [1821–1867].— Charles Baudelaire // FLOWERS // OF EVIL // Translated into English verse // by various hands. Edited, with an // introduction and notes, by JAMES LAVER // and illustrated with engravings // by PIERRE-YVES TRÉMOIS // [monograma ornamental “CPB” entrelaçado] // The 100 Greatest Books Ever Written // COLLECTOR’S EDITION // BOUND IN GENUINE LEATHER // [ornamento tipográfico "E/P" central pequeno] // The Easton Press // NORWALK, CONNECTICUT.— In-4.º de XXXVI, 201 p. E. editorial de luxo.

Marco fundador da poesia moderna, Les Fleurs du Mal ocupa posição central na literatura ocidental ao inaugurar uma nova sensibilidade estética, na qual beleza e decadência, erotismo e espiritualidade, melancolia e desejo coexistem em tensão permanente. Publicada originalmente em Paris, em 1857, a obra de Charles Baudelaire provocou escândalo imediato: acusada de ultraje à moral pública, teve poemas censurados pelas autoridades francesas, episódio que apenas consolidaria seu estatuto de obra revolucionária. Baudelaire desloca o centro da experiência poética para a vida moderna, urbana e psicológica, convertendo o tédio, a ruína moral, a sensualidade e a consciência da finitude em matéria de refinamento formal incomum.

Mais do que um livro de poemas, The Flowers of Evil representa uma inflexão decisiva na história da literatura: sua influência atravessa o simbolismo, o decadentismo e toda a poesia moderna subsequente, de Mallarmé a T.S. Eliot. Sua linguagem une rigor clássico e inquietação moderna, criando uma obra cuja força permanece intacta mais de um século após sua publicação.

O exemplar aqui apresentado corresponde à prestigiosa Collector’s Edition da Easton Press, reconhecida por suas edições de bibliofilia produzidas segundo elevados padrões editoriais. Integrando a coleção The 100 Greatest Books Ever Written, esta edição apresenta encadernação integral em couro genuíno, impressão em papel de qualidade arquivística acid-free, composição tipográfica clássica e aparato editorial composto por introdução crítica, notas explicativas e seleção ampliada dos poemas. A edição inclui ainda ilustrações, ampliando sua relevância como objeto editorial e colecionável.

Encadernação editorial de luxo em couro, com douração em ouro preservada nos cortes e nos ricos ornamentos nas capas e lombada. As páginas exibem leve amarelecimento característico do tempo, sem comprometer a leitura. As ilustrações e capitulares aparecem nítidas, demonstrando qualidade tipográfica. Sinais leves de manuseio e alguns pontos de oxidação, sobretudo nos cortes, primeiras e últimas páginas e na página onde se localiza a fita de leitura. Volume preservado, com valor tanto bibliográfico quanto estético. Acompanha ex-libris original, solto e em branco (ainda não utilizado). Sem assinaturas, carimbos ou marcações.