{"title":"Português","description":"","products":[{"product_id":"bocage-manuel-maria-barbosa-du-poesias-livraria-sa-da-costa-1943-00273","title":"BOCAGE, Manuel Maria Barbosa du (1765–1805). Poesias (Livraria Sá da Costa — Editora, Lisboa, 1943).","description":"\u003cp\u003eBOCAGE (Manuel Maria Barbosa du) [1765–1805].— COLLECÇÃO DE CLÁSSICOS SÁ DA COSTA \/\/ [Filete tipográfico circular] \/\/ Bocage \/\/ POESIAS \/\/ [Filete tipográfico horizontal duplo] \/\/ Selecção, prefácio e notas \/\/ de \/\/ Guerreiro Murta \/\/ [Marca tipográfica da Livraria Sá da Costa representando portal arquitetônico com escudo das quinas de Portugal e livro aberto] \/\/ LIVRARIA SÁ DA COSTA—EDITORA \/\/ Sêde: 100-102, Rua Garrett \/\/ Sucursal: 24, Poço Novo \/\/ LISBOA.— In-8.º, LVIII, 253 p. E. de luxo. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar pertence à tiragem especial limitada de 100 exemplares, assinado e numerado nº077. Reencadernado — encadernação de luxo. Possui dedicatória datada em 14 de Junho de 1951. \u003cbr\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52212823523603,"sku":"00273","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"guimaraens-alphonsus-poesia-completa-nova-aguilar-2001-00009","title":"GUIMARAENS, Alphonsus de (1870–1921). Poesia completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2001).","description":"\u003cp\u003eGUIMARAENS (Alphonsus de) [1870–1921].— ALPHONSUS DE \/\/ GUIMARAENS \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Alphonsus de Guimaraens Filho \/\/ COM A COLABORAÇÃO DE \/\/ Alexei Bueno \/\/ Afonso Henriques Neto \/\/ [À esquerda, monograma da Editora Nova Aguilar com as letras “N” e “A” entrelaçadas em vermelho; à direita, monograma institucional da Fundação Biblioteca Nacional (Ministério da Cultura), com as letras “B” e “N” entrelaçadas, também em vermelho] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2001.— In-12.º, 652, [4] p. E. editorial com sobrecapa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAcompanha sobrecapa preservada. Apresenta apenas alguns pontos de oxidação, sobretudo nas folhas de guarda. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236042207507,"sku":"00009","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0009-alphonsus-guimaraens-poesia-completa-thumb.jpg?v=1777958330"},{"product_id":"antologia-da-poesia-portuguesa-seculos-xii-a-xx-lello-e-irmao-1977-2-vols-sku-0052","title":"TORRES, Alexandre Pinheiro (1923–1999). Antologia da Poesia Portuguesa (Séc. XII–Séc. XX) (Lello \u0026 Irmão – Editores, Porto, 1977).","description":"\u003cp\u003eTORRES (Alexandre Pinheiro) [introdução, seleção e notas].— ANTOLOGIA \/\/ DA POESIA \/\/ PORTUGUESA \/\/ (Séc. XII–Séc. XX). — Lello \u0026amp; Irmão Editores \/\/ Antologia da Poesia Portuguesa \/\/ (SÉC. XII – SÉC. XX) \/\/ VOLUME I \/\/ (Sécs. XII-XVI) \/\/ Da Pooesia Trovadoresca Galego-Portuguesa ao Renascimento \/\/ VOLUM II \/\/ (Sécs. XVII-XX) \/\/ Introdução, seleção e notas de \/\/ ALEXANDRE PINHEIRO TORRES \/\/ Professor Extraordinário da Faculdade de Letras da Universidade de Cardiff \/\/ [marca tipográfica da Lello \u0026amp; Irmão Editores em tinta preta: escudo com figura mitológica] \/\/ 1977 \/\/ LELLO \u0026amp; IRMÃO - EDITORES \/\/ PORTO.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra monumental em dois volumes, esta antologia percorre a tradição poética portuguesa desde os primórdios trovadorescos até às vanguardas do século XX. Alexandre Pinheiro Torres, responsável pela seleção e aparato crítico, oferece um panorama histórico-literário abrangente, permitindo acompanhar a evolução das formas, dos temas e das sensibilidades poéticas ao longo de oito séculos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO primeiro volume reúne a lírica medieval galego-portuguesa, o classicismo renascentista de Sá de Miranda e António Ferreira, o barroco e o arcadismo, até alcançar o apogeu do Romantismo e do Realismo oitocentista. O segundo volume é dedicado à modernidade, com Fernando Pessoa e seus heterônimos, Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca, os modernistas e neorrealistas, chegando até a poesia contemporânea.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os destaques da coletânea estão os sonetos de Luís de Camões, cuja poesia condensa de maneira exemplar o espírito renascentista e a reflexão universal sobre a transitoriedade da vida. É justamente um de seus versos mais célebres que resume o sentido maior da poesia portuguesa: a consciência do tempo e da mudança.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMuda-se o ser, muda-se a confiança;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTodo o mundo é composto de mudança,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTomando sempre novas qualidades.»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(v. I, p. 1207).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração ornamental nas lombadas, preservada. Apresenta alguns pontos de oxidação nos cortes - sobretudo nos cortes superiores - e nas primeiras e últimas páginas, sem prejudicar os textos. Observa-se, ainda, folhas ante-rosto e de rosto amareladas pelo tempo. Miolo íntegro, firme e bem preservado, em ambos os volumes. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236328534291,"sku":"00052","price":790.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0053-thumb.jpg?v=1766769528"},{"product_id":"machado-de-assis-obra-completa-companhia-jose-aguilar-1971-1979-sku-0175","title":"MACHADO DE ASSIS (Joaquim Maria) [1839–1908]. Obra completa (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1971–1979), 3 vols.","description":"\u003cp\u003eMACHADO DE ASSIS (Joaquim Maria) [1839–1908].— MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada por \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME I \/\/ Organização da Presente Edição \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ O Texto da Presente Edição \/\/ J. GALANTE DE SOUSA \/\/ Machado de Assis na Literatura Brasileira \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Esbôço Biográfico de Machado de Assis \/\/ RENARD PÉREZ \/\/ ROMANCES \/\/ O Romancista \/\/ BARRETO FILHO \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"JAE\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ [ ———] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1971 \/\/ MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada por \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME II \/\/ CONTO E TEATRO \/\/ Machado de Assis, Contador de Histórias \/\/ MÁRIO MATOS \/\/ O Teatrólogo \/\/ MÁRIO DE ALENCAR \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"ENA\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ [ ———] \/\/ RIO DE JANEIRO. RJ, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1979 \/\/ MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada por \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME III \/\/ POESIA \/\/ O Poeta \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ CRÔNICA \/\/ Machado de Assis Cronista \/\/ GUSTAVO CORÇÃO \/\/ CRÍTICA \/\/ Machado de Assis, o Crítico \/\/ TRISTÃO DE ATAÍDE \/\/ EPISTOLÁRIO \/\/ Um Machado Diferente \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ APÊNDICE \/\/ O Testamento Estético de Machado de Assis \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"JAE\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1973.— In-12.º., 3 v. (Vol. I, 1.214, [2] p.; Vol. II, 1.199, [2] p.; Vol. III, 1.198, [2] p.). E. editorial de couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Maria Machado de Assis é considerado o maior nome da literatura brasileira. Fundador e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, construiu uma obra que atravessa gêneros como romance, conto, crônica, poesia e teatro, marcada pela ironia fina, pelo olhar crítico sobre a sociedade e pela sondagem psicológica de seus personagens. Entre seus romances mais consagrados estão \u003cem\u003eMemórias Póstumas de Brás Cubas \u003c\/em\u003e(1881),\u003cem\u003e Quincas Borba \u003c\/em\u003e(1891) e\u003cem\u003e Dom Casmurro\u003c\/em\u003e (1899), que o consagraram como um dos grandes mestres da literatura em língua portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe Memórias Póstumas de Brás Cubas vem uma das passagens mais célebres da literatura brasileira, que resume o tom filosófico e irônico de sua obra:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.» \u003c\/em\u003e(Memórias Póstumas de Brás Cubas, v. I, p. 639).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA edição aqui apresentada foi publicada pela Companhia José Aguilar Editora, no Rio de Janeiro. Trata-se de um marco editorial brasileiro, organizada por Afrânio Coutinho, reunindo de forma integral a produção literária de Machado. Os exemplares correspondem ao Volume I e ao Volume III da 3ª edição (1971-1973) e ao Volume II da 4ª edição (1979). Apesar da diferença de tiragem entre o segundo volume e os demais, não há prejuízo de conteúdo ou repetição; os três integram de forma coesa e completa a coleção, formando um conjunto uniforme e de grande valor para bibliotecas e colecionadores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs características físicas incluem encadernação editorial em couro, com folha de guarda estampada íntegra. O miolo, em papel-bíblia característico da coleção Aguilar, apresenta impressão clara e uniforme. Os três volumes encontram-se em excelente estado de conservação, com capas firmes, lombadas preservadas e miolo limpo. O corte superior mantém o tingimento rosado\/avermelhado bem preservado e de cor vívida. No Volume II, há apenas um pequeno desgaste superficial na lombada, próximo ao título, sem qualquer prejuízo ao texto ou aos ornamentos em douração. Os exemplares não apresentam rasuras, grifos ou anotações, reforçando sua raridade e valor como conjunto completo. Registra-se apenas um carimbo discreto no verso da última página do Volume I, localizado na parte em branco ao final, contendo unicamente uma numeração de identificação. Sem assinaturas, marcações ou outros carimbos. \u003cem\u003eVol. I: 3.ª edição,1971; Vol. II: 4.ª edição, 1979; Vol. III: 3.ª edição, 1973.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240260202771,"sku":"00175","price":820.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0175-thumb.png?v=1768079552"},{"product_id":"cruz-e-sousa-obra-completa-nova-aguilar-2000-sku-0033","title":"CRUZ E SOUSA, João da (1861–1898). Obra Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2000).","description":"\u003cp\u003eSOUSA (João da Cruz) [1861–1898].— CRUZ E SOUSA \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Andrade Murici \/\/ ATUALIZAÇÃO E NOTAS \/\/ Alexei Bueno \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2000 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CRUZ E SOUSA \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Nota editorial da primeira edição \/\/ Atualidade de Cruz e Sousa \/ Cronologia da vida e da obra \/\/ POESIA \/\/ Broquéis \/ Faróis \/ Últimos sonetos \/ O livro derradeiro \/\/ (Cambiantes, Outros sonetos, Campesinas, Dispersas e Julieta dos Santos) \/\/ PROSA \/\/ Tropos e fantasias \/ Missal \/ Evocações \/\/ Outras evocações \/ Dispersos \/ Histórias simples \/ Correspondência \/\/ APÊNDICE \/\/ Notas e variantes \/ Bibliografia \/\/ Índices.— In-12.º., 899, [1] p. E editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCruz e Sousa, nascido em Santa Catarina e filho de pais negros alforriados, afirmou-se como o maior representante do Simbolismo brasileiro, movimento literário que valorizava a musicalidade, a sugestão e a transcendência da linguagem. Por sua condição singular — poeta negro em uma sociedade marcada pelo racismo estrutural — e pela elevação estética de sua poesia, foi consagrado pela crítica como o “\u003cem\u003eCisne Negro\u003c\/em\u003e”, epíteto formulado por Nestor Vítor e reiterado por Andrade Murici. O cisne, imagem da pureza e da espiritualidade, unido à cor negra, sintetiza a tensão entre a exclusão social e a universalidade estética que marca sua obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA poesia de Cruz e Sousa dialoga diretamente com o Simbolismo europeu, em especial com Baudelaire e Mallarmé, ao trabalhar imagens de transcendência, musicalidade das palavras e uma visão quase mística da arte. No entanto, sua experiência concreta de marginalização no Brasil dá à sua obra uma densidade única: ela é ao mesmo tempo universal e profundamente situada no contexto social brasileiro do fim do século XIX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO soneto \u003cem\u003ePost Mortem\u003c\/em\u003e, incluído em Broquéis (1893), revela com intensidade essa dimensão: a ideia de que, embora o corpo se desfaça e a fama terrena se esgote, os sonhos e os versos sobrevivem, eternizados no espírito humano e na grandeza da arte. Aqui, a lírica simbolista se alia a um sentimento de imortalidade artística, onde a poesia triunfa sobre a morte.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e                «POST MORTEM\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eQuando do amor das Formas inefáveis\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNo teu sangue apagar-se a imensa chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQuando os brilhos estranhos e variáveis\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEsmorecerem nos troféus da Fama.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eQuando as níveas Estrelas invioláveis,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDoce velário que um luar derrama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNas clareiras azuis ilimitáveis\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eClamarem tudo o que o teu Verso clama.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eJá terás para os báratros descido,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNos cilícios da Morte revestido,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePés e faces e mãos e olhos gelados…\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eMas os teus Sonhos e Visões e Poemas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePelo alto ficarão de eras supremas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNos relevos do Sol eternizados!»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 88)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração na lombada e assinatura fac-símile na capa preservada. Lombada, capa e miolo íntegros, limpos e conservados. Apresenta pontos de oxidação, sobretudo nos cortes e nas primeiras e últimas páginas. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e2.ª reimpressão da 1.ª edição.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240691527955,"sku":"00033","price":670.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0033-1-thumb.jpg?v=1760037367"},{"product_id":"jorge-de-lima-poesia-completa-editora-nova-aguilar-1997-sku-0034","title":"LIMA, Jorge Mateus de (1893–1953). Poesia Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eLIMA, (Jorge Mateus de) [1893–1953].— JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Alexei Bueno \/\/ TEXTOS CRÍTICOS \/\/ Marco Lucchesi \/\/ José Américo de Almeida \/\/ José Lins do Rego \/\/ Benjamin Lima \/\/ Tristão de Ataíde \/\/ Manuel Anselmo \/\/ Mário de Andrade \/\/ Gilberto Freyre \/\/ Fausto Cunha \/\/ João Gaspar Simões \/\/ Euríalo Canabrava \/\/ Murilo Mendes \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ O sistema Jorge de Lima \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Auto-retrato intelectual \/ Fortuna crítica \/\/ POESIA \/\/ Poemas da infância e sonetos \/ XIV Alexandrinos \/\/ Poemas \/ Novos poemas \/ Poemas escolhidos \/\/ Poemas negros \/ Tempo e eternidade \/\/ A túnica inconsútil \/ Anunciação e encontro de Mira-Celi \/\/ Livro de sonetos \/ Invenção de Orfeu \/ Castro Alves — vidinha \/\/ Poemas dispersos \/ Poemas traduzidos \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/ Índice de títulos e primeiros versos \/\/ Índice geral.— In-12.º., 902, [2] p. E editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJorge de Lima ocupa um lugar central na poesia brasileira do século XX, transitando do parnasianismo e do simbolismo a uma poética de tom social, místico e barroco. Médico, político e poeta, sua obra é múltipla, mas ganha força especial no engajamento com a condição humana e com a história cultural do Brasil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003ePoemas Negros\u003c\/em\u003e, o poeta mergulha na condição histórica e espiritual da diáspora africana no Brasil, denunciando a escravidão e refletindo sobre a formação mestiça da identidade nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo poema “\u003cem\u003eFoi mudando, mudando\u003c\/em\u003e”, essa meditação adquire cadência de ladainha, insistindo na pergunta sobre as raízes do povo brasileiro. O tom reiterativo transforma-se em interrogação existencial e histórica, que no desfecho ecoa como síntese pungente:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Quem foi que te deu esta sabedoria,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emais dengo e alvura,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ecabelo escorrido, tristeza do mundo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003edesgosto da vida, orgulho de branco, algemas, resgates, alforrias?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eFoi negro, foi índio ou foi cristão?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQuem foi que mudou teu leite,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu sangue, teus pés,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu modo de amar,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteus santos, teus ódios,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu fogo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu suor,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua espuma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua saliva, teus abraços, teus suspiros, tuas comidas,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua língua?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTe vendo, medito: foi negro, foi índio ou foi cristão?»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 310)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA repetição obsessiva da pergunta retórica constrói uma verdadeira liturgia da mestiçagem brasileira, revelando a hibridez cultural, religiosa e corporal do povo. Mais do que identificar uma origem única, Jorge de Lima mostra que a identidade nacional nasce da mistura de raças e culturas, mas também das marcas profundas da escravidão, da violência colonial e da resistência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse poema é, ao mesmo tempo, denúncia e celebração, ecoando a memória dos povos oprimidos (negros e indígenas), mas também registrando como a herança cristã se impôs de forma violenta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com lombada ornada em prateado preservada e douração preservada na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro, apresentando alguns pontos de oxidação no corte e algumas manchas de tempo nas primeiras e últimas páginas, normais para a edição de 1997, sem comprometer a leitura.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240705716499,"sku":"00034","price":570.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0034-Thumb.png?v=1769489740"},{"product_id":"castro-alves-obra-completa-editora-nova-aguilar-1997-sku-0035","title":"CASTRO ALVES, Antônio Frederico de (1847–1871). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eCASTRO ALVES, (Antônio Frederico de) [1847–1871].— CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ EDIÇÃO COMEMORATIVA DO SESQUICENTENÁRIO \/\/ Organização, fixação de texto e Notas de \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ [retrato do autor em tom acobreado, com assinatura fac-símile em tinta preta] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota à Edição do Sesquicentenário (Alexei Bueno) \/\/ Nota Editorial da Primeira Edição (Afrânio Coutinho) \/\/ Critério da Edição \/ Castro Alves e o Romantismo Brasileiro \/\/ (Eugênio Gomes) \/\/ Vida Efêmera e Ardente de Castro Alves (Afrânio Peixoto) \/\/ Reportagem Iconográfica \/\/ Cronologia da Vida e da Obra (Eugênio Gomes) \/\/ POESIA \/\/ Espumas Flutuantes \/ Os Escravos \/\/ A Cachoeira de Paulo Afonso \/ Poesias Coligidas \/\/ PROSA \/\/ Gonzaga ou a Revolução de Minas \/\/ Fragmentos \/ Correspondência \/\/ APÊNDICE \/\/ Diálogo Epistolar Entre José de Alencar e Machado de Assis \/\/ Notas e Variantes \/ Bibliografia (Eugênio Gomes).— In-12.º., 906, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCastro Alves, o «Poeta dos Escravos», inscreveu-se na terceira geração romântica brasileira com vigor condoreiro, colocando sua poesia a serviço da denúncia social e da luta pela liberdade. Sua lírica funde o tom oratório, a musicalidade e imagens de impacto, assumindo uma dimensão épica contra a escravidão e em defesa da dignidade humana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eOs Escravos\u003c\/em\u003e, publicado postumamente, a denúncia atinge o plano íntimo e familiar, expondo a dor e a degradação impostas às mulheres escravizadas. O poema \u003cem\u003eTragédia no Lar\u003c\/em\u003e dramatiza, em linguagem pungente, a maternidade marcada pela opressão e pelo estigma social, transformando a experiência íntima em denúncia universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Por que tremes, mulher? Que estranho crime,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue remorso cruel assim te oprime\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eE te curva a cerviz?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO que nas dobras do vestido ocultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um roubo talvez que aí sepultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ seu filho... Infeliz!...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSer mãe é um crime, ter um filho — roubo!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAmá-lo uma loucura! Alma de lodo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePara ti — não há luz.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTens a noite no corpo, a noite na alma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePedra que a humanidade pisa calma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Cristo que verga à cruz!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 231)\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com lombada ornamentada em prateado e assinatura fac-símile de Castro Alves em dourado na capa. Lombada, capa e miolo íntegros e firmes, com guardas levemente amareladas e alguns pequenos pontos de oxidação. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240717250835,"sku":"00035","price":350.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0035-1-thumb_51028750-8c49-4358-8624-1661ebed7060.jpg?v=1760061574"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-2004-sku-0042","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2004).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980].— VINICIUS DE \/\/ MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Organização \/\/ EUCANAÃ FERRAZ \/\/ [ marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"NA\" entrelaçadas] \/\/ ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2004 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série brasileira \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume único \/\/ NTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/ Vinícius, meu irmão \/\/ Cronologia da vida e da obra \/ Iconografia \/ Fortuna crítica \/\/ POESIA \/\/ O caminho para a distância \/ Forma e exegese \/\/ Ariana, a mulher \/ Novos poemas \/\/ Cinco elegias \/ Poemas, sonetos e baladas \/\/ Pátria minha \/ Antologia poética \/ Livro de sonetos \/\/ Novos poemas II \/ A arca de Noé \/ Poesias coligidas \/\/ POESIA \/ PROSA \/\/ Para viver um grande amor \/\/ PROSA \/\/ Reportagens poéticas \/ Para uma menina com uma flor \/\/ Crônicas \/ Crítica de cinema \/\/ CANCIONEIRO \/\/ TEATRO \/\/ Cordélia e o peregrino \/ Orfeu da Conceição \/\/ Procura-se uma rosa \/ As feras \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ Índice de títulos e primeiros versos \/\/ Índice geral.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 307).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius, como «Se Todos Fossem Iguais a Você», samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 1355–1356).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Capa dura com sobrecapa e box ilustrados conservados. Cortes limpos, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. 4.ª edição, 2004.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240742547731,"sku":"00042","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0042-thumb.jpg?v=1767665235"},{"product_id":"cardozo-joaquim-maria-moreira-poesia-completa-prosa-nova-aguilar-massangana-2008-00030","title":"CARDOZO, Joaquim Maria Moreira (1897–1978). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar \/ Fundação Joaquim Nabuco – Editora Massangana, Rio de Janeiro, 2008).","description":"\u003cp\u003eCARDOZO (Joaquim Maria Moreira) [1897–1978].— JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ [símbolo gráfico estilizado em preto, composto por duas formas semicirculares opostas, acompanhadas da inscrição \"FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO \/ EDITORA MASSANGANA] \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO : EDITORA NOVA AGUILAR : 2008 \/\/ [ilustração com retrato de Joaquim Cardozo em traço linear, estilo esboço, em tinta preta, acompanhada de dedicatória manuscrita fac-símile: \"ao Cardozo \/\/ do \/\/ E di Cavalcanti\"] \/\/ [assinatura fac-símile do autor] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ Apresentação \/ Poesia \/ Signo estrelado \/ \/\/ Trivium \/ Mundos paralelos \/ O interior da matéria \/ \/\/ Um livro aceso e nove canções sombrias \/ Outros poemas \/\/ CONTOS \/\/ SOBRE LITERATURA E ARTE \/\/ SOBRE ARQUITETURA E URBANISMO \/\/ DOCUMENTOS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.— In-12.º., [6], XXVIII, 686, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Cardozo foi poeta, engenheiro e intelectual pernambucano de rara originalidade. Próximo de Gilberto Freyre e colaborador de Oscar Niemeyer em cálculos estruturais de obras icônicas, destacou-se por uma poesia marcada pelo rigor formal, pelo ritmo inovador e pelo diálogo entre ciência, modernidade e tradição lírica nordestina. Sua obra ocupa posição de destaque na literatura brasileira do século XX, combinando imaginação, precisão técnica e profundidade reflexiva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar \/ Massangana, esta edição reúne em volume de referência a totalidade da produção poética e em prosa de Cardozo. Acompanhada de aparato crítico e organização cuidadosa, trata-se de obra essencial para estudiosos da literatura e para apreciadores da modernidade poética brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm Cemitério da Infância (1953), Cardozo condensa o tema da memória em imagens de grande força simbólica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«No cemitério da Infância\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEra manhã quando entrei,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDas plantas que vi florindo\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDe tantas me deslumbrei…»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 214)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNesta estrofe, a infância é evocada como espaço de florescimento e maravilha, mas também de esquecimento e perda. O contraste entre as plantas que deslumbram e os rostos que se apagam traduz a transitoriedade da experiência humana frente à permanência da natureza. É poesia que instiga à reflexão sobre a memória, o tempo e o que resta daquilo que vivemos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com sobrecapa e estojo preservados. Fita de leitura preservada. Dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. Sem marcações, carimbos ou assinaturas. \u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240753983763,"sku":"00030","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0030-Thumb.png?v=1769487221"},{"product_id":"joao-cabral-de-melo-neto-obra-completa-nova-aguilar-2003-sku-0031","title":"MELO NETO, João Cabral de (1920–1999). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2003).","description":"\u003cp\u003eMELO NETO (João Cabral de) [1920–1999].— JOÃO CABRAL \/\/ DE MELO NETO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Edição organizada por Marly de Oliveira com assistência do autor \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2003 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOÃO CABRAL DE MELO NETO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Volume único \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Prefácio \/ Cronologia da vida e da obra \/ Bibliografia \/\/ POESIA \/\/ Pedra do sono \/ Os três mal-amados \/ O engenheiro \/\/ Psicologia da composição \/ O cão sem plumas \/ O rio \/\/ Paisagens com figuras \/ Morte e vida severina \/\/ Uma faca só lâmina \/ Quaderna \/ Dois parlamentos \/ Serial \/\/ A educação pela pedra \/ Museu de tudo \/ A escola das facas \/\/ Auto do frade \/ Agrestes \/ Crime na Calle Relator \/\/ Sevilha andando \/ Andando Sevilha \/\/ PROSA \/\/ Considerações sobre o poeta dormindo \/ Jean Miró \/\/ Poesia e composição \/ Crítica literária \/ Da função moderna da poesia \/\/ Como a Europa vê a América \/ Elogio de Assis Chateaubriand \/\/ A diversidade cultural no diálogo Norte-Sul \/\/ Agradecimento pelo Prêmio Neustadt \/\/ APÊNDICE \/\/ Primeiros poemas \/\/ ÍNDICES.— In-12.º., 837 p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição monumental organizada por Marly de Oliveira, com assistência do autor, reúne toda a produção de João Cabral - poesia, prosa, discursos, textos críticos e escritos dispersos -, constituindo um verdadeiro arquivo integral em um volume único. Apresenta aparato crítico extenso, cronologia e fortuna crítica, estabelecendo-se como edição de referência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoão Cabral de Melo Neto (1920–1999), poeta pernambucano, é uma das vozes mais rigorosas e inovadoras da literatura brasileira do século XX. Sua poesia alia economia verbal, construção quase arquitetônica dos versos e forte dimensão social, particularmente voltada à realidade nordestina. Em \u003cem\u003eMorte e Vida Severina\u003c\/em\u003e, essa poética se condensa de forma exemplar, quando o autor dá voz ao retirante que se reconhece em todos os outros, definindo a própria existência pela repetição da miséria e pela proximidade da morte:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«E se somos Severinos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eiguais em tudo na vida,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emorremos de morte igual,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emesma morte severina:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eque é a morte de que se morre\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede velhice antes dos trinta,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede emboscada antes dos vinte,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede fome um pouco por dia\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(de fraqueza e de doença\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eé que a morte severina\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eataca em qualquer idade,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ee até gente não nascida).»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 172)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEste trecho concentra o núcleo simbólico do poema: a constatação de que a identidade dos «Severinos» é a da repetição da miséria, da morte precoce e inevitável. Cabral traduz em forma poética a violência estrutural contra o povo sertanejo, num ritmo seco, quase litúrgico. A força impactante da passagem está na denúncia direta, em que a morte não é destino individual, mas destino coletivo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile em ouro na capa. Capa, lombada e miolo íntegros, limpos e preservados. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240762962195,"sku":"00031","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0031-1-thumb.jpg?v=1760073131"},{"product_id":"lima-barreto-afonso-henriques-prosa-seleta-nova-aguilar-2001-00032","title":"LIMA BARRETO, Afonso Henriques de (1881–1922). Prosa Seleta (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2001).","description":"\u003cp\u003eBARRETO, (Afonso Henriques de Lima) [1881–1922].— LIMA BARRETO \/\/ Prosa Seleta \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Eliane Vasconcellos \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2001 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ LIMA BARRETO \/\/ PROSA SELETA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Fortuna crítica \/ Iconografia \/\/ ROMANCES \/\/ Recordações do escrivão Isaías Caminha \/\/ Triste fim de Policarpo Quaresma \/ Numa e a ninfa \/\/ Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá \/ Clara dos Anjos \/\/ SÁTIRAS \/\/ Os Bruzundangas \/ Coisas do reino do Jambom \/\/ CONTOS \/\/ Histórias e sonhos \/ Outros contos \/\/ MEMORIALÍSTICA \/\/ Diário íntimo \/ Cemitério dos vivos \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ Índice geral.— In-12.º., 1518, [2] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLima Barreto foi um dos grandes nomes da literatura brasileira do início do século XX. Jornalista, romancista e cronista, destacou-se por sua escrita direta, marcada pela crítica social, pela denúncia do racismo estrutural e pela exposição das contradições da Primeira República. Sua obra, permeada de ironia e melancolia, reflete a luta do escritor contra os preconceitos da elite letrada e contra a marginalização das camadas populares. É nesse espírito que surge \u003cem\u003eTriste fim de Policarpo Quaresma\u003c\/em\u003e, romance em que o autor constrói, através do personagem-título, a imagem do patriota idealista, devotado integralmente ao país:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha predileção por esta ou aquela parte de seu país, tanto assim que aquilo que fazia vibrar de paixão não eram só os pampas do Sul com o seu gado, não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara, não era a altura de Paulo Afonso, não era o estro de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves — era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira do Cruzeiro.»\u003c\/em\u003e (p. 264)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eAqui, Barreto condensa a essência de seu protagonista: um nacionalista cuja paixão pelo Brasil é total e indivisível. A enumeração dos símbolos regionais — pampas, café, ouro, diamantes, belezas naturais e nomes da cultura e da história — compõe um mosaico que encarna a utopia de um país harmônico e grandioso. No entanto, ao fundir todos esses elementos sob “a bandeira do Cruzeiro”, o autor sugere também a tensão entre o sonho de unidade e a dura realidade da fragmentação social e política. A força da passagem está justamente nesse contraste: a grandeza da visão de Quaresma e a tragédia de sua impotência diante da pátria real.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde. Douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile na capa. Lomba, capa e miolo íntegros, limpos e bem conservados. Apresenta alguns pontos de oxidação, sobretudo nos cortes e folhas de guarda. Não acompanha sobrecapa. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240774791443,"sku":"00032","price":320.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0032-thumb.png?v=1768348903"},{"product_id":"fernando-sabino-obra-reunida-editora-nova-aguilar-1996-sku-0036","title":"SABINO, Fernando (1923–2004). Obra reunida (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1996), 3 vols.","description":"\u003cp\u003eSABINO, (Fernando Tavares) [1923–2004]. — FERNANDO SABINO \/\/ OBRA REUNIDA \/\/ Edição organizada com a colaboração do Autor \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1996 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ FERNANDO SABINO \/\/ OBRA REUNIDA \/\/ em três volumes \/\/ VOLUME I \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Perfil \/ Ensaio \/ Opinião \/ Seleta \/ Cronologia \/\/ LIVROS \/\/ Os Grilos Não Cantam Mais \/ A Marca \/ A Cidade Vazia \/\/ A Vida Real \/ Lugares-Comuns \/ O Encontro Marcado \/\/ O Homem Nu \/ A Mulher do Vizinho \/\/ VOLUME II \/\/ A Companheira de Viagem \/ A Inglesa Deslumbrada \/ Gente \/\/ Deixa o Alfredo Falar! \/ O Encontro das Águas \/ O Grande Mentecapto \/\/ A Falta Que Ela Me Faz \/ A Faca de Dois Gumes \/\/ VOLUME III \/\/ O Menino no Espelho \/ O Gato Sou Eu \/ O Tabuleiro de Damas \/\/ De Cabeça para Baixo \/ A Volta por Cima \/ Zélia, uma Paixão \/\/ Aqui Estamos Todos Nus \/ Com a Graça de Deus \/\/ APÊNDICE \/\/ Cartas a um Jovem Escritor \/\/ Citações e Referências em O Encontro Marcado e O Grande Mentecapto \/\/ Bibliografia \/ ÍNDICES.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFernando Sabino foi escritor, cronista e jornalista mineiro, reconhecido como um dos grandes nomes da literatura brasileira do século XX. Autor de prosa lírica e acessível, soube traduzir a vida cotidiana em narrativas de humor, delicadeza e reflexão, conquistando público amplo sem perder densidade literária.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eO menino no espelho\u003c\/em\u003e, talvez o mais emblemático de seus livros em termos de memória e identidade, Sabino revisita sua infância em Belo Horizonte com lirismo e imaginação. O episódio concentra a essência de sua escrita: uma infância mágica que guarda lições simples, mas profundas, para a vida adulta. É nesse clima de encantamento e revelação que surge a lembrança de um ensinamento inesquecível:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«O homem disse que tinha de ir embora — antes queria me ensinar uma coisa muito importante:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Você quer conhecer o segredo de ser um menino feliz para o resto da sua vida?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Quero — respondi.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO segredo se resumia em três palavras, que ele pronunciou com intensidade, mãos nos meus ombros e olhos nos meus olhos:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Pense nos outros.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa hora achei esse segredo meio sem graça. Só bem mais tarde vim a entender o conselho que tantas vezes na vida deixei de cumprir. Mas que sempre deu certo quando me lembrei de segui-lo, fazendo-me feliz como um menino.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(v. III, p. 13)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO trecho condensa a filosofia que perpassa toda a obra de Sabino: a ideia de que a simplicidade e a generosidade são caminhos para a verdadeira felicidade. O segredo revelado — “pensar nos outros” — expressa a importância da empatia e da solidariedade como forças capazes de manter viva, na vida adulta, a pureza e a leveza próprias da infância. Essa fusão de ingenuidade e sabedoria, em que pequenos gestos têm grande sentido, tornou o livro um clássico moderno da literatura infantojuvenil brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA força dessa narrativa foi tamanha que em 2014 recebeu uma adaptação cinematográfica homônima, dirigida por Guilherme Fiúza Zenha e estrelada por Lino Facioli no papel de Fernando. O filme, ambientado na Belo Horizonte dos anos 1930, reforça o caráter universal da obra, projetando seu legado para novas gerações e reafirmando Sabino como cronista sensível da infância e da memória.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, douração preservada em ornamentos na lombada e na assinatura fac-símile na capa. Lombada, capa e miolo íntegros e firmes, com alguns pequenos pontos de oxidação, sobretudo nos cortes, primeiras e últimas páginas. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240803463443,"sku":"00036","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0036-1-thumb_8169a31c-20a5-4e03-ba23-17de5be12fb6.jpg?v=1760045461"},{"product_id":"afonso-arinos-de-melo-franco-um-estadista-da-republica-editora-nova-aguilar-1977-sku-0038","title":"FRANCO, Afonso Arinos de Melo (1905–1990). Um estadista da República (Afrânio de Melo Franco e seu tempo) (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eFRANCO, (Afonso Arinos de Melo) [1905–1990].— BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ AFONSO ARINOS \/\/ DE MELO FRANCO \/\/ (AFRÂNIO DE MELO FRANCO E SEU TEMPO) \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ AFONSO ARINOS: O POLÍTICO, O ESCRITOR E O HOMEM \/\/ BIBLIOGRAFIA \/ BIOCRONOLOGIA \/\/ PRIMEIRA PARTE \/\/ FASE PROVINCIAL \/\/ (1870 - 1906) \/\/ SEGUNDA PARTE \/\/ FASE NACIONAL \/\/ (1906 - 1923) \/\/ TERCEIRA PARTE \/\/ FASE INTERNACIONAL \/\/ (1923 - 1943) \/\/ APÊNDICE \/\/ ÍNDICE DE ASSUNTOS \/\/ ÍNDICE ONOMÁSTICO \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com as iniciais 'BB' e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [foto do autor em preto e branco] \/\/ O AUTOR NO PALÁCIO DO ITAMARATY, NO RIO DE JANEIRO, FRENTE AO BUSTO DO PAI \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO \/\/ UM ESTADISTA DA REPÚBLICA \/\/ (AFRÂNIO DE MELO FRANCO E SEU TEMPO) \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Afonso Arinos: o político, o escritor e o home \/\/ Bibliografia \/ Biocronologia \/\/ ANTÔNIO HOUAISS \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.— In-12.º., 1259, [2] p. E editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAfonso Arinos de Melo Franco, figura entre os mais notáveis intérpretes da Primeira República, combinando o rigor histórico com a vivacidade narrativa. \u003cem\u003eEm Um Estadista da República: Afrânio de Melo Franco e seu tempo\u003c\/em\u003e, o autor reconstitui com rigor histórico e densidade literária o percurso de seu pai Afrânio de Melo Franco (1870-1943), articulando sua biografia à evolução política do Brasil entre o fim do Império e as primeiras décadas republicanas, recompondo sua trajetória de Minas à diplomacia internacional e usa a figura do estadista para iluminar o funcionamento da Primeira República. A obra combina memória familiar, análise documental e interpretação crítica, tornando-se uma referência para a compreensão da Primeira República e da inserção do Brasil no cenário internacional. O recorte em fases (provincial, nacional e internacional) dá ritmo narrativo e amplitude histórica ao perfil. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e A narrativa é permeada por episódios vívidos que revelam tanto o espírito público quanto as tensões da época, iluminando também personagens centrais do período, em tom quase literário, mesclando drama, ironia e análise histórica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse estilo torna a obra singular: ao mesmo tempo em que é fonte documental, é também leitura crítica sobre a cultura política brasileira, marcada por personalismos, confrontos e gestos que oscilam entre a ousadia e a tragédia. Entre eles, o retrato do senador Pinheiro, cuja bravura se destacou em meio às disputas parlamentares, ilustra o ambiente político carregado de paixões e riscos: \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Pinheiro, bravo como poucos, tinha sempre presente a probabilidade de um fim de vida trágico. Prova isto um curioso episódio havido entre ele e Bernardo Monteiro.\u003cbr\u003eCerto dia Pinheiro estava no quarto do hotel do senador mineiro, seu amigo, assistindo à toilette deste, pois iam juntos para o Senado. Em dado momento reclamou contra a modéstia da roupa íntima de Bernardo, principalmente contra as ceroulas compridas, elásticas, amarradas com atilhos nos tornozelos. E ajuntou: \u003cbr\u003eVocê deve estar sempre preparado para morrer na rua; vista-se de seda por baixo, seja um cadáver decente.\u003cbr\u003eDe fato, verifica-se no auto exame cadavérico de Pinheiro Machado, que ele trazia roupas íntimas de seda, quando tombou assassinado..» \u003c\/em\u003e(p. 423)\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile do autor na capa. O exemplar apresenta miolo íntegro, firme, páginas levemente amareladas pelo tempo e pontos discretos de oxidação nos cortes, compatíveis com a idade da edição. Possui uma rubrica apenas na folha de rosto, que não atrapalha leitura. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240837902611,"sku":"00038","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0038-1-thumb.jpg?v=1760083623"},{"product_id":"freyre-gilberto-obra-escolhida-nova-aguilar-1977-00029","title":"FREYRE, Gilberto (1900–1987). Obra escolhida (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eFREYRE (Gilberto de Mello) [1900–1987]. — GILBERTO \/\/ FREYRE \/\/ OBRA \/\/ ESCOLHIDA \/\/ Nota Editorial \/\/ Gilberto Freyre, Tradição e Modernidade \/\/ ANTONIO CARLOS VILLAÇA \/\/ Cronologia da Vida e da Obra \/\/ Bibliografia Ativa e Passiva \/\/ EDSON NERY DA FONSECA \/\/ Índice Remissivo \/\/ Índice Onomástico \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\", encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual\"] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR, S.A., 1977.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGilberto Freyre foi sociólogo, antropólogo, ensaísta e uma das figuras centrais do pensamento social brasileiro do século XX. Formado em Ciências Sociais e História nos Estados Unidos, sob a influência de Franz Boas, destacou-se por sua interpretação original da formação do Brasil, analisando a vida patriarcal, a mestiçagem e a influência do escravismo na cultura nacional. Sua obra maior, Casa-Grande \u0026amp; Senzala (1933), é considerada marco fundador da sociologia brasileira moderna, ao lado de Sobrados e Mucambos (1936) e Ordem e Progresso (1959), que compõem a trilogia sobre a sociedade patriarcal luso-brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA presente edição reúne, em um só volume, Casa-Grande \u0026amp; Senzala, Sobrados e Mucambos, Nordeste e Novo Mundo nos Trópicos, além de introdução crítica de Antonio Carlos Villaça, cronologia organizada por Edison Ney de Fonseca, bibliografia ativa e passiva, índices remissivos e documentação iconográfica. Impressa em papel-bíblia e com acabamento de luxo característico das edições da Nova Aguilar, tornou-se uma referência editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as passagens mais emblemáticas de Casa-Grande \u0026amp; Senzala encontra-se a reflexão irônica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Costuma dizer-se que a civilização e a sifilização andam juntas: o Brasil, entretanto, parece ter-se sifilizado antes de se haver civilizado.»\u003c\/em\u003e (p. 148)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eTrecho que sintetiza a ousadia crítica de Freyre e seu estilo marcado por metáforas incisivas, revelando contradições da formação nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição enriquecida com material iconográfico preservado: retrato do autor, fac-símiles autógrafos, diplomas, documentos históricos e fotografias de família, casas-grandes, senzalas e personagens que ilustram a formação social brasileira, além de reproduções de edições originais, compondo um testemunho visual da trajetória de Gilberto Freyre e de sua obra maior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior com douração preservada. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240839737619,"sku":"00029","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0029-Thumb.png?v=1769496598"},{"product_id":"freyre-gilberto-obra-escolhida-nova-aguilar-1977-00085","title":"FREYRE, Gilberto (1900–1987). 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Formado em Ciências Sociais e História nos Estados Unidos, sob a influência de Franz Boas, destacou-se por sua interpretação original da formação do Brasil, analisando a vida patriarcal, a mestiçagem e a influência do escravismo na cultura nacional. Sua obra maior, Casa-Grande \u0026amp; Senzala (1933), é considerada marco fundador da sociologia brasileira moderna, ao lado de Sobrados e Mucambos (1936) e Ordem e Progresso (1959), que compõem a trilogia sobre a sociedade patriarcal luso-brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA presente edição reúne, em um só volume, Casa-Grande \u0026amp; Senzala, Sobrados e Mucambos, Nordeste e Novo Mundo nos Trópicos, além de introdução crítica de Antonio Carlos Villaça, cronologia organizada por Edison Ney de Fonseca, bibliografia ativa e passiva, índices remissivos e documentação iconográfica. 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Corte superior com douração preservada. Fita de leitura original presente. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez.\u003cem\u003e 1.ª edição, 1977.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240839835923,"sku":"00085","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"manuel-bandeira-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1977-sku-0044","title":"BANDEIRA, Manuel (1886–1968). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eBANDEIRA (Manuel Carneiro de Sousa) [1886–1968]. — MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ TRAJETÓRIA DE UMA POESIA \/ ITINERÁRIO DE PASÁRGADA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ A CINZA DAS HORAS \/ CARNAVAL \/\/ O RITMO DISSOLUTO \/ LIBERTINAGEM \/\/ ESTRELA DA MANHÃ \/ LIRA DOS CINQÜENT'ANOS \/\/ BELO BELO \/ OPUS 10 \/ ESTRELA DA TARDE \/\/ MAFUÁ DO MALUNGO \/\/ PROSA \/\/ CRÔNICAS DA PROVÍNCIA DO BRASIL \/\/ FLAUTA DE PAPEL \/ ENSAIOS LITERÁRIOS \/\/ CRÍTICA DE ARTE \/ ANDORINHA ANDORINHA \/\/ APÊNDICE \/\/ REPERTÓRIO ONOMÁSTICO \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [foto do autor em preto e branco] \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ MANUEL \/\/ BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ organizada pelo autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Trajetória de uma Poesia \/\/ SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA \/\/ Itinerário de Pasárgada \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ POESIA \/\/ Notas Preliminares de \/\/ FRANKLIN DE OLIVEIRA, JOÃO RIBEIRO, ALCEU AMOROSO LIMA \/\/ ANTÔNIO OLINTO, MÁRIO DE ANDRADE, MÚCIO LEÃO \/\/ WILSON CASTELO BRANCO, SÉRGIO MILLIET, FERNANDO GÓIS \/\/ LÊDO IVO, CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE E DANÚBIO RODRIGUES \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.— In-12.º., 745, [2] p. E. editorial em couro.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da poesia modernista brasileira, Manuel Bandeira construiu uma obra que une simplicidade coloquial, lirismo profundo e uma permanente busca de transcendência diante das limitações da vida. Neste volume monumental da Nova Aguilar, estão reunidos seus livros de versos, traduções, crônicas e ensaios, acompanhados de fortuna crítica e iconografia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas mais célebres está \u003cem\u003eVou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e (Libertinagem, 1930), verdadeiro hino à imaginação como refúgio e reinvenção da vida:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Vou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá sou amigo do rei\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá tenho a mulher que eu quero\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa cama que escolherei»\u003c\/em\u003e (p. 222).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePasárgada, cidade persa evocada pelo poeta, transforma-se aqui em território mítico e utópico, lugar de plenitude, liberdade e superação das dores. A simplicidade dos versos esconde uma força universal: a vontade de escapar da realidade limitada e reinventar a existência. O poema tornou-se símbolo cultural brasileiro, citado em música, teatro, estudos literários e até na fala cotidiana, permanecendo vivo como emblema da modernidade poética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa.  Cortes limpos, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. Possui carimbo de antigo proprietário na folha de rosto, em parte sem texto, não comprometendo nenhuma leitura. \u003cem\u003e4.ª edição, 1977.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240854483219,"sku":"00044","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0044-thumb.png?v=1768004607"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-editora-nova-aguilar-1991-sku-0065","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1991).","description":"\u003cp\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ Volume Único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ POESIA DO SENSÍVEL E DO IMAGINÁRIO \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ POESIA \/\/ VIAGEM \/ VAGA MÚSICA \/\/ MAR ABSOLUTO E OUTROS POEMAS \/\/ RETRATO NATURAL \/ AMOR EM LEONORETA \/\/ DOZE NOTURNOS DA HOLANDA \/ O AERONAUTA \/\/ ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA \/\/ PEQUENO ORATÓRIO DE SANTA CLARA \/\/ CANÇÕES \/ ROMANCE DE SANTA CECÍLIA \/\/ PISTÓIA, CEMITÉRIO MILITAR BRASILEIRO \/\/ DISPERSOS \/ POEMAS ESCRITOS NA ÍNDIA \/\/ METAL ROSICLER \/ SOLOMBRA \/ OU ISTO OU AQUILO \/\/ CRÔNICA TROVADA \/\/ [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formada pelo entrelaçamento das iniciais \"A\" e \"N\", símbolo característico da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S\/A, 1991 \/\/ [Gravura em página inteira com perfil de Cecília Meireles em preto e branco, com fac-símile da assinatura da autora abaixo] \/\/ CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/  [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formada pelo entrelaçamento das iniciais \"A\" e \"N\", símbolo característico da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S\/A, 1991.— In-12.º., 779, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume contempla desde \u003cem\u003eViagem\u003c\/em\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003cem\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/em\u003e e\u003cem\u003e Solombra\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se a célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!»\u003c\/em\u003e (p. 452).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Miolo íntegro, limpo e firme, com apenas algumas manchas de amarelamento nas primeiras e últimas páginas — sobretudo nas guardas. Cortes com alguns pequenos e leves pontos de oxidação, mas íntegros e preservados. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. Fita de leitura original presente. \u003cem\u003eSétima impressão da 3.ª edição, 1991.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240874471699,"sku":"0065","price":350.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0065-1-thumb.jpg?v=1760082163"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1981-sku-0026","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1981).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980]. — VINICIUS DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Edição organizada por Afrânio Coutinho \/\/ com assistência do autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Soneto a Vinicius \/\/ PABLO NERUDA \/\/ Auto-Retrato e Cronologia \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ Do Verso Solitário ao Canto Coletivo \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ Vinicius, Meu Irmão \/\/ LAETITIA CRUZ DE MORAES \/\/ APÊNDICE \/\/ Fortuna Crítica \/\/ OCTÁVIO DE FARIA, MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA, MARIA ROSA OLIVER \/\/ OTTO LARA RESENDE, DAVID MOURÃO FERREIRA \/\/ ANTONIO CÂNDIDO e RENATA PALLOTINI \/\/ Bibliografia \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\" e encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1981.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 183).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius. Ali encontram-se partituras de suas parcerias eruditas com o maestro Cláudio Santoro, compostas em Paris e no Rio entre 1955 e 1962 (pp. 382–383), bem como clássicos da canção popular brasileira, como \u003cem\u003eSe Todos Fossem Iguais a Você\u003c\/em\u003e, samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 390–391).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde, ornada com douração preservada na lombada e com assinatura fac-símile no plano superior. Lombada firme, cortes regulares, miolo íntegro, limpo, com retrato do autor, fac-símiles autógrafos e partituras musicais. Apresenta pontos de oxidação nos cortes e miolo, sem interferir na leitura.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240895475987,"sku":"00026","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0026-1-thumb.jpg?v=1759918707"},{"product_id":"fiodor-m-dostoievski-obra-completa-jose-aguilar-1963-sku-0048","title":"DOSTOIÉVSKI, Fiódor Mikhailovich (1821–1881). Obra Completa (Companhia Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1963\/1975), 4 vols.","description":"\u003cp\u003eDOSTOIÉVSKI (Fiódor Mikhailovich) [1821–1881]. — FIÓDOR M. \/\/ DOSTOIÉVSKI \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ VOLUME I \/\/ Nova versão, anotada, de \/\/ NATÁLIA NUNES E OSCAR MENDES \/\/ Precedida de uma \/\/ Introdução Geral, Prólogos às Seções e às Obras, \/\/ e diversos glossários e índices, por \/\/ NATÁLIA NUNES \/\/  Acompanhada de extenso documentário gráfico \/\/ e ilustrada com uma centena de desenhos de \/\/ LUIS DE BEN \/\/ [marca tipográfica da Editora José Aguilar em preto, com escudo e legenda “EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA.”] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, COMPANHIA AGUILAR EDITÔRA, 1963 \/\/ FIÓDOR M. \/\/ DOSTOIÉVSKI \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ VOLUME II \/\/ Nova versão, anotada, de \/\/ NATÁLIA NUNES E OSCAR MENDES \/\/ Precedida de uma \/\/ Introdução Geral, Prólogos às Seções \/\/ e Notas Preliminares às Obras, por \/\/ NATÁLIA NUNES \/\/ Acompanhada de extenso documentário gráfico, \/\/ notas, glossários e outros subsídios, \/\/ e ilustrada com uma centena de desenhos de \/\/ LUIS DE BEN \/\/ [marca tipográfica da Editora José Aguilar em preto, com escudo e legenda “EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA.”] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, COMPANHIA AGUILAR EDITÔRA, 1963 \/\/ FIÓDOR M. \/\/ DOSTOIÉVSKI \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ VOLUME III \/\/ Nova versão, anotada, de \/\/ NATÁLIA NUNES E OSCAR MENDES \/\/ Precedida de uma \/\/ Introdução Geral, e de Prólogos às Seções, por \/\/ NATÁLIA NUNES \/\/ e de Notas Preliminares às Obras, por OSCAR MENDES \/\/ Acompanhada de extenso documentário gráfico, \/\/ notas, glossários e outros subsídios, \/\/ e ilustrada com uma centena de desenhos de \/\/ LUIS DE BEN \/\/ [marca tipográfica da Editora José Aguilar em preto, com escudo e legenda “EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA.”] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITORA, 1975 \/\/ FIÓDOR M. \/\/ DOSTOIÉVSKI \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ VOLUME IV \/\/ Nova versão, anotada, de \/\/ NATÁLIA NUNES E OSCAR MENDES \/\/ Precedida de uma \/\/ Introdução Geral, e de Prólogos às Seções, por \/\/ NATÁLIA NUNES \/\/ e de Notas Preliminares às Obras, por \/\/ NATÁLIA NUNES e OSCAR MENDES \/\/ Acompanhada de extenso documentário gráfico, \/\/ notas, glossários e outros subsídios, \/\/ e ilustrada com uma centena de desenhos de \/\/ LUIS DE BEN \/\/ [marca tipográfica da Editora José Aguilar em preto, com escudo] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITORA, 1975..— In-12.º., 4 v. (Vol I: 1.179, [2] p.; Vol II: 1.238, [2] p.; Vol III: 1.386, [4] p.; Vol IV: 1.261, [2] p.). E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"216\" data-end=\"620\"\u003eObra monumental em quatro volumes, a edição brasileira da \u003cem data-start=\"274\" data-end=\"289\"\u003eObra Completa\u003c\/em\u003e de Dostoiévski, publicada pela Companhia Aguilar (1963\/1975), reúne toda a produção do mestre russo em tradução de Natália Nunes e Oscar Mendes. Acompanha o texto uma Introdução Geral e prólogos críticos de Natália Nunes, além de índices, glossários e aparato crítico que situam a obra no contexto histórico e filosófico do século XIX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"622\" data-end=\"822\"\u003eA edição distingue-se pela riqueza documental: inclui retratos de Dostoiévski, reproduções de época e uma centena de desenhos de Luís de Ben, compondo um verdadeiro panorama visual da Rússia do autor.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"824\" data-end=\"1148\"\u003eEntre os romances imortalizados nestes volumes estão \u003cem data-start=\"877\" data-end=\"894\"\u003eCrime e Castigo\u003c\/em\u003e (1866), \u003cem data-start=\"903\" data-end=\"913\"\u003eO Idiota\u003c\/em\u003e (1869), \u003cem data-start=\"922\" data-end=\"935\"\u003eOs Demônios\u003c\/em\u003e (1872), \u003cem data-start=\"944\" data-end=\"959\"\u003eO Adolescente\u003c\/em\u003e (1875) e \u003cem data-start=\"969\" data-end=\"990\"\u003eOs Irmãos Karamázov\u003c\/em\u003e (1880), obras que tornaram Dostoiévski uma referência inescapável da literatura mundial por seu mergulho psicológico, análise social e indagação existencial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1150\" data-end=\"1315\"\u003eEm \u003cem data-start=\"1153\" data-end=\"1174\"\u003eOs Irmãos Karamázov\u003c\/em\u003e, Ivan Karamázov expõe uma de suas reflexões mais perturbadoras, confessando a dificuldade de cumprir o mandamento cristão do amor universal:\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1317\" data-end=\"1470\"\u003e«Jamais pude compreender como se pode amar o próximo. É precisamente, na minha ideia, o próximo que não se pode amar, ou somente à distância.»\u003cbr data-start=\"1459\" data-end=\"1462\"\u003e(p. 687)\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1472\" data-end=\"1815\"\u003eEste trecho emblemático revela o conflito existencial de Ivan: a impossibilidade de amar concretamente o outro, apesar do ideal abstrato da fraternidade. A passagem, ao mesmo tempo íntima e filosófica, toca no cerne da crise de fé do século XIX e antecipa reflexões éticas modernas sobre alteridade, responsabilidade e os limites da compaixão.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1817\" data-end=\"2045\"\u003eObra máxima de Dostoiévski, \u003cem data-start=\"1845\" data-end=\"1866\"\u003eOs Irmãos Karamázov\u003c\/em\u003e encerra sua produção romanesca, conjugando drama psicológico, crítica social e questionamento teológico, o que a torna uma das realizações mais profundas da literatura universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"2047\" data-end=\"2587\"\u003eColeção completa em quatro volumes da \u003cem data-start=\"2085\" data-end=\"2100\"\u003eObra Completa\u003c\/em\u003e de Fiódor Dostoiévski, Editora José Aguilar (Biblioteca de Autores Universais). Os volumes I e II são da primeira edição (1963), e os volumes III e IV, da segunda edição (1975), algo comum em coleções Aguilar, devido a reimpressões ao longo do tempo. A obra encontra-se integralmente completa, com todos os textos previstos pela editora, mantendo o mesmo projeto gráfico, encadernação e padrão editorial. Trata-se apenas de diferença de edição, sem prejuízo de conteúdo ou continuidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"2589\" data-end=\"3395\"\u003eEncadernação editorial sólida, plena em azul-escuro, com leves sinais pontuais do tempo e dourações preservadas na lombada ornamentada em losangos e estrelas. Douração da assinatura fac-símile do autor nas capas dos volumes, desbotada em alguns pontos, mas ainda legível. O volume II apresenta fissura na parte inferior do colofão e da guarda posterior, aparentemente causada por resíduo de cola da encadernação, que dificultou a abertura do exemplar e resultou no rasgo. O dano não compromete a leitura nem a estética da obra. Páginas amareladas pelo tempo, sobretudo nas primeiras e últimas. Cortes uniformes e íntegros, apenas amarelados pelo tempo. Fitas de leitura originais preservadas em todos os volumes. Miolo íntegro, com páginas firmes e limpas, ilustrações e fac-símiles preservados. \u003cem\u003e1963\/1975\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241115775251,"sku":"00048","price":790.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0048-thumb.jpg?v=1766888771"},{"product_id":"almada-negreiros-jose-sobral-obra-completa-nova-aguilar-1997-00055","title":"ALMADA NEGREIROS, José Sobral de (1893–1970). Obra Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eALMADA NEGREIROS (José Sobral de) [1893–1970].— ALMADA NEGREIROS \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Introdução \/\/ JOSÉ AUGUSTO FRANÇA \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma “NA” estilizado] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ ALMADA NEGREIROS \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Almada Negreiros, letras e artes \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Iconografia \/\/ POESIA \/\/ FICÇÃO \/\/ TEATRO \/\/ MANIFESTOS, ENSAIOS, CRÔNICAS E PROSA DOUTRINÁRIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/ Índice geral.— In-12.º., 1123, [1]. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1997 pela Nova Aguilar, este volume único reúne de forma integral a vasta produção literária e ensaística de Almada Negreiros, figura central do modernismo português e artista multifacetado — poeta, romancista, dramaturgo, ensaísta, pintor e performer.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOrganizado em grandes seções — Poesia, Ficção, Teatro, Manifestos, Ensaios, Crônicas e Prosa Doutrinária —, o volume oferece ainda introdução geral, cronologia e fortuna crítica, além de um extenso apêndice bibliográfico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA edição distingue-se também pela rica iconografia, que inclui reproduções de conferências, retratos e estudos de Almada, bem como um caderno em cores com pinturas, vitrais do artista, entre eles o célebre Auto-retrato (1926 e 1943), estudos para figurinos modernistas, painéis e composições de caráter mural.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA veia incendiária e vanguardista de Almada encontra expressão máxima em textos como o manifesto de 1915, em que bradava:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Morra o Dantas, morra! Pim!\u003cbr\u003e Portugal que com todos estes senhores conseguiu a classificação do país mais atrasado da Europa e do Mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degradados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus! O entulho das desvantagens e dos sobejos! Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia — se é que a sua cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado! Morra o Dantas! Morra! Pim!»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 645).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em capa dura vermelha, com ornamentos geométricos na lombada e título na capa prateados preservados. Pequenos pontos de oxidação, quase imperceptíveis, sobretudo nos cortes e folhas de guarda. Ilustrações preservadas. Capa, lombada e miolo íntegros, firmes e limpos. Fita de leitura original preservada. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241144676627,"sku":"00055","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/almada-negreiros-obra-completa-editora-nova-aguilar-1997-primeira-edicao-thumb.jpg?v=1778701067"},{"product_id":"pessoa-fernando-antonio-nogueira-obras-em-prosa-companhia-jose-aguilar-1974-00039","title":"PESSOA, Fernando António Nogueira (1888–1935). Obras em prosa (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1974).","description":"\u003cp\u003ePESSOA (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ O EU PROFUNDO \/\/ OS OUTROS EUS \/\/ GÊNESE E JUSTIFICAÇÃO DA HETERONÍMIA \/\/ CARACTERIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS HETERÔNIMOS \/\/ PAGANISMO, NEOPAGANISMO E CRISTIANISMO NOS HETERÔNIMOS \/\/ IDÉIAS ESTÉTICAS \/\/ DA ARTE \/\/ DA LITERATURA \/\/ IDÉIAS FILOSÓFICAS \/\/ IDÉIAS POLÍTICAS \/\/ EM GERAL \/\/ APLICADAS AO CASO PORTUGUÊS \/\/ TEORIA E PRÁTICA DO COMÉRCIO \/\/ FICÇÃO \/\/ CONTOS DE RACIOCÍNIO \/\/ CONTO (FILOSÓFICO) DE PERO BOTELHO \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com as iniciais 'BB' e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITORA, 1974 \/\/ \/ [desenho do autor em preto e branco] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE VITORIANO BRAGA (1914) \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRAS \/\/ EM PROSA \/\/ Organização, Introdução e Notas de \/\/ CLEONICE BERARDINELLI \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/  [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITORA, 1974.— In-12.º., 722, [12] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa reuniu sob múltiplos heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos — e sob o seu próprio nome uma das obras mais complexas e fascinantes do século XX. Este volume monumental, publicado pela Nova Aguilar em 1974, apresenta a totalidade de seus escritos em prosa: reflexões filosóficas, fragmentos estéticos, análises políticas e notas críticas que iluminam a pluralidade de seu pensamento.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os trechos mais emblemáticos encontra-se a Dicotomia anímica, na qual Pessoa revela o paradoxo profundo entre ternura e solidão:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Alma nenhuma mais amorosa ou terna do que a minha jamais existiu, alma nenhuma tão cheia de bondade, de compaixão, de tudo quanto é ternura e amor. Contudo, nenhuma alma tão solitária quanto a minha - não solitária, note-se, não em virtude de circunstâncias exteriores, mas de interiores»\u003c\/em\u003e (p. 34).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA edição inclui ainda textos fundamentais como \u003cem\u003eO Eu Profundo, Os Outros Eus,\u003c\/em\u003e estudos sobre a heteronímia, reflexões sobre o paganismo, a teoria da arte e a filosofia da vida, compondo um quadro vasto da inquietação pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro vermelho, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior vermelho preservado. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez, com fac-símiles autógrafos, horóscopos dos heterônimos e retratos preservados. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241161355539,"sku":"00039","price":590.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0039-1-thumb.jpg?v=1760072563"},{"product_id":"pessoa-fernando-antonio-nogueira-obra-poetica-companhia-jose-aguilar-1972-00040","title":"PESSOA, Fernando António Nogueira (1888–1935). Obra poética (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1972).","description":"\u003cp\u003ePESSOA, (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguêsa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ A POESIA DE FERNANDO PESSOA \/\/ MENSAGEM \/\/ O MARINHEIRO \/\/ FP, UM ENCONTRO DE POESIA. CRONOLOGIA \/\/ POESIA DE FERNANDO PESSOA \/\/ MENSAGEM. \/\/ À MEMÓRIA DO PRESIDENTE-REI SIDÓNIO PAIS. \/\/ QUINTO IMPÉRIO. CANCIONEIRO. \/\/ FICCÕES DO INTERLÚDIO \/\/ POEMAS COMPLETOS DE ALBERTO CAEIRO \/\/ ODES DE RICARDO REIS. POESIAS DE ÁLVARO DE CAMPOS. \/\/ PARA ALÉM DOUTRO OCEANO DE COELHO PACHECO. \/\/ POEMAS DRAMÁTICOS \/\/ NA FLORESTA DO ALHEAMENTO. \/\/ O MARINHEIRO. PRIMEIRO FAUSTO. \/\/ POESIAS COLIGIDAS \/\/ INÉDITAS 1919–1935. \/\/ POEMAS INGLÊSES. FRANCESES. \/\/ POEMAS TRADUZIDOS PARA O PORTUGUÊS. \/\/ QUADRAS AO GÔSTO POPULAR \/\/ 325 QUADRAS. \/\/ POEMAS PARA LILI. POEMA PIAL. \/\/ APÊNDICE \/\/ NOTAS E VARIANTES. BIBLIOGRAFIA. \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BLB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1972 \/\/ [desenho do autor em preto e branco por Almada Negreiros] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE ALMADA NEGREIROS \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Organização, Introdução e Notas, de \/\/ MARIA ALIETE GALHOZ \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1972.— In-12.º., 786, [2] p. E editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa consolidou uma das obras poéticas mais plurais e complexas do século XX, distribuída entre seus heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos — e a voz ortônima. Esta edição da Biblioteca Luso-Brasileira, publicada pela Companhia José Aguilar em 1972, apresenta a integralidade de sua produção lírica, acompanhada de introdução crítica e notas de Maria Alice Galhoz, tornando-se referência para a recepção crítica pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas que condensam sua visão existencial, destaca-se o trecho de um escrito em 2 de setembro de 1923, em que a voz lírica revela a recusa da noite como símbolo de esquecimento e exalta o canto como permanência da luz:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNão canto a noite porque no meu canto\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO sol que canto acabará em noite.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão ignoro o que esqueço.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eCanto por esquecê-lo.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 274)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro vermelho. Douração preservada na ornamentação da lombada e em assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior em vermelho preservado. Miolo impresso em papel-bíblia, íntegro e limpo, com fac-símiles autógrafos, fotos, índices e notas críticas. Na folha de rosto, há assinatura de antigo proprietário, datada de maio de 1973 e um carimbo, ambos sem interferir em qualquer trecho do texto ou elemento editorial, constituindo elemento adicional de procedência do exemplar. Fotografias e fac-símiles preservados em excelente nitidez. \u003cem\u003e4.ª edição, 1972.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241176035603,"sku":"00040","price":450.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0040-1-thumb.jpg?v=1760072092"},{"product_id":"pessoa-fernando-obras-em-prosa-nova-aguilar-1982-00028","title":"PESSOA, Fernando (1888–1935). Obras em prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1982).","description":"\u003cp\u003ePESSOA (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ O EU PROFUNDO \/\/ OS OUTROS EUS \/\/ GÊNESE E JUSTIFICAÇÃO DA HETERONÍMIA \/\/ CARACTERIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS HETERÔNIMOS \/\/ PAGANISMO, NEOPAGANISMO E CRISTIANISMO NOS HETERÔNIMOS \/\/ IDÉIAS ESTÉTICAS \/\/ DA ARTE \/\/ DA LITERATURA \/\/ IDÉIAS FILOSÓFICAS \/\/ IDÉIAS POLÍTICAS \/\/ EM GERAL \/\/ APLICADAS AO CASO PORTUGUÊS \/\/ TEORIA E PRÁTICA DO COMÉRCIO \/\/ FICÇÃO \/\/ CONTOS DE RACIOCÍNIO \/\/ CONTO (FILOSÓFICO) DE PERO BOTELHO \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com as iniciais 'BB' e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1982 \/\/ \/ [desenho do autor em preto e branco] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE VITORIANO BRAGA (1914) \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRAS \/\/ EM PROSA \/\/ Organização, Introdução e Notas de \/\/ CLEONICE BERARDINELLI \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1982.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa reuniu sob múltiplos heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos — e sob o seu próprio nome uma das obras mais complexas e fascinantes do século XX. Este volume monumental, publicado pela Nova Aguilar em 1982, apresenta a totalidade de seus escritos em prosa: reflexões filosóficas, fragmentos estéticos, análises políticas e notas críticas que iluminam a pluralidade de seu pensamento.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os trechos mais emblemáticos encontra-se a Dicotomia anímica, na qual Pessoa revela o paradoxo profundo entre ternura e solidão:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Alma nenhuma mais amorosa ou terna do que a minha jamais existiu, alma nenhuma tão cheia de bondade, de compaixão, de tudo quanto é ternura e amor. Contudo, nenhuma alma tão solitária quanto a minha - não solitária, note-se, não em virtude de circunstâncias exteriores, mas de interiores»\u003c\/em\u003e (p. 34).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA edição inclui ainda textos fundamentais como \u003cem\u003eO Eu Profundo\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eOs Outros Eus\u003c\/em\u003e, estudos sobre a heteronímia, reflexões sobre o paganismo, a teoria da arte e a filosofia da vida, compondo um quadro vasto da inquietação pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial vermelha, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior com tingimento vermelho desbotado. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez, com fac-símiles autógrafos, horóscopos dos heterônimos e retratos preservados. \u003cem\u003e3ª edição.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241205297427,"sku":"00028","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0028-Thumb.png?v=1768833667"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1976-sku-0043","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar S.A., Rio de Janeiro, 1976).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980]. — VINICIUS\/\/  DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Edição organizada por Afrânio Coutinho \/\/ com assistência do autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Soneto a Vinicius \/\/ PABLO NERUDA \/\/ Auto-Retrato e Cronologia \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ Do Verso Solitário ao Canto Coletivo \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ Vinicius, Meu Irmão \/\/ LAETITIA CRUZ DE MORAES \/\/ APÊNDICE \/\/ Fortuna Crítica \/\/ OCTÁVIO DE FARIA, MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA, MARIA ROSA OLIVER \/\/ OTTO LARA RESENDE, DAVID MOURÃO FERREIRA \/\/ ANTONIO CÂNDIDO e RENATA PALLOTINI \/\/ Bibliografia \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, com escudo e legenda \"EDITORA NOVA AGUILAR\"] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1976.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 183).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius. Ali encontram-se partituras de suas parcerias eruditas com o maestro Cláudio Santoro, compostas em Paris e no Rio entre 1955 e 1962 (pp. 382–383), bem como clássicos da canção popular brasileira, como \u003cem\u003eSe Todos Fossem Iguais a Você\u003c\/em\u003e, samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 390–391).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, ornada com douração preservada na lombada e com assinatura fac-símile no plano superior. Lombada firme, cortes regulares, miolo íntegro, limpo, com retrato do autor, fac-símiles autógrafos e partituras musicais preservados. \u003cem\u003eReimpressão da 2.ª edição, 1976.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265510797587,"sku":"00043","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0043-1-thumb.jpg?v=1760034223"},{"product_id":"pessoa-fernando-obra-poetica-nova-aguilar-1977-00046","title":"PESSOA, Fernando (1888–1935). 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POEMA PIAL. \/\/ NOVAS POESIAS INÉDITAS \/\/ APÊNDICE \/\/ NOTAS E VARIANTES. BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [desenho do autor em preto e branco por Almada Negreiros] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE ALMADA NEGREIROS \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Organização, Introdução e Notas, de \/\/ MARIA ALIETE GALHOZ \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, com escudo e legenda “EDITORA NOVA AGUILAR”] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa consolidou uma das obras poéticas mais plurais e complexas do século XX, distribuída entre seus heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos — e a voz ortônima. Esta edição da Biblioteca Luso-Brasileira, publicada pela Companhia José Aguilar em 1977, apresenta a integralidade de sua produção lírica, acompanhada de introdução crítica e notas de Maria Alice Galhoz, tornando-se referência para a recepção crítica pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas que condensam sua visão existencial, destaca-se o trecho de um escrito em 2 de setembro de 1923, em que a voz lírica revela a recusa da noite como símbolo de esquecimento e exalta o canto como permanência da luz:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNão canto a noite porque no meu canto\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO sol que canto acabará em noite.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão ignoro o que esqueço.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eCanto por esquecê-lo.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 274)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura vermelha. 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Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar \/ Editora Massangana, Rio de Janeiro, 2010).","description":"\u003cp\u003eCARDOZO, (Joaquim Maria Moreira) [1897–1978]. — JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ [símbolo gráfico estilizado em preto, composto por duas formas semicirculares opostas, acompanhadas da inscrição \"FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO \/ EDITORA MASSANGANA] \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO : EDITORA NOVA AGUILAR : 2010 \/\/ [ilustração com retrato de Joaquim Cardozo em traço linear, estilo esboço, em tinta preta, acompanhada de dedicatória manuscrita fac-símile: \"ao Cardozo \/\/ do \/\/ E di Cavalcanti\"] \/\/ [assinatura fac-símile do autor] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ ORGANIZAÇÃO E INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Everardo Norões \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ Apresentação \/ Poesia \/ Signo estrelado \/ \/\/ Trivium \/ Mundos paralelos \/ O interior da matéria \/ \/\/ Um livro aceso e nove canções sombrias \/ Outros poemas \/\/ CONTOS \/\/ SOBRE LITERATURA E ARTE \/\/ SOBRE ARQUITETURA E URBANISMO \/\/ DOCUMENTOS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Cardozo (1897–1978) foi poeta, engenheiro e intelectual pernambucano de rara originalidade. Próximo de Gilberto Freyre e colaborador de Oscar Niemeyer em cálculos estruturais de obras icônicas, destacou-se por uma poesia marcada pelo rigor formal, pelo ritmo inovador e pelo diálogo entre ciência, modernidade e tradição lírica nordestina. Sua obra ocupa posição de destaque na literatura brasileira do século XX, combinando imaginação, precisão técnica e profundidade reflexiva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar \/ Massangana, esta edição reúne em volume de referência a totalidade da produção poética e em prosa de Cardozo. Acompanhada de aparato crítico e organização cuidadosa, trata-se de obra essencial para estudiosos da literatura e para apreciadores da modernidade poética brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm Cemitério da Infância (1953), Cardozo condensa o tema da memória em imagens de grande força simbólica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“No cemitério da Infância\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEra manhã quando entrei,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDas plantas que vi florindo\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDe tantas me deslumbrei…” \u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 214)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNesta estrofe, a infância é evocada como espaço de florescimento e maravilha, mas também de esquecimento e perda. O contraste entre as plantas que deslumbram e os rostos que se apagam traduz a transitoriedade da experiência humana frente à permanência da natureza. É poesia que instiga à reflexão sobre a memória, o tempo e o que resta daquilo que vivemos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com sobrecapa e estojo preservados. Fita de leitura preservada. Dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. Sem marcações, carimbos ou assinaturas. \u003cem\u003e2.ª edição, 2010.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265751249171,"sku":"00047","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"joao-cabral-de-melo-neto-poesia-completa-e-prosa-nova-aguilar-2008-sku-0049","title":"MELO NETO, João Cabral de (1920–1999). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2008).","description":"\u003cp\u003eMELO NETO (João Cabral de) [1920–1999]. — JOÃO CABRAL \/\/ DE MELO NETO \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Introdução, organização, notas e estabelecimento do texto \/\/ ANTONIO CARLOS SECCHIN \/\/ 2ª impressão \/\/ [monograma editorial em tinta preta, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2008 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOÃO CABRAL DE MELO NETO \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume único \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Prefácio \/ Cronologia da vida e da obra \/ Fortuna crítica \/ Iconografia \/\/ POESIA \/\/ Primeiros Poemas \/ Pedra do Sono \/ Os três mal-amados \/ \/\/ O engenheiro \/ Psicologia da composição \/ O cão sem plumas \/ \/\/ O rio \/ Paisagens com figuras \/ Morte e vida severina \/\/ Uma faca só lâmina \/ Quaderna \/ Dois parlamentos \/ Serial \/\/ A educação pela pedra \/ Museu de tudo \/ A escola das facas \/\/ Auto do frade \/ Agrestes \/ Crime na Calle Relator \/\/ Sevilha andando \/ Dispersos \/\/ PROSA \/\/ Considerações sobre o poeta dormindo \/ Joan Miró \/ \/\/ Poesia e composição \/ A geração de 45 \/ \/\/ Da função moderna da poesia \/ \/\/ Elogio de Assis Chateaubriand \/ \/\/ Encontro com os escritores: os poetas \/\/ APÊNDICE \/\/ Notas \/\/ Bibliografia \/\/ Índices.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoão Cabral de Melo Neto (1920–1999), poeta pernambucano, é uma das vozes mais rigorosas e inovadoras da literatura brasileira do século XX. Sua poesia alia economia verbal, construção quase arquitetônica dos versos e forte dimensão social, particularmente voltada à realidade nordestina.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIntegrante da coleção \u003cem\u003eBiblioteca Luso-Brasileira\u003c\/em\u003e (Série Brasileira), esta edição organizada por Antonio Carlos Secchin concentra-se no essencial da obra cabralina: toda a poesia publicada em vida e uma seleção de prosas reflexivas. Enriquecida com introdução, fortuna crítica e iconografia, apresenta-se como edição de referência literária, situando a obra de Cabral no panorama da poesia brasileira e universal. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eMorte e Vida Severina\u003c\/em\u003e, essa poética se condensa de forma exemplar, quando o autor dá voz ao retirante que se reconhece em todos os outros, definindo a própria existência pela repetição da miséria e pela proximidade da morte:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«E se somos Severinos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eiguais em tudo na vida,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emorremos de morte igual,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emesma morte severina:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eque é a morte de que se morre\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede velhice antes dos trinta,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede emboscada antes dos vinte,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede fome um pouco por dia\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(de fraqueza e de doença\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eé que a morte severina\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eataca em qualquer idade,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ee até gente não nascida).»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 148)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEste trecho concentra o núcleo simbólico do poema: a constatação de que a identidade dos “Severinos” é a da repetição da miséria, da morte precoce e inevitável. Cabral traduz em forma poética a violência estrutural contra o povo sertanejo, num ritmo seco, quase litúrgico. A força impactante da passagem está na denúncia direta, em que a morte não é destino individual, mas destino coletivo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile em ouro na capa. Apresenta apenas alguns pontos de oxidação, sobretudo na sobrecapa, primeiras e últimas páginas, sem prejudicar textos ou imagens do exemplar. Capa, lombada e miolo íntegros, limpos e preservados. Sobrecapa e box ilustrados preservados. 2.ª edição, 2008.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265889595667,"sku":"00049","price":570.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0049-thumb.jpg?v=1766949623"},{"product_id":"nelson-rodrigues-teatro-completo-editora-nova-aguilar-1994-sku-0050","title":"RODRIGUES, Nelson (1912–1980). Teatro Completo (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1994).","description":"\u003cp\u003eRODRIGUES (Nelson Falcão) [1912–1980].— NELSON \/\/ RODRIGUES \/\/ TEATRO COMPLETO \/\/ Organização geral e prefácio \/\/ Sábato Magaldi \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma “NA” estilizado com letras entrelaçadas] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1994 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Séria Brasileira \/\/ NELSON RODRIGUES \/\/ TEATRO COMPLETO \/\/ Volume único \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Prefácio \/ Fortuna crítica \/ Cronologia da vida e da obra \/\/ PEÇAS PSICOLÓGICAS \/\/ A mulher sem pecado \/ Vestido de noiva \/ Valsa nº 6 \/\/ Viúva, porém honesta \/ Anti-Nelson Rodrigues \/\/ PEÇAS MÍTICAS \/\/ Álbum de família \/ Anjo negro \/ Dorotéia \/ Senhora dos afogados \/\/ TRAGÉDIAS CARIOCAS \/\/ A falecida \/ Perdoa-me por me traíres \/ Os sete gatinhos \/ Boca de Ouro \/\/ O beijo no asfalto \/ Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária \/\/ Toda nudez será castigada \/ A serpente \/\/ ÍNDICE GERAL DO VOLUME.— In-12.º., 1134, [2] p. E editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste volume único reúne pela primeira vez de forma integral a dramaturgia de Nelson Rodrigues, o mais célebre dramaturgo brasileiro do século XX. A organização e o prefácio de Sábato Magaldi — crítico e intérprete maior da obra rodriguiana — conferem à edição rigor crítico e caráter de referência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume contempla as Peças Psicológicas (\u003cem\u003eA mulher sem pecado, Vestido de noiva, Valsa nº 6, Viúva, porém honesta, Anti-Nelson Rodrigues\u003c\/em\u003e), as Peças Míticas (\u003cem\u003eÁlbum de família, Anjo negro, Dorotéia, Senhora dos afogados\u003c\/em\u003e) e as célebres Tragédias Cariocas (\u003cem\u003eA falecida, Perdoa-me por me traíres, Os sete gatinhos, Boca de Ouro, O beijo no asfalto, Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária, Toda nudez será castigada, A serpente\u003c\/em\u003e).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA obra é enriquecida por uma Fortuna Crítica abrangente, com textos de nomes como Manuel Bandeira, Álvaro Lins, Hélio Pellegrino, Gilberto Freyre e Raquel de Queiroz, além de cronologia detalhada da vida e da obra do dramaturgo. Destaca-se o ensaio de Bárbara Heliodora, que afirma:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNelson Rodrigues não foge à regra de que é sempre quando trata de uma temática que domina integralmente que o dramaturgo melhor se realiza\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 222).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEssa consagração crítica se ancora no gesto teatral que atravessou a história da cena brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«De repente, um outro caiu — ajoelhar-se no asfalto, ajoelhar-se. Apanha a cabeça do atropelado e lhe dá um beijo na boca»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 945).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eConfigura-se, assim, como edição monumental e de referência para o estudo da dramaturgia nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial plena verde, com douração preservada na assinatura fac-similar do autor e na ornamentação na lombada. Cortes levemente amarelados pelo tempo. Miolo íntegro, firme e limpo. Reimpressão da 1.ª edição, 1994.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265928261907,"sku":"00050","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0050-1-thumb.jpg?v=1760073749"},{"product_id":"antologia-da-poesia-portuguesa-seculos-xii-a-xx-lello-e-irmao-1977-2-vols-sku-0053","title":"TORRES, Alexandre Pinheiro (1923–1999). Antologia da Poesia Portuguesa (Séc. XII–Séc. XX) (Lello \u0026 Irmão – Editores, Porto, 1977).","description":"\u003cp\u003eTORRES (Alexandre Pinheiro) [introdução, seleção e notas].— ANTOLOGIA \/\/ DA POESIA \/\/ PORTUGUESA \/\/ (Séc. XII–Séc. XX). — Lello \u0026amp; Irmão Editores \/\/ Antologia da Poesia Portuguesa \/\/ (SÉC. XII – SÉC. XX) \/\/ VOLUME I \/\/ (Sécs. XII-XVI) \/\/ Da Pooesia Trovadoresca Galego-Portuguesa ao Renascimento \/\/ VOLUM II \/\/ (Sécs. XVII-XX) \/\/ Introdução, seleção e notas de \/\/ ALEXANDRE PINHEIRO TORRES \/\/ Professor Extraordinário da Faculdade de Letras da Universidade de Cardiff \/\/ [marca tipográfica da Lello \u0026amp; Irmão Editores em tinta preta: escudo com figura mitológica] \/\/ 1977 \/\/ LELLO \u0026amp; IRMÃO - EDITORES \/\/ PORTO.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra monumental em dois volumes, esta antologia percorre a tradição poética portuguesa desde os primórdios trovadorescos até às vanguardas do século XX. Alexandre Pinheiro Torres, responsável pela seleção e aparato crítico, oferece um panorama histórico-literário abrangente, permitindo acompanhar a evolução das formas, dos temas e das sensibilidades poéticas ao longo de oito séculos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO primeiro volume reúne a lírica medieval galego-portuguesa, o classicismo renascentista de Sá de Miranda e António Ferreira, o barroco e o arcadismo, até alcançar o apogeu do Romantismo e do Realismo oitocentista. O segundo volume é dedicado à modernidade, com Fernando Pessoa e seus heterônimos, Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca, os modernistas e neorrealistas, chegando até a poesia contemporânea.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os destaques da coletânea estão os sonetos de Luís de Camões, cuja poesia condensa de maneira exemplar o espírito renascentista e a reflexão universal sobre a transitoriedade da vida. É justamente um de seus versos mais célebres que resume o sentido maior da poesia portuguesa: a consciência do tempo e da mudança.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMuda-se o ser, muda-se a confiança;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTodo o mundo é composto de mudança,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTomando sempre novas qualidades. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(v. I, p. 1207).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração ornamental na lombada preservada. Cortes com pequenos e leves pontos de oxidação, sobretudo no corte superior. Amarelamento nas primeiras e últimas páginas em branco, naturais do tempo. Miolo íntegro, firme, limpo e bem preservado, em ambos os volumes. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52269253067027,"sku":"00053","price":820.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0053-thumb.jpg?v=1766769528"},{"product_id":"fernando-pessoa-obras-em-prosa-nova-aguilar-1982-sku-0054","title":"PESSOA, Fernando António Nogueira (1888–1935). Obras em Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1982).","description":"\u003cp\u003ePESSOA (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ O EU PROFUNDO \/\/ OS OUTROS EUS \/\/ GÊNESE E JUSTIFICAÇÃO DA HETERONÍMIA \/\/ CARACTERIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS HETERÔNIMOS \/\/ PAGANISMO, NEOPAGANISMO E CRISTIANISMO NOS HETERÔNIMOS \/\/ IDÉIAS ESTÉTICAS \/\/ DA ARTE \/\/ DA LITERATURA \/\/ IDÉIAS FILOSÓFICAS \/\/ IDÉIAS POLÍTICAS \/\/ EM GERAL \/\/ APLICADAS AO CASO PORTUGUÊS \/\/ TEORIA E PRÁTICA DO COMÉRCIO \/\/ FICÇÃO \/\/ CONTOS DE RACIOCÍNIO \/\/ CONTO (FILOSÓFICO) DE PERO BOTELHO \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com as iniciais 'BB' e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1982 \/\/ \/ [desenho do autor em preto e branco] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE VITORIANO BRAGA (1914) \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRAS \/\/ EM PROSA \/\/ Organização, Introdução e Notas de \/\/ CLEONICE BERARDINELLI \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1982.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa reuniu sob múltiplos heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos — e sob o seu próprio nome uma das obras mais complexas e fascinantes do século XX. Este volume monumental, publicado pela Nova Aguilar em 1982, apresenta a totalidade de seus escritos em prosa: reflexões filosóficas, fragmentos estéticos, análises políticas e notas críticas que iluminam a pluralidade de seu pensamento.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os trechos mais emblemáticos encontra-se a Dicotomia anímica, na qual Pessoa revela o paradoxo profundo entre ternura e solidão:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Alma nenhuma mais amorosa ou terna do que a minha jamais existiu, alma nenhuma tão cheia de bondade, de compaixão, de tudo quanto é ternura e amor. Contudo, nenhuma alma tão solitária quanto a minha - não solitária, note-se, não em virtude de circunstâncias exteriores, mas de interiores»\u003c\/em\u003e (p. 34).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA edição inclui ainda textos fundamentais como \u003cem\u003eO Eu Profundo\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eOs Outros Eus\u003c\/em\u003e, estudos sobre a heteronímia, reflexões sobre o paganismo, a teoria da arte e a filosofia da vida, compondo um quadro vasto da inquietação pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial vermelha, com douração preservada na assinatura fac-símile do autor na capa e desbotada na lombada. Cortes com pequenos pontos de oxidação e corte superior com tingimento vermelho levemente desbotado. Pequeno corte na parte superior da folha ante-rosto (folha em branco). Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez, com fac-símiles autógrafos, horóscopos dos heterônimos e retratos preservados. 3.ª edição, 1982.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52269401800979,"sku":"0054","price":320.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cervantes-miguel-engenhoso-fidalgo-d-quixote-la-mancha-jose-aguilar-1960-00064","title":"CERVANTES, Miguel de (1547–1616). O engenhoso fidalgo D. Quixote de La Mancha (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1960).","description":"\u003cdiv\u003eCERVANTES SAAVEDRA (Miguel de) [1547–1616].–– BIBLIOTECA \/\/ DE \/\/ AUTORES UNIVERSAIS \/\/ MIGUEL DE CERVANTES \/\/ O ENGENHOSO FIDALGO \/\/ D. QUIXOTE DE LA MANCHA \/\/ em um volume \/\/ Edição ilustrada \/\/ com todos os 380 desenhos de \/\/ GUSTAVO DORÉ, \/\/ gravados por \/\/ H. PISAN \/\/ Acompanhada de uma seleção das mais importantes notas \/\/ dos principais comentadores do Quixote, \/\/ CLEMENCÍN, GARCÍA, SORIANO, MENÉDEZ Y PELAYO, \/\/ PELLICER, RODRÍGUEZ MARÍN, E OUTROS, \/\/ e de esclarecimentos vários transcritos \/\/ dos livros clássicos de \/\/ COVARRUBIAS e CORREAS \/\/ Seguida de vários apêndices, inclusive um \/\/ \"Dicionário do Quixote\" \/\/ por JOSÉ LANDEIRA YRAGO \/\/ [Marca tipográfica em forma de escudo com as iniciais BAU ao centro, encimado por ornamento vegetal estilizado em forma de coroa de louros. Emblema da coleção Biblioteca de Autores Universais, da Editora José Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960 \/\/ MIGUEL \/\/ DE CERVANTES \/\/ SAAVEDRA \/\/ O ENGENHOSO FIDALGO \/\/ D. QUIXOTE \/\/ DE LA MANCHA \/\/ Tradução dos \/\/ VISCONDES DE CASTILHO E AZEVEDO \/\/ adaptada à ortografia vigente \/\/ e acorde com as edições espanholas mais autorizadas. \/\/ Precedida de um \/\/ Esbôço Biográfico de Cervantes \/\/ por JÚLIO CEJADOR, \/\/ Catedrático que foi da Universidade de Madri, \/\/ e de um \/\/ Breve Guia para o Leitor do Quixote \/\/ por JUSTO GARCÍA SORIANO, \/\/ laureado duas vêzes pela Real Academia Espanhola, \/\/ e JUSTO GARCÍA MORALES, \/\/ Diretor da Seção Cervantina da Biblioteca Nacional de Madri. \/\/ [Marca tipográfica em forma de escudo com as iniciais JA ao centro, encimado por ornamento vegetal estilizado em forma de coroa de louros. Emblema da Editora José Aguilar] \/\/ [––––] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960.–– In-12.º., 1149, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eMiguel de Cervantes Saavedra, romancista, poeta e dramaturgo espanhol, é considerado o maior nome da literatura em língua espanhola e um dos pilares da literatura universal, sobretudo pela criação de Dom Quixote de La Mancha (1605–1615), obra-prima que inaugurou o romance moderno.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eEsta edição, publicada no Brasil pela Editora José Aguilar em 1960, inaugura a coleção “Biblioteca de Autores Universais” e apresenta o texto integral em tradução consagrada, acompanhado de introdução crítica, aparato erudito e notas explicativas. A obra preserva o caráter monumental do romance e inclui as 380 famosas ilustrações de Gustave Doré, que se tornaram indissociáveis do imaginário quixotesco.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eEntre os trechos memoráveis, destaca-se a célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/div\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cem\u003e« A liberdade, Sancho, é um dos dons mais preciosos, que aos homens deram os céus: não se lhe podem igualar os tesouros que há na terra, nem os que o mar encobre; pela liberdade, da mesma forma que pela honra, se deve arriscar a vida, e pelo contrário, o cativeiro é o maior mal que pode acudir aos homens. »\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 884).\u003c\/div\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cspan\u003eEncadernação editorial plena em couro azul, com douração preservada na lombada e na capa. Lombada com ornamentos em relevo, apresentando desgastes, sobretudo nas extremidades superior e inferior, sem comprometer a estrutura, sendo apenas sinais do tempo e de manuseio. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eFolhas de guarda íntegras, com pontos de amarelamento pelo tempo, decoradas com múltiplas vinhetas impressas em tom sépia, reproduzindo cenas do Quixote. A guarda posterior apresenta pequena fissura no vinco central, com leve perda de papel, sem comprometer a estrutura ou a estabilidade da encadernação. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eMiolo íntegro, firme e limpo, com páginas levemente amareladas pelo tempo, sobretudo as primeiras e últimas. Papel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). Ilustrações preservadas. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eCortes limpos e conservados e corte superior tingido em vermelho, também preservado. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/span\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52278126051603,"sku":"00064","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0064-1-thumb_c9d958c3-ad6e-49ad-9198-56f8093c9d01.jpg?v=1760064662"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-editora-jose-aguilar-1958-sku-0066","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1958).","description":"\u003cp\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ FORTUNA CRÍTICA, \/\/ apreciações de \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA, MENOTTI DEL PICCHIA, \/\/ NUNO DE SAMPAIO, PAULO RÓNAI, \/\/ MURILO MENDES. \/\/ Epílogo de \/\/ JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/  [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1958.— In-12.º., LXXVIII, 1093, [2] p. E. editorial em couro.  \u003c\/p\u003e\n\u003cdiv\u003ePublicado em 1958 pela Editora José Aguilar, este volume reúne a produção poética de Cecília Meireles até então, consagrando-se como uma das edições mais emblemáticas da coleção Biblioteca Luso-Brasileira. A obra concentra livros fundamentais da autora – como \u003cem\u003eViagem, Vaga Música, Mar Absoluto\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e – em um só exemplar, tornando-se peça de referência para leitores, colecionadores e estudiosos da literatura brasileira.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eNo \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e, encontramos, no \u003cem\u003eRomance XXIV\u003c\/em\u003e, um dos versos mais célebres da poesia ceciliana:\u003c\/div\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cem\u003e«Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!»\u003c\/em\u003e (p. 720).\u003c\/div\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cdiv\u003eEsse fragmento tornou-se símbolo do ideal libertário que atravessa a obra, imortalizando a reflexão poética de Cecília sobre a Inconfidência Mineira e sobre a própria condição humana.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cspan\u003eEncadernação original em couro verde escuro. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eLombada sólida, com douração preservada, apresentando apenas leves desgastes de manuseio das extremidades superior e inferior. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eMiolo íntegro e firme, com textos e gravuras preservadas. Presença de fita adesiva antiga, já oxidada, sobre pequeno corte na página 336, mas texto permanece legível. \u003c\/span\u003e\u003cspan style=\"font-size: 0.875rem;\"\u003eObservam-se grifos feitos com caneta de tinta rosa em trechos da introdução geral, entre as páginas XXXV a LI. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eLeve amarelado u\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eniforme das páginas, característico da passagem do tempo. Cortes com p\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eequenos pontos de oxidação. Tingimento no corte superior desbotado. Papel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52278721052947,"sku":"0066","price":700.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0066-1-thumb.jpg?v=1760238251"},{"product_id":"alphonsus-de-guimaraens-obra-completa-jose-aguilar-1960-sku-0067","title":"GUIMARAENS, Alphonsus de (1870-1921). Obra completa (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1960).","description":"\u003cp\u003eGUIMARAENS (Alphonsus de) [1870-1921].— ALPHONSUS \/\/ DE GUIMARAENS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização e preparo do texto \/\/ por \/\/ ALPHONSUS DE GUIMARAENS FILHO \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ O Universo Poético de Alphonsus de Guimaraens \/\/ JOÃO ALPHONSUS \/\/ Notícia Biográfica do Poeta \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960.— In-12.º., 764, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeira edição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a produção poética completa de Alphonsus de Guimaraens, nome maior do Simbolismo brasileiro e da lírica espiritualista de língua portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume reúne desde \u003cem\u003eKiriale\u003c\/em\u003e — obra inaugural marcada pela atmosfera de religiosidade e morte — até D\u003cem\u003eona Mística, Câmara Ardente, Setenário das Dores de Nossa Senhora, Nova Primavera\u003c\/em\u003e e outras composições, além de prosa, crônicas e epistolário. A organização e prefácio couberam a Alphonsus de Guimaraens Filho, com fortuna crítica de Eduardo Portella e João Alphonsus.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas que consagram Alphonsus como “o poeta de Mariana”, figura o célebre “Sete Damas”, de Kiriale:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Sete Damas por mim passaram,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eE tôdas sete me beijaram.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eE quer eu queira quer não queira,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eElas vêm cada sexta-feira.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSei que plantaram sete ciprestes\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNas remotas solidões agrestes.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eDeixaram-me como um mendigo…\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe elas vão acabar comigo!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eTôdas, rezando os Sete Salmos,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNo chão cavaram sete palmos.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eE era para êste lugar que eu vinha…\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMeu Deus, se esta sepultura é a minha!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eComo os meus olhos estão cansados,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSete pecados, sete pecados!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 57).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada na lombada. Guardas decoradas. Miolo íntegro, limpo e firme. Páginas levemente amareladas pela ação natural do tempo. Cortes regulares, com discretos pontos de oxidação e corte superior com tingimento desbotado. Apresenta pequeno carimbo, possivelmente de antigo proprietário, na parte em branco da falsa folha de rosto, sem qualquer prejuízo à leitura. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003cem\u003e1.ª edição, 1\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e960.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA \u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52278899835155,"sku":"0067","price":700.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0067-1-thumb.jpg?v=1760236421"},{"product_id":"wilde-oscar-obra-completa-jose-aguilar-1961-00270","title":"WILDE, Oscar (1854-1900). Obra Completa (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1961).","description":"\u003cp\u003ePossui assinatura de antigo proprietário na folha de rosto. Fita de leitura original presente. \u003cem\u003e1.ª edição, 1961.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52280568185107,"sku":"00270","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0270-thumb.jpg?v=1767899970"},{"product_id":"rui-barbosa-escritos-e-discursos-seletos-jose-aguilar-1960-sku-0068","title":"BARBOSA DE OLIVEIRA, Rui (1849-1923). Escritos e discursos seletos (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1960).","description":"\u003cp\u003eBARBOSA DE OLIVEIRA (Rui) [1849-1923].— BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ RUI BARBOSA \/\/ ESCRITOS E DISCURSOS SELETOS \/\/ em um volume \/\/ ORATÓRIA POLÍTICA \u003cspan\u003e• ORATÓRIA JURÍDICA \/\/ ORATÓRIA ACADÊMICA \/\/ JORNALISMO • ENSAIO • FILOLOGIA • EPISTOLÁRIO \/\/ ESTUDOS E ENSAIOS \/\/ SAN TIAGO DANTAS \/\/ Rui Barbosa e a Renovação da Sociedade \/\/ RUBEM NOGUEIRA \/\/ Rui Barbosa e a Técnica da Advocacia \/\/ HOMEMO PIRES \/\/ Rui Barbosa, Escritor e Orador \/\/ ELMANO CARDIM \/\/ Rui Barbosa — O Jornalista da República \/\/ MIGUEL REALE \/\/ Posição de Rui Barbosa no Mundo da Filosofia \/\/ AMÉRICO DE MOURA \/\/ Rui e a Réplica \/\/ N. BASTOS VILLAS BOAS \/\/ Temário de Rui \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960 \/\/ \u003c\/span\u003eRUI \/\/ BARBOSA \/\/  ESCRITOS E DISCURSOS \/\/ SELETOS \/\/ Seleção, organização e notas \/\/ de \/\/ VIRGÍNIA CÔRTES DE LACERDA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/  AMÉRICO JACOBINA LACOMBE \/\/ Rui, Escritor \/\/ JOÃO MANGABEIRA \/\/ A Presença de Rui nas Gerações Novas \/\/ OSWALDO DE ANDRADE \/\/ Rui e a Árvore da Liberdade \/\/ CARLOS CHIACCHIO \/\/ Cronologia de Rui \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ \u003cspan\u003e[——] \/\/\u003c\/span\u003e RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960.— In-12.º., 1133, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJurista, político, diplomata, orador e um dos mais brilhantes intelectuais do Brasil, Rui Barbosa marcou profundamente a vida pública nacional, tanto pelo vigor de sua atuação parlamentar quanto pela força moral de sua palavra. Reconhecido como um dos maiores tribunos da língua portuguesa, destacou-se na defesa das liberdades civis, na abolição da escravidão, na proclamação da República e na afirmação do Brasil no cenário internacional, que lhe valeu o epíteto de “\u003cem\u003eÁguia de Haia\u003c\/em\u003e”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste volume da Biblioteca Luso-Brasileira, marco de difusão crítica das grandes vozes do pensamento nacional e luso, reúne uma ampla seleção de discursos, ensaios e textos de Rui Barbosa, oferecendo uma visão panorâmica de sua produção intelectual e política.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos, sobressai-se a visão crítica e combativa de Rui contra os que resistiam ao avanço do direito e da justiça, sobretudo no contexto do abolucionismo:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Lucram com a desordem, não os amigos da liberdade, cujo triunfo, em um país de escravos, não pode ser devido senão à conversão das inteligências pela palavra, à persuasão dos corações pelo exemplo, a longos sacrifícios de paciência, discrição e caridade; mas os asseclas do cativeiro, que, conscientes da impossibilidade de sua defesa no plenário agitado dos debates populares, almeja, para dilatar os seus últimos dias, um dêsses períodos de silêncio tumultuar, que sucedem às grandes perseguições vencedoras.»\u003c\/em\u003e (p. 300).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial plena em couro verde escuro, com douração preservada na lombada. Pontos de desgaste pelo uso e tempo nas extremidades das capas e lombadas. Cortes com pontos de oxidação. Miolo íntegro, firme e limpo, com textos e imagens preservados. Guardas conservadas. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003cem\u003e1.ª edição, 1960.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52280617271571,"sku":"0068","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"goncalves-dias-poesia-completa-e-prosa-escolhida-jose-aguilar-1959-sku-0069","title":"DIAS, Gonçalves (1823-1864). Poesia completa e prosa escolhida (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1959).","description":"\u003cp\u003eDIAS (Antônio Gonçalves) [1823-1864].— GONÇALVES \/\/ DIAS \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA ESCOLHIDA \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ A Vida e a Obra do Poeta. A Poética de Gonçalves Dias \/\/ ANTÔNIO HOUAISS \/\/ O Texto dos Poemas \/\/ ALEXANDRE HERCULANO \/\/ Futuro Literário de Portugal e do Brasil (Prólogo aos Cantos) \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escudo com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1959.— In-12.º., 926, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição monumental da Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único tomo a poesia completa e parte significativa da prosa do maior poeta romântico brasileiro, reconhecido por sua profunda ligação com a pátria, a língua e a natureza, autor de Canção do Exílio (1843), um dos hinos da nacionalidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume abre com a Introdução Geral (Nota Editorial, A vida e a obra do poeta, Cronologia e Reportagem iconográfica), seguida da obra poética integral (Primeiros Cantos, Segundos Cantos, Últimos Cantos, Os Timbiras, Hinos, Novos Cantos, Meditações poéticas, etc.) e da prosa escolhida (cartas, ensaios, crônicas, discursos). A seção iconográfica é especialmente rica, trazendo retratos, caricaturas, fac-símiles de manuscritos. O exemplar ainda é enriquecido com aparato crítico de peso, trazendo a leitura poética de Manuel Bandeira, a análise filológica de Antônio Houaiss e o prólogo histórico de Alexandre Herculano, atestando o valor literário universal da obra de Gonçalves Dias.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as páginas, encontra-se o célebre poema « Canção do Exílio », símbolo maior do sentimento nacional, cujos versos se tornaram patrimônio cultural do Brasil:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Minha terra tem palmeiras,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eOnde canta o Sabiá;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAs aves, que aqui gorjeiam,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão gorjeiam como lá.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(…)\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão permita Deus que eu morra,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSem que volte para lá;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSem que desfrute os primores\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não encontro por cá;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSem qu’inda aviste as palmeiras,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eOnde canta o Sabiá. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. [103]).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada na lombada.  Cortes amarelados pelo tempo, com pequenos pontos de oxidação. Capa e lombada firmes, com pontos de desgaste de uso e pelo tempo — sobretudo nas extremidades, que apresentar pequenas perdas do couro. Miolo íntegro e firme, com textos e imagens preservados. Algumas páginas apresentam amarelecimento e leves pontos de oxidação, sobretudo nas iniciais e finais, sem prejuízo da leitura. Apresenta pequena diferença cromática entre capa e lombada, causada por desbotamento da lombada. Fita de leitura original presente. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra)\u003c\/span\u003e. \u003cem\u003e1.ª edição, 1959\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52280790253843,"sku":"0069","price":590.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"carlos-drummond-de-andrade-obra-completa-jose-aguilar-1967-sku-0070","title":"DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos (1902-1987). Obra completa (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1967).","description":"\u003cp\u003eANDRADE (Carlos Drummond de) [1902-1987]. — CARLOS DRUMMOND \/\/ DE ANDRADE \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ organizada por AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Estudo Crítico de \/\/ EMANUEL DE MORAES \/\/ Fortuna Crítica, Cronologia e Bibliografia \/\/ Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual, escrito \"COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA\"] \/\/ ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, GB,  COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1967.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental, integrante da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, Série Brasileira, que reúne em um único volume a produção integral de Carlos Drummond de Andrade — figura central da poesia modernista, cuja obra marcou a literatura brasileira com lirismo, ironia, consciência histórica e reflexão existencial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os versos imortais que consagraram o poeta, destaca-se o célebre poema \u003cem\u003eNo meio do caminho\u003c\/em\u003e, de \u003cem\u003eAlguma Poesia\u003c\/em\u003e (1930):\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«No meio do caminho tinha uma pedra\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etinha uma pedra no meio do caminho\u003cbr\u003etinha uma pedra\u003cbr\u003eno meio do caminho tinha uma pedra...»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 61)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eVersos que inauguraram uma nova sensibilidade na lírica nacional, rompendo com os modelos tradicionais e abrindo espaço para a modernidade poética, tornando-se um dos textos mais icônicos e citados da literatura brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar enriquecido com aparato crítico, contendo introdução geral (A\u003cem\u003es várias faces de uma poesia\u003c\/em\u003e, por Emanuel de Moraes), fortuna crítica, cronologia da vida e da obra, além de bibliografia e índices detalhados. Volume de prestígio que oferece, em um só corpo, os grandes livros de poesia (\u003cem\u003eAlguma poesia, Sentimento do Mundo, A Rosa do Povo, Claro Enigma\u003c\/em\u003e, entre outros), além de prosa variada - conto (\u003cem\u003eContos de Aprendiz\u003c\/em\u003e), crônicas e textos reflexivos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em verde escuro, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e firme, com folhas limpas, levemente amareladas pelo tempo, com textos e imagens preservadas. \u003cem\u003e2.ª edição, 1967.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5cm\u003cbr\u003eLargura: 12,5cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52281123733779,"sku":"0070","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0070-thumb.jpg?v=1767312620"},{"product_id":"luis-de-camoes-obra-completa-companhia-aguilar-1963-sku-0071","title":"CAMÕES, Luís Vaz de (c.1524-1580). Obra completa (Companhia Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1963).","description":"\u003cp\u003eCAMÕES (Luís Vaz de) [c.1524-1580]. — LUÍS \/\/ DE CAMÕES \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização, introdução, comentários \/\/ e anotações do \/\/ PROF. ANTÔNIO SALGADO JÚNIOR \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA AGUILAR EDITÔRA, 1963.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental, integrante da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, que reúne em um único e volumoso tomo a obra completa de Luís de Camões, gênio maior das letras portuguesas e pilar do cânone ocidental. A edição contempla Os Lusíadas, as Rimas (sonetos, éclogas, canções, odes e elegias), as Cartas e os Autos, acompanhados de aparato crítico, notas, índices e bibliografia, compondo um verdadeiro monumento editorial da tradição camoniana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos imortais que eternizaram sua voz lírica, destaca-se o célebre \u003cem\u003eSonêto 4\u003c\/em\u003e, paradigma da lírica renascentista e da expressão universal do amor:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“Amor é um fogo que arde sem se ver;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ ferida que dói e não se sente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um contentamento descontente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ dor que desatina sem doer...”\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 270)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSoneto ícone da poesia de língua portuguesa, consagrado por seus paradoxos perfeitos, tornou-se símbolo da intensidade e da contradição amorosa, marcando presença em antologias e compêndios literários no mundo inteiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar de grande valor bibliográfico, ilustrado com iconografia de época e enriquecido por introduções, estudos críticos e notas interpretativas, que atestam a fortuna literária de Camões nos séculos posteriores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em vermelho, com douração preservada na lombada. Capa e lombada firmes, apresentando apenas alguns pontos de desgaste nas suas extremidades pelo uso e pelo tempo. Miolo íntegro, firme, com folhas limpas e bem preservadas, apresentando apenas discretos pontos de oxidação nos cortes. Corte superior tingido em vermelho preservado. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003cem\u003e1.ª edição, 1963.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5cm\u003cbr\u003eLargura: 13cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52281219186963,"sku":"0071","price":870.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-companhia-jose-aguilar-1972-sku-0072","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1972).","description":"\u003cp\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/  [Monograma editorial em preto da Companhia José Aguilar Editora, formada pelo entrelaçamento das iniciais \"A\", \"J\" e \"E\", escrito \"COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA\", símbolo característico da casa publicadora nas edições de prestígio literário] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITORA, 1972.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume contempla desde \u003cem\u003eViagem\u003c\/em\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003cem\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/em\u003e e\u003cem\u003e Solombra\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se a célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!”\u003c\/em\u003e (p. 452).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial verde, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Capa e lombada firmes e preservadas, apenas com alguns pequenos pontos de desgaste nas extremidades, pelo uso e pelo tempo. Miolo íntegro, limpo e firme. Cortes com pequenos pontos de oxidação. Corte superior com tingimento em vermelho, desbotado. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. \u003cem\u003e3.ª edição, 1972.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5cm\u003cbr\u003eLargura: 12,5cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52281353568531,"sku":"0072","price":500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"machado-de-assis-seus-30-melhores-contos-jose-aguilar-1961-sku-0077","title":"ASSIS, Machado de (1839-1908). Seus 30 melhores contos (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1961).","description":"\u003cp\u003eASSIS (Machado de) [1839-1908]. — BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ MACHADO DE ASSIS \/\/ SEUS 30 MELHORES CONTOS \/\/ De papéis Avulsos: \/\/ A CHINELA TURCA. O ALIENISTA. TEORIA DO MEDALHÃO \/\/ D. BENEDITA. O EMPRÉSTIMO. O ESPELHO \/\/ De Histórias sem Data: \/\/ A IGREJA DO DIABO. CANTIGA DE ESPONSAIS \/\/ ANEDOTA PECUNIÁRIA. UMA SENHORA. NOITE DE ALMIRANTE \/\/ De Várias Histórias: \/\/ O ENFERMEIRO. CONTO DE ESCOLA. D. PAULA \/\/ A CARTOMANTE \/\/ UM APÓLOGO. A CAUSA SECRETA. UNS BRAÇOS \/\/ ENTRE SANTOS \/\/ TRIO EM LÁ MENOR. VIVER! A DESEJADA DAS GENTES \/\/ UM HOMEM CÉLEBRE \/\/ De Páginas Recolhidas: \/\/ MISSA DO GALO. UM ERRADIO \/\/ De Relíquias de Casa Velha: \/\/ EVOLUÇÃO. PAI CONTRA MÃE. SUJE-SE GORDO! \/\/ E mais: \/\/ TRÊS TESOUROS PERDIDOS. O CASO  DA VARA \/\/ O ESCRIVÃO COIMBRA \/\/ [Marca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA. \/\/ MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ SEUS 30 \/\/ MELHORES CONTOS \/\/ Precedidos de uma \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Esbôço Biográfico-crítico \/\/ O Conto na Literatura Brasileira \/\/ Breve Cronologia da Vida e da Obra \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e de prestígio, integrante da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, que apresenta a seleção dos trinta contos mais célebres de Machado de Assis, organizada sob diversos núcleos temáticos (Papéis Avulsos, Histórias sem Data, Várias Histórias, Páginas Recolhidas, Relíquias de Casa Velha), acompanhada de aparato introdutório e crítico que ressalta a centralidade do conto machadiano na literatura brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos antológicos presentes, destacam-se O Alienista, sátira imortal à loucura e ao poder científico, e Missa do Galo, conto paradigmático da ambiguidade psicológica, ambos consagrados como marcos do gênero no Brasil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNas narrativas, Machado desnuda os sentimentos mais íntimos de seus personagens, revelando com sutileza a dor e a fragilidade humana. Um exemplo pungente encontra-se na cena em que o desespero rompe os limites da contenção:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\"inclinou-se ainda para beijar outra vez o cadáver, mas então não pôde mais. O beijo rebentou em soluços, e os olhos não puderam conter as lágrimas, que vieram em borbotões, lágrimas de amor calado, e irremediável desespêro.”\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 321).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA passagem, de impacto emocional profundo, sintetiza a maestria do autor em transformar a experiência íntima em literatura universal, equilibrando sobriedade narrativa e intensidade dramática.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar enriquecido com a Introdução Geral, contendo a nota editorial, ensaio crítico de José Osório de Oliveira, estudo de Massaud Moisés e cronologia da vida e obra do autor, compondo um sólido painel de recepção crítica. Volume ilustrado com retrato do escritor em xilogravura de abertura e outras xilogravuras no decorrer dos contos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro escuro, papel-bíblia, guardas com padronagem geométrica preservadas. Capas e lombada íntegras, apenas com algumas pequenas marcas de uso e do tempo (pontos de desbotamento e pequenos desgastes). Cortes íntegros e tingimento do corte superior desbotado. Miolo íntegro, firme e limpo.  \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003cem\u003e1.ª edição, 1961.\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 16,5cm\u003cbr\u003eLargura: 9,5cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52281544769811,"sku":"0077","price":600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"correa-raimundo-poesia-completa-prosa-jose-aguilar-1961-00078","title":"CORRÊA, Raimundo (1859-1911). Poesia completa e prosa (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1961).","description":"\u003cp\u003eCORRÊA (Raimundo da Mota de Azevedo) [1859-1911].— RAIMUNDO \/\/ CORREIA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Texto, Cronologia, Notas e Estudo \/\/ Biográfico por \/\/ Waldir Ribeiro do Val \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ Raimundo Correia e o seu Sortilégio Verbal \/\/ WALDIR RIBEIRO DO VAL \/\/ Biografia de Raimundo Correia \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA.— In- 16.º., 694, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a produção poética e em prosa de Raimundo Corrêa, incluindo \u003cem\u003ePrimeiros Sonhos, Sinfonias, Versos e Versões, Aleluias\u003c\/em\u003e, além de poesia dispersa, prosa crítica e correspondência. O volume é enriquecido com introdução de Manuel Bandeira, estudo e aparato crítico de Waldir Ribeiro do Val, cronologia da vida e obra do poeta e reportagem iconográfica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar preserva os textos fundamentais do Parnasianismo brasileiro, entre os quais se destacam “\u003cem\u003eAs Pombas\u003c\/em\u003e” e “\u003cem\u003eMal Secreto\u003c\/em\u003e”, este último uma meditação pungente sobre a dor íntima e invisível, aquela que se esconde sob a aparência de serenidade:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Alma, vítima dessa enfermidade! \u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMal sabes que à dos outros sendo adversa, \u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTu és adversa à própria f'licidade!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 373).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde escuro, com lombada ricamente decorada com douração preservada. Guardas marmorizadas íntegras. Miolo íntegro, firme e limpo. Cortes íntegros e preservados e corte superior com tingimento em vermelho também preservado. Leves sinais de uso nas extremidades das capas e lombada. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285177659667,"sku":"00078","price":1200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0078-thumb.jpg?v=1764789402"},{"product_id":"machado-de-assis-seus-30-melhores-contos-jose-aguilar-1961-sku-0079","title":"ASSIS, Machado de (1839-1908). Seus 30 melhores contos (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1961).","description":"\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eASSIS (Machado de) [1839-1908]. — BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ MACHADO DE ASSIS \/\/ SEUS 30 MELHORES CONTOS \/\/ De papéis Avulsos: \/\/ A CHINELA TURCA. Ó ALIENISTA. TEORIA DO MEDALHÃO \/\/ D. BENEDITA. O EMPRÉSTIMO. O ESPELHO \/\/ De Histórias sem Dados: \/\/ A IGREJA DO DIABO. CANTIGA DE ESPONSAIS \/\/ ANEDOTA PECUNIÁRIA. UMA SENHORA. NOITE DE ALMIRANTE \/\/ De Várias Histórias: \/\/ O ENFERMEIRO. CONTO DE ESCOLA. D. PAULA \/\/ A CARTOMANTE \/\/ UM APÓLOGO. UMA CAUSA SECRETA. UNS BRAÇOS \/\/ ENTRE SANTOS \/\/ TRIO EM LÁ MENOR. VIVER! A DESEJADA DAS GENTES \/\/ UM HOMEM CÉLEBRE \/\/ De Páginas Recolhidas: \/\/ MISSA DO GALO. UM ERRADIO \/\/ De Relíquias de Casa Velha: \/\/ EVOLUÇÃO. PAI CONTRA MÃE. SUJE-SE GORDO! \/\/ E mais: \/\/ TRÊS TESOUROS PERDIDOS. O CASO DA VARA \/\/ O ESCRIVÃO COIMBRA \/\/ [Marca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA. \/\/ MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ SEUS 30 \/\/ MELHORES CONTOS \/\/ Precedidos de uma \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Esbôço Biográfico-crítico \/\/ O Conto na Literatura Brasileira \/\/ Breve Cronologia da Vida e da Obra \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEdição crítica e de elegância, integrada à coleção Biblioteca Luso-Brasileira, que apresenta a seleção dos trinta contos mais célebres de Machado de Assis, organizada sob diversos núcleos temáticos (Papéis Avulsos, Histórias sem Dados, Várias Histórias, Páginas Recolhidas, Relíquias de Casa Velha), incluídos de aparato introdutório e crítico que ressalta a centralidade do conto machadiano na literatura brasileira.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEntre os textos antológicos presentes, destacam-se O Alienista, sátira imortal à loucura e ao poder científico, e Missa do Galo, conto paradigmático da ambiguidade psicológica, ambos consagrados como marcos do gênero no Brasil.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eNas narrativas, Machado desnuda os sentimentos mais íntimos de seus personagens, revelando com sutileza a dor e a fragilidade humana. Um exemplo pungente encontra-se na cena em que o desespero rompe os limites da contenção:\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\"inclinou-se ainda para beijar outra vez o cadáver, mas então não pôde mais. O beijo rebentou em soluções, e os olhos não puderam conter as lágrimas, que vieram em borbotões, lágrimas de amor calado, e irremediável desejo.\"\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (pág. 321).\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eA passagem, de impacto emocional profundo, sintetiza a maestria do autor em transformar a experiência íntima em literatura universal, equilibrando sobriedade narrativa e intensidade dramática.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eExemplar enriquecido com a Introdução Geral, contendo uma nota editorial, ensaio crítico de José Osório de Oliveira, estudo de Massaud Moisés e cronologia da vida e obra do autor, compondo um sólido painel de recepção crítica. Volume ilustrado com retrato do escritor em xilogravura de abertura e outras xilogravuras no decorrer dos contos.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEncadernação editorial em couro escuro, papel-bíblia, guardas com padronagem geométrica preservada. Capas e lombadas inteiras, apenas com algumas pequenas marcas de uso e do tempo (pontos de desbotamento e pequenos desgastes). Cortes íntegros e tingimento do corte superior desbotado. Miolo íntegro e firme, com apenas algumas páginas iniciais e finais com leve mancha amarelada nas extremidades, sem interferir nos texto e ilustrações.   \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e1ª edição, 1961.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eIDIOMA\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e Português\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eDIMENSÕES\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e Altura: 16cm \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eLargura: 9,5cm\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285295821075,"sku":"0079","price":600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-nova-aguilar-1977-sku-0080","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ Volume Único \/\/ \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003eBIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Basileira \/\/ CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ POESIA DO SENSÍVEL E DO IMAGINÁRIO \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ \u003cbr data-start=\"607\" data-end=\"610\"\u003eBIBLIOGRAFIA \/\/ POESIA \/\/ VIAGEM \/ VAGA MÚSICA \/\/ MAR ABSOLUTO E OUTROS POEMAS \/\/ RETRATO NATURAL \/ AMOR EM LEONORETA \/\/ DOZE NOTURNOS DA HOLANDA \/ O AERONAUTA \/\/ ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA \/\/ PEQUENO ORATÓRIO DE SANTA CLARA \/\/ CANÇÕES \/ ROMANCE DE SANTA CECÍLIA \/\/ PISTÓIA, CEMITÉRIO MILITAR BRASILEIRO \/\/ DISPERSOS \/ POEMAS ESCRITOS NA ÍNDIA \/\/ METAL ROSICLER \/ SOLOMBRA \/ OU ISTO OU AQUILO \/\/ CRÔNICA TROVADA \/\/ [Marca tipográfica da Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [Ilustração em página inteira: xilogravura do perfil de Cecília Meireles, com assinatura fac-similar] \/\/ \u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eCECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/ [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formado pelo entrelaçamento das iniciais \"E\", \"N\" e \"A\", escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\", símbolo característico da casa publicadora nas edições de ficção literária] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.— In-12.º., 779, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo num único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eO volume contempla desde \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eViagem\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eSolombra\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e .\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se uma célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e« Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda! » \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e(p. 452).\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eExemplar com encadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa - apenas apresentando pontos de desbotamento na lombada. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Capa e lombada firmes e preservadas. Miolo íntegro, limpo e firme, com apenas algumas folhas iniciais e finais com leve amarelado nas extremidades pelo tempo, sem atingir nenhum texto ou ilustração. Apresenta alguns pequenos e leves pontos de oxidação, sobretudo no corte lateral e nas últimas páginas, sem comprometimento da leitura. Corte superior com tingimento avermelhado preservado. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. Fita de leitura original presente, com pontos de desbotamento. Sem assinaturas ou carimbos. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003eReimpressão da\u003c\/em\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e3ª edição, 1977.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285334290707,"sku":"0080","price":500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-nova-aguilar-1983-sku-0081","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1983).","description":"\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/ [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formado pelo entrelaçamento das iniciais \"E\", \"N\" e \"A\", escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\", símbolo característico da casa publicadora nas edições de ficção literária] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1983.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo num único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eO volume contempla desde \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eViagem\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eSolombra\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e .\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se uma célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e«Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!» \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e(pág. 452).\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eExemplar com encadernação editorial verde, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Capa e lombada firmes e preservadas. Miolo íntegro, limpo e firme. Cortes íntegros e limpos e corte superior com tingimento em vermelho, desbotado. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. Terceira r\u003cem\u003eeimpressão da\u003c\/em\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e3ª edição, 1983.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285367451923,"sku":"0081","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0081-thumb.jpg?v=1767768502"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-nova-aguilar-1976-sku-0082","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1976).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980]. — VINICIUS\/\/  DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Edição organizada por Afrânio Coutinho \/\/ com assistência do autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Soneto a Vinicius \/\/ PABLO NERUDA \/\/ Auto-Retrato e Cronologia \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ Do Verso Solitário ao Canto Coletivo \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ Vinicius, Meu Irmão \/\/ LAETITIA CRUZ DE MORAES \/\/ APÊNDICE \/\/ Fortuna Crítica \/\/ OCTÁVIO DE FARIA, MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA, MARIA ROSA OLIVER \/\/ OTTO LARA RESENDE, DAVID MOURÃO FERREIRA \/\/ ANTONIO CÂNDIDO e RENATA PALLOTINI \/\/ Bibliografia \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\" e encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1976.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 183).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius. Ali encontram-se partituras de suas parcerias eruditas com o maestro Cláudio Santoro, compostas em Paris e no Rio entre 1955 e 1962 (pp. 382–383), bem como clássicos da canção popular brasileira, como “Se Todos Fossem Iguais a Você”, samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 390–391).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde, ornada com douração preservada na lombada e com assinatura fac-símile no plano superior. Lombada firme, cortes regulares, miolo íntegro, limpo, com retrato do autor, fac-símiles autógrafos e partituras musicais preservados. Cortes íntegros e preservados e corte superior com tingimento em vermelho também preservado. \u003cem\u003eReimpressão da 2.ª edição, 1976.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285403758867,"sku":"0082","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"manuel-bandeira-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1983-sku-0083","title":"BANDEIRA, Manuel (1886–1968). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1983).","description":"\u003cp\u003eBANDEIRA (\u003cspan\u003eManuel Carneiro de Sousa\u003c\/span\u003e) [1886–1968]. — MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume Único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ TRAJETÓRIA DE UMA POESIA \/ ITINERÁRIO DE PASÁRGADA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ A CINZA DAS HORAS \/ CARNAVAL \/\/ O RITMO DISSOLUTO \/ LIBERTINAGEM \/\/ ESTRELA DA MANHÃ \/ LIRA DOS CINQÜENT'ANOS \/\/ BELO BELO \/ OPUS 10 \/ ESTRELA DA TARDE \/\/ MAFUÁ DO MALUNGO \/\/ PROSA \/\/ CRÔNICAS DA PROVÍNCIA DO BRASIL \/\/ FLAUTA DE PAPEL \/ ENSAIOS LITERÁRIOS \/\/ CRÍTICA DE ARTE \/ ANDORINHA ANDORINHA \/\/ APÊNDICE \/\/ REPERTÓRIO ONOMÁSTICO \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca tipográfica da Editora Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1983 \/\/ [foto do autor em preto e branco] \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ MANUEL \/\/ BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ organizada pelo autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Trajetória de uma Poesia \/\/ SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA \/\/ Itinerário de Pasárgada \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ POESIA \/\/ Notas Preliminares de \/\/ FRANKLIN DE OLIVEIRA, JOÃO RIBEIRO, ALCEU AMOROSO LIMA \/\/ ANTÔNIO OLINTO, MÁRIO DE ANDRADE, MÚCIO LEÃO \/\/ WILSON CASTELO BRANCO, SÉRGIO MILLIET, FERNANDO GÓIS \/\/ LÊDO IVO, CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE E DANÚBIO RODRIGUES \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1983.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da poesia modernista brasileira, Manuel Bandeira construiu uma obra que une simplicidade coloquial, lirismo profundo e uma permanente busca de transcendência diante das limitações da vida. Neste volume monumental da Nova Aguilar, estão reunidos seus livros de versos, traduções, crônicas e ensaios, acompanhados de fortuna crítica e iconografia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas mais célebres está « \u003cem\u003eVou-me embora pra Pasárgada »\u003c\/em\u003e (Libertinagem, 1930), verdadeiro hino à imaginação como refúgio e reinvenção da vida:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Vou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá sou amigo do rei\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá tenho a mulher que eu quero\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa cama que escolherei»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 222).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePasárgada, cidade persa evocada pelo poeta, transforma-se aqui em território mítico e utópico, lugar de plenitude, liberdade e superação das dores. A simplicidade dos versos esconde uma força universal: a vontade de escapar da realidade limitada e reinventar a existência. O poema tornou-se símbolo cultural brasileiro, citado em música, teatro, estudos literários e até na fala cotidiana, permanecendo vivo como emblema da modernidade poética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Cortes limpos e íntegros, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Corte superior com tingimento desbotado. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. \u003cem\u003eReimpressão da 4.ª edição, 1983.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285641785619,"sku":"00083","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0083-thumb.png?v=1768004828"},{"product_id":"manuel-bandeira-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1977-sku-0084","title":"BANDEIRA, Manuel (1886–1968). 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Neste volume monumental da Nova Aguilar, estão reunidos seus livros de versos, traduções, crônicas e ensaios, acompanhados de fortuna crítica e iconografia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas mais célebres está “\u003cem\u003eVou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e” (Libertinagem, 1930), verdadeiro hino à imaginação como refúgio e reinvenção da vida:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eVou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá sou amigo do rei\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá tenho a mulher que eu quero\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa cama que escolherei\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 222).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePasárgada, cidade persa evocada pelo poeta, transforma-se aqui em território mítico e utópico, lugar de plenitude, liberdade e superação das dores. A simplicidade dos versos esconde uma força universal: a vontade de escapar da realidade limitada e reinventar a existência. O poema tornou-se símbolo cultural brasileiro, citado em música, teatro, estudos literários e até na fala cotidiana, permanecendo vivo como emblema da modernidade poética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Cortes limpos e íntegros, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Corte superior com tingimento desbotado. Alguns pontos localizados com leve amarelamento nas primeiras e últimas páginas, próximos a lombada, sem prejudicar os textos ou imagens. Assinatura de antigo proprietário datada de 11 de Outubro de 1983, constituindo elemento adicional de procedência do exemplar. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. \u003cem\u003e4.ª edição, 1977.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285660987667,"sku":"0084","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0084-thumb.png?v=1768000753"},{"product_id":"fernando-pessoa-obra-poetica-editora-jose-aguilar-1972-sku-0086","title":"PESSOA, Fernando (1888–1935). Obra poética (Companhia José Aguilar Editôra, Rio de Janeiro, 1972).","description":"\u003cp\u003ePESSOA, (Fernando António Nogueira) [1888–1935].— BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguêsa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ A POESIA DE FERNANDO PESSOA \/\/ MENSAGEM \/\/ O MARINHEIRO \/\/ FP, UM ENCONTRO DE POESIA. CRONOLOGIA \/\/ POESIA DE FERNANDO PESSOA \/\/ MENSAGEM. \/\/ À MEMÓRIA DO PRESIDENTE-REI SIDÓNIO PAIS. \/\/ QUINTO IMPÉRIO. CANCIONEIRO. \/\/ FICCÕES DO INTERLÚDIO \/\/ POEMAS COMPLETOS DE ALBERTO CAEIRO \/\/ ODES DE RICARDO REIS. POESIAS DE ÁLVARO DE CAMPOS. \/\/ PARA ALÉM DOUTRO OCEANO DE COELHO PACHECO. \/\/ POEMAS DRAMÁTICOS \/\/ NA FLORESTA DO ALHEAMENTO. \/\/ O MARINHEIRO. PRIMEIRO FAUSTO. \/\/ POESIAS COLIGIDAS \/\/ INÉDITAS 1919–1935. \/\/ POEMAS INGLÊSES. FRANCESES. \/\/ POEMAS TRADUZIDOS PARA O PORTUGUÊS. \/\/ QUADRAS AO GÔSTO POPULAR \/\/ 325 QUADRAS. \/\/ POEMAS PARA LILI. POEMA PIAL. \/\/ APÊNDICE \/\/ NOTAS E VARIANTES. BIBLIOGRAFIA. \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BLB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1972 \/\/ [desenho do autor em preto e branco por Almada Negreiros] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE ALMADA NEGREIROS \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Organização, Introdução e Notas, de \/\/ MARIA ALIETE GALHOZ \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1972.— In-12.º., 786, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa consolidou uma das obras poéticas mais plurais e complexas do século XX, distribuída entre seus heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos — e a voz ortônima. Esta edição da Biblioteca Luso-Brasileira, publicada pela Companhia José Aguilar em 1972, apresenta a integralidade de sua produção lírica, acompanhada de introdução crítica e notas de Maria Alice Galhoz, tornando-se referência para a recepção crítica pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas que condensam sua visão existencial, destaca-se o trecho de um escrito em 2 de setembro de 1923, em que a voz lírica revela a recusa da noite como símbolo de esquecimento e exalta o canto como permanência da luz:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNão canto a noite porque no meu canto\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO sol que canto acabará em noite.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão ignoro o que esqueço.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eCanto por esquecê-lo.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 274)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro vinho. Douração preservada na ornamentação da lombada e em assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior com tingimento em vermelho preservado. Cortes sem tingimento apresentando pequenos pontos de oxidação. Guardas íntegras com apenas um pequeno desgaste em um lado da guarda anterior. Capas e lombada preservadas, com apenas pequenos pontos de desgaste pelo uso na extremidade superior da lombada. Miolo impresso em papel-bíblia, íntegro e limpo, apenas com primeiras e últimas folhas levemente amareladas pelo tempo. Fac-símiles autógrafos, fotos e textos preservados. Fotografias e fac-símiles preservados em excelente nitidez. \u003cem\u003e4.ª edição, 1972.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285713056019,"sku":"00086","price":320.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0086-thumb.png?v=1767979215"},{"product_id":"joaquim-nabuco-um-estadista-do-imperio-editora-nova-aguilar-1975-sku-0098","title":"NABUCO, Joaquim (1849–1910). Um estadista do Império (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1975).","description":"\u003cp data-pm-slice=\"0 0 []\"\u003eNABUCO (Joaquim) [1849–1910]. — JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ JOAQUIM NABUCO E A HISTÓRIA POLÍTICA DO IMPÉRIO \/\/ CRONOLOGIA \/ BIBLIOGRAFIA \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ LIVRO PRIMEIRO \/\/ ATÉ O MINISTÉRIO PARANÁ (1813-1853) \/\/ LIVRO SEGUNDO \/\/ O MINISTÉRIO PARANÁ (1853-1857) \/\/ LIVRO TERCEIRO \/\/ OS GABINETES FINANCEIROS (1857-1861) \/\/ A LIGA (1861-1864) \/\/ PRIMEIROS GABINETES PROGRESSISTAS (1864-1865) \/\/ LIVRO QUARTO \/\/ O GABINETE OLINDA (1865-1866) \/\/ LIVRO QUINTO \/\/ QUEDA DOS PROGRESSISTAS (1866-1868) \/\/ COMEÇO DA SITUAÇÃO CONSERVADORA (1868-1872) \/\/ LIVRO SEXTO \/\/ PROBLEMAS DE APÓS GUERRA \/\/ RETRAIMENTO GRADUAL DE NABUCO (1872-1877) \/\/ LIVRO SÉTIMO \/\/ NABUCO JURISCONSULTO \/\/ LIVRO OITAVO \/\/ CONCLUSÃO \/\/ [Marca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em preto, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975 \/\/ [Foto do autor em preto e branco] \/\/ JOSÉ THOMAZ NABUCO DE ARAÚJO, QUANDO MINISTRO \/\/ DA JUSTIÇA, 1869 (QUADRO DE VICTOR MEIRELLES). \/\/ [Fac-símile da assinatura do autor em tinta preta] \/\/ JOAQUIM \/\/ NABUCO \/\/ UM ESTADISTA \/\/ DO IMPÉRIO \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Joaquim Nabuco e a História Política do Império \/\/ AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO \/\/ Cronologia e Bibliografia \/\/ [Marca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em vermelho, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975. — In-12.º., 1141, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDiplomata, jurista, historiador e um dos mais destacados intelectuais do Brasil oitocentista, Joaquim Nabuco foi figura central do movimento abolicionista, não apenas pela militância política e parlamentar, mas também por seu vigor intelectual e humanista. Autor de obras de grande envergadura como O Abolicionismo (1883) e Minha Formação (1900), deixou em \u003cem\u003eUm Estadista do Império\u003c\/em\u003e uma análise monumental da vida política e parlamentar do Brasil imperial, considerada até hoje uma das mais completas interpretações da história do Segundo Reinado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÀ luz de sua crítica social e política, Nabuco expõe o drama dos africanos livres no Brasil, vítimas de manipulações estatais e políticas que perpetuaram o regime escravista sob novas formas:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eA história dos africanos livres de uma e outra categoria é uma das páginas mais tristes da escravidão entre nós, além do mais, porque tudo se fazia em violação de tratados, de solenes compromissos, que o governo tomara de garantir a liberdade dos africanos que lhe eram entregues pelas Comissões Mistas. A distribuição de muitos deles entre homens políticos importantes facilitava os abusos, abusos que se podem resumir dizendo que em grande parte aqueles africanos livres foram fraudulentamente incorporados à escravatura.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(pp. 207–208).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse trecho, de forte carga histórica e humanitária, testemunha a lucidez de Nabuco ao registrar não apenas o funcionamento da política imperial, mas também o drama humano silenciado pela retórica oficial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição integrada na prestigiada Biblioteca Luso-Brasileira, coleção dirigida no Brasil por Afrânio Coutinho, em colaboração com João Gaspar Simões, em Lisboa, destinada a reunir obras-primas das literaturas do Brasil e de Portugal. Volume único da obra-prima historiográfica de Joaquim Nabuco, originalmente publicada em 1897 em três tomos, agora condensada em edição monumental com notas e aparato crítico. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial plena em couro verde, com douração preservada na ornamentação e descrições na lombada e em fac-símile da assinatura de Nabuco na capa. Guardas íntegras e preservadas, estampadas com o monograma da coleção (BBL). Corte superior com tingimento em avermelhado, preservado. Miolo íntegro, limpo e firme, sem manchas de acidez relevantes. Algumas primeiras e últimas folhas levemente amareladas, com alguns pontos de oxidação, sem comprometimento de textos ou ilustrações. \u003cem\u003e4.ª edição \/ 1.ª edição da Editora Nova Aguilar, 1975\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52319636324627,"sku":"0098","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0098-Thumb.png?v=1769495803"},{"product_id":"alvares-de-azevedo-obra-completa-editora-nova-aguilar-2000-sku-0099","title":"ÁLVARES DE AZEVEDO, Manuel Antônio (1831–1852). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2000).","description":"\u003cp\u003eÁLVARES DE AZEVEDO (Manuel Antônio) [1831–1852]. — ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Textos Críticos \/\/ JACI MONTEIRO \/\/ MACHADO DE ASSIS \/\/ SÍLVIO ROMERO \/\/ JOSÉ VERÍSSIMO \/\/ AGRIPINO GRIECO \/\/ RONALD DE CARVALHO \/\/ MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ ANTONIO CANDIDO \/\/ JOSÉ GUILHERME MERQUIOR \/\/ LUCIANA STEGNANO-PICCHIO \/\/ WELLINGTON DE ALMEIDA SANTOS \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"NA\" entrelaçadas] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2000 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Fortuna crítica \/ Reportagem iconográfica \/\/ POESIA \/\/ Lira dos vinte anos \/ Poesias diversas \/\/ O poema do Frade \/ O conde Lopo \/\/ Apêndice \/\/ PROSA \/\/ Macário \/ Noite na taverna \/\/ O livro de Fra Gondicário \/\/ Estudos literários \/ Discursos \/\/ CORRESPONDÊNCIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Biliografia \/\/ Índices. — In-12.º., 849, [1] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÁlvares de Azevedo foi poeta, prosador e ensaísta, considerado um dos maiores expoentes do Ultra-Romantismo brasileiro. Morreu precocemente aos 20 anos, deixando uma obra marcada pelo tom melancólico, pela idealização da morte e pela visão dualista da vida. Sua \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e tornou-se um marco da poesia romântica nacional, onde se alternam lirismo sentimental e ironia mordaz. Apesar da curta vida, a profundidade e originalidade de sua produção asseguraram-lhe lugar de destaque no cânone literário brasileiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição, pertencente à Biblioteca Luso-Brasileira, Série Brasileira, publicada pela Editora Nova Aguilar,  reúne em um único volume a totalidade da produção poética, em prosa, crítica e epistolar do autor. Organizada por Alexei Bueno, abrange a célebre \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e, suas poesias dispersas, narrativas em prosa como Macário e Noite na Taverna, o romance inacabado O Livro de Fra Gondicário, além de estudos literários, discursos e vasta correspondência. A edição ainda incorpora fortuna crítica de alguns dos maiores nomes da literatura e crítica brasileira, como Machado de Assis, Sílvio Romero, Mário de Andrade, Antonio Candido e José Guilherme Merquior, permitindo uma visão ampla e contextualizada da obra azevediana. Apresenta, ainda, “Reportagem iconográfica”, com documentação visual da vida e da obra de Álvares de Azevedo, incluindo a fotografia da casa natal do poeta em São Paulo, retratos de família, a única fotografia original de Álvares de Azevedo aos 17 anos, além de fac-símiles de manuscritos e das primeiras edições de Poesias (1853) e Obras (1855).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste volume encontra-se o célebre poema de Álvares de Azevedo, pertencente à \u003cem\u003eLira dos Vinte Anos\u003c\/em\u003e:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSE EU MORRESSE AMANHÃ!\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eSe eu morresse amanhã, viria ao menos\u003cbr\u003eFechar meus olhos minha triste irmã;\u003cbr\u003eMinha mãe de saudades morreria\u003cbr\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQuanta glória pressinto em meu futuro!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue aurora de porvir e que amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEu perdera chorando essas coroas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQue sol! que céu azul! que doce n'alva\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAcorda a natureza mais louçã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão me batera tanto amor no peito\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eMas essa dor da vida que devora\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA ânsia de glória, o dolorido afã...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA dor no peito emudecera ao menos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e(pp. 314–315).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSegundo a Cronologia da vida e da obra (p. 17), no dia de seu enterro em 1852, após os discursos de Joaquim José Teixeira de Macedo e Domingos Jaci Monteiro, o escritor Manuel de Macedo, ao fim de seu discurso, leu o poema \u003cem\u003eSe eu morresse amanhã\u003c\/em\u003e, causando grande comoção entre os presentes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e em fac-símile da assinatura do autor na capa. Guardas íntegra, apenas com pontos de oxidação. Fita de marca-páginas em tecido verde. Encadernação sólida, sem quebras estruturais. Corte homogêneo, apenas com alguns pequenos pontos de oxidação. Miolo íntegro, firme, impresso em papel bíblia, com alguns pontos de oxidação e leve amarelado nas primeiras e últimas páginas, com textos e ilustrações preservados. Assinatura com data e local na folha de rosto, em parte em branco, sem comprometimento da leitura. 1.ª edição, 2000.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52321770504467,"sku":"00099","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0099-1-thumb.jpg?v=1760057934"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/collections\/Banner-Portugues-Verde.jpg?v=1760049090","url":"https:\/\/www.inactual.com.br\/collections\/portugues.oembed?page=7","provider":"Inactual","version":"1.0","type":"link"}