{"title":"Primeiras Edições","description":"","products":[{"product_id":"filostrato-lucio-flavio-vita-mirabile-apollonio-tianeo-comin-da-trino-1549-00037","title":"FILOSTRATO, Lucio Flavio (170–247 d.C.). Della vita del mirabile Apollonio Tianeo (Comin da Trino di Monferrato, Vinegia, 1549).","description":"\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"849\"\u003eFILOSTRATO (Lucio Flavio) [170–247 d.C.]. — FILOSTRATO GRECO \/\/ SCRITTORE ELEGANTIS- \/\/ SIMO, DELLA VITA DEL \/\/ mirabile Apollonio Tyaneo tradot- \/\/ to in linga Fiorentina, \/\/ PER M. GIOVAMBER- \/\/ NARDO GVALANDI, PRE- \/\/ te Fiorentino, et nel fine ilme- \/\/ desimo abbreuiato. \/\/ [Grande marque typographique gravée sur bois, blason orné, soutenu par deux amours, emblème de l’imprimeur]. \/\/ In Vinegia per Comin da Trino \/\/ di Monferrato, L'anno \/\/ —— \/\/ M.D.XLIX. \/\/ [avec mentions manuscrites anciennes \"Rarissimo, secondo il Diz. bibliogra- \/\/ fico del Fournier.\"]. — In-8º. Reliure ancienne en demi-veau brun, dos lisse orné de fleurons dorés, pièce de titre rouge, plats recouverts de papier dominoté bleu à semis de losanges floraux, tranches rouges. — 235 pp. en numérotation par feuillets, la dernière non chiffrée, avec le registre typographique.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"851\" data-end=\"1202\"\u003eLúcio Flávio Filóstrato, sofista grego ligado à corte da imperatriz Júlia Domna, é o autor da célebre \u003cem data-start=\"968\" data-end=\"991\"\u003eVita Apollonii Tyanei\u003c\/em\u003e, biografia do filósofo neopitagórico Apolônio de Tiana. A figura de Apolônio foi já na Antiguidade comparada à de Cristo, pela combinação de vida ascética, ensino filosófico e relatos de feitos extraordinários.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1204\" data-end=\"1582\"\u003eEscrito originalmente em grego, o texto conheceu intensa circulação no Renascimento, traduzido para o latim e para as línguas vulgares como parte do projeto humanista de recuperação da herança clássica. Esta versão italiana é devida a M. Giovambattista Gualandi, sacerdote florentino, e constitui uma das primeiras tentativas conhecidas de verter a obra para uma língua moderna.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1584\" data-end=\"2112\"\u003eA \u003cem data-start=\"1586\" data-end=\"1609\"\u003eVita Apollonii Tyanei\u003c\/em\u003e, de Filóstrato, é um dos testemunhos mais singulares da Antiguidade Tardia, pois retrata Apolônio de Tiana como um modelo de sábio inspirado, dotado de dons extraordinários e de uma vida ascética comparável à de Cristo. Essa tradução florentina de 1549, além de sua raridade bibliográfica, preserva passagens em que Apolônio é descrito com atributos quase divinos — sua memória prodigiosa, sua beleza incomum e sua eloquência juvenil, que já nos quatorze anos o conduzem ao estudo da retórica em Tarso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"2114\" data-end=\"2272\"\u003eÉ justamente esse retrato precoce do filósofo como figura excepcional que torna a obra fascinante para o colecionador e estudioso do pensamento neopitagórico:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp data-start=\"2274\" data-end=\"2706\"\u003e\u003cem\u003e«che Apollonio fussi figliuolo di Gioue… mostrava desser ben disposto à quelle, tanto con la protezza de l’animo quanto con la sottilita de l’ingegno, si anchora con una uiuace memoria… onde incitaua ciascuno a risguardarlo uolentieri, oltre che egli era di bellissimo aspetto. Entrato ne. 14. anni fu dal padre menato in Tarso a Eutidemo gran Rettorico di Fenicia: el quale accetto per discepolo Apollonio...»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(Libro primo, c. 10).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-start=\"2708\" data-end=\"2931\"\u003eImpresso em Veneza, 1549, pelo tipógrafo e livreiro Comin da Trino di Monferruto, ativo em meados do século XVI, este volume é testemunho direto do ambiente editorial veneziano — o maior centro tipográfico europeu da época.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"2933\" data-end=\"3135\"\u003eTrata-se da primeira tradução para o italiano (fiorentino) da \u003cem data-start=\"2995\" data-end=\"3011\"\u003eVita Apollonii\u003c\/em\u003e, publicada poucas décadas após as edições latinas e florentinas de inícios do século XVI (Aldo Manuzio, 1501; Junta, 1517).\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"3137\" data-end=\"3506\"\u003eA importância bibliográfica da obra é atestada no século XIX por François-Ignace Fournier, em seu \u003cem data-start=\"3235\" data-end=\"3275\"\u003eDictionnaire portatif de bibliographie\u003c\/em\u003e (Paris, 1805, p. 269), onde as edições de Filóstrato são citadas como “raríssimas”. Essa referência confirma que já naquela época os exemplares eram escassos e altamente valorizados, reforçando a relevância desta edição veneziana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"3508\" data-end=\"4246\"\u003eNa folha de resguardo posterior, encontra-se um manuscrito coevo em italiano, escrito a pena, em tinta já desbotada pelo tempo. Esse registro manuscrito acrescenta uma dimensão única de historicidade, testemunhando a trajetória do exemplar no espaço cultural italiano, além de reforçar sua autenticidade e raridade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"4437\" data-end=\"4588\"\u003eExemplar sólido, cortes tingidos em vermelho preservados, encadernação firme, miolo íntegro. Apresenta manchas amareladas e alguns pequenos pontos de oxidação em algumas páginas, sem comprometimento a leitura do texto. Possui sinais de manuseio compatíveis com sua idade.\u003c\/p\u003e","brand":"Minha loja","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":50853999870227,"sku":"00037","price":25000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0037-Thumbe2.jpg?v=1777334555"},{"product_id":"bernis-francois-joachim-de-pierre-religion-vengee-giambattista-bodoni-1795-00180","title":"BERNIS, François-Joachim de Pierre de (1715–1794). La Religion vengée (Giambattista Bodoni, Parme, 1795).","description":"\u003cp\u003eBERNIS (François-Joachim de Pierre de) [1715–1794].— LA \/\/ RELIGION \/\/ VENGÉE \/\/ POËME \/\/ EN DIX CHANTS. \/\/ À PARME \/\/ DANS LE PALAIS ROYAL \/\/ MDCCXCV.— In-8.º., [xxviii], 248 p. E. editorial em papel marmorizado, com lombada e cantos em pele.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFrançois-Joachim de Pierre, cardeal de Bernis, foi um destacado diplomata, eclesiástico e poeta francês. Nascido em Saint-Marcel-d’Ardèche, em 1715, em uma família nobre porém empobrecida, teve sua ascensão patrocinada por Madame de Pompadour, cuja influência junto a Luís XV o conduziu a importantes cargos diplomáticos e eclesiásticos. Famoso por seu espírito refinado e por sua vida mundana, Bernis destacou-se tanto pela habilidade política quanto pela elegância literária.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComo embaixador da França junto à Santa Sé, teve papel decisivo nas negociações que levaram à supressão da Companhia de Jesus (1773) e, mais tarde, tornou-se um dos opositores às políticas anticlericais que antecederam e acompanharam a Revolução Francesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSua obra mais extensa e influente, \u003cem\u003eLa Religion vengée\u003c\/em\u003e, foi publicada postumamente em 1795, pela prestigiosa tipografia de Giambattista Bodoni, em Parma.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eLa Religion vengée\u003c\/em\u003e é um poema didático e apologético em dez cantos, composto em versos alexandrinos. Nela, Bernis defende a fé e a moral cristã contra o racionalismo filosófico e o materialismo ilustrado, estruturando o texto como uma resposta poética à filosofia das Luzes e às doutrinas que, segundo o autor, ameaçavam a integridade espiritual e moral da Europa moderna.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA composição revela a erudição clássica de Bernis, combinando o vigor do pensamento teológico com o ritmo solene da poesia neoclássica. Sua linguagem é harmoniosa, elevada e impregnada de idealismo moral. À época, a obra foi recebida como um manifesto de restauração espiritual e de fidelidade à tradição católica, situando-se entre os grandes poemas religiosos do final do século XVIII.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO cardeal de Bernis expõe, sob a forma de um poema épico-teológico, a queda do homem e a defesa da fé contra os excessos da razão moderna. Nos primeiros versos do \u003cem\u003eChant Premier\u003c\/em\u003e, o autor traça uma síntese poética da criação, da inocência original e da perda da imortalidade, em uma linguagem elevada que combina rigor teológico e elegância clássica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Dieu créa l’ange et l’homme innocents et parfaits,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePour partager entre eux sa gloire et ses bienfaits;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLes habitants du ciel, substances immortelles,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEurent pour compagnon l’homme, immortel comme elles.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMais l’orgueil perdit l’ange, et l’ange révolté\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNous enleva le don de l’immortalité!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTelle fut, ô mortels! notre noble origine,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTelle fut notre chute et l’affreuse ruine\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQu’entraîna le progrès de la première erreur. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(pp. 7–8).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar foi apresentado pela Livraria Castro e Silva (Lisboa) no \u003cem\u003eSalon du Livre Rare\u003c\/em\u003e (Paris, 2013) e figura no catálogo oficial da feira sob o número 10 (Catálogo Paris 2013, p. 4–5), com a seguinte nota de procedência:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Exemplar com dedicatória de oferta de D. Domingos de Sousa Coutinho (1760–1833) ao núncio papal em Lisboa D. Lorenzo Caleppi (1741–1817), datada de Londres, 1808. »\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO contexto histórico dessa dedicatória é de singular relevância. D. Domingos de Sousa Coutinho, ministro plenipotenciário de Portugal em Londres, desempenhou papel decisivo nas negociações que garantiram à corte portuguesa a proteção da marinha britânica durante a transferência para o Brasil (1807–1808). Em contrapartida, foi responsável pela abertura dos portos brasileiros à frota inglesa, medida estratégica que viabilizou o rompimento do Bloqueio Continental imposto por Napoleão.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eD. Lorenzo Caleppi, núncio papal em Lisboa e, posteriormente, no Rio de Janeiro, teve atuação igualmente notável, mediando as relações diplomáticas entre a Santa Sé e o governo português no exílio. Foi nomeado primeiro núncio papal geral para a América — nomeação inédita que criou um precedente histórico e viria a facilitar o reconhecimento papal da independência do Brasil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar, oferecido por Sousa Coutinho a Caleppi em Londres, em 1808, adquire, assim, valor histórico excepcional, simbolizando o encontro entre a diplomacia portuguesa e a autoridade eclesiástica romana num momento decisivo da história luso-brasileira. Mais do que uma obra literária, constitui um documento político e diplomático de primeira ordem, testemunho material de um elo entre fé, poder e história.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"193\" data-end=\"964\"\u003eEsta é a primeira edição da obra, exemplar de notável qualidade gráfica e estética, verdadeiro testemunho do auge da arte tipográfica neoclássica. A impressão bodoniana distingue-se pela pureza dos caracteres, pela exatidão das margens e pela luminosidade do papel. O volume apresenta encadernação original em papel marmorizado, com lombada e cantos em pele, impresso sobre magnífico papel de linho calandrado, de textura firme e coloração clara — características típicas das edições de Bodoni destinadas à elite literária e diplomática da época. A composição segue o cânone de elegância tipográfica de Parma, com capitulares bem proporcionadas e tipologia romana de traço fino e harmônico, conferindo à obra sobriedade e equilíbrio exemplares.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"966\" data-end=\"1975\"\u003eA encadernação, em papel marmoreado policromo com lombada e cantos em pele, é típica das edições de luxo do final do século XVIII. As guardas marmoreadas exibem um belo padrão de veios e gotas em tons de azul, carmim e sépia, em plena harmonia com o conjunto. A impressão é nítida e regular, \u003cem data-start=\"1270\" data-end=\"1288\"\u003etypis Bodonianis\u003c\/em\u003e, sobre papel de linho de alta gramatura, de superfície acetinada e tonalidade marfim clara. Nas folhas de guarda, observam-se anotações manuscritas a lápis, com numerações antigas de inventário — indícios de proveniência e catalogação erudita. Trata-se de uma impressão de alta tipografia bodoniana, conforme descrita por Brooks (\u003cem data-start=\"1677\" data-end=\"1711\"\u003eThe Works of Giambattista Bodoni\u003c\/em\u003e, n.º 606). O exemplar corresponde integralmente ao descrito no catálogo da Livraria Castro e Silva (Paris, 2013, item n.º 10) e foi apresentado no \u003cem data-start=\"1863\" data-end=\"1884\"\u003eSalon du Livre Rare\u003c\/em\u003e (Paris) como peça representativa da excelência técnica e histórica das edições Bodoni.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar encontra-se em bom estado de conservação, notável considerando sua idade e raridade. A lombada e os cantos apresentam desgaste leve, com pequenas perdas superficiais no couro. O papel marmoreado conserva cores vivas e uniformes, com alguns pontos de desgaste, sobretudo nas extremidades. O miolo está íntegro, com cortes limpos, papel firme e bem preservado, mantendo impressão homogênea e legível. Há apenas discretos pontos de oxidação e escurecimento marginal leve, típicos da época. As costuras permanecem firmes, e a encadernação mantém estrutura sólida, preservando integralmente o caráter original da edição. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52212782989587,"sku":"00180","price":34000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0180-1-thumb_7ad09dad-8d67-4ee2-956c-834dee5fb5dc.jpg?v=1759793547"},{"product_id":"daudet-alphonse-petite-paroisse-moeurs-conjugales-alphonse-lemerre-1895-00182","title":"DAUDET, Alphonse (1840–1897). La Petite Paroisse: moeurs conjugales (Alphonse Lemerre, Paris, 1895).","description":"\u003cp\u003eDAUDET (Alphonse) [1840-1897].— ALPHONSE DAUDET \/\/ [—] \/\/ LA \/\/ PETITE PAROISSE \/\/ MOEURS CONJUGALES \/\/ Jaloux n’a paix ne soir ne matinée. \/\/ (Vieux texte.) \/\/ [marca do editor: figura masculina nua cavando com uma pá diante de um sol nascente; filactério superior com a divisa “FAC ET SPERA”; iniciais “A L” no cartucho inferior] \/\/ PARIS \/\/ ALPHONSE LEMERRE, ÉDITEUR \/\/ 23-31, PASSAGE CHOISEUL \/\/ NEW-YORK, 13 WEST, 24th STREET \/\/ 1895.— In-8.º., [4], 452, [2] p. E. editorial em meio-couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRaro e valioso exemplar da primeira edição de \u003cem\u003eLa Petite Paroisse\u003c\/em\u003e, publicada em 1895, ainda em vida de Alphonse Daudet - um dos grandes nomes da literatura francesa do século XIX, autor de romances, contos e peças de teatro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCom estilo lírico e sensível, Daudet retratou com fina ironia e profunda empatia os costumes sociais e familiares de sua época, tornando-se uma das vozes mais expressivas do realismo francês.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume foi editado pela Alphonse Lemerre, tradicional casa parisiense responsável pela publicação das principais obras do autor, e traz o subtítulo Moeurs Conjugales (“Costumes conjugais”). Nesse romance, Daudet explora a complexidade da vida conjugal, o entrelaçamento entre amor, culpa e perdão, revelando a delicada fronteira entre a ternura e o desencanto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os trechos mais comoventes da obra, destaca-se o início do capítulo XIII, no qual Daudet descreve uma cena de rara delicadeza — o reencontro de Lydie Fénigan com o marido, marcado por uma emoção silenciosa e pela música que os reconcilia apenas na lembrança:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Cette première soirée dans le grand salon des Uselles, entre son mari et celle qu’elle n’appelait jamais plus que sa mère, fut pour Lydie Fénigan d’une douceur infinie. Quand elle ouvrit le piano et que ses longues mains blanches, se poursuivant sur le clavier, donnèrent la volée aux premières mesures de ce chant divin de Pergolèse, dont Richard, en son absence, avait si souvent fait les basses avec désespoir, la même émotion les prit tous à la gorge ; ils se sentaient pour toujours unis et tendres, des âmes de pitié et de pardon. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 295).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNessa passagem, Daudet traduz em prosa a música interior da melancolia e do perdão: um instante em que o amor, ferido mas ainda vivo, encontra na arte o seu último refúgio. É uma das cenas mais sensíveis do romance — e talvez uma das mais puras expressões do olhar compassivo e humano do autor.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em muito bom estado de conservação, com encadernação artesanal de época em meio couro marrom, apresentando lombada com nervuras marcadas e título e filetes dourados, que embora revelem alguns pontos de desbotamento pelo tempo, permanecem perfeitamente legíveis. As capas em tom de vinho escuro fechado contrastam com elegância com os planos e guardas em papel marmorizado de vibrantes tons de vermelho, azul, laranja e amarelo, característicos das encadernações francesas de luxo do final do século XIX. O corte superior dourado conserva ainda bom brilho e uniformidade, enquanto os cortes frontais e inferiores exibem o tom natural do papel, denotando cuidado e preservação. O miolo está firme e limpo, com páginas uniformemente amareladas, sem rasgos, manchas expressivas ou anotações, preservando a integridade do texto. As guardas marmorizadas permanecem bem conservadas e visualmente exuberantes, evidenciando o refinamento estético da edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm conjunto, trata-se de um exemplar sólido e atraente, que alia valor literário, histórico e material, representando com distinção a qualidade editorial da Maison Alphonse Lemerre, uma das casas mais prestigiadas da Paris literária do século XIX. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52213086290195,"sku":"00182","price":1200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0182-alphonse-daudet-la-petite-paroisse-alphonse-lemerre-1895-thumb.jpg?v=1777923805"},{"product_id":"guimaraens-alphonsus-poesia-completa-nova-aguilar-2001-00009","title":"GUIMARAENS, Alphonsus de (1870–1921). Poesia completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2001).","description":"\u003cp\u003eGUIMARAENS (Alphonsus de) [1870–1921].— ALPHONSUS DE \/\/ GUIMARAENS \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Alphonsus de Guimaraens Filho \/\/ COM A COLABORAÇÃO DE \/\/ Alexei Bueno \/\/ Afonso Henriques Neto \/\/ [À esquerda, monograma da Editora Nova Aguilar com as letras “N” e “A” entrelaçadas em vermelho; à direita, monograma institucional da Fundação Biblioteca Nacional (Ministério da Cultura), com as letras “B” e “N” entrelaçadas, também em vermelho] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2001.— In-12.º, 652, [4] p. E. editorial com sobrecapa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAcompanha sobrecapa preservada. Apresenta apenas alguns pontos de oxidação, sobretudo nas folhas de guarda. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236042207507,"sku":"00009","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0009-alphonsus-guimaraens-poesia-completa-thumb.jpg?v=1777958330"},{"product_id":"sainz-de-robles-federico-carlos-epigrama-espanol-siglo-i-xx-m-aguilar-1941-00074","title":"SÁINZ DE ROBLES, Federico Carlos (org) (1898-1982). El epigrama español (Del siglo I al XX) (M. Aguilar, Madrid, 1941).","description":"\u003cp\u003eSÁINZ DE ROBLES (Federico Carlos) (org.) [1898-1982].— EL EPIGRAMA ESPAÑOL \/\/ (Del siglo I al XX) \/\/ [Vinheta tipográfica em estilo arabesco, posicionada como elemento de separação entre o título e a descrição editorial] \/\/  Selección, estudio preliminar, retratos literarios \/\/ y notas bibliográficas \/\/ de \/\/ FREDERICO CARLOS \/\/ SÁINZ DE ROBLES \/\/ Archivero Bibliotecario Arqueólogo, Subdirector \/\/ de la Biblioteca y Museo de Madrid \/\/ ORNAMENTACION DE PALACIOS \/\/ [Emblema editorial da M. Aguilar, em forma de círculo contendo uma lamparina acesa, apoiada sobre as iniciais \"MA\", com o mote latino \"\u003cem\u003eTolle, lege\u003c\/em\u003e\", símbolo do saber e da missão difusora da casa publicadora] \/\/ M. AGUILAR \/\/ EDITOR \/\/ MADRID-1941.— In-16.º, 940, [12] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio publicada pela tradicional casa M. Aguilar, reunindo em um só volume a tradição do epigrama espanhol, desde suas origens clássicas, na esteira de Marcial, até as expressões modernas do século XX. A coletânea foi cuidadosamente organizada por Federico Carlos Sáinz de Robles, erudito e bibliotecário espanhol, que oferece aparato crítico, introdução histórica, notas biográficas e retratos literários de mais de cinquenta autores, como Cristóbal de Castillejo, Baltasar del Alcazar, Lope de Vega, Francisco de Quevedo, Luis de Góngora, Calderón de la Barca, entre tantos outros.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os epigramas que condensam o espírito satírico e agudo do gênero, destaca-se o de número 36, que ironiza as promessas de heranças tardias:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«En vida, nada me das.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePrometes darme en muriendo.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSi no eres necio, Marón,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eya entiendes lo que deseo.»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 43)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eCom brevidade e mordacidade, o poeta expõe a inutilidade de prometer dádivas apenas após a morte, revelando a crítica social e o humor que caracterizam o epigrama como forma literária.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVolume de pequeno formato, elegante, encadernado em couro editorial com douração na lombada e no plano da capa. Cortes marmorizados com motivos florais e de abelhas, estampados em rosa e amarelo, harmonizando-se ao emblema da abelha presente na capa e às guardas decoradas. Capas e lombada íntegros e firmes, com apenas alguns leves desgaste de uso e do tempo em alguns pontos em suas extremidades. Miolo íntegro, firme, limpo e com tipografia clara, apresentando apenas leve amarelado pelo tempo. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236297601299,"sku":"00074","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0074-sainz-de-robles-org-el-epigrama-espanol-m-aguilar-1941-primeira-edicao-Inactual-thumb.jpg?v=1777938017"},{"product_id":"sainz-de-robles-federico-carlos-madrid-autobiografia-m-aguilar-1949-00087","title":"SÁINZ DE ROBLES, Federico Carlos (1898–1982). Madrid: Autobiografía (M. Aguilar, Madrid, 1949).","description":"\u003cp\u003eSÁINZ DE ROBLES (Federico Carlos) [1898-1982]. — MADRID \/\/ AUTOBIOGRAFIA \/\/ La publica, sin prólogo, sin notas \/\/ ni comentarios, \/\/ FEDERICO CARLOS \/\/ SAINZ DE ROBLES \/\/ Su apasionado hijo \/\/ Con 44 ilustraciones \/\/ y 19 láminas en huecograbado, \/\/ fuera de texto \/\/ [Monograma ornamental de la Editorial Aguilar, compuesto por las letras entrelazadas \"MA\" – iniciales de Manuel Aguilar –, coronadas por una lámpara encendida, todo inscrito en un emblema circular, con la leyenda en latín \"TOLLE, LEGE\", símbolo de la casa editorial] \/\/ M. AGUILAR - EDITOR \/\/ MADRID - 1949. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio da renomada casa Aguilar, obra monumental na qual a cidade de Madrid assume voz própria e se narra em primeira pessoa, cruzando história, tradição, arte e memória coletiva. A estrutura se organiza em capítulos que percorrem os séculos, os bairros e os símbolos culturais da capital espanhola, misturando o tom memorialístico com uma reflexão crítica, irônica e sentimental sobre o devir urbano e humano. Possui, ainda, 44 ilustrações e 19 lâminas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO estilo de Sáinz de Robles equilibra erudição e imaginação literária, resultando numa «autobiografia fictícia» de Madrid que exalta sua vitalidade, contradições e grandeza histórica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as passagens mais significativas, destaca-se a abertura, em que Madrid se apresenta a si mesmo e define sua condição:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003e¡Dios mío, qué emociones, qué de pasiones, qué de reacciones me achacaron tan graves y tan campantes eruditos!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 15).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eUm exemplo do lirismo exaltado e ao mesmo tempo irônico com que o autor recria a voz da cidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro vermelho, com dourações na capa e lombada preservadas, emoldurados por exuberante decoração geométrica e capa anterior igualmente ornamentada com brasão estilizado e inscrição «\u003cem\u003eMadrid Autobiografía»\u003c\/em\u003e. Cortes apresentam delicado ornamento preservado em stencil na tonalidade laranja-avermelhada, com motivos florais e arabescos contínuos, característicos das edições de luxo da Aguilar. As guardas, em perfeito diálogo estético, apresentam-se ilustradas em tom monocromático vermelho, representando arcos monumentais de inspiração madrilenha. O miolo, impresso em papel-bíblia fino, mantém excelente estado de conservação e firmeza, com apenas alguns leves pontos de oxidação em algumas folhas, sem comprometer textos e ilustrações. Leves sinais de manuseio compatíveis com a idade, sem comprometer a integridade ou a leitura. Destaca-se a dedicatória manuscrita em italiano, datada do Natal de 1970, registrada com tinta azul na falsa folha de guarda: «\u003cem\u003ePer ricordare un S. Natale che, posso memorabile – Affettuosamente Mamá»\u003c\/em\u003e. Este detalhe acrescenta uma dimensão de procedência e história pessoal ao volume, conferindo-lhe caráter único e valor afetivo, típico de exemplares ofertados como presente de época.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236314312979,"sku":"00087","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"antologia-da-poesia-portuguesa-seculos-xii-a-xx-lello-e-irmao-1977-2-vols-sku-0052","title":"TORRES, Alexandre Pinheiro (1923–1999). Antologia da Poesia Portuguesa (Séc. XII–Séc. XX) (Lello \u0026 Irmão – Editores, Porto, 1977).","description":"\u003cp\u003eTORRES (Alexandre Pinheiro) [introdução, seleção e notas].— ANTOLOGIA \/\/ DA POESIA \/\/ PORTUGUESA \/\/ (Séc. XII–Séc. XX). — Lello \u0026amp; Irmão Editores \/\/ Antologia da Poesia Portuguesa \/\/ (SÉC. XII – SÉC. XX) \/\/ VOLUME I \/\/ (Sécs. XII-XVI) \/\/ Da Pooesia Trovadoresca Galego-Portuguesa ao Renascimento \/\/ VOLUM II \/\/ (Sécs. XVII-XX) \/\/ Introdução, seleção e notas de \/\/ ALEXANDRE PINHEIRO TORRES \/\/ Professor Extraordinário da Faculdade de Letras da Universidade de Cardiff \/\/ [marca tipográfica da Lello \u0026amp; Irmão Editores em tinta preta: escudo com figura mitológica] \/\/ 1977 \/\/ LELLO \u0026amp; IRMÃO - EDITORES \/\/ PORTO.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra monumental em dois volumes, esta antologia percorre a tradição poética portuguesa desde os primórdios trovadorescos até às vanguardas do século XX. Alexandre Pinheiro Torres, responsável pela seleção e aparato crítico, oferece um panorama histórico-literário abrangente, permitindo acompanhar a evolução das formas, dos temas e das sensibilidades poéticas ao longo de oito séculos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO primeiro volume reúne a lírica medieval galego-portuguesa, o classicismo renascentista de Sá de Miranda e António Ferreira, o barroco e o arcadismo, até alcançar o apogeu do Romantismo e do Realismo oitocentista. O segundo volume é dedicado à modernidade, com Fernando Pessoa e seus heterônimos, Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca, os modernistas e neorrealistas, chegando até a poesia contemporânea.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os destaques da coletânea estão os sonetos de Luís de Camões, cuja poesia condensa de maneira exemplar o espírito renascentista e a reflexão universal sobre a transitoriedade da vida. É justamente um de seus versos mais célebres que resume o sentido maior da poesia portuguesa: a consciência do tempo e da mudança.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMuda-se o ser, muda-se a confiança;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTodo o mundo é composto de mudança,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTomando sempre novas qualidades.»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(v. I, p. 1207).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração ornamental nas lombadas, preservada. Apresenta alguns pontos de oxidação nos cortes - sobretudo nos cortes superiores - e nas primeiras e últimas páginas, sem prejudicar os textos. Observa-se, ainda, folhas ante-rosto e de rosto amareladas pelo tempo. Miolo íntegro, firme e bem preservado, em ambos os volumes. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236328534291,"sku":"00052","price":790.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0053-thumb.jpg?v=1766769528"},{"product_id":"dario-ruben-obras-poeticas-completas-m-aguilar-1945-00267","title":"DARÍO, Rubén (1867-1916). Obras poéticas completas (M. Aguilar - Editor, Madrid, 1945).","description":"\u003cp\u003eDARÍO (Rubén) [1867-1916].— RUBEN DARIO \/\/ OBRAS POÉTICAS \/\/ COMPLETAS \/\/\u003cbr data-start=\"49\" data-end=\"52\"\u003e(EDICION REVISADA) \/\/ INTRODUCCION Y ENSAYO \/\/ BIBLIOGRAFICO DEL POETA \/\/\u003cbr data-start=\"129\" data-end=\"132\"\u003eDE \/\/ FEDERICO CARLOS SAINZ DE ROBLES \/\/ [Marca tipográfica circular da Editora Aguilar com a divisa «TOLLE, LEGE» e monograma editorial] \/\/ M. AGUILAR \/\/ EDITOR \/\/ MADRID, 1945.— In-16.º, 1120 p. E. editorial em plena pele.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFita de leitura original presente.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236395512083,"sku":"00267","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0267-thumb.jpg?v=1766129002"},{"product_id":"allen-percy-stafford-age-erasmus-clarendon-press-1914-00183","title":"ALLEN, Percy Stafford (1869–1933). The Age of Erasmus: Lectures Delivered in the Universities of Oxford and London (Clarendon Press, Oxford, 1914).","description":"\u003cp\u003eALLEN (Percy Stafford) [1869-1933].— THE \/\/ AGE OF ERASMUS \/\/ LECTURES DELIVERED IN THE UNIVERSITIES \/\/ OF OXFORD AND LONDON \/\/ BY \/\/ P. S. ALLEN, M.A. \/\/ FELLOW OF MERTON COLLEGE, OXFORD \/\/ OXFORD \/\/ AT THE CLARENDON PRESS \/\/ 1914.— In-12.º., 303, [1] p. E.editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"710\" data-start=\"238\"\u003ePercy Stafford Allen foi um renomado filólogo e estudioso britânico, \u003cem\u003efellow\u003c\/em\u003e do Merton College, Oxford. Especialista na obra e correspondência de Erasmo de Roterdã, Allen destacou-se pela organização crítica das \u003cem data-end=\"494\" data-start=\"453\"\u003eOpus Epistolarum Des. Erasmi Roterodami\u003c\/em\u003e, monumental conjunto de volumes publicados pela Oxford University Press entre 1906 e 1958. Seu trabalho consolidou-se como uma das principais referências no estudo do humanismo renascentista e da tradição erasmiana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1297\" data-start=\"712\"\u003ePublicado em 1914 pela Clarendon Press (Oxford University Press), \u003cem data-end=\"859\" data-start=\"778\"\u003eThe Age of Erasmus: Lectures Delivered in the Universities of Oxford and London\u003c\/em\u003e reúne um conjunto de conferências ministradas por Allen sobre o contexto intelectual, moral e religioso do século XVI. A obra apresenta Erasmo como figura central de transição entre a Idade Média e a modernidade, explorando com erudição o ambiente cultural que favoreceu o florescimento do humanismo cristão. Esta é a primeira edição, impressa por Horace Hart, M.A., Printer to the University, e publicada sob o selo acadêmico de Oxford.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAo abordar a libertação espiritual promovida pelo novo ideal humanista, Allen expressa com vigor o sentimento de descoberta que permeava o início do século XVI:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«From the thraldom of terror what an escape, to light, air, freedom, activity! The gates of joy are opened, the private citizen learns to live, to follow choice not necessity, to give the reins to his spirit and take hold on the gifts that Nature spreads before him.»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 169).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEssa passagem evidencia, de forma exemplar, a visão de Allen sobre o período: a superação do terror teológico medieval e o despertar de uma consciência individual voltada à liberdade, à razão e à plenitude da vida interior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação original de editora em capa dura vermelha, título e brasão de Oxford gravados em dourado na lombada. Apresenta desbotamento irregular característico do tempo, especialmente nas bordas das capas e na lombada, e pequeno amassado na parte inferior da capa anterior. Os cortes são irregulares do tipo \u003cem\u003edeckle edges\u003c\/em\u003e, conferindo ao volume o aspecto original das primeiras tiragens de Clarendon Press do início do século XX. O miolo encontra-se muito bem preservado, com papel encorpado e sem sinais de oxidação, exibindo apenas leve amarelamento natural pela passagem dos anos. Há um pequeno furo (aprox. 0,2 cm) na parte inferior da página 151, localizado na margem branca, sem atingir o texto e sem afetar a leitura.\u003cbr\u003eNa guarda posterior, observa-se uma leve fissura no papel, próxima à junção com a lombada, sem qualquer comprometimento estrutural.\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003eAs costuras permanecem firmes e a encadernação sólida.\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003eTrata-se, portanto, de um exemplar íntegro, conservado em muito bom estado geral, considerando sua antiguidade e tipologia. Sem assinaturas, marcações ou carimbos. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236675744019,"sku":"00183","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0183-p-s-allen-the-age-of-erasmus-clarendon-press-1914-primeira-edicao-inactual-thumb.jpg?v=1777689351"},{"product_id":"clasicos-salamanca-ediciones-universidad-salamanca-2005-2-vols-00228","title":"Clásicos Salamanca (Ediciones Universidad de Salamanca, Espanha, 2005) 2 vols.","description":"\u003cp\u003eClásicos Salamanca (Ediciones Universidad de Salamanca) [2005].— CLÁSICOS \/\/ SALAMANCA \/\/ Vol. I \/\/ [Monograma tipográfico da Universidade como separador] \/\/ EDICIONES UNIVERSIDAD DE SALAMANCA \/\/ CLÁSICOS \/\/ SALAMANCA \/\/ Vol. II \/\/ [Monograma tipográfico da Universidade como separador] \/\/ EDICIONES UNIVERSIDAD DE SALAMANCA.— In-16.º, 2 v. (Vol. I, 601 p.; Vol. II, 522 p.). E. editorial com estojo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236729778451,"sku":"00228","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0228-1-clasicos-salamanca-ediciones-universidade-de-salamanca-2005-2-vols-inactual-thumb.jpg?v=1777939847"},{"product_id":"doddridge-pierre-nouveaux-sermons-divers-textes-ecriture-sainte-chez-philibert-1759-00249","title":"DODDRIDGE, Pierre (1702-1751) Nouveaux Sermons sur Divers Textes de l'Écriture Sainte (Chez Cl. \u0026 Ant. Philibert, Geneve, 1759).","description":"\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"377\"\u003ePhilip Doddridge (designado na presente edição como “Pierre Doddridge”) foi um destacado teólogo e pregador dissidente inglês, amplamente lido nos meios protestantes reformados europeus. Os \u003cem data-start=\"190\" data-end=\"247\"\u003eNouveaux Sermons sur divers textes de l’Écriture Sainte\u003c\/em\u003e condensam esse espírito pastoral e intelectual, reunindo discursos sobre salvação, liberdade de consciência e perseverança da fé.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"379\" data-end=\"713\"\u003ePublicado por Cl. \u0026amp; Ant. Philibert, importantes impressores genebrinos do século XVIII (Genebra, 1759), o presente exemplar corresponde à primeira tradução francesa da obra e à primeira edição nesta língua. O conjunto reúne as duas partes completas, cada uma com página de rosto própria, encadernadas desde a época em um único volume.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"715\" data-end=\"900\"\u003eNo III sermão, \u003cem data-start=\"730\" data-end=\"749\"\u003eDe la Persécution\u003c\/em\u003e, Doddridge formula uma das mais contundentes defesas da liberdade de consciência produzidas no ambiente do protestantismo esclarecido do século XVIII:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote data-start=\"902\" data-end=\"1096\"\u003e\n\u003cp data-start=\"904\" data-end=\"1096\"\u003e«\u003cem data-start=\"906\" data-end=\"1081\"\u003ede lâcher de convaincre les hommes, de l’absurdité \u0026amp; de l’injustice de la persécution, quelle qu’elle puisse être, pour des choses qui concernent la Religion \u0026amp; la conscience\u003c\/em\u003e» (pp. 92–93).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-start=\"1098\" data-end=\"1459\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003eObra completa em duas partes reunidas em um volume; encadernação plena em couro da época; páginas de rosto independentes; índice final dos seis sermões. Lombada com nervos e pequenas fissuras nas junções das capas, sem quebradura estrutural; desgastes e escurecimento natural do papel compatíveis com a época, em bom estado geral de conservação. Sem assinaturas, carimbos ou marcações.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52237329432851,"sku":"00249","price":4900.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"henry-dwight-sedgwick-horace-a-biography-harvard-university-press-1947-sku-0255","title":"SEDGWICK, Henry Dwight (1861-1957). Horace: A Biography (Harvard University Press, Cambridge, 1947).","description":"\u003cp\u003eCom manuscrita de seu proprietário à época, José Celso de Macedo Soares Guimarães, que foi almirante da reserva da Marinha do Brasil, datada em fevereiro de 1977.\u003cem\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52237554090259,"sku":"0255","price":270.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"gide-andre-journal-1889-1939-gallimard-1951-00196","title":"GIDE, André (1869–1951). Journal 1889–1939 (Gallimard, Paris, 1951).","description":"\u003cp\u003eGIDE (André) [1869-1951].— ANDRÉ GIDE \/\/ JOURNAL \/\/ 1889–1939 \/\/ [Ornamento tipográfico: logotipo da nrf em círculo com inscrição « BIBLIOTHÈQUE DE LA PLÉIADE »] \/\/ AVEC UN INDEX DES NOMS \/\/ ET DES OUVRES CITÉS.— In-12.º., 1378, [2] p. E. editoria.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAutor central da literatura francesa moderna, André Gide ocupa posição singular entre o simbolismo e a modernidade. Sua obra, de forte cunho introspectivo e ético, articula o exame da consciência individual à crítica dos valores morais e religiosos. Laureado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1947, Gide foi também um dos fundadores da \u003cem\u003eNouvelle Revue Française\u003c\/em\u003e e figura determinante na consolidação da prosa ensaística francesa do século XX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO \u003cem\u003eJournal 1889–1939\u003c\/em\u003e, iniciado na juventude e mantido ao longo de cinco décadas, constitui não apenas um registro íntimo, mas também um vasto laboratório literário e moral. Nele, Gide reflete sobre o ofício do escritor, o papel da arte e o conflito entre autenticidade e convenção. O volume reúne integralmente os diários do autor com aparato crítico e índices de nomes e obras citadas, configurando a primeira edição do Journal publicada na Bibliothèque de la Pléiade, coleção que fixou a forma definitiva do texto e reafirmou a dimensão canônica da obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os trechos mais expressivos, destaca-se a reflexão de Gide sobre o ofício da escrita e a ilusão de espontaneidade:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cbr\u003e«\u003cem\u003eQuelle erreur de croire que c’est en se laissant aller à soi qu’on est ou devient le plus personnel ! Ce qui vous vient d’abord et naturellement à l’esprit, ce sont des lieux communs, des clichés… De là le danger de ces \"dictées\" auxquelles je m’essaie.\u003c\/em\u003e» (pp. 897-898).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO fragmento sintetiza uma das concepções centrais do \u003cem\u003eJournal\u003c\/em\u003e: a de que a escrita íntima não é a expressão direta do eu, mas um exercício de forma e de vigilância. Gide adverte que a naturalidade é enganosa e que o impulso espontâneo tende a reproduzir fórmulas e convenções. A « \u003cem\u003edictée\u003c\/em\u003e » — o ato de escrever como quem se dita a si mesmo — torna-se metáfora da tensão entre sinceridade e artifício, transparência e elaboração. A passagem, frequentemente citada pela crítica gidiana, exprime com rara lucidez a ética da autoconsciência que estrutura toda a sua obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial marrom, com douração no nome do autor e o título gravados na lombada. Preserva as duas fitas de leitura originais. Miolo impresso em papel \u003cem\u003eBible Bolloré\u003c\/em\u003e, característico da coleção, de finíssima gramatura e tonalidade marfim. Cortes regulares e limpos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTrata-se do \u003cem\u003ecinquante-quatrième\u003c\/em\u003e volume da série. Na guarda inicial, encontra-se a etiqueta original da livraria « A. Monoverde y Cía. S.A. – Palacio del Libro, 25 de Mayo 577, Tel. 82473, Montevidéu », que indica a procedência do exemplar: importado e comercializado na América do Sul nas décadas de 1950–1960, atestando a difusão internacional da Pléiade e o circuito livreiro francófono no Cone Sul.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em excelente estado geral, com encadernação firme e homogênea. Capas bem preservadas, sem desgastes visíveis; lombada íntegra e sem perdas de douração, com apenas pequenos desgastes nas cabeceiras da lombada e marca de dobras suaves nas folhas de guarda anteriores e primeiras páginas, sem prejuízo da integridade do conjunto. As duas fitas de leitura originais encontram-se íntegras e fixas. Conserva estrutura sólida e miolo limpo, flexível e de coloração uniforme, apresentando leve escurecimento natural do papel nas bordas e pequenos pontos de oxidação - sobretudo nos cortes, guardas e nas primeiras e últimas páginas, sem prejudicar a leitura. Etiqueta de procedência perfeitamente preservada na guarda anterior - \u003cem\u003e«A. Monteverde y Cía. S. A. \/\/ Palacio del Libro \/\/ 25 de Mayo 577 \/\/ Tel. 82473»\u003c\/em\u003e. Conjunto sólido, completo e de integridade estrutural notável para a idade, denotando conservação criteriosa e manuseio mínimo. Sem assinaturas ou carimbos. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52237819740435,"sku":"00196","price":290.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0196-thumb.png?v=1768095507"},{"product_id":"yves-bottineau-fuchs-peindre-en-france-au-xve-siecle-actes-sud-2006-sku-0308","title":"BOTTINEAU-FUCHS, Yves (1939- ). Peindre en France au XVe siècle (Actes Sud, Arles, 2006).","description":"\u003cp data-start=\"141\" data-end=\"580\"\u003ePublicação de referência dedicada à pintura francesa do século XV, período decisivo para a consolidação de uma linguagem pictórica própria no contexto europeu do final da Idade Média. Nesta obra, Yves Bottineau-Fuchs analisa a produção artística desenvolvida no reino da França em diálogo constante com as tradições flamenga e italiana, evidenciando soluções formais originais no tratamento da luz, da cor, do espaço e da narrativa visual.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"582\" data-end=\"1070\"\u003eO volume aborda figuras centrais como Jean Fouquet, Enguerrand Quarton, Nicolas Froment, Barthélemy d’Eyck e o Mestre de Moulins, contextualizando suas obras a partir das condições do ofício, das estruturas de encomenda — principescas e eclesiásticas — e da circulação dos artistas entre centros como Paris, Provença e o vale do Ródano. A transição da iluminura ao painel, bem como o abandono progressivo do gótico internacional, são examinados com rigor histórico e sensibilidade formal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1072\" data-end=\"1411\"\u003eRicamente ilustrado e cuidadosamente editado pela Actes Sud, o livro apresenta sólido aparato iconográfico, bibliografia e índices, configurando-se como ferramenta indispensável para historiadores da arte, pesquisadores, curadores, colecionadores e bibliófilos interessados no chamado “primitivismo francês” e na pintura do medievo tardio. \u003cem\u003e1.ª edição, 2006.\u003c\/em\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240162160915,"sku":"0308","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0308-thumb.jpg?v=1766096380"},{"product_id":"miguel-de-cervantes-saavedra-obras-completas-m-aguilar-1943-sku0061","title":"CERVANTES, Miguel de (1547–1616). Obras completas (Aguilar, Madrid, 1943).","description":"\u003cp\u003eCERVANTES SAAVEDRA (Miguel de) [1547–1616]. — MIGUEL DE CERVANTES \/\/ OBRAS COMPLETAS \/\/ ESTUDIO, RECOPILACIÓN, \/\/ PRÓLOGOS Y NOTAS POR \/\/ ANGEL VALBUENA Y PRAT \/\/ Catedrático de Literatura \/\/ [Ornamento tipográfico da editora Aguilar, que representa a lâmpada do saber com a inscrição latina \"TOLLE, LEGE\" e as iniciais \"MA\" – Manuel Aguilar –, símbolo característico das edições de prestígio publicadas em meados do século XX] \/\/ M. AGUILAR \/\/ EDITOR \/\/ MADRID 1943.— In-8.º., XXXI, 1819 p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMiguel de Cervantes Saavedra, romancista, poeta e dramaturgo espanhol, é considerado o maior nome da literatura em língua espanhola e um dos pilares da literatura universal, sobretudo pela criação de \u003cem\u003eDom Quixote de La Mancha\u003c\/em\u003e (1605–1615), obra-prima que inaugurou o romance moderno.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar das \u003cem\u003eObras Completas de Miguel de Cervantes\u003c\/em\u003e, publicado pela editora Aguilar em 1943, reúne em um único tomo sua produção literária integral — romances, novelas exemplares, poesia e teatro — acompanhada de estudo introdutório, notas críticas e índices. Trata-se de uma edição de prestígio, que preserva a monumentalidade da obra cervantina e oferece ao leitor uma síntese rara da riqueza criativa do autor, consolidando sua posição como um dos fundadores do romance moderno e da literatura universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAo longo das aventuras de Dom Quixote e Sancho Pança, Cervantes constrói uma narrativa que combina humor, sátira, reflexão filosófica e análise social, explorando os limites entre realidade e imaginação, sanidade e loucura.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os muitos trechos memoráveis desta edição, encontra-se a célebre passagem em que Dom Quixote celebra a liberdade como o bem supremo concedido ao homem:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“La libertad, Sancho, es uno de los más preciosos dones que a los hombres dieron los cielos.” \u003c\/em\u003e(p. 1454).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsta frase tornou-se um símbolo do espírito humanista da obra, revelando a profundidade filosófica com que Cervantes concebia a dignidade e os direitos do ser humano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio publicada pela editora Aguilar, em papel-bíblia, com texto impresso em duas colunas, acompanhado de aparato crítico, introdução e índices. Encadernação editorial plena em couro vinho escuro, com douração preservada na capa e na lombada. Observa-se apenas um desgaste superficial e pontual, localizado na parte superior da capa, característico do tempo e de manuseio, compatível com a idade da obra e que não afeta sua legibilidade nem valor estético. Miolo íntegro, firme, limpo e bem preservado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCortes preservados pintados e decorados em tons de amarelo e rosa, formando um padrão ornamental de estilo floral e simétrico (esse tipo de pintura, além de proteger o papel, acrescenta valor estético e reflete o cuidado editorial característico das edições de prestígio da primeira metade do século XX). As folhas de guarda estão íntegras e preservadas, decoradas com uma composição impressa em tom sépia, apresentando uma rica moldura ornamental e cenas emblemáticas ligadas à obra de Cervantes: a figura de Dom Quixote em combate, livros abertos e o retrato do autor em estilo clássico. Logo após a folha ante-rosto e anterior a folha de rosto, o volume traz uma ilustração emoldurada de Miguel de Cervantes, reproduzida a partir de gravuras antigas, acompanhada de um fac-símile de sua assinatura, ambos preservados. Exemplar muito bem preservado, apresentando apenas leves sinais de manuseio, com pontos de desgastes superficiais, quase imperceptíveis, na capa. \u003cem\u003e1.ª edição.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240183722259,"sku":"00061","price":1390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0061-1-thumb.jpg?v=1759713461"},{"product_id":"jorge-de-lima-poesia-completa-editora-nova-aguilar-1997-sku-0034","title":"LIMA, Jorge Mateus de (1893–1953). Poesia Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eLIMA, (Jorge Mateus de) [1893–1953].— JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Alexei Bueno \/\/ TEXTOS CRÍTICOS \/\/ Marco Lucchesi \/\/ José Américo de Almeida \/\/ José Lins do Rego \/\/ Benjamin Lima \/\/ Tristão de Ataíde \/\/ Manuel Anselmo \/\/ Mário de Andrade \/\/ Gilberto Freyre \/\/ Fausto Cunha \/\/ João Gaspar Simões \/\/ Euríalo Canabrava \/\/ Murilo Mendes \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ O sistema Jorge de Lima \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Auto-retrato intelectual \/ Fortuna crítica \/\/ POESIA \/\/ Poemas da infância e sonetos \/ XIV Alexandrinos \/\/ Poemas \/ Novos poemas \/ Poemas escolhidos \/\/ Poemas negros \/ Tempo e eternidade \/\/ A túnica inconsútil \/ Anunciação e encontro de Mira-Celi \/\/ Livro de sonetos \/ Invenção de Orfeu \/ Castro Alves — vidinha \/\/ Poemas dispersos \/ Poemas traduzidos \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/ Índice de títulos e primeiros versos \/\/ Índice geral.— In-12.º., 902, [2] p. E editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJorge de Lima ocupa um lugar central na poesia brasileira do século XX, transitando do parnasianismo e do simbolismo a uma poética de tom social, místico e barroco. Médico, político e poeta, sua obra é múltipla, mas ganha força especial no engajamento com a condição humana e com a história cultural do Brasil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003ePoemas Negros\u003c\/em\u003e, o poeta mergulha na condição histórica e espiritual da diáspora africana no Brasil, denunciando a escravidão e refletindo sobre a formação mestiça da identidade nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo poema “\u003cem\u003eFoi mudando, mudando\u003c\/em\u003e”, essa meditação adquire cadência de ladainha, insistindo na pergunta sobre as raízes do povo brasileiro. O tom reiterativo transforma-se em interrogação existencial e histórica, que no desfecho ecoa como síntese pungente:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Quem foi que te deu esta sabedoria,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emais dengo e alvura,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ecabelo escorrido, tristeza do mundo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003edesgosto da vida, orgulho de branco, algemas, resgates, alforrias?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eFoi negro, foi índio ou foi cristão?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQuem foi que mudou teu leite,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu sangue, teus pés,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu modo de amar,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteus santos, teus ódios,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu fogo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu suor,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua espuma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua saliva, teus abraços, teus suspiros, tuas comidas,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua língua?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTe vendo, medito: foi negro, foi índio ou foi cristão?»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 310)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA repetição obsessiva da pergunta retórica constrói uma verdadeira liturgia da mestiçagem brasileira, revelando a hibridez cultural, religiosa e corporal do povo. Mais do que identificar uma origem única, Jorge de Lima mostra que a identidade nacional nasce da mistura de raças e culturas, mas também das marcas profundas da escravidão, da violência colonial e da resistência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse poema é, ao mesmo tempo, denúncia e celebração, ecoando a memória dos povos oprimidos (negros e indígenas), mas também registrando como a herança cristã se impôs de forma violenta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com lombada ornada em prateado preservada e douração preservada na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro, apresentando alguns pontos de oxidação no corte e algumas manchas de tempo nas primeiras e últimas páginas, normais para a edição de 1997, sem comprometer a leitura.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240705716499,"sku":"00034","price":570.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0034-Thumb.png?v=1769489740"},{"product_id":"cardozo-joaquim-maria-moreira-poesia-completa-prosa-nova-aguilar-massangana-2008-00030","title":"CARDOZO, Joaquim Maria Moreira (1897–1978). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar \/ Fundação Joaquim Nabuco – Editora Massangana, Rio de Janeiro, 2008).","description":"\u003cp\u003eCARDOZO (Joaquim Maria Moreira) [1897–1978].— JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ [símbolo gráfico estilizado em preto, composto por duas formas semicirculares opostas, acompanhadas da inscrição \"FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO \/ EDITORA MASSANGANA] \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO : EDITORA NOVA AGUILAR : 2008 \/\/ [ilustração com retrato de Joaquim Cardozo em traço linear, estilo esboço, em tinta preta, acompanhada de dedicatória manuscrita fac-símile: \"ao Cardozo \/\/ do \/\/ E di Cavalcanti\"] \/\/ [assinatura fac-símile do autor] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ Apresentação \/ Poesia \/ Signo estrelado \/ \/\/ Trivium \/ Mundos paralelos \/ O interior da matéria \/ \/\/ Um livro aceso e nove canções sombrias \/ Outros poemas \/\/ CONTOS \/\/ SOBRE LITERATURA E ARTE \/\/ SOBRE ARQUITETURA E URBANISMO \/\/ DOCUMENTOS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.— In-12.º., [6], XXVIII, 686, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Cardozo foi poeta, engenheiro e intelectual pernambucano de rara originalidade. Próximo de Gilberto Freyre e colaborador de Oscar Niemeyer em cálculos estruturais de obras icônicas, destacou-se por uma poesia marcada pelo rigor formal, pelo ritmo inovador e pelo diálogo entre ciência, modernidade e tradição lírica nordestina. Sua obra ocupa posição de destaque na literatura brasileira do século XX, combinando imaginação, precisão técnica e profundidade reflexiva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar \/ Massangana, esta edição reúne em volume de referência a totalidade da produção poética e em prosa de Cardozo. Acompanhada de aparato crítico e organização cuidadosa, trata-se de obra essencial para estudiosos da literatura e para apreciadores da modernidade poética brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm Cemitério da Infância (1953), Cardozo condensa o tema da memória em imagens de grande força simbólica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«No cemitério da Infância\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEra manhã quando entrei,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDas plantas que vi florindo\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDe tantas me deslumbrei…»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 214)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNesta estrofe, a infância é evocada como espaço de florescimento e maravilha, mas também de esquecimento e perda. O contraste entre as plantas que deslumbram e os rostos que se apagam traduz a transitoriedade da experiência humana frente à permanência da natureza. É poesia que instiga à reflexão sobre a memória, o tempo e o que resta daquilo que vivemos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com sobrecapa e estojo preservados. Fita de leitura preservada. Dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. Sem marcações, carimbos ou assinaturas. \u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240753983763,"sku":"00030","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0030-Thumb.png?v=1769487221"},{"product_id":"lima-barreto-afonso-henriques-prosa-seleta-nova-aguilar-2001-00032","title":"LIMA BARRETO, Afonso Henriques de (1881–1922). Prosa Seleta (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2001).","description":"\u003cp\u003eBARRETO, (Afonso Henriques de Lima) [1881–1922].— LIMA BARRETO \/\/ Prosa Seleta \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Eliane Vasconcellos \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2001 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ LIMA BARRETO \/\/ PROSA SELETA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Fortuna crítica \/ Iconografia \/\/ ROMANCES \/\/ Recordações do escrivão Isaías Caminha \/\/ Triste fim de Policarpo Quaresma \/ Numa e a ninfa \/\/ Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá \/ Clara dos Anjos \/\/ SÁTIRAS \/\/ Os Bruzundangas \/ Coisas do reino do Jambom \/\/ CONTOS \/\/ Histórias e sonhos \/ Outros contos \/\/ MEMORIALÍSTICA \/\/ Diário íntimo \/ Cemitério dos vivos \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ Índice geral.— In-12.º., 1518, [2] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLima Barreto foi um dos grandes nomes da literatura brasileira do início do século XX. Jornalista, romancista e cronista, destacou-se por sua escrita direta, marcada pela crítica social, pela denúncia do racismo estrutural e pela exposição das contradições da Primeira República. Sua obra, permeada de ironia e melancolia, reflete a luta do escritor contra os preconceitos da elite letrada e contra a marginalização das camadas populares. É nesse espírito que surge \u003cem\u003eTriste fim de Policarpo Quaresma\u003c\/em\u003e, romance em que o autor constrói, através do personagem-título, a imagem do patriota idealista, devotado integralmente ao país:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha predileção por esta ou aquela parte de seu país, tanto assim que aquilo que fazia vibrar de paixão não eram só os pampas do Sul com o seu gado, não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara, não era a altura de Paulo Afonso, não era o estro de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves — era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira do Cruzeiro.»\u003c\/em\u003e (p. 264)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eAqui, Barreto condensa a essência de seu protagonista: um nacionalista cuja paixão pelo Brasil é total e indivisível. A enumeração dos símbolos regionais — pampas, café, ouro, diamantes, belezas naturais e nomes da cultura e da história — compõe um mosaico que encarna a utopia de um país harmônico e grandioso. No entanto, ao fundir todos esses elementos sob “a bandeira do Cruzeiro”, o autor sugere também a tensão entre o sonho de unidade e a dura realidade da fragmentação social e política. A força da passagem está justamente nesse contraste: a grandeza da visão de Quaresma e a tragédia de sua impotência diante da pátria real.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde. Douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile na capa. Lomba, capa e miolo íntegros, limpos e bem conservados. Apresenta alguns pontos de oxidação, sobretudo nos cortes e folhas de guarda. Não acompanha sobrecapa. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240774791443,"sku":"00032","price":320.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0032-thumb.png?v=1768348903"},{"product_id":"fernando-sabino-obra-reunida-editora-nova-aguilar-1996-sku-0036","title":"SABINO, Fernando (1923–2004). Obra reunida (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1996), 3 vols.","description":"\u003cp\u003eSABINO, (Fernando Tavares) [1923–2004]. — FERNANDO SABINO \/\/ OBRA REUNIDA \/\/ Edição organizada com a colaboração do Autor \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1996 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ FERNANDO SABINO \/\/ OBRA REUNIDA \/\/ em três volumes \/\/ VOLUME I \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Perfil \/ Ensaio \/ Opinião \/ Seleta \/ Cronologia \/\/ LIVROS \/\/ Os Grilos Não Cantam Mais \/ A Marca \/ A Cidade Vazia \/\/ A Vida Real \/ Lugares-Comuns \/ O Encontro Marcado \/\/ O Homem Nu \/ A Mulher do Vizinho \/\/ VOLUME II \/\/ A Companheira de Viagem \/ A Inglesa Deslumbrada \/ Gente \/\/ Deixa o Alfredo Falar! \/ O Encontro das Águas \/ O Grande Mentecapto \/\/ A Falta Que Ela Me Faz \/ A Faca de Dois Gumes \/\/ VOLUME III \/\/ O Menino no Espelho \/ O Gato Sou Eu \/ O Tabuleiro de Damas \/\/ De Cabeça para Baixo \/ A Volta por Cima \/ Zélia, uma Paixão \/\/ Aqui Estamos Todos Nus \/ Com a Graça de Deus \/\/ APÊNDICE \/\/ Cartas a um Jovem Escritor \/\/ Citações e Referências em O Encontro Marcado e O Grande Mentecapto \/\/ Bibliografia \/ ÍNDICES.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFernando Sabino foi escritor, cronista e jornalista mineiro, reconhecido como um dos grandes nomes da literatura brasileira do século XX. Autor de prosa lírica e acessível, soube traduzir a vida cotidiana em narrativas de humor, delicadeza e reflexão, conquistando público amplo sem perder densidade literária.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eO menino no espelho\u003c\/em\u003e, talvez o mais emblemático de seus livros em termos de memória e identidade, Sabino revisita sua infância em Belo Horizonte com lirismo e imaginação. O episódio concentra a essência de sua escrita: uma infância mágica que guarda lições simples, mas profundas, para a vida adulta. É nesse clima de encantamento e revelação que surge a lembrança de um ensinamento inesquecível:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«O homem disse que tinha de ir embora — antes queria me ensinar uma coisa muito importante:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Você quer conhecer o segredo de ser um menino feliz para o resto da sua vida?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Quero — respondi.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO segredo se resumia em três palavras, que ele pronunciou com intensidade, mãos nos meus ombros e olhos nos meus olhos:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Pense nos outros.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa hora achei esse segredo meio sem graça. Só bem mais tarde vim a entender o conselho que tantas vezes na vida deixei de cumprir. Mas que sempre deu certo quando me lembrei de segui-lo, fazendo-me feliz como um menino.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(v. III, p. 13)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO trecho condensa a filosofia que perpassa toda a obra de Sabino: a ideia de que a simplicidade e a generosidade são caminhos para a verdadeira felicidade. O segredo revelado — “pensar nos outros” — expressa a importância da empatia e da solidariedade como forças capazes de manter viva, na vida adulta, a pureza e a leveza próprias da infância. Essa fusão de ingenuidade e sabedoria, em que pequenos gestos têm grande sentido, tornou o livro um clássico moderno da literatura infantojuvenil brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA força dessa narrativa foi tamanha que em 2014 recebeu uma adaptação cinematográfica homônima, dirigida por Guilherme Fiúza Zenha e estrelada por Lino Facioli no papel de Fernando. O filme, ambientado na Belo Horizonte dos anos 1930, reforça o caráter universal da obra, projetando seu legado para novas gerações e reafirmando Sabino como cronista sensível da infância e da memória.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, douração preservada em ornamentos na lombada e na assinatura fac-símile na capa. Lombada, capa e miolo íntegros e firmes, com alguns pequenos pontos de oxidação, sobretudo nos cortes, primeiras e últimas páginas. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240803463443,"sku":"00036","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0036-1-thumb_8169a31c-20a5-4e03-ba23-17de5be12fb6.jpg?v=1760045461"},{"product_id":"freyre-gilberto-obra-escolhida-nova-aguilar-1977-00029","title":"FREYRE, Gilberto (1900–1987). Obra escolhida (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eFREYRE (Gilberto de Mello) [1900–1987]. — GILBERTO \/\/ FREYRE \/\/ OBRA \/\/ ESCOLHIDA \/\/ Nota Editorial \/\/ Gilberto Freyre, Tradição e Modernidade \/\/ ANTONIO CARLOS VILLAÇA \/\/ Cronologia da Vida e da Obra \/\/ Bibliografia Ativa e Passiva \/\/ EDSON NERY DA FONSECA \/\/ Índice Remissivo \/\/ Índice Onomástico \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\", encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual\"] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR, S.A., 1977.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGilberto Freyre foi sociólogo, antropólogo, ensaísta e uma das figuras centrais do pensamento social brasileiro do século XX. Formado em Ciências Sociais e História nos Estados Unidos, sob a influência de Franz Boas, destacou-se por sua interpretação original da formação do Brasil, analisando a vida patriarcal, a mestiçagem e a influência do escravismo na cultura nacional. Sua obra maior, Casa-Grande \u0026amp; Senzala (1933), é considerada marco fundador da sociologia brasileira moderna, ao lado de Sobrados e Mucambos (1936) e Ordem e Progresso (1959), que compõem a trilogia sobre a sociedade patriarcal luso-brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA presente edição reúne, em um só volume, Casa-Grande \u0026amp; Senzala, Sobrados e Mucambos, Nordeste e Novo Mundo nos Trópicos, além de introdução crítica de Antonio Carlos Villaça, cronologia organizada por Edison Ney de Fonseca, bibliografia ativa e passiva, índices remissivos e documentação iconográfica. Impressa em papel-bíblia e com acabamento de luxo característico das edições da Nova Aguilar, tornou-se uma referência editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as passagens mais emblemáticas de Casa-Grande \u0026amp; Senzala encontra-se a reflexão irônica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Costuma dizer-se que a civilização e a sifilização andam juntas: o Brasil, entretanto, parece ter-se sifilizado antes de se haver civilizado.»\u003c\/em\u003e (p. 148)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eTrecho que sintetiza a ousadia crítica de Freyre e seu estilo marcado por metáforas incisivas, revelando contradições da formação nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição enriquecida com material iconográfico preservado: retrato do autor, fac-símiles autógrafos, diplomas, documentos históricos e fotografias de família, casas-grandes, senzalas e personagens que ilustram a formação social brasileira, além de reproduções de edições originais, compondo um testemunho visual da trajetória de Gilberto Freyre e de sua obra maior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior com douração preservada. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240839737619,"sku":"00029","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0029-Thumb.png?v=1769496598"},{"product_id":"freyre-gilberto-obra-escolhida-nova-aguilar-1977-00085","title":"FREYRE, Gilberto (1900–1987). 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Formado em Ciências Sociais e História nos Estados Unidos, sob a influência de Franz Boas, destacou-se por sua interpretação original da formação do Brasil, analisando a vida patriarcal, a mestiçagem e a influência do escravismo na cultura nacional. Sua obra maior, Casa-Grande \u0026amp; Senzala (1933), é considerada marco fundador da sociologia brasileira moderna, ao lado de Sobrados e Mucambos (1936) e Ordem e Progresso (1959), que compõem a trilogia sobre a sociedade patriarcal luso-brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA presente edição reúne, em um só volume, Casa-Grande \u0026amp; Senzala, Sobrados e Mucambos, Nordeste e Novo Mundo nos Trópicos, além de introdução crítica de Antonio Carlos Villaça, cronologia organizada por Edison Ney de Fonseca, bibliografia ativa e passiva, índices remissivos e documentação iconográfica. Impressa em papel-bíblia e com acabamento de luxo característico das edições da Nova Aguilar, tornou-se uma referência editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as passagens mais emblemáticas de Casa-Grande \u0026amp; Senzala encontra-se a reflexão irônica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Costuma dizer-se que a civilização e a sifilização andam juntas: o Brasil, entretanto, parece ter-se sifilizado antes de se haver civilizado.»\u003c\/em\u003e (p. 148).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eTrecho que sintetiza a ousadia crítica de Freyre e seu estilo marcado por metáforas incisivas, revelando contradições da formação nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição enriquecida com material iconográfico preservado: retrato do autor, fac-símiles autógrafos, diplomas, documentos históricos e fotografias de família, casas-grandes, senzalas e personagens que ilustram a formação social brasileira, além de reproduções de edições originais, compondo um testemunho visual da trajetória de Gilberto Freyre e de sua obra maior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde escuro, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior com douração preservada. Fita de leitura original presente. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez.\u003cem\u003e 1.ª edição, 1977.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240839835923,"sku":"00085","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"almada-negreiros-jose-sobral-obra-completa-nova-aguilar-1997-00055","title":"ALMADA NEGREIROS, José Sobral de (1893–1970). Obra Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eALMADA NEGREIROS (José Sobral de) [1893–1970].— ALMADA NEGREIROS \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Introdução \/\/ JOSÉ AUGUSTO FRANÇA \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma “NA” estilizado] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ ALMADA NEGREIROS \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Almada Negreiros, letras e artes \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Iconografia \/\/ POESIA \/\/ FICÇÃO \/\/ TEATRO \/\/ MANIFESTOS, ENSAIOS, CRÔNICAS E PROSA DOUTRINÁRIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/ Índice geral.— In-12.º., 1123, [1]. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1997 pela Nova Aguilar, este volume único reúne de forma integral a vasta produção literária e ensaística de Almada Negreiros, figura central do modernismo português e artista multifacetado — poeta, romancista, dramaturgo, ensaísta, pintor e performer.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOrganizado em grandes seções — Poesia, Ficção, Teatro, Manifestos, Ensaios, Crônicas e Prosa Doutrinária —, o volume oferece ainda introdução geral, cronologia e fortuna crítica, além de um extenso apêndice bibliográfico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA edição distingue-se também pela rica iconografia, que inclui reproduções de conferências, retratos e estudos de Almada, bem como um caderno em cores com pinturas, vitrais do artista, entre eles o célebre Auto-retrato (1926 e 1943), estudos para figurinos modernistas, painéis e composições de caráter mural.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA veia incendiária e vanguardista de Almada encontra expressão máxima em textos como o manifesto de 1915, em que bradava:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Morra o Dantas, morra! Pim!\u003cbr\u003e Portugal que com todos estes senhores conseguiu a classificação do país mais atrasado da Europa e do Mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degradados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus! O entulho das desvantagens e dos sobejos! Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia — se é que a sua cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado! Morra o Dantas! Morra! Pim!»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 645).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em capa dura vermelha, com ornamentos geométricos na lombada e título na capa prateados preservados. Pequenos pontos de oxidação, quase imperceptíveis, sobretudo nos cortes e folhas de guarda. Ilustrações preservadas. Capa, lombada e miolo íntegros, firmes e limpos. Fita de leitura original preservada. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241144676627,"sku":"00055","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/almada-negreiros-obra-completa-editora-nova-aguilar-1997-primeira-edicao-thumb.jpg?v=1778701067"},{"product_id":"pessoa-fernando-antonio-nogueira-obras-em-prosa-companhia-jose-aguilar-1974-00039","title":"PESSOA, Fernando António Nogueira (1888–1935). Obras em prosa (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1974).","description":"\u003cp\u003ePESSOA (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ O EU PROFUNDO \/\/ OS OUTROS EUS \/\/ GÊNESE E JUSTIFICAÇÃO DA HETERONÍMIA \/\/ CARACTERIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS HETERÔNIMOS \/\/ PAGANISMO, NEOPAGANISMO E CRISTIANISMO NOS HETERÔNIMOS \/\/ IDÉIAS ESTÉTICAS \/\/ DA ARTE \/\/ DA LITERATURA \/\/ IDÉIAS FILOSÓFICAS \/\/ IDÉIAS POLÍTICAS \/\/ EM GERAL \/\/ APLICADAS AO CASO PORTUGUÊS \/\/ TEORIA E PRÁTICA DO COMÉRCIO \/\/ FICÇÃO \/\/ CONTOS DE RACIOCÍNIO \/\/ CONTO (FILOSÓFICO) DE PERO BOTELHO \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com as iniciais 'BB' e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITORA, 1974 \/\/ \/ [desenho do autor em preto e branco] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE VITORIANO BRAGA (1914) \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRAS \/\/ EM PROSA \/\/ Organização, Introdução e Notas de \/\/ CLEONICE BERARDINELLI \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/  [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITORA, 1974.— In-12.º., 722, [12] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa reuniu sob múltiplos heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos — e sob o seu próprio nome uma das obras mais complexas e fascinantes do século XX. Este volume monumental, publicado pela Nova Aguilar em 1974, apresenta a totalidade de seus escritos em prosa: reflexões filosóficas, fragmentos estéticos, análises políticas e notas críticas que iluminam a pluralidade de seu pensamento.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os trechos mais emblemáticos encontra-se a Dicotomia anímica, na qual Pessoa revela o paradoxo profundo entre ternura e solidão:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Alma nenhuma mais amorosa ou terna do que a minha jamais existiu, alma nenhuma tão cheia de bondade, de compaixão, de tudo quanto é ternura e amor. Contudo, nenhuma alma tão solitária quanto a minha - não solitária, note-se, não em virtude de circunstâncias exteriores, mas de interiores»\u003c\/em\u003e (p. 34).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA edição inclui ainda textos fundamentais como \u003cem\u003eO Eu Profundo, Os Outros Eus,\u003c\/em\u003e estudos sobre a heteronímia, reflexões sobre o paganismo, a teoria da arte e a filosofia da vida, compondo um quadro vasto da inquietação pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro vermelho, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior vermelho preservado. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez, com fac-símiles autógrafos, horóscopos dos heterônimos e retratos preservados. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241161355539,"sku":"00039","price":590.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0039-1-thumb.jpg?v=1760072563"},{"product_id":"antologia-da-poesia-portuguesa-seculos-xii-a-xx-lello-e-irmao-1977-2-vols-sku-0053","title":"TORRES, Alexandre Pinheiro (1923–1999). Antologia da Poesia Portuguesa (Séc. XII–Séc. XX) (Lello \u0026 Irmão – Editores, Porto, 1977).","description":"\u003cp\u003eTORRES (Alexandre Pinheiro) [introdução, seleção e notas].— ANTOLOGIA \/\/ DA POESIA \/\/ PORTUGUESA \/\/ (Séc. XII–Séc. XX). — Lello \u0026amp; Irmão Editores \/\/ Antologia da Poesia Portuguesa \/\/ (SÉC. XII – SÉC. XX) \/\/ VOLUME I \/\/ (Sécs. XII-XVI) \/\/ Da Pooesia Trovadoresca Galego-Portuguesa ao Renascimento \/\/ VOLUM II \/\/ (Sécs. XVII-XX) \/\/ Introdução, seleção e notas de \/\/ ALEXANDRE PINHEIRO TORRES \/\/ Professor Extraordinário da Faculdade de Letras da Universidade de Cardiff \/\/ [marca tipográfica da Lello \u0026amp; Irmão Editores em tinta preta: escudo com figura mitológica] \/\/ 1977 \/\/ LELLO \u0026amp; IRMÃO - EDITORES \/\/ PORTO.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra monumental em dois volumes, esta antologia percorre a tradição poética portuguesa desde os primórdios trovadorescos até às vanguardas do século XX. Alexandre Pinheiro Torres, responsável pela seleção e aparato crítico, oferece um panorama histórico-literário abrangente, permitindo acompanhar a evolução das formas, dos temas e das sensibilidades poéticas ao longo de oito séculos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO primeiro volume reúne a lírica medieval galego-portuguesa, o classicismo renascentista de Sá de Miranda e António Ferreira, o barroco e o arcadismo, até alcançar o apogeu do Romantismo e do Realismo oitocentista. O segundo volume é dedicado à modernidade, com Fernando Pessoa e seus heterônimos, Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca, os modernistas e neorrealistas, chegando até a poesia contemporânea.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os destaques da coletânea estão os sonetos de Luís de Camões, cuja poesia condensa de maneira exemplar o espírito renascentista e a reflexão universal sobre a transitoriedade da vida. É justamente um de seus versos mais célebres que resume o sentido maior da poesia portuguesa: a consciência do tempo e da mudança.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMuda-se o ser, muda-se a confiança;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTodo o mundo é composto de mudança,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTomando sempre novas qualidades. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(v. I, p. 1207).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração ornamental na lombada preservada. Cortes com pequenos e leves pontos de oxidação, sobretudo no corte superior. Amarelamento nas primeiras e últimas páginas em branco, naturais do tempo. Miolo íntegro, firme, limpo e bem preservado, em ambos os volumes. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52269253067027,"sku":"00053","price":820.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0053-thumb.jpg?v=1766769528"},{"product_id":"cervantes-miguel-engenhoso-fidalgo-d-quixote-la-mancha-jose-aguilar-1960-00064","title":"CERVANTES, Miguel de (1547–1616). O engenhoso fidalgo D. Quixote de La Mancha (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1960).","description":"\u003cdiv\u003eCERVANTES SAAVEDRA (Miguel de) [1547–1616].–– BIBLIOTECA \/\/ DE \/\/ AUTORES UNIVERSAIS \/\/ MIGUEL DE CERVANTES \/\/ O ENGENHOSO FIDALGO \/\/ D. QUIXOTE DE LA MANCHA \/\/ em um volume \/\/ Edição ilustrada \/\/ com todos os 380 desenhos de \/\/ GUSTAVO DORÉ, \/\/ gravados por \/\/ H. PISAN \/\/ Acompanhada de uma seleção das mais importantes notas \/\/ dos principais comentadores do Quixote, \/\/ CLEMENCÍN, GARCÍA, SORIANO, MENÉDEZ Y PELAYO, \/\/ PELLICER, RODRÍGUEZ MARÍN, E OUTROS, \/\/ e de esclarecimentos vários transcritos \/\/ dos livros clássicos de \/\/ COVARRUBIAS e CORREAS \/\/ Seguida de vários apêndices, inclusive um \/\/ \"Dicionário do Quixote\" \/\/ por JOSÉ LANDEIRA YRAGO \/\/ [Marca tipográfica em forma de escudo com as iniciais BAU ao centro, encimado por ornamento vegetal estilizado em forma de coroa de louros. Emblema da coleção Biblioteca de Autores Universais, da Editora José Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960 \/\/ MIGUEL \/\/ DE CERVANTES \/\/ SAAVEDRA \/\/ O ENGENHOSO FIDALGO \/\/ D. QUIXOTE \/\/ DE LA MANCHA \/\/ Tradução dos \/\/ VISCONDES DE CASTILHO E AZEVEDO \/\/ adaptada à ortografia vigente \/\/ e acorde com as edições espanholas mais autorizadas. \/\/ Precedida de um \/\/ Esbôço Biográfico de Cervantes \/\/ por JÚLIO CEJADOR, \/\/ Catedrático que foi da Universidade de Madri, \/\/ e de um \/\/ Breve Guia para o Leitor do Quixote \/\/ por JUSTO GARCÍA SORIANO, \/\/ laureado duas vêzes pela Real Academia Espanhola, \/\/ e JUSTO GARCÍA MORALES, \/\/ Diretor da Seção Cervantina da Biblioteca Nacional de Madri. \/\/ [Marca tipográfica em forma de escudo com as iniciais JA ao centro, encimado por ornamento vegetal estilizado em forma de coroa de louros. Emblema da Editora José Aguilar] \/\/ [––––] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960.–– In-12.º., 1149, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eMiguel de Cervantes Saavedra, romancista, poeta e dramaturgo espanhol, é considerado o maior nome da literatura em língua espanhola e um dos pilares da literatura universal, sobretudo pela criação de Dom Quixote de La Mancha (1605–1615), obra-prima que inaugurou o romance moderno.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eEsta edição, publicada no Brasil pela Editora José Aguilar em 1960, inaugura a coleção “Biblioteca de Autores Universais” e apresenta o texto integral em tradução consagrada, acompanhado de introdução crítica, aparato erudito e notas explicativas. A obra preserva o caráter monumental do romance e inclui as 380 famosas ilustrações de Gustave Doré, que se tornaram indissociáveis do imaginário quixotesco.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eEntre os trechos memoráveis, destaca-se a célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/div\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cem\u003e« A liberdade, Sancho, é um dos dons mais preciosos, que aos homens deram os céus: não se lhe podem igualar os tesouros que há na terra, nem os que o mar encobre; pela liberdade, da mesma forma que pela honra, se deve arriscar a vida, e pelo contrário, o cativeiro é o maior mal que pode acudir aos homens. »\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 884).\u003c\/div\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cspan\u003eEncadernação editorial plena em couro azul, com douração preservada na lombada e na capa. Lombada com ornamentos em relevo, apresentando desgastes, sobretudo nas extremidades superior e inferior, sem comprometer a estrutura, sendo apenas sinais do tempo e de manuseio. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eFolhas de guarda íntegras, com pontos de amarelamento pelo tempo, decoradas com múltiplas vinhetas impressas em tom sépia, reproduzindo cenas do Quixote. A guarda posterior apresenta pequena fissura no vinco central, com leve perda de papel, sem comprometer a estrutura ou a estabilidade da encadernação. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eMiolo íntegro, firme e limpo, com páginas levemente amareladas pelo tempo, sobretudo as primeiras e últimas. Papel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). Ilustrações preservadas. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eCortes limpos e conservados e corte superior tingido em vermelho, também preservado. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/span\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52278126051603,"sku":"00064","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0064-1-thumb_c9d958c3-ad6e-49ad-9198-56f8093c9d01.jpg?v=1760064662"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-editora-jose-aguilar-1958-sku-0066","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1958).","description":"\u003cp\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ FORTUNA CRÍTICA, \/\/ apreciações de \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA, MENOTTI DEL PICCHIA, \/\/ NUNO DE SAMPAIO, PAULO RÓNAI, \/\/ MURILO MENDES. \/\/ Epílogo de \/\/ JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/  [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1958.— In-12.º., LXXVIII, 1093, [2] p. E. editorial em couro.  \u003c\/p\u003e\n\u003cdiv\u003ePublicado em 1958 pela Editora José Aguilar, este volume reúne a produção poética de Cecília Meireles até então, consagrando-se como uma das edições mais emblemáticas da coleção Biblioteca Luso-Brasileira. A obra concentra livros fundamentais da autora – como \u003cem\u003eViagem, Vaga Música, Mar Absoluto\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e – em um só exemplar, tornando-se peça de referência para leitores, colecionadores e estudiosos da literatura brasileira.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eNo \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e, encontramos, no \u003cem\u003eRomance XXIV\u003c\/em\u003e, um dos versos mais célebres da poesia ceciliana:\u003c\/div\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cem\u003e«Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!»\u003c\/em\u003e (p. 720).\u003c\/div\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cdiv\u003eEsse fragmento tornou-se símbolo do ideal libertário que atravessa a obra, imortalizando a reflexão poética de Cecília sobre a Inconfidência Mineira e sobre a própria condição humana.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cspan\u003eEncadernação original em couro verde escuro. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eLombada sólida, com douração preservada, apresentando apenas leves desgastes de manuseio das extremidades superior e inferior. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eMiolo íntegro e firme, com textos e gravuras preservadas. Presença de fita adesiva antiga, já oxidada, sobre pequeno corte na página 336, mas texto permanece legível. \u003c\/span\u003e\u003cspan style=\"font-size: 0.875rem;\"\u003eObservam-se grifos feitos com caneta de tinta rosa em trechos da introdução geral, entre as páginas XXXV a LI. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eLeve amarelado u\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eniforme das páginas, característico da passagem do tempo. Cortes com p\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eequenos pontos de oxidação. Tingimento no corte superior desbotado. Papel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52278721052947,"sku":"0066","price":700.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0066-1-thumb.jpg?v=1760238251"},{"product_id":"alphonsus-de-guimaraens-obra-completa-jose-aguilar-1960-sku-0067","title":"GUIMARAENS, Alphonsus de (1870-1921). Obra completa (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1960).","description":"\u003cp\u003eGUIMARAENS (Alphonsus de) [1870-1921].— ALPHONSUS \/\/ DE GUIMARAENS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização e preparo do texto \/\/ por \/\/ ALPHONSUS DE GUIMARAENS FILHO \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ O Universo Poético de Alphonsus de Guimaraens \/\/ JOÃO ALPHONSUS \/\/ Notícia Biográfica do Poeta \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960.— In-12.º., 764, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeira edição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a produção poética completa de Alphonsus de Guimaraens, nome maior do Simbolismo brasileiro e da lírica espiritualista de língua portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume reúne desde \u003cem\u003eKiriale\u003c\/em\u003e — obra inaugural marcada pela atmosfera de religiosidade e morte — até D\u003cem\u003eona Mística, Câmara Ardente, Setenário das Dores de Nossa Senhora, Nova Primavera\u003c\/em\u003e e outras composições, além de prosa, crônicas e epistolário. A organização e prefácio couberam a Alphonsus de Guimaraens Filho, com fortuna crítica de Eduardo Portella e João Alphonsus.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas que consagram Alphonsus como “o poeta de Mariana”, figura o célebre “Sete Damas”, de Kiriale:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Sete Damas por mim passaram,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eE tôdas sete me beijaram.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eE quer eu queira quer não queira,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eElas vêm cada sexta-feira.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSei que plantaram sete ciprestes\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNas remotas solidões agrestes.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eDeixaram-me como um mendigo…\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe elas vão acabar comigo!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eTôdas, rezando os Sete Salmos,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNo chão cavaram sete palmos.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eE era para êste lugar que eu vinha…\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMeu Deus, se esta sepultura é a minha!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eComo os meus olhos estão cansados,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSete pecados, sete pecados!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 57).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada na lombada. Guardas decoradas. Miolo íntegro, limpo e firme. Páginas levemente amareladas pela ação natural do tempo. Cortes regulares, com discretos pontos de oxidação e corte superior com tingimento desbotado. Apresenta pequeno carimbo, possivelmente de antigo proprietário, na parte em branco da falsa folha de rosto, sem qualquer prejuízo à leitura. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003cem\u003e1.ª edição, 1\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e960.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA \u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52278899835155,"sku":"0067","price":700.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0067-1-thumb.jpg?v=1760236421"},{"product_id":"wilde-oscar-obra-completa-jose-aguilar-1961-00270","title":"WILDE, Oscar (1854-1900). Obra Completa (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1961).","description":"\u003cp\u003ePossui assinatura de antigo proprietário na folha de rosto. Fita de leitura original presente. \u003cem\u003e1.ª edição, 1961.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52280568185107,"sku":"00270","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0270-thumb.jpg?v=1767899970"},{"product_id":"obras-completas-2-vols-leon-tolstoi-aguilar-1955-1956-sku-0260","title":"TOLSTÓI, León (1828-1910). Obras Completas (Aguilar, Madrid, 1955\/1956), 2 vols.","description":"\u003cp\u003eSem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e1ª edição, 1955\/1956.\u003c\/em\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52280745722131,"sku":"0260","price":1270.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"goethe-johann-wolfgang-von-obras-literarias-m-aguilar-1944-1945-2-vols-00259","title":"GOETHE, Johann Wolfgang von (1749-1832). Obras Literarias (M. Aguilar - Editor, Madrid, 1944\/1945), 2 vols.","description":"\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro. Sem assinaturas, marcações ou carimbos. \u003cem\u003e1ª edição, 1944\/1945. \u003c\/em\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52280785961235,"sku":"00259","price":1400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0259-thumb.png?v=1767937331"},{"product_id":"goncalves-dias-poesia-completa-e-prosa-escolhida-jose-aguilar-1959-sku-0069","title":"DIAS, Gonçalves (1823-1864). Poesia completa e prosa escolhida (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1959).","description":"\u003cp\u003eDIAS (Antônio Gonçalves) [1823-1864].— GONÇALVES \/\/ DIAS \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA ESCOLHIDA \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ A Vida e a Obra do Poeta. A Poética de Gonçalves Dias \/\/ ANTÔNIO HOUAISS \/\/ O Texto dos Poemas \/\/ ALEXANDRE HERCULANO \/\/ Futuro Literário de Portugal e do Brasil (Prólogo aos Cantos) \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escudo com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1959.— In-12.º., 926, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição monumental da Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único tomo a poesia completa e parte significativa da prosa do maior poeta romântico brasileiro, reconhecido por sua profunda ligação com a pátria, a língua e a natureza, autor de Canção do Exílio (1843), um dos hinos da nacionalidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume abre com a Introdução Geral (Nota Editorial, A vida e a obra do poeta, Cronologia e Reportagem iconográfica), seguida da obra poética integral (Primeiros Cantos, Segundos Cantos, Últimos Cantos, Os Timbiras, Hinos, Novos Cantos, Meditações poéticas, etc.) e da prosa escolhida (cartas, ensaios, crônicas, discursos). A seção iconográfica é especialmente rica, trazendo retratos, caricaturas, fac-símiles de manuscritos. O exemplar ainda é enriquecido com aparato crítico de peso, trazendo a leitura poética de Manuel Bandeira, a análise filológica de Antônio Houaiss e o prólogo histórico de Alexandre Herculano, atestando o valor literário universal da obra de Gonçalves Dias.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as páginas, encontra-se o célebre poema « Canção do Exílio », símbolo maior do sentimento nacional, cujos versos se tornaram patrimônio cultural do Brasil:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Minha terra tem palmeiras,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eOnde canta o Sabiá;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAs aves, que aqui gorjeiam,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão gorjeiam como lá.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(…)\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão permita Deus que eu morra,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSem que volte para lá;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSem que desfrute os primores\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não encontro por cá;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSem qu’inda aviste as palmeiras,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eOnde canta o Sabiá. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. [103]).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada na lombada.  Cortes amarelados pelo tempo, com pequenos pontos de oxidação. Capa e lombada firmes, com pontos de desgaste de uso e pelo tempo — sobretudo nas extremidades, que apresentar pequenas perdas do couro. Miolo íntegro e firme, com textos e imagens preservados. Algumas páginas apresentam amarelecimento e leves pontos de oxidação, sobretudo nas iniciais e finais, sem prejuízo da leitura. Apresenta pequena diferença cromática entre capa e lombada, causada por desbotamento da lombada. Fita de leitura original presente. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra)\u003c\/span\u003e. \u003cem\u003e1.ª edição, 1959\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52280790253843,"sku":"0069","price":590.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"luis-de-camoes-obra-completa-companhia-aguilar-1963-sku-0071","title":"CAMÕES, Luís Vaz de (c.1524-1580). Obra completa (Companhia Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1963).","description":"\u003cp\u003eCAMÕES (Luís Vaz de) [c.1524-1580]. — LUÍS \/\/ DE CAMÕES \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização, introdução, comentários \/\/ e anotações do \/\/ PROF. ANTÔNIO SALGADO JÚNIOR \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA AGUILAR EDITÔRA, 1963.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental, integrante da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, que reúne em um único e volumoso tomo a obra completa de Luís de Camões, gênio maior das letras portuguesas e pilar do cânone ocidental. A edição contempla Os Lusíadas, as Rimas (sonetos, éclogas, canções, odes e elegias), as Cartas e os Autos, acompanhados de aparato crítico, notas, índices e bibliografia, compondo um verdadeiro monumento editorial da tradição camoniana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos imortais que eternizaram sua voz lírica, destaca-se o célebre \u003cem\u003eSonêto 4\u003c\/em\u003e, paradigma da lírica renascentista e da expressão universal do amor:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“Amor é um fogo que arde sem se ver;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ ferida que dói e não se sente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um contentamento descontente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ dor que desatina sem doer...”\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 270)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSoneto ícone da poesia de língua portuguesa, consagrado por seus paradoxos perfeitos, tornou-se símbolo da intensidade e da contradição amorosa, marcando presença em antologias e compêndios literários no mundo inteiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar de grande valor bibliográfico, ilustrado com iconografia de época e enriquecido por introduções, estudos críticos e notas interpretativas, que atestam a fortuna literária de Camões nos séculos posteriores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em vermelho, com douração preservada na lombada. Capa e lombada firmes, apresentando apenas alguns pontos de desgaste nas suas extremidades pelo uso e pelo tempo. Miolo íntegro, firme, com folhas limpas e bem preservadas, apresentando apenas discretos pontos de oxidação nos cortes. Corte superior tingido em vermelho preservado. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003cem\u003e1.ª edição, 1963.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5cm\u003cbr\u003eLargura: 13cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52281219186963,"sku":"0071","price":870.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"machado-de-assis-seus-30-melhores-contos-jose-aguilar-1961-sku-0077","title":"ASSIS, Machado de (1839-1908). Seus 30 melhores contos (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1961).","description":"\u003cp\u003eASSIS (Machado de) [1839-1908]. — BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ MACHADO DE ASSIS \/\/ SEUS 30 MELHORES CONTOS \/\/ De papéis Avulsos: \/\/ A CHINELA TURCA. O ALIENISTA. TEORIA DO MEDALHÃO \/\/ D. BENEDITA. O EMPRÉSTIMO. O ESPELHO \/\/ De Histórias sem Data: \/\/ A IGREJA DO DIABO. CANTIGA DE ESPONSAIS \/\/ ANEDOTA PECUNIÁRIA. UMA SENHORA. NOITE DE ALMIRANTE \/\/ De Várias Histórias: \/\/ O ENFERMEIRO. CONTO DE ESCOLA. D. PAULA \/\/ A CARTOMANTE \/\/ UM APÓLOGO. A CAUSA SECRETA. UNS BRAÇOS \/\/ ENTRE SANTOS \/\/ TRIO EM LÁ MENOR. VIVER! A DESEJADA DAS GENTES \/\/ UM HOMEM CÉLEBRE \/\/ De Páginas Recolhidas: \/\/ MISSA DO GALO. UM ERRADIO \/\/ De Relíquias de Casa Velha: \/\/ EVOLUÇÃO. PAI CONTRA MÃE. SUJE-SE GORDO! \/\/ E mais: \/\/ TRÊS TESOUROS PERDIDOS. O CASO  DA VARA \/\/ O ESCRIVÃO COIMBRA \/\/ [Marca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA. \/\/ MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ SEUS 30 \/\/ MELHORES CONTOS \/\/ Precedidos de uma \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Esbôço Biográfico-crítico \/\/ O Conto na Literatura Brasileira \/\/ Breve Cronologia da Vida e da Obra \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e de prestígio, integrante da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, que apresenta a seleção dos trinta contos mais célebres de Machado de Assis, organizada sob diversos núcleos temáticos (Papéis Avulsos, Histórias sem Data, Várias Histórias, Páginas Recolhidas, Relíquias de Casa Velha), acompanhada de aparato introdutório e crítico que ressalta a centralidade do conto machadiano na literatura brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos antológicos presentes, destacam-se O Alienista, sátira imortal à loucura e ao poder científico, e Missa do Galo, conto paradigmático da ambiguidade psicológica, ambos consagrados como marcos do gênero no Brasil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNas narrativas, Machado desnuda os sentimentos mais íntimos de seus personagens, revelando com sutileza a dor e a fragilidade humana. Um exemplo pungente encontra-se na cena em que o desespero rompe os limites da contenção:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\"inclinou-se ainda para beijar outra vez o cadáver, mas então não pôde mais. O beijo rebentou em soluços, e os olhos não puderam conter as lágrimas, que vieram em borbotões, lágrimas de amor calado, e irremediável desespêro.”\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 321).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA passagem, de impacto emocional profundo, sintetiza a maestria do autor em transformar a experiência íntima em literatura universal, equilibrando sobriedade narrativa e intensidade dramática.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar enriquecido com a Introdução Geral, contendo a nota editorial, ensaio crítico de José Osório de Oliveira, estudo de Massaud Moisés e cronologia da vida e obra do autor, compondo um sólido painel de recepção crítica. Volume ilustrado com retrato do escritor em xilogravura de abertura e outras xilogravuras no decorrer dos contos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro escuro, papel-bíblia, guardas com padronagem geométrica preservadas. Capas e lombada íntegras, apenas com algumas pequenas marcas de uso e do tempo (pontos de desbotamento e pequenos desgastes). Cortes íntegros e tingimento do corte superior desbotado. Miolo íntegro, firme e limpo.  \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003cem\u003e1.ª edição, 1961.\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 16,5cm\u003cbr\u003eLargura: 9,5cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52281544769811,"sku":"0077","price":600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"correa-raimundo-poesia-completa-prosa-jose-aguilar-1961-00078","title":"CORRÊA, Raimundo (1859-1911). Poesia completa e prosa (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1961).","description":"\u003cp\u003eCORRÊA (Raimundo da Mota de Azevedo) [1859-1911].— RAIMUNDO \/\/ CORREIA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Texto, Cronologia, Notas e Estudo \/\/ Biográfico por \/\/ Waldir Ribeiro do Val \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ Raimundo Correia e o seu Sortilégio Verbal \/\/ WALDIR RIBEIRO DO VAL \/\/ Biografia de Raimundo Correia \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA.— In- 16.º., 694, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a produção poética e em prosa de Raimundo Corrêa, incluindo \u003cem\u003ePrimeiros Sonhos, Sinfonias, Versos e Versões, Aleluias\u003c\/em\u003e, além de poesia dispersa, prosa crítica e correspondência. O volume é enriquecido com introdução de Manuel Bandeira, estudo e aparato crítico de Waldir Ribeiro do Val, cronologia da vida e obra do poeta e reportagem iconográfica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar preserva os textos fundamentais do Parnasianismo brasileiro, entre os quais se destacam “\u003cem\u003eAs Pombas\u003c\/em\u003e” e “\u003cem\u003eMal Secreto\u003c\/em\u003e”, este último uma meditação pungente sobre a dor íntima e invisível, aquela que se esconde sob a aparência de serenidade:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Alma, vítima dessa enfermidade! \u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMal sabes que à dos outros sendo adversa, \u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTu és adversa à própria f'licidade!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 373).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde escuro, com lombada ricamente decorada com douração preservada. Guardas marmorizadas íntegras. Miolo íntegro, firme e limpo. Cortes íntegros e preservados e corte superior com tingimento em vermelho também preservado. Leves sinais de uso nas extremidades das capas e lombada. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285177659667,"sku":"00078","price":1200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0078-thumb.jpg?v=1764789402"},{"product_id":"alvares-de-azevedo-obra-completa-editora-nova-aguilar-2000-sku-0099","title":"ÁLVARES DE AZEVEDO, Manuel Antônio (1831–1852). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2000).","description":"\u003cp\u003eÁLVARES DE AZEVEDO (Manuel Antônio) [1831–1852]. — ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Textos Críticos \/\/ JACI MONTEIRO \/\/ MACHADO DE ASSIS \/\/ SÍLVIO ROMERO \/\/ JOSÉ VERÍSSIMO \/\/ AGRIPINO GRIECO \/\/ RONALD DE CARVALHO \/\/ MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ ANTONIO CANDIDO \/\/ JOSÉ GUILHERME MERQUIOR \/\/ LUCIANA STEGNANO-PICCHIO \/\/ WELLINGTON DE ALMEIDA SANTOS \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"NA\" entrelaçadas] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2000 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Fortuna crítica \/ Reportagem iconográfica \/\/ POESIA \/\/ Lira dos vinte anos \/ Poesias diversas \/\/ O poema do Frade \/ O conde Lopo \/\/ Apêndice \/\/ PROSA \/\/ Macário \/ Noite na taverna \/\/ O livro de Fra Gondicário \/\/ Estudos literários \/ Discursos \/\/ CORRESPONDÊNCIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Biliografia \/\/ Índices. — In-12.º., 849, [1] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÁlvares de Azevedo foi poeta, prosador e ensaísta, considerado um dos maiores expoentes do Ultra-Romantismo brasileiro. Morreu precocemente aos 20 anos, deixando uma obra marcada pelo tom melancólico, pela idealização da morte e pela visão dualista da vida. Sua \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e tornou-se um marco da poesia romântica nacional, onde se alternam lirismo sentimental e ironia mordaz. Apesar da curta vida, a profundidade e originalidade de sua produção asseguraram-lhe lugar de destaque no cânone literário brasileiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição, pertencente à Biblioteca Luso-Brasileira, Série Brasileira, publicada pela Editora Nova Aguilar,  reúne em um único volume a totalidade da produção poética, em prosa, crítica e epistolar do autor. Organizada por Alexei Bueno, abrange a célebre \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e, suas poesias dispersas, narrativas em prosa como Macário e Noite na Taverna, o romance inacabado O Livro de Fra Gondicário, além de estudos literários, discursos e vasta correspondência. A edição ainda incorpora fortuna crítica de alguns dos maiores nomes da literatura e crítica brasileira, como Machado de Assis, Sílvio Romero, Mário de Andrade, Antonio Candido e José Guilherme Merquior, permitindo uma visão ampla e contextualizada da obra azevediana. Apresenta, ainda, “Reportagem iconográfica”, com documentação visual da vida e da obra de Álvares de Azevedo, incluindo a fotografia da casa natal do poeta em São Paulo, retratos de família, a única fotografia original de Álvares de Azevedo aos 17 anos, além de fac-símiles de manuscritos e das primeiras edições de Poesias (1853) e Obras (1855).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste volume encontra-se o célebre poema de Álvares de Azevedo, pertencente à \u003cem\u003eLira dos Vinte Anos\u003c\/em\u003e:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSE EU MORRESSE AMANHÃ!\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eSe eu morresse amanhã, viria ao menos\u003cbr\u003eFechar meus olhos minha triste irmã;\u003cbr\u003eMinha mãe de saudades morreria\u003cbr\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQuanta glória pressinto em meu futuro!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue aurora de porvir e que amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEu perdera chorando essas coroas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQue sol! que céu azul! que doce n'alva\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAcorda a natureza mais louçã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão me batera tanto amor no peito\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eMas essa dor da vida que devora\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA ânsia de glória, o dolorido afã...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA dor no peito emudecera ao menos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e(pp. 314–315).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSegundo a Cronologia da vida e da obra (p. 17), no dia de seu enterro em 1852, após os discursos de Joaquim José Teixeira de Macedo e Domingos Jaci Monteiro, o escritor Manuel de Macedo, ao fim de seu discurso, leu o poema \u003cem\u003eSe eu morresse amanhã\u003c\/em\u003e, causando grande comoção entre os presentes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e em fac-símile da assinatura do autor na capa. Guardas íntegra, apenas com pontos de oxidação. Fita de marca-páginas em tecido verde. Encadernação sólida, sem quebras estruturais. Corte homogêneo, apenas com alguns pequenos pontos de oxidação. Miolo íntegro, firme, impresso em papel bíblia, com alguns pontos de oxidação e leve amarelado nas primeiras e últimas páginas, com textos e ilustrações preservados. Assinatura com data e local na folha de rosto, em parte em branco, sem comprometimento da leitura. 1.ª edição, 2000.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52321770504467,"sku":"00099","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0099-1-thumb.jpg?v=1760057934"},{"product_id":"ortega-y-gasset-jose-espectador-biblioteca-nueva-1950-00105","title":"ORTEGA Y GASSET, José (1883–1955). El Espectador (Biblioteca Nueva, Madrid, 1950).","description":"\u003cp\u003eORTEGA Y GASSET (José) [1883-1955].— EL ESPECTADOR \/\/ DE \/\/ JOSÉ ORTEGA Y GASSET \/\/ [Ornamento tipográfico en forma de marco curvilíneo] \/\/ [logotipo de la editorial con cabeza de carnero dentro de un círculo] \/\/ BIBLIOTECA NUEVA \/\/ ALMAGRO, 38, MADRID \/\/ [ornamento tipográfico en forma de motivo curvilíneo simétrico bajo el pie de imprenta].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm clássico da filosofia espanhola em uma edição de grande elegância. Publicado pela renomada \u003cem\u003eBiblioteca Nueva\u003c\/em\u003e, este exemplar pertence à terceira edição, impressa em Madrid no ano de 1950, mantendo a força e a atualidade do pensamento de José Ortega y Gasset, um dos mais importantes filósofos do século XX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA obra\u003cem\u003e El Espectador\u003c\/em\u003e reúne reflexões, ensaios e pensamentos críticos que marcaram a trajetória intelectual de Ortega y Gasset. O volume reúne os oito tomos, originalmente publicados entre 1916 e 1934. Esses textos revelam a profundidade de sua visão sobre a cultura, a política e a vida moderna, consolidando-se como uma de suas produções mais queridas e reconhecidas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo primeiro tomo de \u003cem\u003eEl Espectador\u003c\/em\u003e, Ortega reflete sobre a relação entre consciência e realidade, discutindo como muitas vezes nos deparamos com algo sem realmente possuí-lo diante dos olhos. Para ele, isso revela o limite das explicações positivistas e a necessidade de compreender a experiência interior. Como escreve:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Pues ¿cómo es posible que andemos en trato de conciencia con algo, que nos demos cuenta de algo sin tener nada de él, sin que algo de él sea 'contenido de nuestra conciencia'? Terrible vocablo éste: 'contenido de la conciencia'… \u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 84)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO livro apresenta encadernação em capa dura verde texturizada, com douração preservada na capa e na lombada, além de folhas de guarda íntegras, marmorizadas em tons delicados. Cortes superior com douração preservada. Cortes lateral e inferior com pequenos pontos de oxidação. Possui sinais de uso compatíveis com a idade: leve desgaste nas extremidades do lobo e cantos, mas estrutura firme e preservada. Inclui uma fotografia do autor com fac-símile de sua assinatura na folha inicial, reforçando o caráter especial da edição. Miolo íntegro e bem conservado, apenas com alguns pontos de oxidação e escurecimento natural em algumas páginas, sem nenhum comprometimento das ilustrações e textos, que permanecem legíveis. Destaca-se a dedicatória manuscrita azul na folha em branco após a folha de guarda, rubricada com iniciais não identificadas: \u003cem\u003e«Ao Leib - Que Deus lhe dê uma boa esposa, muitos filhos, longa vida e toda felicidade. Rio, 1-5-58\u003cspan\u003e», \u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003eo que confere caráter único e valor histórico e bibliográfico ao exemplar. \u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Minha loja","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52332967428371,"sku":"00105","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0105-1-thumb.jpg?v=1760124819"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-obra-poetica-companhia-jose-aguilar-editora-1968-sku-0108","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Obra Poética (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1968).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Marcus Vinicius da Cruz de Mello) [1913-1980]. — VINIVIUS DE MORAES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ Volume Único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ SONÊTO A VINICIUS DE MORAES \/\/ AUTO-RETRATO \/\/ DO VERSO SOLITÁRIO AO CANTO COLETIVO \/\/ VINICIUS, MEU IRMÃO \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ O SENTIMENTO DO SUBLIME \/\/ A SAUDADE DO COTIDIANO \/\/ INTERMÉDIO ELEGÍACO \/\/ O ENCONTRO DO COTIDIANO \/\/ NOSSA SENHORA DE LOS ANGELES \/\/ E \/\/ NOSSA SENHORA DE PARIS \/\/ A LUA DE MONTEVIDÉU \/\/ TEATRO EM VERSOS \/\/ CANCIONEIRO \/\/ DISPERSOS \/\/ DOCUMENTÁRIO \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/ BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca tipográfica da Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ RIO DE JANEIRO, CIA. JOSÉ AGUILAR EDITÔRA \/\/ [Foto em preto e branco do autor com fac-símile da sua assinatura] \/\/ VINICIUS \/\/ DE MORAES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Edição organizada por Afrânio Coutinho \/\/ com assistência do autor \/\/ Sonêto a Vinicius \/\/ PABLO NERUDA \/\/ Auto-Retrato e Cronologia \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ Do Verso Solitário ao Canto Coletivo \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ Vinicius, Meu Irmão \/\/ LAETITIA CRUZ DE MORAES \/\/ Fortuna Crítica: \/\/ OCTÁVIO DE FARIA, MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA, MARIA ROSA OLIVER \/\/ OTTO LARA RESENDE e DAVID MOURÃO FERREIRA \/\/ [marca tipográfica da Editora José Aguilar em preto, em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"J\" e \"A\" entrelaçadas, escrito \"COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA\" e encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ RIO DE JANEIRO, CIA. JOSÉ AGUILAR EDITÔRA.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVinicius de Moraes foi poeta, diplomata, dramaturgo, crítico e compositor, considerado um dos maiores nomes da poesia brasileira do século XX. Sua obra abrange desde a lírica intimista da juventude até a poesia engajada e a canção popular, tornando-se figura essencial para compreender a modernidade literária e musical do Brasil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eObra Poética\u003c\/em\u003e reúne em um único volume a produção poética de Vinicius até 1968, organizada por Afrânio Coutinho com assistência do autor e com a colaboração de nomes centrais da crítica literária. O livro faz parte da Biblioteca Luso-Brasileira, série dedicada a apresentar grandes clássicos do Brasil e de Portugal em edições de referência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os muitos versos célebres que compõem o volume, destaca-se o famoso \u003cem\u003eSoneto de Fidelidade\u003c\/em\u003e que sintetiza sua visão da transitoriedade da vida e da intensidade do amor, como podemos observar em um dos seus trechos mais conhecidos:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003eEu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMas que seja infinito enquanto dure. \u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 249)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eCom estes versos, Vinicius de Moraes eterniza a contradição entre a fugacidade da existência e o desejo humano de permanência, unindo lirismo e filosofia em um dos poemas mais citados da literatura brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume representa a consolidação da carreira literária de Vinicius, reunindo suas obras poéticas completas até então publicadas, acompanhadas de fortuna crítica e bibliografia. Por isso, possui grande valor histórico e literário, além de ser referência para estudiosos e colecionadores.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta é a primeira edição (1968) de Obra Poética, exemplar que se destaca pela riqueza editorial: encadernação em couro verde com dourações na lombada e assinatura fac-símile do autor na capa e no frontispício. Inclui retrato fotográfico de Vinicius e um desenho em nanquim de Juanita Blank, feito especialmente para a edição original de Novos Poemas (1938).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar apresenta encadernação editorial original, com douração preservada na capa e lombada. Corte superior com tingimento vermelho preservado, uniforme e vivo. Cortes lateral e inferir íntegros, com pequenos e leves pontos de oxidação. Folhas de guarda íntegras e conservadas. Miolo íntegro, limpo, sem anotações, carimbos ou assinaturas, com páginas íntegras e legíveis. Leves sinais de manuseio com pequenos desgastes na capa e lombada, compatíveis com a idade, sem comprometer o caráter de exemplar bem conservado e de grande valor bibliográfico. \u003cem\u003e1.ª edição, 1968.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 16cm\u003cbr\u003eLargura: 9,5cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52333902987539,"sku":"0108","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0108-1-thumb.jpg?v=1760234058"},{"product_id":"luis-de-camoes-obra-completa-companhia-jose-aguilar-1963-sku-0123","title":"CAMÕES, Luís Vaz de (c.1524–1580). Obra Completa (Companhia Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1963).","description":"\u003cp\u003eCAMÕES (Luís Vaz de) [c.1524-1580]. — LUÍS \/\/ DE CAMÕES \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização, introdução, comentários \/\/ e anotações do \/\/ PROF. ANTÔNIO SALGADO JÚNIOR \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB. COMPANHIA AGUILAR EDITÔRA. 1963.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental, integrante da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, que reúne em um único e volumoso tomo a obra completa de Luís de Camões, gênio maior das letras portuguesas e pilar do cânone ocidental. A edição contempla Os Lusíadas, as Rimas (sonetos, éclogas, canções, odes e elegias), as Cartas e os Autos, acompanhados de aparato crítico, notas, índices e bibliografia, compondo um verdadeiro monumento editorial da tradição camoniana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos imortais que eternizaram sua voz lírica, destaca-se o célebre \u003cem\u003eSonêto 4\u003c\/em\u003e, paradigma da lírica renascentista e da expressão universal do amor:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“Amor é um fogo que arde sem se ver;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ ferida que dói e não se sente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um contentamento descontente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ dor que desatina sem doer...”\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 270)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSoneto ícone da poesia de língua portuguesa, consagrado por seus paradoxos perfeitos, tornou-se símbolo da intensidade e da contradição amorosa, marcando presença em antologias e compêndios literários no mundo inteiro\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar de grande valor bibliográfico, ilustrado com iconografia de época e enriquecido por introduções, estudos críticos e notas interpretativas, que atestam a fortuna literária de Camões nos séculos posteriores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em vermelho, com douração preservada na assinatura fac-símile do autor na capa e desbotada na lombada. Capa e lombada firmes, apresentando apenas alguns pontos de desgaste nas suas extremidades pelo uso e pelo tempo. Miolo íntegro, firme, com folhas limpas e bem preservadas, apresentando apenas discretos pontos de oxidação nos cortes lateral e inferior e em algumas páginas. Corte superior tingido em vermelho preservado. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003cem\u003e1.ª edição, 1963.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 13 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52373479424275,"sku":"0123","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"otto-rudolf-idea-of-the-holy-humphrey-milford-oxford-university-press-1923-00237","title":"OTTO, Rudolf (1869–1937). The Idea of the Holy: An Inquiry into the Non-Rational Factor … Its Relation to the Rational (Humphrey Milford — Oxford University Press, England, 1923).","description":"\u003cp\u003e\u003cem\u003e1.ª edição, 1923.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52382420599059,"sku":"00237","price":790.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"ball-w-e-st-paul-roman-law-other-studies-origin-form-doctrine-t-t-clark-1901-00256","title":"W. E. Ball. St. Paul and the Roman Law, and Other Studies on the Origin of the Form of Doctrine (T. \u0026 T. Clark, Edinburgh, 1901).","description":"\u003cp data-end=\"640\" data-start=\"166\"\u003eBALL (William Edmund) [fl. 1901].— ST. PAUL \/\/ AND THE ROMAN LAW \/\/ AND \/\/ OTHER STUDIES ON THE ORIGIN OF \/\/ THE FORM OF DOCTRINE \/\/ BY \/\/ W. E. BALL, LL.D. \/\/ [carimbo redondo da biblioteca da Catedral de Canterbury] \/\/ EDINBURGH \/\/ T. \u0026amp; T. CLARK, 38 GEORGE STREET \/\/ 1901.— In-8.º, XI, 218, [2] p. E. editorial.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"640\" data-start=\"166\"\u003ePrimeira edição desta obra de erudição histórico-teológica em que W. E. Ball examina as relações entre o pensamento do apóstolo Paulo e o contexto jurídico do mundo romano. O estudo central do volume, \u003cem\u003eSt. Paul and the Roman Law\u003c\/em\u003e, deriva de um ensaio publicado anteriormente na revista britânica \u003cem data-end=\"491\" data-start=\"466\"\u003eThe Contemporary Review\u003c\/em\u003e (1891), influente periódico intelectual fundado em 1866 e amplamente difundido entre teólogos, historiadores e pensadores da Grã-Bretanha vitoriana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1138\" data-start=\"642\"\u003eNo ensaio — posteriormente revisto e ampliado para a presente edição em livro — Ball investiga de que maneira a linguagem jurídica e certas categorias conceituais do direito romano podem ter influenciado a formulação e a expressão da teologia paulina, especialmente nas epístolas do Novo Testamento. O autor procura situar a reflexão teológica no ambiente cultural e institucional do Império Romano, aproximando o vocabulário doutrinário cristão das formas de pensamento jurídico do mundo antigo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1474\" data-start=\"1140\"\u003eO volume reúne esse estudo principal acompanhado de outros ensaios dedicados à origem e à forma da doutrina cristã, inserindo-se no contexto da investigação histórico-crítica anglo-saxônica do final do século XIX, período em que estudiosos buscavam compreender o cristianismo primitivo à luz de seu enquadramento histórico e cultural.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-is-only-node=\"\" data-is-last-node=\"\" data-end=\"2039\" data-start=\"1476\"\u003ePublicado em Edimburgo pela editora T. \u0026amp; T. Clark em 1901 (primeira edição), importante casa editorial especializada em estudos bíblicos e obras teológicas. Exemplar com proveniência institucional registrada, apresentando ex-libris «Cantvariensis Bibliotheca» e «Libris», bem como carimbo de baixa «Withdrawn from Canterbury Cathedral Library», indicando sua passagem pela biblioteca da Catedral de Canterbury. Exemplar de interesse para colecionadores e pesquisadores nas áreas de história do cristianismo primitivo, direito romano e estudos bíblicos.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52390752649491,"sku":"00256","price":590.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0256-thumb.png?v=1772943892"},{"product_id":"peixoto-afranio-romances-completos-jose-aguilar-1962-00149","title":"PEIXOTO, Afrânio (1876–1947). Romances Completos (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1962).","description":"\u003cp\u003ePEIXOTO (Afrânio) [1876-1947].— AFRÂNIO PEIXOTO \/\/ ROMANCES COMPLETOS \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ AFRÂNIO PEIXOTO \/\/ ROMANCES COMPLETOS \/\/ em um volume \/\/ A ESFINGE \/\/ MARIA BONITA \/\/ FRUTA DO MATO \/\/ BUGRINHA \/\/ AS RAZÕES DO CORAÇÃO \/\/ UMA MULHER COMO AS OUTRAS \/\/ SINHÁZINHA \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"BLB\", tradicional da biblioteca luso-brasileira] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1962. \/\/ AFRÂNIO \/\/ PEIXOTO \/\/ ROMANCES \/\/ COMPLETOS \/\/ Organização, introdução e notas de \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"J\" e \"A\", tradicional da casa publicadora] \/\/  [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1962.— In-12.º., 950, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAfrânio Peixoto, médico, professor, político e escritor brasileiro, foi membro da Academia Brasileira de Letras e destacou-se por sua produção literária multifacetada, que transitou entre o romance, a poesia, o ensaio e a crítica. Sua obra se insere no contexto do pré-modernismo, abordando temas sociais, científicos e culturais, sempre com estilo elegante e reflexão aguda. É reconhecido tanto por sua contribuição à medicina legal e à educação quanto por sua relevância na literatura brasileira da primeira metade do século XX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eRomances Completos\u003c\/em\u003e, publicado pela Editora José Aguilar em 1962 na coleção Biblioteca Luso-Brasileira, reúne em um único volume os principais romances do autor: \u003cem\u003eA Esfinge, Maria Bonita, Fruta do Mato, Bugrinha, As Razões do Coração, Uma Mulher como as Outras \u003c\/em\u003ee \u003cem\u003eSinhazinha\u003c\/em\u003e. Trata-se de uma edição de referência, organizada, introduzida e anotada por Afrânio Coutinho, que busca consolidar a recepção crítica de Peixoto, oferecendo aparato de notas, cronologia e fortuna crítica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os trechos de maior destaque, encontram-se passagens de forte caráter psicológico e social, como no romance Maria Bonita, em que o autor reflete sobre a vida, o medo e a coragem diante da existência:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003eMas há arriscar e arriscar. Às vêzes a coragem é temeridade. Não se deve brincar com fogo. \u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e (p. 286).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePublicada em 1962, esta edição da Aguilar apresenta ainda uma breve cronologia da vida e da obra de Afrânio Peixoto, acompanhada de iconografia e documentos que iluminam sua trajetória intelectual. O volume oferece, assim, uma visão abrangente de um autor que marcou a literatura brasileira com seu estilo clássico, sua cultura vasta e sua capacidade de observação crítica da sociedade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde, com douração preservada nas lombadas e fac-símile da assinatura do autor nas capas. Lombada firme, cortes homogêneos e miolo íntegro, apresentando apenas pontos de oxidação — sobretudo nos cortes laterais e inferiores, bem como nas primeiras e últimas páginas — além de amarelamento característico do tempo. Possui pontos de desgastes nas extremidades das capas e lombadas e na parte inferior da capa posterior. Corte superior com tingimento preservado. Impressão em papel-bíblia, de excelente nitidez tipográfica. Algumas páginas iniciais apresentam discretos amassados restritos à margem superior de um lado, não afetando o texto nem estrutura do exemplar. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52393682305299,"sku":"00149","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0149-1-thumb.jpg?v=1760085437"},{"product_id":"castro-alves-antonio-frederico-obra-completa-jose-aguilar-1960-00150","title":"CASTRO ALVES, Antônio Frederico de (1847–1871). Obra Completa (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1960).","description":"\u003cp\u003eCASTRO ALVES, (Antônio Frederico de) [1847–1871].— CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ Poesia \/\/ ESPUMAS FLUTUANTES, OS ESCRAVOS \/\/ A CACHOEIRA DE PAULO AFONSO \/\/ POESIAS COLIGIDAS \/\/ ORIGINAIS. TRADUÇÕES. FRAGMENTOS \/\/ POESIA LITIGIOSA. POESIA COLEGIAL \/\/ Prosa \/\/ GONZAGA OU A REVOLUÇÃO DE MINAS \/\/ FRAGMENTOS \/\/ CORRESPONDÊNCIA \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"BLB\", tradicional da biblioteca luso-brasileira] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960 \/\/ CASTRO \/\/ ALVES \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização, fixação do texto, cronologia, \/\/ notas e estudo crítico \/\/ por \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ Castro Alves e o Romantismo Brasileiro \/\/ AFRÂNIO PEIXOTO \/\/ Vida Efêmera e Ardente de Castro Alves \/\/ DIÁLOGO EPISTOLAR \/\/ entre \/\/ JOSÉ DE ALENCAR e MACHADO DE ASSIS \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"J\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960.— In-12.º., 906, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCastro Alves, o “\u003cem\u003ePoeta dos Escravos\u003c\/em\u003e”, inscreveu-se na terceira geração romântica brasileira com vigor condoreiro, colocando sua poesia a serviço da denúncia social e da luta pela liberdade. Sua lírica funde o tom oratório, a musicalidade e imagens de impacto, assumindo uma dimensão épica contra a escravidão e em defesa da dignidade humana. Sua obra, ainda que interrompida precocemente por sua morte aos 24 anos, permanece como marco fundamental na formação da consciência nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Obra Completa, publicada pela Editora José Aguilar em 1960 na coleção Biblioteca Luso-Brasileira, reúne em um único volume o conjunto essencial da produção de Castro Alves, incluindo suas poesias (Espumas Flutuantes, A Cachoeira de Paulo Afonso, Os Escravos e as Poesias Coligidas), bem como a seção em prosa, composta pelo romance histórico Gonzaga ou A Revolução de Minas, além de fragmentos e correspondência. A edição conta também com notas, variantes e bibliografia organizadas por Eugênio Gomes, além de um apêndice com o diálogo epistolar entre José de Alencar e Machado de Assis, notas e variantes, bibliografia e uma rica reportagem iconográfica que ilumina a vida e o contexto do autor. Trata-se, assim, de uma edição de referência, que permite acompanhar em profundidade a trajetória literária e intelectual de Castro Alves, desde o lirismo de sua poesia amorosa até a força combativa de seus versos abolicionistas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eOs Escravos\u003c\/em\u003e, publicado postumamente, a denúncia atinge o plano íntimo e familiar, expondo a dor e a degradação impostas às mulheres escravizadas. O poema “\u003cem\u003eTragédia no Lar\u003c\/em\u003e” dramatiza, em linguagem pungente, a maternidade marcada pela opressão e pelo estigma social, transformando a experiência íntima em denúncia universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Por que tremes, mulher? Que estranho crime,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue remorso cruel assim te oprime\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eE te curva a cerviz?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO que nas dobras do vestido ocultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um roubo talvez que aí sepultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ seu filho... Infeliz!...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSer mãe é um crime, ter um filho — roubo!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAmá-lo uma loucura! Alma de lodo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePara ti — não há luz.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTens a noite no corpo, a noite na alma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePedra que a humanidade pisa calma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Cristo que verga à cruz! »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 231)\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde, com douração preservada na lombada. A lombada permanece firme, os cortes são homogêneos e o miolo está íntegro, apresentando apenas pontos de oxidação — sobretudo nos cortes, folhas de guarda e nas primeiras e últimas páginas — além de amarelamento característico do tempo. Registra pequenos desgastes e sinais de ressecamento nas extremidades das capas e da lombada. Corte superior com tingimento desbotado. Impressão em papel-bíblia, de excelente nitidez tipográfica. Possui assinatura na página de rosto, em parte em branco, sem interferência no texto. Sem carimbos ou outras marcações. Papel especialmente fabricado por Ryburndale Co., Ripponden, Yorkshire, Inglaterra. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52393691414803,"sku":"00150","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0150-1-thumb.jpg?v=1760085857"},{"product_id":"euclides-da-cunha-obra-completa-jose-aguilar-1966-2-vols-sku-0148","title":"CUNHA, Euclides da (1866–1909). Obra Completa (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1966), 2 vols.","description":"\u003cp\u003eCUNHA (Euclides Rodrigues Pimenta da) [1866–1909].— EUCLIDES \/\/ DA CUNHA \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada sob a direção de \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME I \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ ENSAIOS, ESTUDOS E ARTIGOS \/ CRÔNICA \/ POESIA \/\/ NÚMEROS E DIAGRAMAS \/\/ Ensaios e Estudos Críticos, Literários e Biográficos de \/\/ OLÍMPIO DE SOUSA ANDRADE, MANUEL BANDEIRA \/\/ GILBERTO FREYRE, ARARIPE JÚNIOR, AFRÂNIO PEIXOTO, \/\/ FRANCISCO VENÂNCIO FILHO \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"C\", \"J\", \"A\" e \"E\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1966 \/\/ EUCLIDES \/\/ DA CUNHA \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada sob a direção de \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME II \/\/ ESTUDO LIMINAR \/\/ CICLO D’OS SERTÕES \/\/ APÊNDICES \/\/ Ensaios e Estudos Críticos, Literários e Biográficos de \/\/ AFRÂNIO COUTINHO, JOSÉ VERÍSSIMO DA COSTA PEREIRA, \/\/ AFRÂNIO PEIXOTO, NÉLSON WERNECK SODRÉ, \/\/ FRANCISCO VENÂNCIO FILHO \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"C\", \"J\", \"A\" e \"E\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITORA, 1966.— In-12.º., 2 v. (Vol I: 815, [4] p.; Vol II: 782, [2] p.). E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEuclides da Cunha, engenheiro, jornalista, professor e um dos maiores intérpretes da realidade brasileira, destacou-se como um escritor de estilo vigoroso e profundamente analítico. Sua obra transita entre a literatura, a ciência e a história, revelando uma capacidade ímpar de articular observação empírica, reflexão sociológica e construção literária. Tornou-se imortalizado sobretudo por \u003cem\u003eOs Sertões\u003c\/em\u003e, marco incontornável da literatura nacional, mas também deixou uma produção variada em artigos, ensaios e textos críticos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA \u003cem\u003eObra Completa\u003c\/em\u003e, publicada em dois volumes pela Aguilar em 1966, reúne a totalidade de sua produção, incluindo livros, artigos, discursos, fragmentos e epistolário. Essa edição preserva não apenas o caráter monumental de suas obras, mas também textos fundamentais para compreender o pensamento de Euclides em sua amplitude: desde as reflexões históricas e científicas até os registros literários de grande força expressiva. Com introduções críticas de estudiosos como Afrânio Coutinho e Nelson Werneck Sodré, além de aparato de notas, cronologia da vida e da obra e bibliografia, a edição busca oferecer uma visão abrangente do autor e de sua inserção na cultura brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDentro do conjunto,\u003cem\u003e Os Sertões \u003c\/em\u003eocupa lugar central como obra-prima, em que Euclides da Cunha analisa a campanha de Canudos em três dimensões — \u003cem\u003ea Terra, o Homem\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003ea Luta\u003c\/em\u003e —, num estilo que combina rigor científico e potência literária. É nesse livro que surgem algumas das passagens mais conhecidas de sua escrita, como a célebre constatação do destino histórico do Brasil:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e«\u003cem\u003eA nossa evolução biológica reclama a garantia da evolução social.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003eEstamos condenados à civilização. \u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eOu progredimos, ou desaparecemos.\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e \u003cbr\u003e(v. II, p. 141).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde, com douração preservada nas lombadas e fac-símile da assinatura do autor nas capas. Lombada firme, cortes homogêneos e miolo íntegro, apresentando apenas pontos de oxidação — sobretudo nos cortes laterais e inferiores, bem como nas folhas de guarda, nas primeiras e últimas páginas — além de amarelamento característico do tempo. Possui ainda pequenos desgastes: no primeiro volume, restritos à extremidade inferior da lombada; no segundo volume, localizados nas extremidades da capa anterior e da lombada. Cortes superiores com tingimento preservado. Impressão em papel-bíblia, de excelente nitidez tipográfica. Apresentam carimbos pequenos de numeração na extremidade inferior das duas últimas páginas do primeiro volume e da última página do segundo, sem comprometimento do texto. Sem assinaturas.\u003cem\u003e \u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52393695117587,"sku":"00148","price":720.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0148-1-thumb.jpg?v=1760044149"},{"product_id":"joao-ubaldo-ribeiro-obra-seleta-editora-nova-aguilar-2005-sku-0146","title":"RIBEIRO, João Ubaldo (1941–2014). Obra Seleta (Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2005).","description":"\u003cp\u003eRIBEIRO (João Ubaldo) [1941–2014].—BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOÃO UBALDO RIBEIRO \/\/ Obra Seleta \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ ICONOGRAFIA \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ Jorge Amado \/ Rodrigo Lacerda \/ \/\/ João Carlos Teixeira Gomes \/ Juva Batella \/ \/\/ Francis Utéza \/ Rita Olivieri Godet \/ \/\/ Eni de L. Cunha \/ Luiz Fernando Valente \/\/ ROMANCES \/\/ Sargento Getúlio \/ Vila Real \/ Viva o povo brasileiro \/ \/\/ A casa dos budas ditosos \/ Diário do farol \/\/ LIVROS DE CONTOS \/\/ Vencecavalo e o outro povo \/ Já podeis da pátria filhos e outras histórias \/\/ CRÔNICAS ESCOLHIDAS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.— In-12.º., 1421, [1] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoão Ubaldo, escritor, jornalista e professor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras, é reconhecido por unir a tradição literária nacional a uma visão crítica da sociedade, com obras marcadas pela oralidade, pelo humor e pela reflexão histórica. Sua produção inclui romances, contos e crônicas que lhe garantiram projeção no Brasil e no exterior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA \u003cem\u003eObra Seleta\u003c\/em\u003e reúne em um único volume alguns dos mais significativos trabalhos do autor, oferecendo uma visão ampla de sua produção literária. Entre os textos de maior destaque, estão o romance \u003cem\u003eViva o Povo Brasileiro\u003c\/em\u003e, um épico que revisita criticamente a formação do país; \u003cem\u003eSargento Getúlio\u003c\/em\u003e, obra que consagrou Ribeiro no cenário literário com sua narrativa intensa e inovadora; além de contos e crônicas marcados por seu estilo inconfundível, como os de \u003cem\u003eO Conselheiro Come\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eArte e Ciência de Roubar Galinha\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste último, ao refletir de forma crítica e bem-humorada sobre a sociedade brasileira, João Ubaldo Ribeiro deixa passagens que traduzem sua visão irônica e aguda da realidade nacional, como neste trecho:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Sempre admirei um bom profissional – disse com sabedoria. – A culpa foi minha, que esqueci que ele era ladrão de galinha. É o mau exemplo que o Brasil dá.» \u003c\/em\u003e(p. 1362).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar em 2005 como parte da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, esta edição conta com uma rica fortuna crítica, reunindo ensaios de importantes estudiosos sobre a obra de João Ubaldo Ribeiro. Apresenta ainda uma cronologia detalhada da vida e da obra, permitindo acompanhar sua trajetória intelectual e literária, além de uma seção de iconografia com fotografias e documentos que iluminam aspectos da vida pessoal e da carreira do escritor. Trata-se, assim, de uma edição de referência, voltada tanto ao público acadêmico quanto aos leitores que desejam ter acesso ao conjunto representativo da criação de um dos maiores romancistas brasileiros contemporâneos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Capa dura com sobrecapa conservados. Box presente, com pequenas avarias. Cortes limpos, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Apresenta apenas alguns pequenos pontos de oxidação nos cortes e nas folhas de guarda. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52394050224403,"sku":"00146","price":590.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0146-thumb.jpg?v=1768609858"},{"product_id":"picchio-luciana-stegagno-historia-literatura-brasileira-nova-aguilar-1997-00147","title":"PICCHIO, Luciana Stegagno (1920–2008). História da Literatura Brasileira (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003ePICCHIO (Luciana Stegagno) [1920-2008].— HISTÓRIA DA\/\/ LITERATURA \/\/ BRASILEIRA \/\/ LUCIANA STEGAGNO PICCHIO \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ HISTÓRIA DA \/\/ LITERATURA BRASILEIRA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Introdução \/ Prefácio à edição brasileira \/\/ CAPÍTULOS \/\/ Primeiro: Caracteres da literatura brasileira \/\/ Segundo: As “grandezas do Brasil” e a catequese jesuítica \/\/ Terceiro: O Barroco brasileiro \/\/ Quarto: O século XVIII: das academias barrocas às sociedades independistas \/\/ Quinto: O século XIX: Autonomia e independência \/\/ Sexto: O século XIX: O grande Romantismo brasileiro \/\/ Sétimo: O século XIX: Sociedade e Realismo \/\/ Oitavo: O século XIX: Machado de Assis \/\/ Nono: A poesia do parnaso ao crepúsculo: Realistas e parnasianos \/\/ Décimo: A poesia do parnaso ao crepúsculo: Simbolistas, neoparnasianos e crepusculares \/\/ Décimo primeiro: A prosa do parnaso ao crepúsculo: Instinto de nacionalidade \/\/ e literatura regionalista \/\/ Décimo segundo: A prosa do parnaso ao crepúsculo: Engajamento social \/\/ e hedonismo verbal \/\/ Décimo terceiro: O Modernismo: Os anos de vanguarda \/\/ Décimo quarto: Estabilização da consciência criadora nacional (1930–1945) \/\/ Décimo quinto: As letras brasileiras de 1945 a 1964 \/\/ Décimo sexto: 1964–1968: Dos anos do golpe ao fim do século \/\/ Décimo sétimo: Teatro, música popular, cinema. A crítica. O “estilo brasileiro” \/\/ BIBLIOGRAFIAS \/\/ (ao fim de cada capítulo) \/\/ ÍNDICES \/\/ Índice onomástico \/ Índice geral.— In-12.º., 743, [1] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLuciana Stegagno Picchio, filóloga, crítica literária e historiadora italiana, foi uma das maiores especialistas em literatura luso-brasileira. Professora emérita e pesquisadora de renome internacional, dedicou sua vida acadêmica à divulgação e ao estudo da literatura portuguesa e brasileira na Europa, tornando-se referência obrigatória para gerações de estudiosos. Sua vasta produção crítica consolidou-se como um marco no diálogo cultural entre Brasil, Portugal e Itália.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA História da Literatura Brasileira, publicada originalmente em 1972 na Itália e lançada no Brasil em 1997 pela Editora Nova Aguilar, integra a coleção Biblioteca Luso-Brasileira e representa uma das mais abrangentes sínteses críticas sobre a literatura nacional. Estruturada em capítulos que percorrem desde a catequese jesuítica até o Modernismo e as manifestações culturais do século XX, a obra combina rigor histórico, análise crítica e sensibilidade estética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo capítulo dedicado ao Barroco, Picchio destaca o entrelaçamento entre paisagem, economia e criação artística no Brasil colonial, sublinhando a força da adaptação e da mestiçagem como marcas constitutivas da literatura nacional:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNa paisagem desigual e, com suas florestas, seus sertões, os rios aventurosos e as cordilheiras de pedra, anticlássica da nova terra, o Barroco jesuítico e depois o Rococó de Minas Gerais inserem-se com uma lógica formal precisa.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e (p. 97).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição conta com introdução, fortuna crítica, notas editoriais e vasta bibliografia ao fim de cada capítulo, além de índices onomástico e geral, oferecendo ao leitor um verdadeiro instrumento de pesquisa. Trata-se de uma edição de referência, que alia a erudição da autora à qualidade editorial da casa Aguilar, marcada pelo papel-bíblia, impressão clara e projeto gráfico refinado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em tecido vermelho, com dourações preservadas na lombada ornamentada e no título da capa. Capa dura bem conservada, cortes limpos e miolo íntegro. As primeiras páginas apresentam leve dobra vertical, perceptível até a folha de rosto, sem prejuízo da leitura. Este volume apresenta apenas leves sinais de manuseio compatíveis com a idade da edição.\u003cem\u003e \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52394889969939,"sku":"00147","price":290.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0147-Thumb.png?v=1769490215"},{"product_id":"cervantes-miguel-engenhoso-fidalgo-d-quixote-la-mancha-jose-aguilar-1960-00154","title":"CERVANTES, Miguel de (1547–1616). O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1960).","description":"\u003cdiv\u003eCERVANTES SAAVEDRA (Miguel de) [1547–1616].–– BIBLIOTECA \/\/ DE \/\/ AUTORES UNIVERSAIS \/\/ MIGUEL DE CERVANTES \/\/ O ENGENHOSO FIDALGO \/\/ D. QUIXOTE DE LA MANCHA \/\/ em um volume \/\/ Edição ilustrada \/\/ com todos os 380 desenhos de \/\/ GUSTAVO DORÉ, \/\/ gravados por \/\/ H. PISAN \/\/ Acompanhada de uma seleção das mais importantes notas \/\/ dos principais comentadores do Quixote, \/\/ CLEMENCÍN, GARCÍA, SORIANO, MENÉDEZ Y PELAYO, \/\/ PELLICER, RODRÍGUEZ MARÍN, E OUTROS, \/\/ e de esclarecimentos vários transcritos \/\/ dos livros clássicos de \/\/ COVARRUBIAS e CORREAS \/\/ Seguida de vários apêndices, inclusive um \/\/ \"Dicionário do Quixote\" \/\/ por JOSÉ LANDEIRA YRAGO \/\/ [Marca tipográfica em forma de escudo com as iniciais BAU ao centro, encimado por ornamento vegetal estilizado em forma de coroa de louros. Emblema da coleção Biblioteca de Autores Universais, da Editora José Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960 \/\/ MIGUEL \/\/ DE CERVANTES \/\/ SAAVEDRA \/\/ O ENGENHOSO FIDALGO \/\/ D. QUIXOTE \/\/ DE LA MANCHA \/\/ Tradução dos \/\/ VISCONDES DE CASTILHO E AZEVEDO \/\/ adaptada à ortografia vigente \/\/ e acorde com as edições espanholas mais autorizadas. \/\/ Precedida de um \/\/ Esbôço Biográfico de Cervantes \/\/ por JÚLIO CEJADOR, \/\/ Catedrático que foi da Universidade de Madri, \/\/ e de um \/\/ Breve Guia para o Leitor do Quixote \/\/ por JUSTO GARCÍA SORIANO, \/\/ laureado duas vêzes pela Real Academia Espanhola, \/\/ e JUSTO GARCÍA MORALES, \/\/ Diretor da Seção Cervantina da Biblioteca Nacional de Madri. \/\/ [Marca tipográfica em forma de escudo com as iniciais JA ao centro, encimado por ornamento vegetal estilizado em forma de coroa de louros. Emblema Editora José Aguilar] \/\/ [––––] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960.–– In-12.º., 1149, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eMiguel de Cervantes Saavedra, romancista, poeta e dramaturgo espanhol, é considerado o maior nome da literatura em língua espanhola e um dos pilares da literatura universal, sobretudo pela criação de Dom Quixote de La Mancha (1605–1615), obra-prima que inaugurou o romance moderno.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eEsta edição, publicada no Brasil pela Editora José Aguilar em 1960, inaugura a coleção “Biblioteca de Autores Universais” e apresenta o texto integral em tradução consagrada, acompanhado de introdução crítica, aparato erudito e notas explicativas. A obra preserva o caráter monumental do romance e inclui as 380 famosas ilustrações de Gustave Doré, que se tornaram indissociáveis do imaginário quixotesco.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eEntre os trechos memoráveis, destaca-se a célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/div\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cem\u003e\"A liberdade, Sancho, é um dos dons mais preciosos, que aos homens deram os céus: não se lhe podem igualar os tesouros que há na terra, nem os que o mar encobre; pela liberdade, da mesma forma que pela honra, se deve arriscar a vida, e pelo contrário, o cativeiro é o maior mal que pode acudir aos homens.\"\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 884).\u003c\/div\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cdiv\u003eEncadernação editorial plena em couro azul, com douração preservada na lombada e na capa. Lombada com ornamentos em relevo, apresentando apenas alguns pequenos pontos de desgastes, nas extremidades superior e inferior, sem comprometer a estrutura, sendo apenas sinais do tempo e de manuseio. Folhas de guarda íntegras, com pontos de amarelamento pelo tempo, decoradas com múltiplas vinhetas impressas em tom sépia, reproduzindo cenas do Quixote. Miolo íntegro, firme e limpo, com páginas levemente amareladas pelo tempo, sobretudo as primeiras e últimas. Papel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). Ilustrações preservadas. Cortes limpos e conservados. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. 1.ª edição, 1960.\u003c\/div\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52399032140051,"sku":"00154","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0154-thumb.jpg?v=1767818404"},{"product_id":"luis-de-camoes-obra-completa-companhia-aguilar-editora-1963-sku-0185","title":"CAMÕES, Luís Vaz de (c.1524–1580). Obra Completa (Companhia Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1963).","description":"\u003cp\u003eCAMÕES (Luís Vaz de) [c.1524-1580].— LUÍS \/\/ DE CAMÕES \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização, introdução, comentários \/\/ e anotações do \/\/ PROF. ANTÔNIO SALGADO JÚNIOR \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA AGUILAR EDITÔRA, 1963.— In-12.º., CIX, [2], 1.029, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental, integrante da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, que reúne em um único e volumoso tomo a obra completa de Luís de Camões, gênio maior das letras portuguesas e pilar do cânone ocidental. A edição contempla Os Lusíadas, as Rimas (sonetos, éclogas, canções, odes e elegias), as Cartas e os Autos, acompanhados de aparato crítico, notas, índices e bibliografia, compondo um verdadeiro monumento editorial da tradição camoniana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos imortais que eternizaram sua voz lírica, destaca-se o célebre \u003cem\u003eSonêto 4\u003c\/em\u003e, paradigma da lírica renascentista e da expressão universal do amor:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Amor é um fogo que arde sem se ver;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ ferida que dói e não se sente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um contentamento descontente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ dor que desatina sem doer... »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 270).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSoneto ícone da poesia de língua portuguesa, consagrado por seus paradoxos perfeitos, tornou-se símbolo da intensidade e da contradição amorosa, marcando presença em antologias e compêndios literários no mundo inteiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar de grande valor bibliográfico, ilustrado com iconografia de época e enriquecido por introduções, estudos críticos e notas interpretativas, que atestam a fortuna literária de Camões nos séculos posteriores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro em tom de vermelho escuro, com douração preservada na lombada. Capa e lombada firmes, apresentando apenas alguns pontos de desgaste nas suas extremidades e uma pequena fissura, quase imperceptível, na extremidade superior da lombada, pelo uso e pelo tempo. Miolo íntegro, firme, com folhas limpas e bem preservadas, apresentando apenas discretos pontos de oxidação nos cortes. Corte superior tingido em vermelho preservado. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003cem\u003e1.ª edição, 1963.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5cm\u003cbr\u003eLargura: 13cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52453966774547,"sku":"0185","price":890.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0185-1-thumb.jpg?v=1760081285"},{"product_id":"castro-alves-antonio-frederico-obra-completa-cia-jose-aguilar-1966-00199","title":"CASTRO ALVES, Antônio Frederico de (1847–1871). Obra completa (Cia. José Aguilar Editôra, Rio de Janeiro, 1966).","description":"\u003cp\u003eCASTRO ALVES, (Antônio Frederico de) [1847–1871].— CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Volume Único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ POESIA \/\/ ESPUMAS FLUTUANTES, OS ESCRAVOS \/\/ A CACHOEIRA DE PAULO AFONSO \/\/ POESIAS COLIGIDAS \/\/ PROSA \/\/ GONZAGA OU A REVOLUÇÃO DE MINAS \/\/ FRAGMENTOS \/\/ POESIA \/\/ LEITURA DAS POESIAS DO SR. A. A. DE MENDONÇA \/\/ CRÔNICA JORNALÍSTICA \/ INTRODUÇÃO  DO JORNAL \"A LUZ\" \/\/ O ECO \/ POLÊMICA \/ ADRIANA \/\/ IMPRESSÕES DE TEATRO \/\/ D. JUAN OU A PROLE DOS SATURNOS \/ CRÍTICA HUMORÍSTICA \/\/ APÊNDICE \/\/ TRADUÇÕES \/ EPISTOLÁRIO \/\/ NOTAS E VARIANTES \/\/ \/\/ [Monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"BLB\", tradicional da biblioteca luso-brasileira] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, CIA. JOSÉ AGUILAR EDITÔRA \/\/ [Foto de Castro Alves em preto e branco, com assinatura fac-símile do autor abaixo] \/\/ CASTRO \/\/ ALVES \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização, Estudo Crítico, Fixação do Texto, Cronologia \/\/ e Notas Liminares, por \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ Castro Alves e o Romantismo Brasileiro \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ [Monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras « A » e « J » e « A » e « E » entrelaçadas, tradicional da casa publicadora] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, CIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA.— In-16.º., 906, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCastro Alves, o “\u003cem\u003ePoeta dos Escravos\u003c\/em\u003e”, inscreveu-se na terceira geração romântica brasileira com vigor condoreiro, colocando sua poesia a serviço da denúncia social e da luta pela liberdade. Sua lírica funde o tom oratório, a musicalidade e imagens de impacto, assumindo uma dimensão épica contra a escravidão e em defesa da dignidade humana. Sua obra, ainda que interrompida precocemente por sua morte aos 24 anos, permanece como marco fundamental na formação da consciência nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Obra Completa, publicada pela Editora José Aguilar na coleção Biblioteca Luso-Brasileira, reúne em um único volume o conjunto essencial da produção de Castro Alves, incluindo suas poesias (Espumas Flutuantes, A Cachoeira de Paulo Afonso, Os Escravos e as Poesias Coligidas), bem como a seção em prosa, composta pelo romance histórico Gonzaga ou A Revolução de Minas, além de fragmentos e correspondência. A edição conta também com notas, estudo crítico e cronologia organizadas por Eugênio Gomes, além de um apêndice com o diálogo epistolário, notas e variantes, bibliografia e uma rica reportagem iconográfica que ilumina a vida e o contexto do autor. Trata-se, assim, de uma edição de referência, que permite acompanhar em profundidade a trajetória literária e intelectual de Castro Alves, desde o lirismo de sua poesia amorosa até a força combativa de seus versos abolicionistas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eOs Escravos\u003c\/em\u003e, publicado postumamente, a denúncia atinge o plano íntimo e familiar, expondo a dor e a degradação impostas às mulheres escravizadas. O poema « \u003cem\u003eTragédia no Lar »\u003c\/em\u003e dramatiza, em linguagem pungente, a maternidade marcada pela opressão e pelo estigma social, transformando a experiência íntima em denúncia universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Por que tremes, mulher? Que estranho crime,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue remorso cruel assim te oprime\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eE te curva a cerviz?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO que nas dobras do vestido ocultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um roubo talvez que aí sepultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ seu filho... Infeliz!...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSer mãe é um crime, ter um filho — roubo!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAmá-lo uma loucura! Alma de lodo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePara ti — não há luz.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTens a noite no corpo, a noite na alma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePedra que a humanidade pisa calma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Cristo que verga à cruz! »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(pp. 209-210)\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEdição em formato leve, com encadernação editorial em couro verde, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile do autor na capa. A lombada permanece firme, os cortes são homogêneos e o miolo está íntegro, apresentando apenas alguns pequenos e leves pontos de oxidação em algumas páginas — sobretudo no corte lateral, folhas de guarda e nas primeiras e últimas páginas — além do escurecimento característico do tempo. Possui pequenos desgastes e sinais de ressecamento nas extremidades das capas e da lombada e um ponto mínimo, quase imperceptível, de desgaste na parte inferior da capa anterior. Corte superior com tingimento desbotado. Impressão em papel-bíblia, de excelente nitidez tipográfica. Folhas de guarda e fita de leitura preservadas. Possui pequeno carimbo numeral « 2898 » na última página em branco. Sem assinaturas ou outras marcações.  2\u003cem\u003e.ª edição, 1966.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52614888325395,"sku":"00199","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"alvares-de-azevedo-manuel-antonio-obra-completa-nova-aguilar-2000-00200","title":"ÁLVARES DE AZEVEDO, Manuel Antônio (1831–1852). Obra completa (Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2000).","description":"\u003cp\u003eÁLVARES DE AZEVEDO (Manuel Antônio) [1831–1852]. — ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Textos Críticos \/\/ JACI MONTEIRO \/\/ MACHADO DE ASSIS \/\/ SÍLVIO ROMERO \/\/ JOSÉ VERÍSSIMO \/\/ AGRIPINO GRIECO \/\/ RONALD DE CARVALHO \/\/ MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ ANTONIO CANDIDO \/\/ JOSÉ GUILHERME MERQUIOR \/\/ LUCIANA STEGNANO-PICCHIO \/\/ WELLINGTON DE ALMEIDA SANTOS \/\/ [Marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"NA\" entrelaçadas] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2000 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Fortuna crítica \/ Reportagem iconográfica \/\/ POESIA \/\/ Lira dos vinte anos \/ Poesias diversas \/\/ O poema do Frade \/ O conde Lopo \/\/ Apêndice \/\/ PROSA \/\/ Macário \/ Noite na taverna \/\/ O livro de Fra Gondicário \/\/ Estudos literários \/ Discursos \/\/ CORRESPONDÊNCIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Biliografia \/\/ Índices. — In-12.º., 849, [1] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÁlvares de Azevedo foi poeta, prosador e ensaísta, considerado um dos maiores expoentes do Ultra-Romantismo brasileiro. Morreu precocemente aos 20 anos, deixando uma obra marcada pelo tom melancólico, pela idealização da morte e pela visão dualista da vida. Sua \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e tornou-se um marco da poesia romântica nacional, onde se alternam lirismo sentimental e ironia mordaz. Apesar da curta vida, a profundidade e originalidade de sua produção asseguraram-lhe lugar de destaque no cânone literário brasileiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição, pertencente à Biblioteca Luso-Brasileira, Série Brasileira, publicada pela Editora Nova Aguilar,  reúne em um único volume a totalidade da produção poética, em prosa, crítica e epistolar do autor. Organizada por Alexei Bueno, abrange a célebre \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e, suas poesias dispersas, narrativas em prosa como Macário e Noite na Taverna, o romance inacabado O Livro de Fra Gondicário, além de estudos literários, discursos e vasta correspondência. A edição ainda incorpora fortuna crítica de alguns dos maiores nomes da literatura e crítica brasileira, como Machado de Assis, Sílvio Romero, Mário de Andrade, Antonio Candido e José Guilherme Merquior, permitindo uma visão ampla e contextualizada da obra azevediana. Apresenta, ainda, “Reportagem iconográfica”, com documentação visual da vida e da obra de Álvares de Azevedo, incluindo a fotografia da casa natal do poeta em São Paulo, retratos de família, a única fotografia original de Álvares de Azevedo aos 17 anos, além de fac-símiles de manuscritos e das primeiras edições de Poesias (1853) e Obras (1855).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste volume encontra-se o célebre poema de Álvares de Azevedo, pertencente à \u003cem\u003eLira dos Vinte Anos\u003c\/em\u003e:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSE EU MORRESSE AMANHÃ!\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eSe eu morresse amanhã, viria ao menos\u003cbr\u003eFechar meus olhos minha triste irmã;\u003cbr\u003eMinha mãe de saudades morreria\u003cbr\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQuanta glória pressinto em meu futuro!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue aurora de porvir e que amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEu perdera chorando essas coroas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQue sol! que céu azul! que doce n'alva\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAcorda a natureza mais louçã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão me batera tanto amor no peito\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eMas essa dor da vida que devora\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA ânsia de glória, o dolorido afã...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA dor no peito emudecera ao menos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e(pp. 314–315).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSegundo a Cronologia da vida e da obra (p. 17), no dia de seu enterro em 1852, após os discursos de Joaquim José Teixeira de Macedo e Domingos Jaci Monteiro, o escritor Manuel de Macedo, ao fim de seu discurso, leu o poema \u003cem\u003eSe eu morresse amanhã\u003c\/em\u003e, causando grande comoção entre os presentes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e em fac-símile da assinatura do autor na capa. Guardas íntegra, apenas com pontos de oxidação. Fita de leitura em tecido verde, preservada. Encadernação sólida, sem quebras estruturais. Corte homogêneo, apenas com alguns pequenos e leves pontos de oxidação. Miolo íntegro, firme, impresso em papel bíblia, com alguns pontos de oxidação e leve amarelado nas primeiras e últimas páginas, com textos e ilustrações preservados. Acompanha sobrecapa com pontos de oxidação. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52615053967635,"sku":"00200","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"alvares-de-azevedo-obra-completa-editora-nova-aguilar-2000-sku-0201","title":"ÁLVARES DE AZEVEDO, Manuel Antônio (1831–1852). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2000).","description":"\u003cp\u003eÁLVARES DE AZEVEDO (Manuel Antônio) [1831–1852]. — ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Textos Críticos \/\/ JACI MONTEIRO \/\/ MACHADO DE ASSIS \/\/ SÍLVIO ROMERO \/\/ JOSÉ VERÍSSIMO \/\/ AGRIPINO GRIECO \/\/ RONALD DE CARVALHO \/\/ MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ ANTONIO CANDIDO \/\/ JOSÉ GUILHERME MERQUIOR \/\/ LUCIANA STEGNANO-PICCHIO \/\/ WELLINGTON DE ALMEIDA SANTOS \/\/ [Marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"NA\" entrelaçadas] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2000 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Fortuna crítica \/ Reportagem iconográfica \/\/ POESIA \/\/ Lira dos vinte anos \/ Poesias diversas \/\/ O poema do Frade \/ O conde Lopo \/\/ Apêndice \/\/ PROSA \/\/ Macário \/ Noite na taverna \/\/ O livro de Fra Gondicário \/\/ Estudos literários \/ Discursos \/\/ CORRESPONDÊNCIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Biliografia \/\/ Índices. — In-12.º., 849, [1] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÁlvares de Azevedo foi poeta, prosador e ensaísta, considerado um dos maiores expoentes do Ultra-Romantismo brasileiro. Morreu precocemente aos 20 anos, deixando uma obra marcada pelo tom melancólico, pela idealização da morte e pela visão dualista da vida. Sua \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e tornou-se um marco da poesia romântica nacional, onde se alternam lirismo sentimental e ironia mordaz. Apesar da curta vida, a profundidade e originalidade de sua produção asseguraram-lhe lugar de destaque no cânone literário brasileiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição, pertencente à Biblioteca Luso-Brasileira, Série Brasileira, publicada pela Editora Nova Aguilar,  reúne em um único volume a totalidade da produção poética, em prosa, crítica e epistolar do autor. Organizada por Alexei Bueno, abrange a célebre \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e, suas poesias dispersas, narrativas em prosa como Macário e Noite na Taverna, o romance inacabado O Livro de Fra Gondicário, além de estudos literários, discursos e vasta correspondência. A edição ainda incorpora fortuna crítica de alguns dos maiores nomes da literatura e crítica brasileira, como Machado de Assis, Sílvio Romero, Mário de Andrade, Antonio Candido e José Guilherme Merquior, permitindo uma visão ampla e contextualizada da obra azevediana. Apresenta, ainda, “Reportagem iconográfica”, com documentação visual da vida e da obra de Álvares de Azevedo, incluindo a fotografia da casa natal do poeta em São Paulo, retratos de família, a única fotografia original de Álvares de Azevedo aos 17 anos, além de fac-símiles de manuscritos e das primeiras edições de Poesias (1853) e Obras (1855).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste volume encontra-se o célebre poema de Álvares de Azevedo, pertencente à \u003cem\u003eLira dos Vinte Anos\u003c\/em\u003e:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSE EU MORRESSE AMANHÃ!\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eSe eu morresse amanhã, viria ao menos\u003cbr\u003eFechar meus olhos minha triste irmã;\u003cbr\u003eMinha mãe de saudades morreria\u003cbr\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQuanta glória pressinto em meu futuro!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue aurora de porvir e que amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEu perdera chorando essas coroas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQue sol! que céu azul! que doce n'alva\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAcorda a natureza mais louçã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão me batera tanto amor no peito\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eMas essa dor da vida que devora\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA ânsia de glória, o dolorido afã...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA dor no peito emudecera ao menos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e(pp. 314–315).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSegundo a Cronologia da vida e da obra (p. 17), no dia de seu enterro em 1852, após os discursos de Joaquim José Teixeira de Macedo e Domingos Jaci Monteiro, o escritor Manuel de Macedo, ao fim de seu discurso, leu o poema \u003cem\u003eSe eu morresse amanhã\u003c\/em\u003e, causando grande comoção entre os presentes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e em fac-símile da assinatura do autor na capa. Guardas íntegra, apenas com pontos de oxidação. Fita de leitura em tecido verde, preservada. Encadernação sólida, sem quebras estruturais. Corte homogêneo, apenas com alguns pequenos e leves pontos de oxidação. Miolo íntegro, firme, impresso em papel bíblia, com alguns pontos de oxidação e leve amarelado nas primeiras e últimas páginas, com textos e ilustrações preservados. Acompanha sobrecapa com leves pontos de oxidação e pequenos rasgos nas bordas. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52615108624659,"sku":"00201","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0201-thumb.png?v=1768365378"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/collections\/Banner-Portugues-Verde_5d9c2cb6-3fad-4672-ae36-cf661e77d15f.jpg?v=1763439282","url":"https:\/\/www.inactual.com.br\/collections\/primeiras-edicoes.oembed?page=3","provider":"Inactual","version":"1.0","type":"link"}