{"product_id":"nabuco-joaquim-1849-1910-um-estadista-do-imperio-editora-nova-aguilar-rio-de-janeiro-1975","title":"NABUCO, Joaquim (1849–1910). Um Estadista do Império (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1975).","description":"\u003cp\u003eNABUCO (Joaquim) [1849–1910]. — JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTAISTA DO IMPÉRIO \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ JOAQUIM NABUCO E A HISTÓRIA POLÍTICA DO IMPÉRIO \/\/ CRONOLOGIA \/ BIBLIOGRAFIA \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ LIVRO PRIMEIRO \/\/ ATÉ O MINISTÉRIO PARANÁ (1813-1853) \/\/ LIVRO SEGUNDO \/\/ O MINIST´RIO PARANÁ (1853-1857) \/\/ LIVRO TERCEIRO \/\/ OS GABINETES FINANCEIROS (1857-1861) \/\/ A LIGA (1861-1864) \/\/ PRIMEIROS GABINETES PROGRESSISTAS (1864-1865) \/\/ LIVRO QUARTO \/\/ O GABINETE OLINDA (1865-1866) \/\/ LIVRO QUINTO \/\/ QUEDA DOS PROGRESSISTAS (1866-1868) \/\/ COMEÇO DA SITUAÇÃO CONSERVADORA (1868-1872) \/\/ LIVRO SEXTO \/\/ PROBLEMAS DE APÓS A GUERRA \/\/ RETRAIMENTO GRADUAL DE NABUCO (1872-1877) \/\/ LIVRO SÉTIMO \/\/ NABUCO JURISCONSULTO \/\/ LIVRO OITAVO \/\/ CONCLUSÃO \/\/ [\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eMarca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em preto, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e] \/\/ ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975 \/\/ [Foto do autor em preto e branco] \/\/ JOSÉ THOMAZ NABUCO DE ARAÚJO, QUANDO MINISTRO \/\/ DA JUSTIÇA, 1869 (QUADRO DE VICTOR MEIRELLES). \/\/ [Fac-símile da assinatura do autor em tinta preta] \/\/ JOAQUIM \/\/ NABUCO \/\/ UM ESTADISTA \/\/ DO IMPÉRIO \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Joaquim Nabuco e a História Política do Império \/\/ AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO \/\/ Cronologia e Bibliografia \/\/ [\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eMarca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em vermelho, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975. — In-12.º., 1141, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDiplomata, jurista, historiador e um dos mais destacados intelectuais do Brasil oitocentista, Joaquim Nabuco foi figura central do movimento abolicionista, não apenas pela militância política e parlamentar, mas também por seu vigor intelectual e humanista. Autor de obras de grande envergadura como O Abolicionismo (1883) e Minha Formação (1900), deixou em \u003cem\u003eUm Estadista do Império\u003c\/em\u003e uma análise monumental da vida política e parlamentar do Brasil imperial, considerada até hoje uma das mais completas interpretações da história do Segundo Reinado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÀ luz de sua crítica social e política, Nabuco expõe o drama dos africanos livres no Brasil, vítimas de manipulações estatais e políticas que perpetuaram o regime escravista sob novas formas:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003eA história dos africanos livres de uma e outra categoria é uma das páginas mais tristes da escravidão entre nós, além do mais, porque tudo se fazia em violação de tratados, de solenes compromissos, que o governo tomara de garantir a liberdade dos africanos que lhe eram entregues pelas Comissões Mistas. A distribuição de muitos deles entre homens políticos importantes facilitava os abusos, abusos que se podem resumir dizendo que em grande parte aqueles africanos livres foram fraudulentamente incorporados à escravatura. \u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(pp. 207–208).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse trecho, de forte carga histórica e humanitária, testemunha a lucidez de Nabuco ao registrar não apenas o funcionamento da política imperial, mas também o drama humano silenciado pela retórica oficial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição integrada na prestigiada Biblioteca Luso-Brasileira, coleção dirigida no Brasil por Afrânio Coutinho, em colaboração com João Gaspar Simões, em Lisboa, destinada a reunir obras-primas das literaturas do Brasil e de Portugal. Volume único da obra-prima historiográfica de Joaquim Nabuco, originalmente publicada em 1897 em três tomos, agora condensada em edição monumental com notas e aparato crítico. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial plena em couro verde, com douração preservada em fac-símile da assinatura de Nabuco na capa e com pontos de desbotamento nos ornamentos e descrições na lombada. Guardas íntegras, estampadas com o monograma da coleção (BBL).  Miolo íntegro e firme. Possui alguns pontos de oxidação, sobretudo nas folhas de guarda e nas primeiras e últimas páginas, sem comprometimento da leitura. Apresentam, ainda, amarelamento das páginas característico do tempo, sem comprometimento dos textos ou ilustrações. \u003cem\u003e4.ª edição, 1975\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":54598910935315,"sku":"00151","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0151-thumb.jpg?v=1766213662","url":"https:\/\/www.inactual.com.br\/products\/nabuco-joaquim-1849-1910-um-estadista-do-imperio-editora-nova-aguilar-rio-de-janeiro-1975","provider":"Inactual","version":"1.0","type":"link"}