{"title":"Poesia","description":"","products":[{"product_id":"buch-der-lieder-henrich-heine-g-grotesche-verlagsbuchhandlung-1889-sku-0233","title":"HEINE, Heinrich (1797–1856). Buch der Lieder (G. Grote'sche Verlagsbuchhandlung, Berlin, 1889)","description":"\u003cp\u003eHEINE (Heinrich) [1797–1856].— Heinrich Heine’s \/\/ Buch der Lieder. \/\/ [ornamento tipográfico com losango central] \/\/ Diamant-Ausgabe. \/\/ [—] \/\/ Mit zwölf Kupferdrucken \/\/ nach Zeichnungen \/\/ von \/\/ P. Grot Johann. \/\/ [monograma ornamental] \/\/ Berlin, \/\/ G. Grote’sche Verlagsbuchhandlung. \/\/ 1889.— In.16.º, [6], 270, [2] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição \u003cem data-end=\"442\" data-start=\"425\"\u003eDiamant-Ausgabe\u003c\/em\u003e, ilustrada com 12 calcogravuras a partir de desenhos de P. Grot Johann. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e1889.\u003c\/em\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":50853995938067,"sku":"0233","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"bocage-manuel-maria-barbosa-du-poesias-livraria-sa-da-costa-1943-00273","title":"BOCAGE, Manuel Maria Barbosa du (1765–1805). Poesias (Livraria Sá da Costa — Editora, Lisboa, 1943).","description":"\u003cp\u003eBOCAGE (Manuel Maria Barbosa du) [1765–1805].— COLLECÇÃO DE CLÁSSICOS SÁ DA COSTA \/\/ [Filete tipográfico circular] \/\/ Bocage \/\/ POESIAS \/\/ [Filete tipográfico horizontal duplo] \/\/ Selecção, prefácio e notas \/\/ de \/\/ Guerreiro Murta \/\/ [Marca tipográfica da Livraria Sá da Costa representando portal arquitetônico com escudo das quinas de Portugal e livro aberto] \/\/ LIVRARIA SÁ DA COSTA—EDITORA \/\/ Sêde: 100-102, Rua Garrett \/\/ Sucursal: 24, Poço Novo \/\/ LISBOA.— In-8.º, LVIII, 253 p. E. de luxo. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar pertence à tiragem especial limitada de 100 exemplares, assinado e numerado nº077. Reencadernado — encadernação de luxo. Possui dedicatória datada em 14 de Junho de 1951. \u003cbr\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52212823523603,"sku":"00273","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"lisle-leconte-de-oeuvres-leconte-de-lisle-poemes-antiques-alphonse-lemerre-circa-1910-00192","title":"LISLE, Leconte de (1818–1894). Poèmes antiques (Alphonse Lemerre, Paris, c. 1910).","description":"\u003cp\u003eLISLE (Leconte de) [1818–1894].— OEUVRES \/\/ DE \/\/ Leconte de Lisle \/\/ [—] \/\/ POÈMES ANTIQUES \/\/ [Marca tipográfica da editora, representando figura masculina empunhando enxada sob sol nascente, encimada pela frase « FAC ET SPERA » e subtitulada pelas letras « A L »]. \/\/ PARIS \/\/ LIBRAIRIE ALPHONSE LEMERRE \/\/ 23-33, PASSAGE CHOISEUL, 23-33.— In-12.º., [6], 317, [2]. E. coeva em meio couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1087\" data-start=\"631\"\u003eEdição parisiense publicada pela prestigiada Librairie Alphonse Lemerre, uma das casas editoriais de poesia mais reconhecidas de Paris na virada do século XIX para o XX, esta edição reflete o refinamento gráfico e cultural da Belle Époque literária. Trata-se de uma joia da literatura francesa: \u003cem data-end=\"943\" data-start=\"926\"\u003ePoèmes antiques\u003c\/em\u003e é obra inaugural e canônica de Leconte de Lisle, um dos grandes nomes do Parnasianismo, cuja obra exerceu influência na geração simbolista.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1462\" data-start=\"1089\"\u003eMais do que um livro, este exemplar é testemunho material da difusão do ideal parnasiano e do gosto editorial elegante do início do século XX. O conjunto apresenta diagramação característica das edições lemerrianas — tipografia nítida, equilibrada e de rigor acadêmico, em papel de trapo espesso, de tonalidade creme e boa prensagem, com envelhecimento natural e homogêneo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA obra, fundadora no percurso do autor, reflete o ideal da forma pura, da impassibilidade e do culto à Antiguidade. Em \u003cem data-start=\"1583\" data-end=\"1593\"\u003eDémodoce\u003c\/em\u003e, o autor explora a tensão entre beleza e sabedoria, juventude e desilusão. Nesse trecho, o poeta-cantor — o aedo que dá voz à Antiguidade — exprime a fugacidade do desejo e a cegueira da paixão:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e« \u003cem\u003eLa jeunesse est crédule aux espérances vaines;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eElle éblouit nos yeux et brûle dans nos veines;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEt des Songes brillants le cortège vainqueur\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eD’un aveugle désir fait palpiter le coeur.\u003c\/em\u003e » \u003cbr\u003e(p. 97)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-start=\"1982\" data-end=\"2420\"\u003eEncadernado em meio couro, com lombada com cinco nervuras e douração no título. As pastas apresentam papel marmorizado de época, em tons ocres, azulados e esverdeados, com leve pátina uniforme. Corte superior dourado e cortes lateral e inferior ligeiramente irregulares, típicos do refilo manual das folhas após a impressão — frequente em edições finas ou semiartesanais até o início do século XX. Guardas internas marmorizadas em padrão \u003cem data-start=\"2248\" data-end=\"2257\"\u003epeacock\u003c\/em\u003e multicolorido. O exemplar conserva ainda a folha protetora em papel translúcido (tipo seda) antes da folha de rosto, inteiramente preservada e sem rasgos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"2422\" data-end=\"2915\"\u003eEstrutura firme, com miolo íntegro, completo, limpo e legível; textos e ornamentos preservados. Marca tipográfica clássica da Librairie Alphonse Lemerre na folha de rosto. Estado de conservação muito bom, com leve pátina uniforme e algumas páginas apresentando discretas manchas de oxidação compatíveis com a idade, sem comprometimento da leitura.\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003eSem carimbos; com assinatura manuscrita de posse datada de 26-7-1922 na folha de rosto. \u003cem\u003eEdição s.d. [vers 1910; terminus ante quem 1922]\u003c\/em\u003e.\u003cspan class=\"selectable-text copyable-text xkrh14z\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52213070332179,"sku":"00192","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0192-thumb.png?v=1767940970"},{"product_id":"juvenal-decime-junius-persio-aulus-persius-flaccus-satires-perse-juvenal-compagnie-libraires-1737-00091","title":"JUVÉNAL, Décime Junius (c. 55 – c. 140 d.C.) \u0026 PÉRSIO, Aulus Persius Flaccus (34 – 62 d.C). Traduction des Satires de Perse et de Juvénal (Compagnie des Libraires, Paris, 1737).","description":"\u003cp\u003eJUVÉNAL (Décime Junius) [c. 55 – c. 140 d.C.] \u0026amp; PÉRSIO (Aulus Persius Flaccus) [34 - 62 d.C.]. — TRADUCTION \/\/ DES SATIRES \/\/ DE PERSE, \/\/ ET DE \/\/ JUVÉNAL, \/\/ Par le Révérend Pere TARTERON, \/\/ de la Compagnie de JESUS. \/\/ NOUVELLE EDITION. \/\/ augmentée d’Arguments à chaque Satire. \/\/ [Emblème typographique : composition gravée de fleurs, feuillages et ornements végétaux, au centre une ruche entourée d’abeilles, ceinte de rubans portant les devises « INSISTERE » et « PURIS GAUDENT »]. \/\/ A PARIS, \/\/ Par la Compagnie des Libraires. \/\/ —— \/\/ M.DCC.XXXVII. \/\/ AVEC PRIVILEGE DU ROY. — In-12. Reliure pleine peau de l’époque, dos orné à nerfs et fleurons dorés, pièce de titre « Satires de Juvén[al] ». Tranches rouges, gardes en papier marbré polychrome. \/\/ 354 pp. pour le texte latin, 355 pp. pour le texte français. \/\/ Préliminaires non chiffrés comprenant titre, épître et table [36] pp. \/\/ Table des matières à la fin [15] pp., suivie d’errata [1] p., privilège du roi [3] pp., seconde errata [2] pp. et catalogue final de la Compagnie des Libraires [2] pp. \/\/ Frontispice gravé figurant l’auteur en méditation, entouré d’attributs érudits. \/\/ Dos lombo en cuir orné à nerfs, avec pièce de titre en maroquin rouge, titre doré «SATIR DE JUVEN» (forme abrégée pour \u003cem data-start=\"354\" data-end=\"374\"\u003eSatires de Juvénal\u003c\/em\u003e). \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDécimo Júnio Juvenal foi um poeta romano célebre por suas Sátiras, escritas em hexâmetros, nas quais critica duramente os costumes de sua época. Sua obra, composta por dezesseis sátiras, ataca a corrupção política, a decadência moral e a hipocrisia social da Roma imperial. Embora pouco se saiba de sua vida, Juvenal se tornou um dos maiores expoentes da tradição satírica, influenciando escritores do Renascimento e da modernidade. Sua mordacidade e estilo vigoroso tornaram-no símbolo de crítica e resistência moral frente aos abusos da sociedade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAulo Pérsio Flaco, também satírico romano, morreu jovem, aos 28 anos, mas deixou seis sátiras em hexâmetros que tiveram grande impacto na tradição literária latina. Educado no estoicismo, Pérsio dirigiu sua crítica contra os vícios morais, a avareza, a hipocrisia e os abusos do poder. Apesar da brevidade de sua obra, seu tom moralizante, aliado ao rigor filosófico, exerceu forte influência sobre gerações posteriores, sendo lido em conjunto com Juvenal como modelo de denúncia ética e social.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste raro exemplar setecentista apresenta a tradução francesa das célebres Sátiras de Pérsio (Aulus Persius Flaccus) e Juvenal (Decimus Iunius Iuvenalis), dois dos maiores poetas satíricos da Roma Antiga. Suas críticas mordazes à sociedade romana — abordando corrupção, vícios, injustiças e costumes — marcaram profundamente a tradição literária ocidental. Sua obra exerceu enorme influência sobre a tradição satírica europeia, sendo lida e reinterpretada ao longo dos séculos como contundente reprovação às condutas abusivas, falsidade moral e depravação social.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTraduzidas pelo padre jesuíta Jérôme Tarteron, esta edição de 1737 foi publicada pela \u003cem\u003eCompagnie des Libraires\u003c\/em\u003e em Paris, com privilégio real, o que atesta sua circulação oficial. Diferencia-se por ser uma nova edição ampliada, trazendo argumentos introdutórios e notas adicionais a cada sátira, recurso que a torna mais acessível e erudita para os leitores do período.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm dos trechos mais contundentes da Sátira III, denuncia a degradação moral da vida em Roma, ironizando práticas de astrologia, adivinhações e serviços indignos — incluindo o ato de servir de intermediário para adultérios —, prática considerada vergonhosa:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Quid Romae faciam? mentiri nescio, librum\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003esi malus est nequeo laudare et poscere; motus\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eastrorum ignoro; funus promittere patris\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003enec volo nec possum; ranarum viscera numquam\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003einspexi; ferre ad nuptam quae mittit adulter,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003equae mandat, norunt alii; me nemo ministro.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eFur erit atque ideo nulli comes exeo tamquam\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emancus et extinctae corpus non utile dextrae.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQuis nunc diligitur, nisi conscius et cui fervens\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eaestuat occultis animus semperque tacendis?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNil tibi se debere putat, nil conferet umquam,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eparticipem qui te secreti fecit honesti.»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 100)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA «censura» manuscrita: notavelmente, este exemplar traz um risco intencional sobre parte do texto latinoda Sátira III (p. 100): «\u003cem\u003einspexi; ferre ad nuptam quae mittit adulter, quae mandat\u003c\/em\u003e». A passagem refere-se explicitamente ao ato de transportar mensagens ou presentes entre um adúltero e a mulher casada, papel de cumplicidade que Juvenal rejeita. É plausível que a frase tenha sido censurada por um antigo proprietário ou leitor sensível ao conteúdo considerado imoral, lascivo ou ofensivo aos costumes religiosos e sociais da época. Trata-se, portanto, de um gesto de censura individual, provavelmente motivado por escrúpulos morais ou religiosos, refletindo a recepção sensível e seletiva da obra em diferentes contextos históricos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma curiosidade é que a censura ocorre apenas no texto latino e não em sua tradução francesa. Isso sugere que a língua latina, tradicionalmente associada ao meio religioso, poderia causar maior desconforto ou reprovação moral. Assim, a intervenção manuscrita transforma o exemplar em um testemunho raro e eloquente da recepção histórica da obra, revelando como diferentes contextos culturais estabeleciam limites para o aceitável.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA rasura foi executada com tinta de caneta tinteiro, possivelmente ferro-gálica, comum entre os séculos XVII e XIX. O traço apresenta espessura irregular e penetração visível nas fibras do papel, indício de escrita manual posterior à impressão. Este detalhe acrescenta valor documental e bibliográfico significativo, pois não apenas atesta o uso ativo e interpretativo do livro, mas também o inscreve na prática histórica de leitura moralizante e censura privada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume apresenta sua encadernação original plena em couro, com lombada ricamente decorada em dourado e título em etiqueta de couro vermelha «\u003cem\u003eSatir[es] de Juven[al]»\u003c\/em\u003e. Contém, ainda, frontispício ilustrado em gravura, representando Juvenal em ambiente erudito, além de tabelas, erratas e catálogo final da \u003cem\u003eCompagnie des Libraires\u003c\/em\u003e. As capas mostram marcas do tempo, bem como sinais de desgaste nos cantos e bordas e cortes nas extremidades entre a capa e a lombada, mas o exemplar continua firme e íntegro. Apresenta sinais de manuseio e marcas do tempo, incluindo manchas ocasionais e discretos furos, mas permanece com textos e ilustrações perfeitamente legíveis. Possui corte na parte inferior de uma página da epístola, com perda marginal de papel em área não impressa, sem prejuízo ao texto. As folhas de guarda exibem belíssimo papel marmorizado policromado, característico das edições francesas do século XVIII. Cortes com tingimento em vermelho desbotado, mas ainda aparente. Nota-se também uma assinatura de posse manuscrita na folha de rosto, com tinta de caneta tinteiro, possivelmente ferro-gálica, indicando proveniência antiga.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52213104345363,"sku":"00091","price":1900.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0091.png?v=1768533493"},{"product_id":"gutierre-de-cetina-madrigales-sonetos-y-otras-composiciones-escogidas-montaner-y-simon-1943-sku-0106","title":"DE CETINA, Gutierre (c. 1520–c. 1557). Madrigales, Sonetos y otras composiciones escogidas (Montaner y Simón, Barcelona, 1943).","description":"\u003cp\u003eDE CETINA (Gutierre) [c. 1520–c. 1557]. — MADRIGALES, SONETOS \/\/ Y OTRAS COMPOSICIONES ESCOGIDAS \/\/ GUTIERRE DE CETINA \/\/ MADRIGALES \/\/ SONETOS \/\/ Y OTRAS COMPOSICIONES ESCOGIDAS \/\/ SELECCIÓN Y PRÓLOGO DE \/\/ JUAN BTA. SOLERVICENS \/\/ [Ornamento tipográfico: jarrón ornamentado con flores] \/\/ MONTANER Y SIMON, S. A. \/\/ BARCELONA \/\/ 1943.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em Barcelona, em 1943, pela Montaner y Simón, este pequeno volume reúne a poesia de Gutierre de Cetina, um dos nomes mais delicados do Renascimento espanhol. Intitulado \u003cem\u003eMadrigales, Sonetos y otras composiciones escogidas\u003c\/em\u003e, o livro foi selecionado e precedido de prólogo por Juan Bta. Solervicens.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA edição faz parte da coleção \u003cem\u003ePolimnia\u003c\/em\u003e, projeto editorial dedicado à difusão de grandes clássicos da literatura espanhola, em formato reduzido e requintado, pensado tanto para a leitura acessível quanto para o colecionismo. Entre os autores da coleção figuram nomes como Lope de Vega, Quevedo, Góngora e Bécquer.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO poeta espanhol renascentista Gutierre de Cetina, soldado e viajante, ficou imortalizado sobretudo pelo célebre madrigal “\u003cem\u003eOjos claros, serenos\u003c\/em\u003e”. Este poema, de intensidade lírica e delicadeza expressiva, tornou-se um dos textos mais antologizados da literatura espanhola, exaltando a tensão entre a doçura e a severidade do olhar amado. Como se pode ler na abertura:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e« \u003cem\u003eOjos claros, serenos,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003esi de un dulce mirar sois alabados,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e¿por qué, si me miráis, miráis airados?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSi cuanto más piadosos,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emás bellos parecéis a aquel que os mira,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eno me miréis con ira,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eporque no parezcáis menos hermosos.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e¡Ay, tormentos rabiosos!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eOjos claros, serenos,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eya que así me miráis, miradme al menos.\u003c\/em\u003e »\u003cbr\u003e(p. 1)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar possui corte superior dourado preservado, detalhe que reforça o cuidado estético da edição. Cortes lateral e inferior limpos e preservados. Miolo íntegro, com tipografia nítida e encadernação permanece firme, sem folhas soltas, apenas com alguns desgastes superficiais em algumas partes das extremidades das capas e lombada. Folhas de guarda marmorizadas, íntegras e preservadas. As páginas se mantêm limpas e homogêneas. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e1943.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eEspanhol\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 12cm\u003cbr\u003eLargura: 8,5cm\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52214711779603,"sku":"0106","price":330.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0106-1-thumb.jpg?v=1760234526"},{"product_id":"milton-john-poetical-works-frederick-warne-co-1889-00155","title":"MILTON, John (1608–1674). The Poetical Works (Frederick Warne and Co., London \/ New York, 1889).","description":"\u003cp\u003eMILTON (John) [1608–1674].— THE “ALBION” EDITION. \/\/ [——] \/\/ THE POETICAL WORKS \/\/ OF \/\/ JOHN MILTON. \/\/ WITH \/\/ MEMOIR, EXPLANATORY NOTES, Etc. \/\/ [Ornamento tipográfico em forma de ferradura ladeada por asas abertas] \/\/ LONDON AND NEW YORK: \/\/ FREDERICK WARNE AND CO \/\/ 1889.— In-12.º., XXVI, 581, [1] p. E.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eElegante exemplar da célebre edição das obras poéticas de John Milton, um dos maiores nomes da literatura inglesa. Autor de clássicos imortais como \u003cem\u003eParadise Lost, Paradise Regained\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eSamson Agonistes\u003c\/em\u003e, Milton exerceu influência decisiva sobre a poesia, a teologia e o pensamento político do século XVII e além.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1889 por Frederick Warne and Co., editora com sedes em Londres e Nova Iorque, este volume integra a série conhecida como \u003cem\u003eAlbion Edition\u003c\/em\u003e. O exemplar inclui um \u003cem\u003ememoir \u003c\/em\u003ebiográfico e notas explicativas, oferecendo ao leitor não apenas os versos de Milton, mas também o aparato crítico que orientou gerações de leitores no século XIX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar insere-se no contexto da recepção vitoriana da poesia de Milton, quando sua obra — em especial o monumental \u003cem\u003eParadise Lost\u003c\/em\u003e — era tida como leitura essencial em bibliotecas cultas e frequentemente associada, ao lado de Shakespeare e da Bíblia, à formação literária e moral da Inglaterra. A proliferação de edições como esta reflete o prestígio de Milton na cultura oitocentista e sua posição como referência central da tradição literária inglesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os inúmeros versos que atravessaram séculos, destacam-se passagens de grande força poética e espiritual, como a invocação que celebra a criação e o Criador:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«These are thy glorious works, Parent of good, \u003cbr\u003eAlmighty, thine this universal frame,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eThus wondrous fair; thyself how wondrous then!»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Paradise Lost, p. 181).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eUma curiosidade específica sobre esse exemplar é que, entre as páginas 24 e 25 — justamente onde se encontram os epitáfios de John Milton dedicados a William Shakespeare, em que o poeta medita sobre a imortalidade da arte e da memória —, foi encontrada uma pequena fotografia antiga, cuidadosamente guardada. A imagem, anônima, parece ter sido colocada ali como lembrança ou marcador de leitura, criando um encontro sugestivo entre a palavra poética e a memória pessoal. Esse detalhe inesperado confere ao volume uma dimensão única, transformando-o não apenas em testemunho da recepção vitoriana de Milton, mas também em portador de uma história íntima, silenciosa e enigmática.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar encontra-se encadernado em revestimento vermelho de textura granulada, com o título “Milton” gravado em dourado na lombada. Na parte inferior da capa frontal figuram as iniciais “M. A. M.” que, em conjunto com a assinatura manuscrita do antigo proprietário na folha de guarda anterior, sugere que a encadernação foi especialmente encomendada. Sem carimbos ou outras marcações. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs folhas de guarda apresentam decoração marmorizada em tons de amarelo e cinza, com ornamento dourado junto às bordas internas. Douração nos cortes preservada e com brilho vívido. Observa-se na guarda anterior desgaste na dobra junto à lombada, com pequenas fissuras, sem comprometer a estrutura. A encadernação permanece firme, com a capa sólida, apresenta apenas pequenos desgastes superficiais nas extremidades e quinas, sinais comuns de manuseio com o tempo. Miolo firme e íntegro, apresentando apenas alguns pequenos e leves pontos de oxidação nas primeiras páginas, sem prejudicar a leitura. Dourações em excelente conservação. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52214772302099,"sku":"00155","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/00155-john-milton-poetical-works-thumb.jpg?v=1779396087"},{"product_id":"schiller-friedrich-schillers-werke-bibliographische-institut-1885-8-vols-00289","title":"SCHILLER, Friedrich (1759-1805). Schillers Werke (Bibliographische Institut, Leipzig, 1885), 8 vols.","description":"\u003cp data-start=\"330\" data-end=\"830\"\u003eEdição completa das obras de Friedrich Schiller (1759–1805), em oito volumes, publicada pelo Bibliographisches Institut, em Leipzig, em 1885, baseada na revisão textual de Heinrich Kurz. Trata-se de uma edição tardia do século XIX, concebida dentro do projeto clássico do editor, reunindo de forma sistemática a produção literária, histórica e filosófica de Schiller, segundo os padrões filológicos e tipográficos consolidados das grandes coleções alemãs do período.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"832\" data-end=\"1313\"\u003eA coleção abrange poesia, teatro, traduções dramáticas, escritos históricos, narrativas, textos filosóficos e escritos diversos, refletindo o estatuto canônico de Schiller na tradição literária alemã. Os textos são integralmente impressos em caracteres góticos (Fraktur), tipografia normativa no espaço cultural germânico oitocentista, conferindo ao conjunto não apenas fidelidade histórica, mas também forte presença visual e identidade editorial coerente com o seu tempo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1315\" data-end=\"1537\"\u003eNo conjunto dramático, encontra-se \u003cem data-start=\"1350\" data-end=\"1362\"\u003eDon Karlos\u003c\/em\u003e, peça em que se insere a fala consagrada do Marquês de Posa, frequentemente tomada como síntese do pensamento político e moral do autor, tal como registrada nesta edição:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote data-start=\"1539\" data-end=\"1595\"\u003e\n\u003cp data-start=\"1541\" data-end=\"1595\"\u003e\u003cem\u003e«Geben Sie Gedankenfreiheit!»\u003c\/em\u003e\u003cbr data-start=\"1574\" data-end=\"1577\"\u003e\u003cem data-start=\"1579\" data-end=\"1595\"\u003e(v. 2, p. 467)\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-start=\"1597\" data-end=\"2006\"\u003eOs volumes apresentam encadernação editorial uniforme, com lombadas ricamente decoradas e títulos dourados, preservando boa integridade estrutural. Observa-se desgaste natural do tempo nas extremidades e lombadas, com discreta perda pontual da douração, compatível com a idade do conjunto. Miolos íntegros, com amarelecimento homogêneo, sem sinais de umidade ativa ou danos estruturais relevantes.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52215293870355,"sku":"00289","price":2400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0289-Thumb.jpg?v=1777491185"},{"product_id":"duhamel-georges-anthologie-poesie-lyrique-francaise-xve-xixe-insel-verlag-1923-00137","title":"DUHAMEL, Georges (org.) (1884–1966). Anthologie de la Poésie Lyrique Française de la fin du XVe siècle à la fin du XIXe siècle (Insel-Verlag, Leipzig, 1923).","description":"\u003cdiv\u003e\n\u003cp\u003eDUHAMEL (Georges, org.) [1884-1966].— ANTHOLOGIE DE LA \/\/ POÉSIE LYRIQUE \/\/ FRANÇAISE \/\/ DE LA FIN DU XVe SIÈCLE A LA \/\/ FIN DU XIXe SIÈCLE \/\/ PRÉSENTÉE PAR \/\/ GEORGES DUHAMEL \/\/ 1923 \/\/ [———] \/\/ INSEL-VERLAG \/ LEIPZIG. In-8.º., XXXVIII, [2], 531 p. E. em meio couro.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cp\u003eA antologia reúne uma ampla seleção de poesias francesas, do final do século XV até o final do século XIX, oferecendo um panorama da evolução da lírica francesa por quatro séculos. O volume apresenta autores desde os primórdios do Renascimento, como Marguerite de Navarre, Clément Marot, Joachim du Bellay e Pierre de Ronsard, atravessa o Classicismo de La Fontaine, Boileau, Molière e Voltaire, contempla o Pré-romantismo e a Ilustração em vozes como André Chénier, Parny e Lebrun, até alcançar os grandes nomes do Romantismo e do Simbolismo, como Lamartine, Hugo, Musset, Nerval, Baudelaire, Verlaine e Rimbaud.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA organização e a apresentação são de Georges Duhamel, médico, escritor, ensaísta e membro da Académie Française. Reconhecido por sua visão humanista e crítica, Duhamel introduz os principais movimentos literários, situando os poetas em seu contexto e oferecendo ao leitor uma leitura panorâmica e reflexiva da tradição poética francesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado pela Insel-Verlag, em Leipzig, na coleção internacional Bibliotheca Mundi, conhecida por edições de alta qualidade gráfica e tipográfica, voltadas a um público erudito e cosmopolita. A impressão foi realizada pela prestigiada Imprimerie W. Drugulin, também em Leipzig, célebre por sua excelência tipográfica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1923, poucos anos após a Primeira Guerra Mundial, o volume reflete o interesse cultural da época pela tradição literária europeia e pela reafirmação dos clássicos como um patrimônio comum. A antologia de Duhamel não apenas valoriza a continuidade da poesia francesa, mas também oferece ao público internacional uma síntese representativa da herança lírica francesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCom sua musicalidade intensa e sua evocação de mundos ideais, Baudelaire sintetiza o espírito lírico do século XIX:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003eLà, tout n’est qu’ordre et beauté,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLuxe, calme et volupté. \u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(L’Invitation au voyage, p. 507)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO fragmento resume o anseio romântico-simbolista por um espaço de harmonia e plenitude, em contraste com as tensões da vida real, revelando a busca da poesia por um refúgio estético absoluto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação em meio couro com lombada e cantos em couro marrom, trazendo o título gravado em douração na lombada. O conjunto é completado por papel marmorizado nas pastas, conferindo ao volume um aspecto elegante e sólido, característico das encadernações artesanais do início do século XX. Se mantém firme, preservada e sem indícios relevantes de desgaste, apenas em alguns pontos nas extremidade da lombada e das capas. Mantém o miolo íntegro, firme e limpo e a tipografia refinada característica da \u003cem\u003eInsel-Verlag\u003c\/em\u003e, incluindo a elegância da composição em duas cores (vermelho e preto) na página de rosto. Folhas de guarda íntegras e preservadas, com leve amarelamento do tempo. Douração no corte superior e na lombada, preservada. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52217990316307,"sku":"00137","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0137-1-thumb.jpg?v=1760154602"},{"product_id":"poetes-contemporains-anthologie-firmin-didot-1938-00181","title":"Poètes contemporains: anthologie (Firmin-Didot, Paris, 1938).","description":"\u003cp\u003eCOLLECTION DES AMITIÉS FRANÇAISES \/\/ POÈTES \/\/ CONTEMPORAINS \/\/ ANTHOLOGIE \/\/ FIRMIN-DIDOT ET Cie \/\/ IMPRIMEURS DE L’INSTITUT DE FRANCE. In-8.º., IX, [2], 519, [4] p. E. da época.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado pela \u003cem\u003eFirmin-Didot et Cie\u003c\/em\u003e, célebre casa editorial e tipográfica francesa com longa tradição de qualidade gráfica e erudição, este volume integra a \u003cem\u003eCollection des Amitiés Françaises\u003c\/em\u003e, que tinha como objetivo difundir a cultura e a literatura nacionais, fortalecendo os laços entre a tradição francesa e seu público cultivado. A antologia não indica um organizador individual, sendo resultado de uma curadoria editorial da própria coleção.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO livro apresenta uma seleção de poetas franceses contemporâneos (início do século XX), cada um precedido de uma bibliografia poética e acompanhado por uma página com reprodução fac-similar de um manuscrito autógrafo, com assinatura do autor. Esse recurso editorial aproxima o leitor do processo criativo, conferindo autenticidade e valor estético à antologia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poetas reunidos figuram tanto autores de projeção internacional quanto vozes menos conhecidas, compondo um panorama plural da poesia francesa de sua época. Destacam-se nomes de grande relevância, como \u003cem\u003eAndré Gide\u003c\/em\u003e (Prêmio Nobel de Literatura, 1947),\u003cem\u003e Paul Valéry, Paul Éluard\u003c\/em\u003e (um dos expoentes do surrealismo), \u003cem\u003eMaurice Maeterlinck\u003c\/em\u003e (Nobel de Literatura, 1911) e \u003cem\u003eJules Romains\u003c\/em\u003e. Ao lado deles, surgem também poetas de circulação mais restrita, como \u003cem\u003eFrancis Carco, Vincent Muselli, André Foulon de Vaulx\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eAndré Dumas\u003c\/em\u003e, revelando a amplitude do projeto editorial, que buscava tanto preservar autores consagrados quanto registrar vozes contemporâneas em ascensão.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA poesia de André Dumas, por exemplo, aparece representada com delicadeza em \u003cem\u003eLa Solitude\u003c\/em\u003e, onde a condição humana se traduz em imagens de recolhimento e introspecção:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« La Solitude a des caresses\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDont seuls connaissent la douceur\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLes orphelins sans grande sœur\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEt les poètes sans maîtresses. »\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 195).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO fragmento sintetiza a visão do autor, que faz da solidão um espaço íntimo de revelação, associando-a tanto à fragilidade dos órfãos quanto à sensibilidade dos poetas. É nesse tom de contemplação melancólica que se inscreve a sua voz no panorama poético da antologia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar encontra-se com encadernação firme e páginas íntegras e bem preservadas, apresentando apenas o leve amarelado característico da passagem do tempo. Mantém a tipografia refinada da \u003cem\u003eFirmin-Didot\u003c\/em\u003e e a diagramação clara, além da impressão dos fac-símiles manuscritos em alta qualidade, que constituem parte essencial de seu valor estético e histórico. Apresenta pequenos pontos de oxidação nos cortes e nas primeiras e últimas páginas. Douração preservada na lombada. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52227774152979,"sku":"00181","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0181-poetes-contemporains-anthologie-firmin-didot-et-cie-1938-inactual-thumb.jpg?v=1778607055"},{"product_id":"poems-adam-lindsay-gordon-robt-a-thompson-e-co-a-h-massina-e-co-1905-sku-0227","title":"GORDON, Adam Lindsay (1833–1870). Poems (Robt. A. Thompson \u0026 Co., Ltd. \/ A. H. Massina \u0026 Co., London \/ Melbourne, 1905).","description":"\u003cp\u003eGORDON (Adam Lindsay) [1833-1870].— POEMS \/\/ BY \/\/ ADAM LINDSAY GORDON. \/\/ [——] \/\/ SEA SPRAY AND SMOKE DRIFT. \/\/ BUSH BALLADS AND GALLOPING RHYMES. \/\/ MISCELLANEOUS POEMS. \/\/ ASHTAROTH: A DRAMATIC LYRIC. \/\/ [——] \/\/ THE ROLL OF THE KETTLEDRUM (\u003cem\u003eILLUSTRATED\u003c\/em\u003e). \/\/ LONDON : \/\/ ROBT. A. THOMPSON \u0026amp; CO., LTD., \/\/ 5 TUDOR STREET, E.C. \/\/ MELBOURNE : A. H. MASSINA \u0026amp; CO., PROPRIETORS OF COPYRIGHT. \/\/ 1905.—\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003eIn-12.º., XIII, [8], 354, [2] p. E. em meio couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"772\" data-start=\"280\"\u003eAdam Lindsay Gordon nasceu no Reino Unido e emigrou ainda jovem para a Austrália, onde viveu como cavaleiro, militar e poeta. É lembrado como o primeiro grande nome da poesia australiana, celebrado por retratar o ambiente rural, as corridas de cavalos e o espírito destemido da época colonial. Sua obra une lirismo e intensidade narrativa e, apesar da vida breve e marcada por tragédias pessoais, consolidou-se como um dos poetas mais importantes do século XIX no mundo anglófono.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1128\" data-start=\"774\"\u003eEste volume reúne suas principais produções, como \u003cem data-end=\"961\" data-start=\"950\"\u003eAshtaroth e\u003c\/em\u003e \u003cem data-end=\"1000\" data-start=\"972\"\u003eThe Roll of the Kettledrum\u003c\/em\u003e (\u003cem data-end=\"1015\" data-start=\"1002\"\u003eIllustrated\u003c\/em\u003e). Trata-se de uma coletânea abrangente que preserva o melhor da sua escrita e confirma sua relevância literária.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1128\" data-start=\"774\"\u003eNo trecho a seguir, Gordon condensa o tom emocional e contemplativo que atravessa o volume, transformando experiência vivida em meditação lírica sobre o tempo, a perda e aquilo que permanece apenas na memória:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp data-end=\"1128\" data-start=\"774\"\u003e«\u003cem\u003eThy voice in mine ear still mingles\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"429\" data-start=\"426\"\u003e\u003cem\u003eWith the voices of whisp'ring trees;\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"470\" data-start=\"467\"\u003e\u003cem\u003eThy kiss on my cheek still tingles\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"509\" data-start=\"506\"\u003e\u003cem\u003eAt each kiss of the summer breeze;\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"548\" data-start=\"545\"\u003e\u003cem\u003eWhile dreams of the past are thronging\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"591\" data-start=\"588\"\u003e\u003cem\u003eFor substance of shades in vain,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"628\" data-start=\"625\"\u003e\u003cem\u003eI am waiting, watching, and longing—\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"669\" data-start=\"666\"\u003e\u003cem\u003eThou comest not back again.\u003c\/em\u003e»\u003cbr\u003e(p. 260)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-end=\"2656\" data-start=\"1652\"\u003eEste exemplar destaca-se pela presença de um ex-libris pertencente ao jurista húngaro Dr. Gusztáv Habermann (1903–1994), gravado por Endre Vadász (1901–1944). A mesma matriz, em variante com impressão lilás, é registrada em acervo da Országos Széchényi Könyvtár (OSZK, Biblioteca Nacional da Hungria), o que demonstra a circulação institucional dessa gravura. A tiragem presente neste volume é a versão monocromática em preto, com cerca de 68 × 58 mm, o que lhe confere interesse adicional como variante gráfica. Soma-se a isso uma dedicatória manuscrita datada de 7 de abril de 1914, em Philadelphia, preservada na folha de guarda, que acrescenta rastreabilidade histórica e valor de proveniência. Em conjunto — livro de 1905 de Adam Lindsay Gordon, ex-libris de gravador reconhecido com variante documentada em acervo nacional e dedicatória antiga identificada — o volume se torna um item singular, valorizado tanto como obra literária quanto como peça de coleção com trajetória concreta e verificável.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"2656\" data-start=\"1652\"\u003eEdição publicada em Londres, por Robt. A. Thompson \u0026amp; Co., Ltd., e em Melbourne por A. H. Massina \u0026amp; Co. Encadernação artesanal em meio couro. Lombada com cinco nervuras em relevo, e douração em nome e ornamentos. O exemplar também possui douração no corte superior e ornamentos nas capas. O interior traz guardas marmorizadas de época e inclui ilustrações, entre elas a imagem de Adam Lindsay Gordon em frontispício e pranchas ligadas ao poema \u003cem data-end=\"1620\" data-start=\"1592\"\u003eThe Roll of the Kettledrum\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"570\" data-start=\"241\"\u003eCom mais de 120 anos, o livro encontra-se em bom estado de preservação. A encadernação permanece firme, com leves desgastes nas extremidades da lombada e nas bordas. A douração da lombada e do corte superior se encontra preservada. As páginas mostram apenas o tom natural de envelhecimento do papel, sem manchas significativas. Observa-se, ainda, fissura nas guardas junto à dobradiça — restrita ao papel — revelando abertura leve da junta interna, sem perda estrutural e mantendo o bloco bem preso à capa. Na parte externa, há pequena fissura localizada na junção inferior entre a lombada e a tampa posterior, com desgaste do couro no ponto de dobra, estável porém sensível ao manuseio. São sinais característicos do tempo em encadernações em couro, sem comprometer o uso ou a solidez geral do volume. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52233102885139,"sku":"0227","price":1100.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cook-eliza-poetical-works-eliza-cook-frederick-warne-co-circa-1880-00206","title":"COOK, Eliza (1818–1889). The Poetical Works of Eliza Cook (Frederick Warne \u0026 Co., London\/New York, c. 1880).","description":"\u003cp\u003eCOOK (Eliza) [1818-1889).— THE \"LANSDOWNE POETS\" \/\/ ——— \/\/ THE POETICAL WORKS \/\/ OF \/\/ ELIZA COOK \/\/ COMPLETE EDITION \/\/ With Explanatory Notes, etc. \/\/ [Ornament: winged horseshoe] \/\/ WITH \/\/ PORTRAIT AND ILLUSTRATIONS \/\/ LONDON \/\/ FREDERICK WARNE AND CO. \/\/ AND NEW YORK.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEliza Cook foi uma das vozes femininas mais populares da poesia vitoriana. Publicou versos de grande circulação, de caráter lírico e social, e editou o Eliza Cook’s Journal, periódico literário que lhe garantiu notoriedade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSeu poema mais célebre, \u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003eThe Old Arm-chair\u003c\/em\u003e \u003cem\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e, publicado em 1838 quando Eliza Cook tinha apenas 20 anos, tornou-se rapidamente popular na Inglaterra vitoriana e nos Estados Unidos. Nele, a autora transforma um objeto simples — a poltrona antiga — em símbolo de memória e devoção filial, evocando a lembrança da mãe falecida e exemplificando o tom sentimental e acessível que marcou sua obra, como podemos observar nos versos abaixo:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eI love it, I love it; and who shall dare\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTo chide me for loving that old Arm-chair?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eI’ve treasured it long as a sainted prize;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eI’ve bedewed it with tears, and embalmed it with sighs\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e’Tis bound by a thousand bands to my heart;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNot a tie will break, not a link will start.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eWould ye learn the spell?—a mother sat there;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAnd a sacred thing is that old Arm-chair.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 31)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEssas linhas concentram o núcleo simbólico do poema, em que a poltrona se converte em relíquia sagrada da infância, impregnada de memória materna. O apelo direto à emoção e a linguagem simples, marcada pela repetição enfática (\u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003eI love it, I love it\u003c\/em\u003e \u003cem\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e), ajudam a explicar o grande êxito da obra, que se alinhava ao gosto vitoriano pela poesia doméstica e moralizante, consolidando Eliza Cook como uma das vozes femininas mais populares de sua geração, uma autora representativa da cultura impressa oitocentista no mundo de língua inglesa, destacada em bibliografias acadêmicas e acervos de referência como a \u003cem\u003eOxford DNB\u003c\/em\u003e e a \u003cem\u003eLibrary of Congress\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar corresponde à \u003cem\u003eComplete Edition\u003c\/em\u003e publicada por Frederick Warne \u0026amp; Co. na coleção \u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eThe Lansdowne Poets\u003c\/em\u003e”, uma série de luxo destinada ao grande público culto da época vitoriana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA edição segue o padrão da coleção: retrato da autora em frontispício protegido por \u003cem\u003etissue guard\u003c\/em\u003e e ilustrações internas, além de uma apresentação tipográfica elegante. As páginas apresentam ainda um requinte especial: todas são enquadradas por uma moldura tipográfica em vermelho, característica das edições de prestígio da era vitoriana. A cronologia editorial situa essas edições sobretudo entre as décadas de 1880 e 1890.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz encadernação original em capa dura verde, íntegra e firme, com apenas discretos desgastes de manuseio. Possui douração preservada na capa e lombada, molduras decorativas em relevo e corte dourado integral (\u003cem\u003eall edges gilt\u003c\/em\u003e) com brilho preservado. Um exemplar representativo do gosto editorial vitoriano e da difusão da poesia popular, que une luxo gráfico e valor histórico. O miolo apresenta-se íntegro e sólido, com leves pontos de oxidação (\u003cem\u003efoxing)\u003c\/em\u003e restritos às primeiras e últimas folhas. Além disso, conserva uma dedicatória manuscrita de época, no verso em branco da folha de guarda, com os seguintes dizeres: \u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eTo dear Miss Crew with E. Whitfield best love April 1st 1899\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e, o que lhe confere caráter único e valor histórico, enriquecendo o valor bibliográfico e cultural do volume. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52233463857427,"sku":"00206","price":590.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/00206-eliza-cook-c1890-thumb.jpg?v=1779380302"},{"product_id":"longfellow-henry-wadsworth-poetical-works-longfellow-frederick-warne-co-circa-1880-00102","title":"LONGFELLOW, Henry Wadsworth (1807–1882). The Poetical Works of Longfellow (Frederick Warne and Co., London, c. 1880).","description":"\u003cp\u003eLONGFELLOW (Henry Wadsworth) [1807–1882].— THE LANSDOWNE POETS \/\/ [————] \/\/ THE POETICAL WORKS \/\/ OF \/\/ LONGFELLOW. \/\/ INCLUDING RECENT POEMS. \/\/ WITH EXPLANATORY NOTES, ETC. \/\/ [Ornamento tipográfico do editor: escudo heráldico com monograma “FW \u0026amp; CO”] \/\/ PORTRAIT AND ORIGINAL ILLUSTRATIONS. \/\/ LONDON: \/\/ FREDERICK WARNE AND CO., \/\/ BEDFORD STREET, STRAND.— In-12.º., VIII, 632 p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLongfellow é considerado um dos maiores poetas do século XIX, responsável por levar a poesia norte-americana a um público global. Admirado tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, foi o primeiro escritor americano a alcançar verdadeiro renome internacional, sendo traduzido para diversas línguas e lido por gerações inteiras.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste volume, \u003cem\u003eThe Poetical Works of Longfellow\u003c\/em\u003e, reúne de forma abrangente suas principais composições — entre elas \u003cem\u003eEvangeline, The Song of Hiawatha\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eThe Courtship of Miles Standish\u003c\/em\u003e — obras que marcaram a literatura romântica com lirismo, musicalidade e narrativas profundamente humanas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado pela tradicional casa londrina Frederick Warne and Co., o exemplar que integra a coleção consagrada \u003cem\u003eThe Lansdowne Poets\u003c\/em\u003e, responsável por difundir a poesia de grandes nomes do período vitoriano. O projeto editorial primoroso, com encadernação em percalina verde, cortes dourados e detalhes tipográficos refinados em vermelho, caracteriza a obra como uma edição da era vitoriana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição é um testemunho histórico da prestígio de Longfellow e da recepção calorosa de sua poesia no mundo de língua inglesa. Suas belas ilustrações e o cuidado do trabalho editorial transformam a obra em uma verdadeira peça de coleção, unindo valor literário e artístico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma das passagens mais conhecidas, presente em \u003cem\u003eVoices of the Night\u003c\/em\u003e, é do poema \u003cem\u003eA Psalm of Life\u003c\/em\u003e, que revela bem o tom inspirador e moralizante de Longfellow:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Lives of great men all remind us\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eWe can make our lives sublime,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAnd, departing, leave behind us\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eFootprints on the sands of time. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(p. 9)\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse trecho, emblemático, sintetiza a visão de Longfellow sobre a permanência do exemplo humano através da poesia e da ação, reforçando sua função moral e quase pedagógica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA douração nos cortes, capa e lombada permanece bem preservada, embora com pequenos desgastes nos cantos e extremidades das lombadas, comuns em livros da época. Os cortes apresentam leve irregularidade, com algumas folhas ligeiramente desalinhadas, mas sem folhas soltas. Miolo íntegro, apresentando apenas uma perfuração na folha das páginas 205\/206, na parte superior, próximo ao centro, sem prejuízo ao texto. A impressão apresenta-se nítida e de excelente execução tipográfica, evidenciando o cuidado editorial da época, apenas com alguns pontos de oxidação e escurecimento natural do papel nas primeiras e últimas páginas, mas perfeitamente legível. Guardas internas em tom de marrom, com sinais de desgaste e leve fissura na junção entre folha e lombada, mas ainda sólidas. O volume contém ainda ilustrações em preto e branco, em páginas inteiras, em perfeito estado e traz uma dedicatória manuscrita de posse datada de 1882 na folha preliminar: «\u003cem\u003ePresented to Dear Maggie by her friend Mary, Nov. 14, 1882»\u003c\/em\u003e, o que acrescenta caráter histórico, afetivo e singularidade ao exemplar. Na folha de guarda anterior, apresenta também carimbo em relevo seco da livraria Farr II e Frost, Booksellers, Aberdare (País de Gales), atestando sua procedência e circulação histórica. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52233493578003,"sku":"00102","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0102-2-thumb_69b156c1-48b9-4828-a361-1c35daedcb19.jpg?v=1760222075"},{"product_id":"scott-sir-walter-poetical-works-sir-walter-scott-frederick-warne-co-1892-00103","title":"SCOTT, Sir Walter (1771–1832). The Poetical Works of Sir Walter Scott (Frederick Warne \u0026 Co., London and New York, 1892).","description":"\u003cp\u003eSCOTT (Sir Walter) [1771–1832]. THE LANSDOWNE POETS \/\/ THE POETICAL WORKS \/\/ OF \/\/ SIR WALTER SCOTT. \/\/ INCLUDING INTRODUCTION AND NOTES. \/\/ [Ornament: winged helmet with laurel branches] \/\/ WITH ILLUSTRATIONS AND PORTRAIT. \/\/ LONDON AND NEW YORK: \/\/ FREDERICK WARNE \u0026amp; CO. \/\/ 1892.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eScott é um dos nomes fundamentais da literatura britânica, responsável por unir tradição poética e narrativa histórica em produções que marcaram o romantismo europeu. Reconhecido tanto por seus romances quanto por seus versos, Scott contribuiu para a formação da identidade literária da Escócia e exerceu influência duradoura sobre a literatura ocidental. Este volume reúne suas obras poéticas, em edição cuidadosa que destaca a dimensão literária de um autor que foi lido e celebrado em vida como um verdadeiro clássico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma passagem significativa é do poema “\u003cem\u003eThe Lady of the Lake\u003c\/em\u003e” (\u003cem\u003eCanto First: The Chase\u003c\/em\u003e), no qual Scott descreve a natureza escocesa com lirismo e energia:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eThe stag at eve had drunk his fill,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eWhere danced the moon on Monan’s rill,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAnd deep his midnight lair had made\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eIn lone Glenartney’s hazel shade;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eBut, when the sun his beacon red\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eHad kindled on Benvoirlich’s head,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eThe deep-mouthed bloodhound’s heavy bay\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eResounded up the rocky way.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 107)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse trecho evidencia a força descritiva de Scott ao retratar a paisagem das \u003cem\u003eHighlands\u003c\/em\u003e, transformando a natureza em protagonista de sua poesia. A musicalidade dos versos e o ritmo marcado refletem sua habilidade em criar atmosferas vívidas e épicas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1892 pela Frederick Warne \u0026amp; Co., em Londres e Nova Iorque, este exemplar integra a prestigiada coleção “\u003cem\u003eThe Lansdowne Poets\u003c\/em\u003e”, destinada a reunir os maiores nomes da poesia em volumes luxuosos e de ampla circulação internacional.\u003cbr\u003eA edição se distingue pelo apuro gráfico: todas as páginas apresentam moldura impressa em vermelho, há belas ilustrações e frontispício protegido por papel de seda, e os cortes são totalmente dourados. A encadernação mantém detalhes dourados preservados em capa e lombada, reforçando o caráter de livro de prestígio.\u003cbr\u003eO exemplar conserva ainda os catálogos editoriais originais da época, com referências a outras coleções da casa, como “\u003cem\u003eThe Imperial Poets\u003c\/em\u003e” e a “\u003cem\u003eCavendish Library\u003c\/em\u003e”, documentos que atestam o contexto editorial do século XIX e acrescentam valor histórico à obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume encontra-se bem preservado, com encadernação firme, sem folhas soltas e douração preservada ainda brilhante nos cortes, na lombada e na capa. Observa-se leve escurecimento natural do papel e pontos de oxidação (\u003cem\u003efoxing)\u003c\/em\u003e em algumas poucas folhas iniciais e finais, sem qualquer comprometimento da leitura ou da apreciação do exemplar. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52235846680851,"sku":"00103","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0103-thumb.jpg?v=1767157935"},{"product_id":"sainz-de-robles-federico-carlos-antologia-poetas-siglos-xv-xix-editions-ferni-1972-1974-4-vols-00013","title":"SAINZ DE ROBLES, Federico Carlos (org.) (séc. XX). Antología de poetas del siglo XV • Antología de poetas del siglo XVI • Antología de poetas del siglo XVII • Antología de poetas de los siglos XVIII y XIX (Editions Ferni, Madrid, 1972–1974), 4 vols.","description":"\u003cp\u003eROBLES (Federico Carlos Sainz de, org.) [séc. XX].— [Ornamento tipográfico em formato de moldura, impresso em vermelho, que envolve toda página com arabescos e elementos florais estilizados] \/\/ ANTOLOGIA \/\/ DE POETAS \/\/ DEL \/\/ SIGLO XV \/\/ [Ornamento tipográfico em forma de arabesco simétrico, em preto] \/\/ CIRCULO DE AMIGOS DE LA HISTORIA \/\/ [Ornamento tipográfico em formato de moldura, impresso em vermelho, que envolve toda página com arabescos e elementos florais estilizados] \/\/ ANTOLOGIA \/\/ DE POETAS \/\/ DEL \/\/ SIGLO XVI \/\/ [Ornamento tipográfico em forma de arabesco simétrico, em preto] \/\/ CIRCULO DE AMIGOS DE LA HISTORIA \/\/ [Ornamento tipográfico em formato de moldura, impresso em vermelho, que envolve toda página com arabescos e elementos florais estilizados] \/\/ ANTOLOGIA \/\/ DE POETAS \/\/ DEL \/\/ SIGLO XVII \/\/ [Ornamento tipográfico em forma de arabesco simétrico, em preto] \/\/ CIRCULO DE AMIGOS DE LA HISTORIA \/\/ [Ornamento tipográfico em formato de moldura, impresso em vermelho, que envolve toda página com arabescos e elementos florais estilizados] \/\/ ANTOLOGIA \/\/ DE POETAS \/\/ DE LOS \/\/ SIGLOS XVIII Y XIX \/\/ [Ornamento tipográfico em forma de arabesco simétrico, em preto] \/\/ CIRCULO DE AMIGOS DE LA HISTORIA.— In-12.º., 4 v. (Vol. I, 316, [4] p.; Vol. II, 309, [11] p.; Vol. III, 285, [3] p.; Vol. IV, 301, [3] p.). E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição em quatro volumes publicada pelo \u003cem\u003eCírculo de Amigos de la Historia\u003c\/em\u003e, organizada por Federico Carlos Sainz de Robles, que concebeu a coleção como uma «\u003cem\u003ehistoria viva de la poesía española»\u003c\/em\u003e. Cada tomo acompanha o florescimento, o auge e as transformações da lírica espanhola, do século XV ao XIX, compondo um itinerário essencial para compreender a literatura ibérica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO primeiro volume, dedicado aos poetas do século XV, mostra a poesia espanhola ainda ancorada na tradição moral e cortesã, mas já aberta ao humanismo. Jorge Manrique sobressai como voz maior, capaz de unir lirismo e reflexão em seus célebres \u003cem\u003eCoplas por la muerte de su padre\u003c\/em\u003e:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e«\u003cem\u003eNuestras vidas son los ríos que van a dar en la mar, que es el morir.» \u003c\/em\u003e(p. 193). \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eAo lado dele, Juan de Mena e o Marqués de Santillana completam o quadro de uma lírica de transição, na qual o peso da moral se combina com uma incipiente sensibilidade renascentista.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO segundo volume, dedicado ao século XVI, revela o esplendor do Renascimento espanhol. Garcilaso de la Vega representa o ideal clássico de beleza e harmonia:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Escrito está en mi alma vuestro gesto, \/ y cuanto yo escribir de vos deseo.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 86).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eFray Luis de León e San Juan de la Cruz elevam a lírica ao plano espiritual, com uma mística que consagra este século como momento central da poesia espanhola e universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO terceiro volume, consagrado ao século XVII, mergulha no Barroco, dominado pela tensão entre o conceptismo de Quevedo e o culteranismo de Góngora. Lope de Vega dá vitalidade à lírica com a mesma energia de seu teatro, enquanto Miguel de Cervantes Saavedra, embora mais conhecido como romancista, também se revela poeta engenhoso, integrando-se ao espírito de sua geração. Entre as máximas satíricas de Quevedo, ecoa a crítica mordaz da época:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Poderoso caballero es don Dinero.»\u003c\/em\u003e (p. 168).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePor fim, o quarto volume reúne os séculos XVIII e XIX, período de transição do neoclassicismo ilustrado ao romantismo e ao intimismo moderno. De Jovellanos e Meléndez Valdés à exaltação romântica de Espronceda, a antologia culmina com Gustavo Adolfo Bécquer, cuja musicalidade delicada inaugura a sensibilidade contemporânea:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Volverán las oscuras golondrinas \/ en tu balcón sus nidos a colgar.»\u003c\/em\u003e (p. 256).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eAssim, os quatro tomos não apenas apresentam uma antologia, mas uma narrativa contínua da poesia espanhola. Como observa Sainz de Robles, “\u003cem\u003ecada siglo se mira en su poesía como en un espejo\u003c\/em\u003e”, e estes volumes confirmam plenamente a sentença, oferecendo ao leitor a oportunidade de percorrer cinco séculos de lirismo em sua diversidade e unidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplares impressos com vinheta ornamental nos frontispícios. Encadernação editorial em capa dura, guardas marmorizadas, lomba e capas com dourações preservadas e miolos íntegros, limpos, sem anotações manuscritas, riscos ou carimbos. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236080840979,"sku":"00013","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/00013-antologia-poetas-4vols-conjunto-thumb.jpg?v=1778722379"},{"product_id":"yeats-william-butler-poems-w-b-yeats-easton-press-1976-00168","title":"YEATS, William Butler (1865–1939). The Poems of W. B. Yeats (The Easton Press, Norwalk, 1976).","description":"\u003cp\u003eYEATS (William Butler) [1865-1939].— THE POEMS OF \/\/ W. B. Yeats \/\/ Selected, edited, and introduced by \/\/ WILLIAM YORK TINDALL \/\/ Illustrated with drawings by \/\/ ROBIN JACQUES \/\/ [Ornamento xilográfico central representando um lago com cisnes, árvores e aves em voo] \/\/ THE 100 GREATEST BOOKS EVER WRITTEN \/\/ Collector’s Edition \/\/ Bound in Genuine Leather \/\/ [Marca tipográfica da editora, estilizada com monograma “E\/P”] \/\/ The Easton Press \/\/ NORWALK, CONNECTICUT.— In-8.º., XVIII, 135 p. E. editorial de luxo. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWilliam Butler Yeats, um dos maiores nomes da literatura de língua inglesa e laureado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1923, ocupa posição central na poesia moderna. Suas obras transitam entre o lirismo, o simbolismo e a reflexão filosófica, explorando tanto a mitologia irlandesa quanto a condição humana universal. A presente edição trata-se de uma compilação editorial de seus poemas, reunida a partir de edições consagradas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos que consolidaram a permanência de Yeats no cânone ocidental, encontra-se \u003cem\u003eThe Second Coming\u003c\/em\u003e, poema em que a imagem da catástrofe irrompe como metáfora do colapso da ordem e da ascensão de uma nova era. Os versos mais conhecidos concentram toda a sua força visionária:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Things fall apart; the centre cannot hold;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMere anarchy is loosed upon the world,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eThe blood-dimmed tide is loosed, and everywhere\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eThe ceremony of innocence is drowned;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eThe best lack all conviction, while the worst\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAre full of passionate intensity. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 108).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePublicado pela \u003cem\u003eEaston Press\u003c\/em\u003e (Norwalk, Connecticut), em edição especial de colecionador, impressa em papel de alta gramatura, encadernado em couro genuíno com douração na lombada, capas e cortes nas três faces \u003cem\u003e(all edges gilt)\u003c\/em\u003e, além de fita de cetim para marcação de páginas e folhas de guarda com efeito moiré. O volume integra a coleção \u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eThe 100 Greatest Books Ever Written \u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e. Seleção, edição e introdução de William York Tindall; ilustrado com desenhos de Robin Jacques, alguns em página inteira. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação, miolo, fita de leitura e douração preservados; mínimos pontos de desbotamento da douração nas capas, quase imperceptíveis.\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003eAs páginas estão íntegras e firmes, sem marcas ou rasgos, mantendo o aspecto de obra de coleção, com impressão legível. Folhas de guarda íntegras e preservadas. O volume possui pequenos pontos de oxidação, sobretudo nas primeiras e últimas páginas e alguns nos cortes. Observa-se ainda leve amarelamento em algumas páginas, sem qualquer comprometimento das ilustrações ou do texto, que permanecem preservados. Sem assinaturas, carimbos ou marcações.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236270076179,"sku":"00168","price":450.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0168-1-thumb.jpg?v=1760035815"},{"product_id":"antologia-da-poesia-portuguesa-seculos-xii-a-xx-lello-e-irmao-1977-2-vols-sku-0052","title":"TORRES, Alexandre Pinheiro (1923–1999). Antologia da Poesia Portuguesa (Séc. XII–Séc. XX) (Lello \u0026 Irmão – Editores, Porto, 1977).","description":"\u003cp\u003eTORRES (Alexandre Pinheiro) [introdução, seleção e notas].— ANTOLOGIA \/\/ DA POESIA \/\/ PORTUGUESA \/\/ (Séc. XII–Séc. XX). — Lello \u0026amp; Irmão Editores \/\/ Antologia da Poesia Portuguesa \/\/ (SÉC. XII – SÉC. XX) \/\/ VOLUME I \/\/ (Sécs. XII-XVI) \/\/ Da Pooesia Trovadoresca Galego-Portuguesa ao Renascimento \/\/ VOLUM II \/\/ (Sécs. XVII-XX) \/\/ Introdução, seleção e notas de \/\/ ALEXANDRE PINHEIRO TORRES \/\/ Professor Extraordinário da Faculdade de Letras da Universidade de Cardiff \/\/ [marca tipográfica da Lello \u0026amp; Irmão Editores em tinta preta: escudo com figura mitológica] \/\/ 1977 \/\/ LELLO \u0026amp; IRMÃO - EDITORES \/\/ PORTO.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra monumental em dois volumes, esta antologia percorre a tradição poética portuguesa desde os primórdios trovadorescos até às vanguardas do século XX. Alexandre Pinheiro Torres, responsável pela seleção e aparato crítico, oferece um panorama histórico-literário abrangente, permitindo acompanhar a evolução das formas, dos temas e das sensibilidades poéticas ao longo de oito séculos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO primeiro volume reúne a lírica medieval galego-portuguesa, o classicismo renascentista de Sá de Miranda e António Ferreira, o barroco e o arcadismo, até alcançar o apogeu do Romantismo e do Realismo oitocentista. O segundo volume é dedicado à modernidade, com Fernando Pessoa e seus heterônimos, Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca, os modernistas e neorrealistas, chegando até a poesia contemporânea.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os destaques da coletânea estão os sonetos de Luís de Camões, cuja poesia condensa de maneira exemplar o espírito renascentista e a reflexão universal sobre a transitoriedade da vida. É justamente um de seus versos mais célebres que resume o sentido maior da poesia portuguesa: a consciência do tempo e da mudança.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMuda-se o ser, muda-se a confiança;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTodo o mundo é composto de mudança,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTomando sempre novas qualidades.»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(v. I, p. 1207).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração ornamental nas lombadas, preservada. Apresenta alguns pontos de oxidação nos cortes - sobretudo nos cortes superiores - e nas primeiras e últimas páginas, sem prejudicar os textos. Observa-se, ainda, folhas ante-rosto e de rosto amareladas pelo tempo. Miolo íntegro, firme e bem preservado, em ambos os volumes. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236328534291,"sku":"00052","price":790.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0053-thumb.jpg?v=1766769528"},{"product_id":"ruiz-juan-arcipreste-hita-libro-buen-amor-circulo-amigos-1973-00003","title":"RUIZ, Juan («Arcipreste de Hita») [séc. XIV]. Libro de buen amor (Círculo de Amigos de la Historia, Madrid, 1973).","description":"\u003cp\u003eRUIZ (Juan, Arcipreste de Hita) [séc. XIV].— [Ornamento tipográfico em formato de moldura, impresso em vermelho, que envolve toda página com arabescos e elementos florais estilizados] \/\/ JUAN RUIZ \/\/ Arcipreste de Hita \/\/ LIBRO \/\/ DE \/\/ BUEN AMOR \/\/ [Ornamento tipográfico em forma de arabesco simétrico, em preto] \/\/ CIRCULO DE AMIGOS DE LA HISTORIA.— In-12.º., 317, [3] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição desta coleção moderna publicada pelo \u003cem\u003eCírculo de Amigos de la Historia\u003c\/em\u003e, dedicada à difusão de clássicos fundamentais da literatura hispânica.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003ePouco se sabe sobre a vida de Juan Ruiz, Acipreste de Hita, cuja atividade literária se situa no século XIV. Apesar da escassez de dados biográficos, sua obra o consagrou como um dos maiores poetas do medievo ibérico, combinando erudição, humor e crítica social em versos de extraordinária vitalidade. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNa célebre resposta de \u003cem\u003eDon Amor ao Arcipreste\u003c\/em\u003e (p. 95), encontra-se um dos trechos mais significativos da obra, em que Amor pede moderação e adverte contra falar mal dele:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«El Amor con mesura diome respuesta luego:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e«Arcipreste, sañudo no seas, yo te ruego,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eno digas mal de amor en verdad ni en juego,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eque a veces poca agua hace bajar gran fuego.»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(Libro de buen amor, p. 95).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse fragmento condensa a tensão essencial do \u003cem\u003eLibro de buen amor\u003c\/em\u003e, entre a crítica e a valorização do amor humano, mesclando ironia, moralidade e lirismo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar impresso com vinheta ornamental no frontispício. Encadernação editorial, capa dura, com douração preservada nas capas e lombada, miolo íntegro, sem anotações manuscritas, riscos ou carimbos. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236394234131,"sku":"00003","price":220.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"dario-ruben-obras-poeticas-completas-m-aguilar-1945-00267","title":"DARÍO, Rubén (1867-1916). Obras poéticas completas (M. Aguilar - Editor, Madrid, 1945).","description":"\u003cp\u003eDARÍO (Rubén) [1867-1916].— RUBEN DARIO \/\/ OBRAS POÉTICAS \/\/ COMPLETAS \/\/\u003cbr data-start=\"49\" data-end=\"52\"\u003e(EDICION REVISADA) \/\/ INTRODUCCION Y ENSAYO \/\/ BIBLIOGRAFICO DEL POETA \/\/\u003cbr data-start=\"129\" data-end=\"132\"\u003eDE \/\/ FEDERICO CARLOS SAINZ DE ROBLES \/\/ [Marca tipográfica circular da Editora Aguilar com a divisa «TOLLE, LEGE» e monograma editorial] \/\/ M. AGUILAR \/\/ EDITOR \/\/ MADRID, 1945.— In-16.º, 1120 p. E. editorial em plena pele.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFita de leitura original presente.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236395512083,"sku":"00267","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0267-thumb.jpg?v=1766129002"},{"product_id":"heine-heinrich-buch-der-lieder-th-knaur-nachf-circa-1900-00287","title":"HEINE, Heinrich (1797-1856). Buch der Lieder (Th. Knaur Nachf., Berlim, circa 1900).","description":"\u003cp\u003eHEINE (Heinrich) [1797-1856].— [Moldura ornamental composta por motivos circulares repetidos em forma de rosetas, formando enquadramento retangular] \/\/ Heinrich Heine \/\/ Buch der Lieder \/\/ Th. Knaur Nachf. Berlin.— In-12.º, 350, [2] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"523\" data-start=\"0\"\u003eMuito antes de Heinrich Heine ser consagrado como um dos grandes nomes da poesia alemã, \u003cem data-end=\"105\" data-start=\"88\"\u003eBuch der Lieder\u003c\/em\u003e já circulava como uma obra decisiva da sensibilidade romântica europeia. Publicado originalmente em 1827, \u003cem data-end=\"231\" data-start=\"212\"\u003eLivro das Canções\u003c\/em\u003e reúne os poemas que consolidaram Heine como mestre de uma lírica singular, em que amor, desencanto, ironia, melancolia e crítica cultural se entrelaçam com extraordinária musicalidade — qualidade que levou compositores como Schumann e Schubert a transformar muitos de seus versos em canções.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"642\" data-start=\"525\"\u003eUma das passagens mais célebres da literatura alemã encontra-se neste exemplar, em \u003cem\u003eDie Lorelei\u003c\/em\u003e:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp data-end=\"642\" data-start=\"525\"\u003e\u003cem data-end=\"686\" data-start=\"646\"\u003e«Ich weiß nicht, was soll es bedeuten,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"689\" data-start=\"686\"\u003e\u003cem data-end=\"716\" data-start=\"691\"\u003eDaß ich so traurig bin;\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"719\" data-start=\"716\"\u003e\u003cem data-end=\"752\" data-start=\"721\"\u003eEin Märchen aus alten Zeiten,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"755\" data-start=\"752\"\u003e\u003cem data-end=\"792\" data-start=\"757\"\u003eDas kommt mir nicht aus dem Sinn.\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr data-is-only-node=\"\" data-end=\"795\" data-start=\"792\"\u003e\u003cem data-end=\"832\" data-start=\"797\"\u003eDie Luft ist kühl und es dunkelt,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"835\" data-start=\"832\"\u003e\u003cem data-end=\"866\" data-start=\"837\"\u003eUnd ruhig fließt der Rhein;\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"869\" data-start=\"866\"\u003e\u003cem data-end=\"902\" data-start=\"871\"\u003eDer Gipfel des Berges funkelt\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"905\" data-start=\"902\"\u003e\u003cem data-end=\"930\" data-start=\"907\"\u003eIm Abendsonnenschein.\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"933\" data-start=\"930\"\u003e\u003cem data-end=\"965\" data-start=\"935\"\u003eDie schönste Jungfrau sitzet\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"968\" data-start=\"965\"\u003e\u003cem data-end=\"992\" data-start=\"970\"\u003eDort oben wunderbar,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"995\" data-start=\"992\"\u003e\u003cem data-end=\"1031\" data-start=\"997\"\u003eIhr goldenes Geschmeide blitzet,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1034\" data-start=\"1031\"\u003e\u003cem data-end=\"1066\" data-start=\"1036\"\u003eSie kämmt ihr goldenes Haar.\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1069\" data-start=\"1066\"\u003e\u003cem data-end=\"1105\" data-start=\"1071\"\u003eSie kämmt es mit goldenem Kamme,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1108\" data-start=\"1105\"\u003e\u003cem data-end=\"1137\" data-start=\"1110\"\u003eUnd singt ein Lied dabei;\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1140\" data-start=\"1137\"\u003e\u003cem data-end=\"1168\" data-start=\"1142\"\u003eDas hat eine wundersame,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1171\" data-start=\"1168\"\u003e\u003cem data-end=\"1193\" data-start=\"1173\"\u003eGewaltige Melodei.\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1196\" data-start=\"1193\"\u003e\u003cem data-end=\"1231\" data-start=\"1198\"\u003eDen Schiffer im kleinen Schiffe\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1234\" data-start=\"1231\"\u003e\u003cem data-end=\"1265\" data-start=\"1236\"\u003eErgreift es mit wildem Weh;\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1268\" data-start=\"1265\"\u003e\u003cem data-end=\"1304\" data-start=\"1270\"\u003eEr schaut nicht die Felsenriffe,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1307\" data-start=\"1304\"\u003e\u003cem data-end=\"1344\" data-start=\"1309\"\u003eEr schaut nur hinauf in die Höh’.\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1347\" data-start=\"1344\"\u003e\u003cem data-end=\"1386\" data-start=\"1349\"\u003eIch glaube, die Wellen verschlingen\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1389\" data-start=\"1386\"\u003e\u003cem data-end=\"1419\" data-start=\"1391\"\u003eAm Ende Schiffer und Kahn;\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1422\" data-start=\"1419\"\u003e\u003cem data-end=\"1454\" data-start=\"1424\"\u003eUnd das hat mit ihrem Singen\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1457\" data-start=\"1454\"\u003e\u003cem data-end=\"1480\" data-start=\"1459\"\u003eDie Lorelei getan.»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 162).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-start=\"1482\" data-end=\"1877\"\u003eEste exemplar integra uma elegante coleção editorial em língua alemã, identificável pelo projeto gráfico sóbrio e pela tipografia gótica (\u003cem data-start=\"1620\" data-end=\"1629\"\u003eFraktur\u003c\/em\u003e), elemento inseparável da tradição livresc\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1482\" data-end=\"1877\"\u003ea germânica. O volume preserva a estrutura integral da obra, com extenso índice interno, divisões clássicas e organização editorial característica de edições concebidas para permanência, leitura e coleção.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1879\" data-end=\"2122\"\u003ePossui antigo manuscrito de posse, datado de 19 de abril de 1922, com assinatura parcialmente legível, que acrescenta valor histórico e humano ao exemplar, inscrevendo nele a memória de um antigo proprietário e reforçando sua dimensão como objeto vivido, para além do texto literário.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"2124\" data-end=\"2404\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003eExemplar com sinais naturais de manuseio compatíveis com a idade, preservando bom estado estrutural e grande interesse bibliográfico. Uma peça especialmente desejável para colecionadores de literatura alemã, poesia romântica e livros de época com forte presença material e histórica. Apresenta um pequeno corte com perda na extremidade superior da folha de guarda posterior. Fita de leitura original presente. Corte superior com douração preservada. Não possui grifos ou outras marcações.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236681773331,"sku":"00287","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0287-heinrich-heine-buch-der-lieder-th-knaur-nachf-circa-1900-inactual-thumb.jpg?v=1778194628"},{"product_id":"hemans-felicia-dorothea-poetical-works-mrs-hemans-w-p-nimmo-hay-mitchell-circa-1880-00107","title":"HEMANS, Felicia Dorothea (1793–1835). The Poetical Works of Mrs. Hemans (W. P. Nimmo, Hay \u0026 Mitchell, Edinburgh, c. 1880).","description":"\u003cp\u003eHEMANS (Felicia Dorothea) [1793-1835].— The Poetical Works \/\/ of \/\/ Mrs. Hemans \/\/ With Prefatory Memoir, \/\/ Notes, Etc. \/\/ [Ornament: winged horseshoe] \/\/ The \"Lansdowne\" Poets. \/\/ EDINBURGH \/\/ W. P. NIMMO, HAY, \u0026amp; MITCHELL.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMrs. Hemans foi uma das poetisas mais célebres da literatura inglesa do início do século XIX, conhecida por seus versos de forte carga lírica e patriótica, que alcançaram ampla circulação entre o público vitoriano. Sua poesia, marcada pela musicalidade e por temas históricos e sentimentais, tornou-se presença constante em antologias e coleções populares de prestígio.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA autora explorou, em sua obra, temas históricos e épicos, sempre entrelaçados a uma sensibilidade poética marcada pelo sacrifício e pela devoção. No drama \u003cem\u003eThe Siege of Valencia\u003c\/em\u003e, encontramos versos em que o sofrimento coletivo se transforma em força espiritual:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Childhood had sprung, age faded, misery wept,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAnd frail Humanity knelt before her God;—\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eThey have done this, in their free nobleness,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eRather than see the spoiler’s tread pollute\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTheir holy places!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 117)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEssas linhas condensam o heroísmo que Hemans projeta em figuras comuns: homens e mulheres que, diante da guerra e da perda, sacrificam tudo em nome da fé e da pátria.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar corresponde à edição da coleção “\u003cem\u003eThe Lansdowne Poets\u003c\/em\u003e”, publicada por W. P. Nimmo, Hay \u0026amp; Mitchell (Edimburgo), série de luxo destinada ao público culto da era vitoriana. A edição distingue-se pelo requinte gráfico: frontispício com retrato da autora protegido por \u003cem\u003etissue guard\u003c\/em\u003e, páginas emolduradas por filetes vermelhos e cuidadosa apresentação tipográfica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume mantém a encadernação original em capa dura verde, com douração preservada na capa e lombada, enriquecida por ornamentos florais e uma lira impressa em relevo. Os cortes são dourados integralmente (\u003cem\u003eall edges gilt\u003c\/em\u003e), ainda com brilho preservado. O miolo apresenta-se íntegro e firme, com apenas leves sinais de oxidação nas primeiras e últimas folhas, sem afetar a legibilidade. Trata-se, assim, de um belo testemunho do gosto editorial vitoriano, que alia luxo material e valor literário, consolidando Felicia Hemans no cânone da poesia inglesa oitocentista. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236984680723,"sku":"00107","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/00107-mrs-hemans-poetical-works-thumb.jpg?v=1779390414"},{"product_id":"miguel-de-cervantes-saavedra-obras-completas-aguilar-1960-sku-0062","title":"CERVANTES, Miguel de (1547–1616). Obras completas (Aguilar, Madrid, 1960).","description":"\u003cp\u003eCERVANTES SAAVEDRA (Miguel de) [1547–1616]. — MIGUEL DE \/\/ CERVANTES SAAVEDRA \/\/ OBRAS \/\/ COMPLETAS \/\/ RECOPILACION \/\/ ESTUDIO PRELIMINAR \/\/ PROLOGOS Y NOTAS \/\/ POR \/\/ ANGEL VALBUENA PRAT \/\/ Catedrático de Literatura \/\/ [Ornamento tipográfico de la editorial Aguilar, que representa la lámpara del saber con la inscripción latina \"TOLLE, LEGE\" y las iniciales \"MA\" - Manuel Aguilar -, símbolo característica de las ediciones de pretigio publicadas a mediados del siglo XX] \/\/ AGUILAR \/\/ MADRID - 1960.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMiguel de Cervantes Saavedra, romancista, poeta e dramaturgo espanhol, é considerado o maior nome da literatura em língua espanhola e um dos pilares da literatura universal, sobretudo pela criação de \u003cem\u003eDom Quixote de La Mancha\u003c\/em\u003e (1605–1615), obra-prima que inaugurou o romance moderno.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar das \u003cem\u003eObras Completas de Miguel de Cervantes\u003c\/em\u003e, publicado pela editora Aguilar em 1960, reúne em um único tomo sua produção literária integral — romances, novelas exemplares, poesia e teatro — acompanhada de estudo introdutório, notas críticas e índices. Trata-se de uma edição de prestígio, que preserva a monumentalidade da obra cervantina e oferece ao leitor uma síntese rara da riqueza criativa do autor, consolidando sua posição como um dos fundadores do romance moderno e da literatura universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAo longo das aventuras de Dom Quixote e Sancho Pança, Cervantes constrói uma narrativa que combina humor, sátira, reflexão filosófica e análise social, explorando os limites entre realidade e imaginação, sanidade e loucura.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os muitos trechos memoráveis desta edição, encontra-se a célebre passagem em que Dom Quixote celebra a liberdade como o bem supremo concedido ao homem:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“La libertad, Sancho, es uno de los más preciosos dones que a los hombres dieron los cielos.” \u003c\/em\u003e(p. 1468).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsta frase tornou-se um símbolo do espírito humanista da obra, revelando a profundidade filosófica com que Cervantes concebia a dignidade e os direitos do ser humano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio publicada pela editora Aguilar, em papel-bíblia, com texto impresso em duas colunas, acompanhado de aparato crítico, introdução e índices. Encadernação editorial plena em couro marrom escuro, com douração preservada na capa e na lombada. Miolo íntegro, firme, e bem preservado, apresentando apenas alguns pontos de oxidaçã em algumas páginas, sem prejudicar a leitura. Primeiras e últimas folhas apresentam leves manchas amareladas, possivelmente provenientes de umidade, que não atrapalham em nada a leitura. Página 1809 (índice) com restauração antiga: intervenção estável, em material fino aplicado na margem interna, junto à lombada, assegurando a encadernação, sem prejuízo para a leitura. Cortes com tingimento desbotado e pequenos pontos de oxidação. As folhas de guarda estão íntegras e preservadas, decoradas com uma composição impressa em tom sépia, apresentando uma rica moldura ornamental e cenas emblemáticas ligadas à obra de Cervantes: a figura de Dom Quixote em combate, livros abertos e o retrato do autor em estilo clássico. Logo após a folha ante-rosto e anterior a folha de rosto, o volume traz uma ilustração emoldurada de Miguel de Cervantes, reproduzida a partir de gravuras antigas, acompanhada de um fac-símile de sua assinatura, ambos preservados. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52237454606611,"sku":"0062","price":570.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0062-thumb.jpg?v=1766712968"},{"product_id":"moore-geoffrey-herbert-american-literature-representative-anthology-faber-and-faber-1965-00165","title":"MOORE, Geoffrey Herbert (1920–1999). American Literature: A Representative Anthology of American Writing from Colonial Times to the Present (Faber and Faber, London, 1965).","description":"\u003cp data-pm-slice=\"1 1 []\"\u003eMOORE (Geoffrey Herbert, org.) [1920-1999].— AMERICAN LITERATURE \/\/ A Representative Anthology \/\/ of American Writing \/\/ from Colonial Times to the Present \/\/ selected and introduced by \/\/ GEOOFFREY MOORE \/\/ FABER AND FABER \/\/ 24 Russell Square \/\/ London.— In-8.º. de 1328 p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicada originalmente em 1964 pela editora Faber and Faber (Londres), esta antologia reúne uma ampla seleção de textos fundamentais da literatura norte-americana, abrangendo desde o período colonial até o século XX. A coletânea se destaca por oferecer uma visão panorâmica do desenvolvimento literário nos Estados Unidos, articulando a diversidade de gêneros – poesia, prosa, ensaios e narrativas – e refletindo os momentos históricos, sociais e culturais que moldaram o pensamento e a expressão literária do país.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA antologia foi organizada e introduzida por Geoffrey Moore, crítico literário e editor britânico. Moore cuidou da seleção dos textos, bem como das notas e introduções que acompanham cada seção, oferecendo ao leitor subsídios críticos e históricos. O volume se consolidou como referência acadêmica, pela amplitude do corpus reunido e pela clareza da proposta: dar voz, em um único livro, à pluralidade da literatura americana, de Jonathan Edwards a escritores do século XX, como Hemingway, Faulkner e T. S. Eliot.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os autores contemplados estão nomes fundadores como William Bradford e Cotton Mather, representantes da tradição puritana, seguidos por figuras centrais da independência como Benjamin Franklin. O volume também inclui a poesia visionária de Walt Whitman, os versos concisos e introspectivos de Emily Dickinson, além de prosadores como Nathaniel Hawthorne, Herman Melville, Mark Twain e Henry James. O modernismo norte-americano se faz presente por meio de escritores como T. S. Eliot, William Faulkner e Ernest Hemingway, configurando um panorama de continuidade e ruptura dentro da tradição literária americana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm dos textos mais emblemáticos incluídos é \u003cem\u003e« \u003c\/em\u003e\u003cem\u003eThe Purloined Letter »\u003c\/em\u003e, de Edgar Allan Poe, em que se encontra a seguinte reflexão:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Here, then,’ said Dupin to me, ‘you have precisely what you demand to make the ascendancy complete — the robber’s knowledge of the loser’s knowledge of the robber.»\u003c\/em\u003e (POE, The Purloined Letter, p. 354).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEssa passagem sintetiza o caráter investigativo, lógico e profundamente humano que marca não apenas a obra de Poe, mas também o espírito de observação crítica que perpassa a literatura norte-americana reunida nesta antologia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação original em tecido cinza, com lombada firme e título em verde e dourado bem preservado. Miolo limpo, cortes uniformes e páginas sem marcas de leitura, rasuras ou manchas, apresentando apenas leve amarelamento uniforme, característico do tempo. Exemplar sólido, elegante e muito bem conservado, com discretos sinais de manuseio — pequenos desgastes quase imperceptíveis nas extremidades da capa e da lombada. Sem assinaturas, marcações ou carimbos.\u003cem\u003e 1.ª edição, segunda impressão.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52237531513107,"sku":"00165","price":320.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0165-american-literature-representative-anthology-faber-and-faber-1965-inactual-thumb.jpg?v=1777696395"},{"product_id":"miguel-de-cervantes-saavedra-obras-completas-m-aguilar-1943-sku0061","title":"CERVANTES, Miguel de (1547–1616). Obras completas (Aguilar, Madrid, 1943).","description":"\u003cp\u003eCERVANTES SAAVEDRA (Miguel de) [1547–1616]. — MIGUEL DE CERVANTES \/\/ OBRAS COMPLETAS \/\/ ESTUDIO, RECOPILACIÓN, \/\/ PRÓLOGOS Y NOTAS POR \/\/ ANGEL VALBUENA Y PRAT \/\/ Catedrático de Literatura \/\/ [Ornamento tipográfico da editora Aguilar, que representa a lâmpada do saber com a inscrição latina \"TOLLE, LEGE\" e as iniciais \"MA\" – Manuel Aguilar –, símbolo característico das edições de prestígio publicadas em meados do século XX] \/\/ M. AGUILAR \/\/ EDITOR \/\/ MADRID 1943.— In-8.º., XXXI, 1819 p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMiguel de Cervantes Saavedra, romancista, poeta e dramaturgo espanhol, é considerado o maior nome da literatura em língua espanhola e um dos pilares da literatura universal, sobretudo pela criação de \u003cem\u003eDom Quixote de La Mancha\u003c\/em\u003e (1605–1615), obra-prima que inaugurou o romance moderno.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste exemplar das \u003cem\u003eObras Completas de Miguel de Cervantes\u003c\/em\u003e, publicado pela editora Aguilar em 1943, reúne em um único tomo sua produção literária integral — romances, novelas exemplares, poesia e teatro — acompanhada de estudo introdutório, notas críticas e índices. Trata-se de uma edição de prestígio, que preserva a monumentalidade da obra cervantina e oferece ao leitor uma síntese rara da riqueza criativa do autor, consolidando sua posição como um dos fundadores do romance moderno e da literatura universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAo longo das aventuras de Dom Quixote e Sancho Pança, Cervantes constrói uma narrativa que combina humor, sátira, reflexão filosófica e análise social, explorando os limites entre realidade e imaginação, sanidade e loucura.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os muitos trechos memoráveis desta edição, encontra-se a célebre passagem em que Dom Quixote celebra a liberdade como o bem supremo concedido ao homem:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“La libertad, Sancho, es uno de los más preciosos dones que a los hombres dieron los cielos.” \u003c\/em\u003e(p. 1454).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsta frase tornou-se um símbolo do espírito humanista da obra, revelando a profundidade filosófica com que Cervantes concebia a dignidade e os direitos do ser humano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio publicada pela editora Aguilar, em papel-bíblia, com texto impresso em duas colunas, acompanhado de aparato crítico, introdução e índices. Encadernação editorial plena em couro vinho escuro, com douração preservada na capa e na lombada. Observa-se apenas um desgaste superficial e pontual, localizado na parte superior da capa, característico do tempo e de manuseio, compatível com a idade da obra e que não afeta sua legibilidade nem valor estético. Miolo íntegro, firme, limpo e bem preservado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCortes preservados pintados e decorados em tons de amarelo e rosa, formando um padrão ornamental de estilo floral e simétrico (esse tipo de pintura, além de proteger o papel, acrescenta valor estético e reflete o cuidado editorial característico das edições de prestígio da primeira metade do século XX). As folhas de guarda estão íntegras e preservadas, decoradas com uma composição impressa em tom sépia, apresentando uma rica moldura ornamental e cenas emblemáticas ligadas à obra de Cervantes: a figura de Dom Quixote em combate, livros abertos e o retrato do autor em estilo clássico. Logo após a folha ante-rosto e anterior a folha de rosto, o volume traz uma ilustração emoldurada de Miguel de Cervantes, reproduzida a partir de gravuras antigas, acompanhada de um fac-símile de sua assinatura, ambos preservados. Exemplar muito bem preservado, apresentando apenas leves sinais de manuseio, com pontos de desgastes superficiais, quase imperceptíveis, na capa. \u003cem\u003e1.ª edição.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240183722259,"sku":"00061","price":1390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0061-1-thumb.jpg?v=1759713461"},{"product_id":"machado-de-assis-obra-completa-companhia-jose-aguilar-1971-1979-sku-0175","title":"MACHADO DE ASSIS (Joaquim Maria) [1839–1908]. Obra completa (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1971–1979), 3 vols.","description":"\u003cp\u003eMACHADO DE ASSIS (Joaquim Maria) [1839–1908].— MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada por \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME I \/\/ Organização da Presente Edição \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ O Texto da Presente Edição \/\/ J. GALANTE DE SOUSA \/\/ Machado de Assis na Literatura Brasileira \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Esbôço Biográfico de Machado de Assis \/\/ RENARD PÉREZ \/\/ ROMANCES \/\/ O Romancista \/\/ BARRETO FILHO \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"JAE\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ [ ———] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1971 \/\/ MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada por \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME II \/\/ CONTO E TEATRO \/\/ Machado de Assis, Contador de Histórias \/\/ MÁRIO MATOS \/\/ O Teatrólogo \/\/ MÁRIO DE ALENCAR \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"ENA\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ [ ———] \/\/ RIO DE JANEIRO. RJ, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1979 \/\/ MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada por \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME III \/\/ POESIA \/\/ O Poeta \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ CRÔNICA \/\/ Machado de Assis Cronista \/\/ GUSTAVO CORÇÃO \/\/ CRÍTICA \/\/ Machado de Assis, o Crítico \/\/ TRISTÃO DE ATAÍDE \/\/ EPISTOLÁRIO \/\/ Um Machado Diferente \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ APÊNDICE \/\/ O Testamento Estético de Machado de Assis \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"JAE\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1973.— In-12.º., 3 v. (Vol. I, 1.214, [2] p.; Vol. II, 1.199, [2] p.; Vol. III, 1.198, [2] p.). E. editorial de couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Maria Machado de Assis é considerado o maior nome da literatura brasileira. Fundador e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, construiu uma obra que atravessa gêneros como romance, conto, crônica, poesia e teatro, marcada pela ironia fina, pelo olhar crítico sobre a sociedade e pela sondagem psicológica de seus personagens. Entre seus romances mais consagrados estão \u003cem\u003eMemórias Póstumas de Brás Cubas \u003c\/em\u003e(1881),\u003cem\u003e Quincas Borba \u003c\/em\u003e(1891) e\u003cem\u003e Dom Casmurro\u003c\/em\u003e (1899), que o consagraram como um dos grandes mestres da literatura em língua portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe Memórias Póstumas de Brás Cubas vem uma das passagens mais célebres da literatura brasileira, que resume o tom filosófico e irônico de sua obra:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.» \u003c\/em\u003e(Memórias Póstumas de Brás Cubas, v. I, p. 639).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA edição aqui apresentada foi publicada pela Companhia José Aguilar Editora, no Rio de Janeiro. Trata-se de um marco editorial brasileiro, organizada por Afrânio Coutinho, reunindo de forma integral a produção literária de Machado. Os exemplares correspondem ao Volume I e ao Volume III da 3ª edição (1971-1973) e ao Volume II da 4ª edição (1979). Apesar da diferença de tiragem entre o segundo volume e os demais, não há prejuízo de conteúdo ou repetição; os três integram de forma coesa e completa a coleção, formando um conjunto uniforme e de grande valor para bibliotecas e colecionadores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs características físicas incluem encadernação editorial em couro, com folha de guarda estampada íntegra. O miolo, em papel-bíblia característico da coleção Aguilar, apresenta impressão clara e uniforme. Os três volumes encontram-se em excelente estado de conservação, com capas firmes, lombadas preservadas e miolo limpo. O corte superior mantém o tingimento rosado\/avermelhado bem preservado e de cor vívida. No Volume II, há apenas um pequeno desgaste superficial na lombada, próximo ao título, sem qualquer prejuízo ao texto ou aos ornamentos em douração. Os exemplares não apresentam rasuras, grifos ou anotações, reforçando sua raridade e valor como conjunto completo. Registra-se apenas um carimbo discreto no verso da última página do Volume I, localizado na parte em branco ao final, contendo unicamente uma numeração de identificação. Sem assinaturas, marcações ou outros carimbos. \u003cem\u003eVol. I: 3.ª edição,1971; Vol. II: 4.ª edição, 1979; Vol. III: 3.ª edição, 1973.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240260202771,"sku":"00175","price":820.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0175-thumb.png?v=1768079552"},{"product_id":"whitman-walt-leaves-of-grass-easton-press-1977-00156","title":"WHITMAN, Walt (1819–1892). Leaves of Grass (The Easton Press, Norwalk, 1977).","description":"\u003cp\u003eWHITMAN (Walt) [1819-1892].— LEAVES \/\/ of GRASS \/\/ by WALT WHITMAN \/\/ Illustrated by ROCKWELL KENT \/\/ [ornamento com hastes estilizadas em forma de “WW” entrelaçados acima de retângulo contendo números] \/\/ COLLECTOR’S EDITION \/\/ BOUND IN GENUINE LEATHER \/\/ [símbolo “E\/P” da Easton Press] \/\/ The Easton Press \/\/ NORWALK, CONNECTICUT.— In-8.º., XLI, [3], 527 p. E. editorial de luxo. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado pela primeira vez em 1855, Leaves of Grass é o grande monumento poético de Walt Whitman, revisitado e expandido ao longo de sua vida até alcançar a chamada \u003cem\u003edeathbed edition\u003c\/em\u003e de 1891–92. O livro é uma celebração da experiência humana em sua totalidade — o corpo, a alma, a natureza, a democracia e o espírito americano. Rompeu com a métrica tradicional, aproximando a poesia do ritmo da fala e da cadência da vida cotidiana. Foi considerado ousado e até escandaloso em sua época, mas tornou-se um dos pilares da literatura moderna.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePoeta, ensaísta e jornalista, Whitman é amplamente reconhecido como «o poeta da democracia americana». Sua poesia exalta a liberdade individual, a igualdade e a dimensão espiritual da vida comum. Autodidata e profundamente ligado ao espírito de seu tempo, trabalhou como tipógrafo, editor e enfermeiro voluntário durante a Guerra Civil — experiência que marcou profundamente sua obra. Sua linguagem inovadora, que rompeu com a versificação tradicional e introduziu o verso livre, influenciou autores como Ezra Pound, T. S. Eliot, Allen Ginsberg e inúmeros outros.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNa seção Memories of President Lincoln, encontra-se o célebre poema:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003e'\u003cem\u003eO Captain! My Captain!'\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO Captain! my Captain! our fearful trip is done,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eThe ship has weather’d every rack, the prize we sought is won,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eThe port is near, the bells I hear, the people all exulting,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eWhile follow eyes the steady keel, the vessel grim and daring;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eBut O heart! heart! heart!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO the bleeding drops of red,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eWhere on the deck my Captain lies,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eFallen cold and dead.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 305).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO poema é uma elegia à morte de Abraham Lincoln, metáfora na qual o “Capitão” simboliza o presidente e a “navegação vitoriosa” a vitória da União na Guerra Civil, interrompida pela tragédia de seu assassinato em 1865.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo filme \u003cem\u003eDead Poets Society\u003c\/em\u003e (Sociedade dos Poetas Mortos, 1989), de Peter Weir, os alunos evocam o verso “\u003cem\u003eO Captain! My Captain!\u003c\/em\u003e” em uma cena memorável. De pé sobre suas carteiras, dirigem-se ao professor John Keating (interpretado por Robin Williams), que havia sido forçado a deixar a escola.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA escolha desse chamado não é casual: assim como no poema de Whitman, em que os tripulantes lamentam a perda irreparável de seu líder, os alunos, em um gesto de resistência silenciosa e de lealdade, homenageiam o mestre que os conduziu a enxergar a vida e a poesia de modo transformador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA cena transfigura a elegia a Lincoln em um hino à liberdade de pensamento. O «Capitão» deixa de ser apenas o presidente caído e passa a ser o professor que ensinou a navegar contra as marés do conformismo. O gesto dos jovens, portanto, recria poeticamente o espírito de Whitman: a recusa em se calar, a afirmação da individualidade e a coragem de manter viva a chama da inspiração, mesmo diante da repressão.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado pela \u003cem\u003eEaston Press\u003c\/em\u003e (Norwalk, Connecticut), em edição especial de colecionador, impressa em papel de alta gramatura, encadernado em couro genuíno com douração na lombada, capas e cortes nas três faces \u003cem\u003e(all edges gilt)\u003c\/em\u003e, além de fita de cetim para marcação de páginas e folhas de guarda com efeito moiré. O volume integra a coleção \u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eThe 100 Greatest Books Ever Written \u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e. Um dos elementos mais marcantes desta edição é a presença das ilustrações de Rockwell Kent (1882–1971), artista gráfico de estilo vigoroso, vinculado ao modernismo e ao art déco. Kent produziu mais de cem xilogravuras originais para a edição de 1936 de \u003cem\u003eLeaves of Grass\u003c\/em\u003e, e desde então essas imagens se tornaram indissociáveis da recepção visual da obra. O traço austero e expressivo do artista cria um diálogo potente com a intensidade da poesia whitmaniana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação, miolo, fita de leitura e douração preservados. As páginas estão limpas e firmes, sem marcas ou rasgos, mantendo o aspecto de obra de coleção, com impressão legível. Folhas de guarda íntegras e preservadas, apresentando apenas uma marca retangular escurecida na folha de guarda anterior, indício da remoção de ex-libris ou etiqueta de posse. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240488464659,"sku":"00156","price":650.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0156-walt-whitman-leaves-of-grass-the-easton-press-1977-inactual-thumb.jpg?v=1777693997"},{"product_id":"cruz-e-sousa-obra-completa-nova-aguilar-2000-sku-0033","title":"CRUZ E SOUSA, João da (1861–1898). Obra Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2000).","description":"\u003cp\u003eSOUSA (João da Cruz) [1861–1898].— CRUZ E SOUSA \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Andrade Murici \/\/ ATUALIZAÇÃO E NOTAS \/\/ Alexei Bueno \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2000 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CRUZ E SOUSA \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Nota editorial da primeira edição \/\/ Atualidade de Cruz e Sousa \/ Cronologia da vida e da obra \/\/ POESIA \/\/ Broquéis \/ Faróis \/ Últimos sonetos \/ O livro derradeiro \/\/ (Cambiantes, Outros sonetos, Campesinas, Dispersas e Julieta dos Santos) \/\/ PROSA \/\/ Tropos e fantasias \/ Missal \/ Evocações \/\/ Outras evocações \/ Dispersos \/ Histórias simples \/ Correspondência \/\/ APÊNDICE \/\/ Notas e variantes \/ Bibliografia \/\/ Índices.— In-12.º., 899, [1] p. E editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCruz e Sousa, nascido em Santa Catarina e filho de pais negros alforriados, afirmou-se como o maior representante do Simbolismo brasileiro, movimento literário que valorizava a musicalidade, a sugestão e a transcendência da linguagem. Por sua condição singular — poeta negro em uma sociedade marcada pelo racismo estrutural — e pela elevação estética de sua poesia, foi consagrado pela crítica como o “\u003cem\u003eCisne Negro\u003c\/em\u003e”, epíteto formulado por Nestor Vítor e reiterado por Andrade Murici. O cisne, imagem da pureza e da espiritualidade, unido à cor negra, sintetiza a tensão entre a exclusão social e a universalidade estética que marca sua obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA poesia de Cruz e Sousa dialoga diretamente com o Simbolismo europeu, em especial com Baudelaire e Mallarmé, ao trabalhar imagens de transcendência, musicalidade das palavras e uma visão quase mística da arte. No entanto, sua experiência concreta de marginalização no Brasil dá à sua obra uma densidade única: ela é ao mesmo tempo universal e profundamente situada no contexto social brasileiro do fim do século XIX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO soneto \u003cem\u003ePost Mortem\u003c\/em\u003e, incluído em Broquéis (1893), revela com intensidade essa dimensão: a ideia de que, embora o corpo se desfaça e a fama terrena se esgote, os sonhos e os versos sobrevivem, eternizados no espírito humano e na grandeza da arte. Aqui, a lírica simbolista se alia a um sentimento de imortalidade artística, onde a poesia triunfa sobre a morte.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e                «POST MORTEM\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eQuando do amor das Formas inefáveis\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNo teu sangue apagar-se a imensa chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQuando os brilhos estranhos e variáveis\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEsmorecerem nos troféus da Fama.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eQuando as níveas Estrelas invioláveis,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDoce velário que um luar derrama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNas clareiras azuis ilimitáveis\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eClamarem tudo o que o teu Verso clama.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eJá terás para os báratros descido,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNos cilícios da Morte revestido,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePés e faces e mãos e olhos gelados…\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eMas os teus Sonhos e Visões e Poemas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePelo alto ficarão de eras supremas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNos relevos do Sol eternizados!»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 88)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração na lombada e assinatura fac-símile na capa preservada. Lombada, capa e miolo íntegros, limpos e conservados. Apresenta pontos de oxidação, sobretudo nos cortes e nas primeiras e últimas páginas. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e2.ª reimpressão da 1.ª edição.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240691527955,"sku":"00033","price":670.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0033-1-thumb.jpg?v=1760037367"},{"product_id":"jorge-de-lima-poesia-completa-editora-nova-aguilar-1997-sku-0034","title":"LIMA, Jorge Mateus de (1893–1953). Poesia Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eLIMA, (Jorge Mateus de) [1893–1953].— JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Alexei Bueno \/\/ TEXTOS CRÍTICOS \/\/ Marco Lucchesi \/\/ José Américo de Almeida \/\/ José Lins do Rego \/\/ Benjamin Lima \/\/ Tristão de Ataíde \/\/ Manuel Anselmo \/\/ Mário de Andrade \/\/ Gilberto Freyre \/\/ Fausto Cunha \/\/ João Gaspar Simões \/\/ Euríalo Canabrava \/\/ Murilo Mendes \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ O sistema Jorge de Lima \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Auto-retrato intelectual \/ Fortuna crítica \/\/ POESIA \/\/ Poemas da infância e sonetos \/ XIV Alexandrinos \/\/ Poemas \/ Novos poemas \/ Poemas escolhidos \/\/ Poemas negros \/ Tempo e eternidade \/\/ A túnica inconsútil \/ Anunciação e encontro de Mira-Celi \/\/ Livro de sonetos \/ Invenção de Orfeu \/ Castro Alves — vidinha \/\/ Poemas dispersos \/ Poemas traduzidos \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/ Índice de títulos e primeiros versos \/\/ Índice geral.— In-12.º., 902, [2] p. E editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJorge de Lima ocupa um lugar central na poesia brasileira do século XX, transitando do parnasianismo e do simbolismo a uma poética de tom social, místico e barroco. Médico, político e poeta, sua obra é múltipla, mas ganha força especial no engajamento com a condição humana e com a história cultural do Brasil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003ePoemas Negros\u003c\/em\u003e, o poeta mergulha na condição histórica e espiritual da diáspora africana no Brasil, denunciando a escravidão e refletindo sobre a formação mestiça da identidade nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo poema “\u003cem\u003eFoi mudando, mudando\u003c\/em\u003e”, essa meditação adquire cadência de ladainha, insistindo na pergunta sobre as raízes do povo brasileiro. O tom reiterativo transforma-se em interrogação existencial e histórica, que no desfecho ecoa como síntese pungente:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Quem foi que te deu esta sabedoria,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emais dengo e alvura,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ecabelo escorrido, tristeza do mundo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003edesgosto da vida, orgulho de branco, algemas, resgates, alforrias?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eFoi negro, foi índio ou foi cristão?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQuem foi que mudou teu leite,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu sangue, teus pés,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu modo de amar,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteus santos, teus ódios,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu fogo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu suor,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua espuma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua saliva, teus abraços, teus suspiros, tuas comidas,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua língua?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTe vendo, medito: foi negro, foi índio ou foi cristão?»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 310)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA repetição obsessiva da pergunta retórica constrói uma verdadeira liturgia da mestiçagem brasileira, revelando a hibridez cultural, religiosa e corporal do povo. Mais do que identificar uma origem única, Jorge de Lima mostra que a identidade nacional nasce da mistura de raças e culturas, mas também das marcas profundas da escravidão, da violência colonial e da resistência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse poema é, ao mesmo tempo, denúncia e celebração, ecoando a memória dos povos oprimidos (negros e indígenas), mas também registrando como a herança cristã se impôs de forma violenta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com lombada ornada em prateado preservada e douração preservada na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro, apresentando alguns pontos de oxidação no corte e algumas manchas de tempo nas primeiras e últimas páginas, normais para a edição de 1997, sem comprometer a leitura.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240705716499,"sku":"00034","price":570.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0034-Thumb.png?v=1769489740"},{"product_id":"castro-alves-obra-completa-editora-nova-aguilar-1997-sku-0035","title":"CASTRO ALVES, Antônio Frederico de (1847–1871). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eCASTRO ALVES, (Antônio Frederico de) [1847–1871].— CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ EDIÇÃO COMEMORATIVA DO SESQUICENTENÁRIO \/\/ Organização, fixação de texto e Notas de \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ [retrato do autor em tom acobreado, com assinatura fac-símile em tinta preta] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota à Edição do Sesquicentenário (Alexei Bueno) \/\/ Nota Editorial da Primeira Edição (Afrânio Coutinho) \/\/ Critério da Edição \/ Castro Alves e o Romantismo Brasileiro \/\/ (Eugênio Gomes) \/\/ Vida Efêmera e Ardente de Castro Alves (Afrânio Peixoto) \/\/ Reportagem Iconográfica \/\/ Cronologia da Vida e da Obra (Eugênio Gomes) \/\/ POESIA \/\/ Espumas Flutuantes \/ Os Escravos \/\/ A Cachoeira de Paulo Afonso \/ Poesias Coligidas \/\/ PROSA \/\/ Gonzaga ou a Revolução de Minas \/\/ Fragmentos \/ Correspondência \/\/ APÊNDICE \/\/ Diálogo Epistolar Entre José de Alencar e Machado de Assis \/\/ Notas e Variantes \/ Bibliografia (Eugênio Gomes).— In-12.º., 906, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCastro Alves, o «Poeta dos Escravos», inscreveu-se na terceira geração romântica brasileira com vigor condoreiro, colocando sua poesia a serviço da denúncia social e da luta pela liberdade. Sua lírica funde o tom oratório, a musicalidade e imagens de impacto, assumindo uma dimensão épica contra a escravidão e em defesa da dignidade humana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eOs Escravos\u003c\/em\u003e, publicado postumamente, a denúncia atinge o plano íntimo e familiar, expondo a dor e a degradação impostas às mulheres escravizadas. O poema \u003cem\u003eTragédia no Lar\u003c\/em\u003e dramatiza, em linguagem pungente, a maternidade marcada pela opressão e pelo estigma social, transformando a experiência íntima em denúncia universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Por que tremes, mulher? Que estranho crime,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue remorso cruel assim te oprime\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eE te curva a cerviz?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO que nas dobras do vestido ocultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um roubo talvez que aí sepultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ seu filho... Infeliz!...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSer mãe é um crime, ter um filho — roubo!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAmá-lo uma loucura! Alma de lodo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePara ti — não há luz.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTens a noite no corpo, a noite na alma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePedra que a humanidade pisa calma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Cristo que verga à cruz!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 231)\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com lombada ornamentada em prateado e assinatura fac-símile de Castro Alves em dourado na capa. Lombada, capa e miolo íntegros e firmes, com guardas levemente amareladas e alguns pequenos pontos de oxidação. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240717250835,"sku":"00035","price":350.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0035-1-thumb_51028750-8c49-4358-8624-1661ebed7060.jpg?v=1760061574"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-2004-sku-0042","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2004).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980].— VINICIUS DE \/\/ MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Organização \/\/ EUCANAÃ FERRAZ \/\/ [ marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"NA\" entrelaçadas] \/\/ ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2004 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série brasileira \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume único \/\/ NTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/ Vinícius, meu irmão \/\/ Cronologia da vida e da obra \/ Iconografia \/ Fortuna crítica \/\/ POESIA \/\/ O caminho para a distância \/ Forma e exegese \/\/ Ariana, a mulher \/ Novos poemas \/\/ Cinco elegias \/ Poemas, sonetos e baladas \/\/ Pátria minha \/ Antologia poética \/ Livro de sonetos \/\/ Novos poemas II \/ A arca de Noé \/ Poesias coligidas \/\/ POESIA \/ PROSA \/\/ Para viver um grande amor \/\/ PROSA \/\/ Reportagens poéticas \/ Para uma menina com uma flor \/\/ Crônicas \/ Crítica de cinema \/\/ CANCIONEIRO \/\/ TEATRO \/\/ Cordélia e o peregrino \/ Orfeu da Conceição \/\/ Procura-se uma rosa \/ As feras \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ Índice de títulos e primeiros versos \/\/ Índice geral.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 307).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius, como «Se Todos Fossem Iguais a Você», samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 1355–1356).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Capa dura com sobrecapa e box ilustrados conservados. Cortes limpos, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. 4.ª edição, 2004.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240742547731,"sku":"00042","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0042-thumb.jpg?v=1767665235"},{"product_id":"cardozo-joaquim-maria-moreira-poesia-completa-prosa-nova-aguilar-massangana-2008-00030","title":"CARDOZO, Joaquim Maria Moreira (1897–1978). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar \/ Fundação Joaquim Nabuco – Editora Massangana, Rio de Janeiro, 2008).","description":"\u003cp\u003eCARDOZO (Joaquim Maria Moreira) [1897–1978].— JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ [símbolo gráfico estilizado em preto, composto por duas formas semicirculares opostas, acompanhadas da inscrição \"FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO \/ EDITORA MASSANGANA] \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO : EDITORA NOVA AGUILAR : 2008 \/\/ [ilustração com retrato de Joaquim Cardozo em traço linear, estilo esboço, em tinta preta, acompanhada de dedicatória manuscrita fac-símile: \"ao Cardozo \/\/ do \/\/ E di Cavalcanti\"] \/\/ [assinatura fac-símile do autor] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ Apresentação \/ Poesia \/ Signo estrelado \/ \/\/ Trivium \/ Mundos paralelos \/ O interior da matéria \/ \/\/ Um livro aceso e nove canções sombrias \/ Outros poemas \/\/ CONTOS \/\/ SOBRE LITERATURA E ARTE \/\/ SOBRE ARQUITETURA E URBANISMO \/\/ DOCUMENTOS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.— In-12.º., [6], XXVIII, 686, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Cardozo foi poeta, engenheiro e intelectual pernambucano de rara originalidade. Próximo de Gilberto Freyre e colaborador de Oscar Niemeyer em cálculos estruturais de obras icônicas, destacou-se por uma poesia marcada pelo rigor formal, pelo ritmo inovador e pelo diálogo entre ciência, modernidade e tradição lírica nordestina. Sua obra ocupa posição de destaque na literatura brasileira do século XX, combinando imaginação, precisão técnica e profundidade reflexiva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar \/ Massangana, esta edição reúne em volume de referência a totalidade da produção poética e em prosa de Cardozo. Acompanhada de aparato crítico e organização cuidadosa, trata-se de obra essencial para estudiosos da literatura e para apreciadores da modernidade poética brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm Cemitério da Infância (1953), Cardozo condensa o tema da memória em imagens de grande força simbólica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«No cemitério da Infância\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEra manhã quando entrei,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDas plantas que vi florindo\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDe tantas me deslumbrei…»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 214)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNesta estrofe, a infância é evocada como espaço de florescimento e maravilha, mas também de esquecimento e perda. O contraste entre as plantas que deslumbram e os rostos que se apagam traduz a transitoriedade da experiência humana frente à permanência da natureza. É poesia que instiga à reflexão sobre a memória, o tempo e o que resta daquilo que vivemos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com sobrecapa e estojo preservados. Fita de leitura preservada. Dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. Sem marcações, carimbos ou assinaturas. \u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240753983763,"sku":"00030","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0030-Thumb.png?v=1769487221"},{"product_id":"joao-cabral-de-melo-neto-obra-completa-nova-aguilar-2003-sku-0031","title":"MELO NETO, João Cabral de (1920–1999). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2003).","description":"\u003cp\u003eMELO NETO (João Cabral de) [1920–1999].— JOÃO CABRAL \/\/ DE MELO NETO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Edição organizada por Marly de Oliveira com assistência do autor \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2003 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOÃO CABRAL DE MELO NETO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Volume único \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Prefácio \/ Cronologia da vida e da obra \/ Bibliografia \/\/ POESIA \/\/ Pedra do sono \/ Os três mal-amados \/ O engenheiro \/\/ Psicologia da composição \/ O cão sem plumas \/ O rio \/\/ Paisagens com figuras \/ Morte e vida severina \/\/ Uma faca só lâmina \/ Quaderna \/ Dois parlamentos \/ Serial \/\/ A educação pela pedra \/ Museu de tudo \/ A escola das facas \/\/ Auto do frade \/ Agrestes \/ Crime na Calle Relator \/\/ Sevilha andando \/ Andando Sevilha \/\/ PROSA \/\/ Considerações sobre o poeta dormindo \/ Jean Miró \/\/ Poesia e composição \/ Crítica literária \/ Da função moderna da poesia \/\/ Como a Europa vê a América \/ Elogio de Assis Chateaubriand \/\/ A diversidade cultural no diálogo Norte-Sul \/\/ Agradecimento pelo Prêmio Neustadt \/\/ APÊNDICE \/\/ Primeiros poemas \/\/ ÍNDICES.— In-12.º., 837 p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição monumental organizada por Marly de Oliveira, com assistência do autor, reúne toda a produção de João Cabral - poesia, prosa, discursos, textos críticos e escritos dispersos -, constituindo um verdadeiro arquivo integral em um volume único. Apresenta aparato crítico extenso, cronologia e fortuna crítica, estabelecendo-se como edição de referência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoão Cabral de Melo Neto (1920–1999), poeta pernambucano, é uma das vozes mais rigorosas e inovadoras da literatura brasileira do século XX. Sua poesia alia economia verbal, construção quase arquitetônica dos versos e forte dimensão social, particularmente voltada à realidade nordestina. Em \u003cem\u003eMorte e Vida Severina\u003c\/em\u003e, essa poética se condensa de forma exemplar, quando o autor dá voz ao retirante que se reconhece em todos os outros, definindo a própria existência pela repetição da miséria e pela proximidade da morte:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«E se somos Severinos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eiguais em tudo na vida,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emorremos de morte igual,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emesma morte severina:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eque é a morte de que se morre\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede velhice antes dos trinta,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede emboscada antes dos vinte,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede fome um pouco por dia\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(de fraqueza e de doença\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eé que a morte severina\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eataca em qualquer idade,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ee até gente não nascida).»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 172)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEste trecho concentra o núcleo simbólico do poema: a constatação de que a identidade dos «Severinos» é a da repetição da miséria, da morte precoce e inevitável. Cabral traduz em forma poética a violência estrutural contra o povo sertanejo, num ritmo seco, quase litúrgico. A força impactante da passagem está na denúncia direta, em que a morte não é destino individual, mas destino coletivo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile em ouro na capa. Capa, lombada e miolo íntegros, limpos e preservados. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240762962195,"sku":"00031","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0031-1-thumb.jpg?v=1760073131"},{"product_id":"manuel-bandeira-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1977-sku-0044","title":"BANDEIRA, Manuel (1886–1968). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eBANDEIRA (Manuel Carneiro de Sousa) [1886–1968]. — MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ TRAJETÓRIA DE UMA POESIA \/ ITINERÁRIO DE PASÁRGADA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ A CINZA DAS HORAS \/ CARNAVAL \/\/ O RITMO DISSOLUTO \/ LIBERTINAGEM \/\/ ESTRELA DA MANHÃ \/ LIRA DOS CINQÜENT'ANOS \/\/ BELO BELO \/ OPUS 10 \/ ESTRELA DA TARDE \/\/ MAFUÁ DO MALUNGO \/\/ PROSA \/\/ CRÔNICAS DA PROVÍNCIA DO BRASIL \/\/ FLAUTA DE PAPEL \/ ENSAIOS LITERÁRIOS \/\/ CRÍTICA DE ARTE \/ ANDORINHA ANDORINHA \/\/ APÊNDICE \/\/ REPERTÓRIO ONOMÁSTICO \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [foto do autor em preto e branco] \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ MANUEL \/\/ BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ organizada pelo autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Trajetória de uma Poesia \/\/ SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA \/\/ Itinerário de Pasárgada \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ POESIA \/\/ Notas Preliminares de \/\/ FRANKLIN DE OLIVEIRA, JOÃO RIBEIRO, ALCEU AMOROSO LIMA \/\/ ANTÔNIO OLINTO, MÁRIO DE ANDRADE, MÚCIO LEÃO \/\/ WILSON CASTELO BRANCO, SÉRGIO MILLIET, FERNANDO GÓIS \/\/ LÊDO IVO, CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE E DANÚBIO RODRIGUES \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.— In-12.º., 745, [2] p. E. editorial em couro.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da poesia modernista brasileira, Manuel Bandeira construiu uma obra que une simplicidade coloquial, lirismo profundo e uma permanente busca de transcendência diante das limitações da vida. Neste volume monumental da Nova Aguilar, estão reunidos seus livros de versos, traduções, crônicas e ensaios, acompanhados de fortuna crítica e iconografia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas mais célebres está \u003cem\u003eVou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e (Libertinagem, 1930), verdadeiro hino à imaginação como refúgio e reinvenção da vida:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Vou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá sou amigo do rei\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá tenho a mulher que eu quero\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa cama que escolherei»\u003c\/em\u003e (p. 222).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePasárgada, cidade persa evocada pelo poeta, transforma-se aqui em território mítico e utópico, lugar de plenitude, liberdade e superação das dores. A simplicidade dos versos esconde uma força universal: a vontade de escapar da realidade limitada e reinventar a existência. O poema tornou-se símbolo cultural brasileiro, citado em música, teatro, estudos literários e até na fala cotidiana, permanecendo vivo como emblema da modernidade poética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa.  Cortes limpos, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. Possui carimbo de antigo proprietário na folha de rosto, em parte sem texto, não comprometendo nenhuma leitura. \u003cem\u003e4.ª edição, 1977.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240854483219,"sku":"00044","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0044-thumb.png?v=1768004607"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-editora-nova-aguilar-1991-sku-0065","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1991).","description":"\u003cp\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ Volume Único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ POESIA DO SENSÍVEL E DO IMAGINÁRIO \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ POESIA \/\/ VIAGEM \/ VAGA MÚSICA \/\/ MAR ABSOLUTO E OUTROS POEMAS \/\/ RETRATO NATURAL \/ AMOR EM LEONORETA \/\/ DOZE NOTURNOS DA HOLANDA \/ O AERONAUTA \/\/ ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA \/\/ PEQUENO ORATÓRIO DE SANTA CLARA \/\/ CANÇÕES \/ ROMANCE DE SANTA CECÍLIA \/\/ PISTÓIA, CEMITÉRIO MILITAR BRASILEIRO \/\/ DISPERSOS \/ POEMAS ESCRITOS NA ÍNDIA \/\/ METAL ROSICLER \/ SOLOMBRA \/ OU ISTO OU AQUILO \/\/ CRÔNICA TROVADA \/\/ [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formada pelo entrelaçamento das iniciais \"A\" e \"N\", símbolo característico da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S\/A, 1991 \/\/ [Gravura em página inteira com perfil de Cecília Meireles em preto e branco, com fac-símile da assinatura da autora abaixo] \/\/ CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/  [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formada pelo entrelaçamento das iniciais \"A\" e \"N\", símbolo característico da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S\/A, 1991.— In-12.º., 779, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume contempla desde \u003cem\u003eViagem\u003c\/em\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003cem\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/em\u003e e\u003cem\u003e Solombra\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se a célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!»\u003c\/em\u003e (p. 452).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Miolo íntegro, limpo e firme, com apenas algumas manchas de amarelamento nas primeiras e últimas páginas — sobretudo nas guardas. Cortes com alguns pequenos e leves pontos de oxidação, mas íntegros e preservados. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. Fita de leitura original presente. \u003cem\u003eSétima impressão da 3.ª edição, 1991.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240874471699,"sku":"0065","price":350.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0065-1-thumb.jpg?v=1760082163"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1981-sku-0026","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1981).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980]. — VINICIUS DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Edição organizada por Afrânio Coutinho \/\/ com assistência do autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Soneto a Vinicius \/\/ PABLO NERUDA \/\/ Auto-Retrato e Cronologia \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ Do Verso Solitário ao Canto Coletivo \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ Vinicius, Meu Irmão \/\/ LAETITIA CRUZ DE MORAES \/\/ APÊNDICE \/\/ Fortuna Crítica \/\/ OCTÁVIO DE FARIA, MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA, MARIA ROSA OLIVER \/\/ OTTO LARA RESENDE, DAVID MOURÃO FERREIRA \/\/ ANTONIO CÂNDIDO e RENATA PALLOTINI \/\/ Bibliografia \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\" e encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1981.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 183).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius. Ali encontram-se partituras de suas parcerias eruditas com o maestro Cláudio Santoro, compostas em Paris e no Rio entre 1955 e 1962 (pp. 382–383), bem como clássicos da canção popular brasileira, como \u003cem\u003eSe Todos Fossem Iguais a Você\u003c\/em\u003e, samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 390–391).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde, ornada com douração preservada na lombada e com assinatura fac-símile no plano superior. Lombada firme, cortes regulares, miolo íntegro, limpo, com retrato do autor, fac-símiles autógrafos e partituras musicais. Apresenta pontos de oxidação nos cortes e miolo, sem interferir na leitura.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240895475987,"sku":"00026","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0026-1-thumb.jpg?v=1759918707"},{"product_id":"almada-negreiros-jose-sobral-obra-completa-nova-aguilar-1997-00055","title":"ALMADA NEGREIROS, José Sobral de (1893–1970). Obra Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eALMADA NEGREIROS (José Sobral de) [1893–1970].— ALMADA NEGREIROS \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Introdução \/\/ JOSÉ AUGUSTO FRANÇA \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma “NA” estilizado] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ ALMADA NEGREIROS \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Almada Negreiros, letras e artes \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Iconografia \/\/ POESIA \/\/ FICÇÃO \/\/ TEATRO \/\/ MANIFESTOS, ENSAIOS, CRÔNICAS E PROSA DOUTRINÁRIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/ Índice geral.— In-12.º., 1123, [1]. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1997 pela Nova Aguilar, este volume único reúne de forma integral a vasta produção literária e ensaística de Almada Negreiros, figura central do modernismo português e artista multifacetado — poeta, romancista, dramaturgo, ensaísta, pintor e performer.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOrganizado em grandes seções — Poesia, Ficção, Teatro, Manifestos, Ensaios, Crônicas e Prosa Doutrinária —, o volume oferece ainda introdução geral, cronologia e fortuna crítica, além de um extenso apêndice bibliográfico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA edição distingue-se também pela rica iconografia, que inclui reproduções de conferências, retratos e estudos de Almada, bem como um caderno em cores com pinturas, vitrais do artista, entre eles o célebre Auto-retrato (1926 e 1943), estudos para figurinos modernistas, painéis e composições de caráter mural.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA veia incendiária e vanguardista de Almada encontra expressão máxima em textos como o manifesto de 1915, em que bradava:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Morra o Dantas, morra! Pim!\u003cbr\u003e Portugal que com todos estes senhores conseguiu a classificação do país mais atrasado da Europa e do Mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degradados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus! O entulho das desvantagens e dos sobejos! Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia — se é que a sua cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado! Morra o Dantas! Morra! Pim!»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 645).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em capa dura vermelha, com ornamentos geométricos na lombada e título na capa prateados preservados. Pequenos pontos de oxidação, quase imperceptíveis, sobretudo nos cortes e folhas de guarda. Ilustrações preservadas. Capa, lombada e miolo íntegros, firmes e limpos. Fita de leitura original preservada. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241144676627,"sku":"00055","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/almada-negreiros-obra-completa-editora-nova-aguilar-1997-primeira-edicao-thumb.jpg?v=1778701067"},{"product_id":"pessoa-fernando-antonio-nogueira-obra-poetica-companhia-jose-aguilar-1972-00040","title":"PESSOA, Fernando António Nogueira (1888–1935). Obra poética (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1972).","description":"\u003cp\u003ePESSOA, (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguêsa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ A POESIA DE FERNANDO PESSOA \/\/ MENSAGEM \/\/ O MARINHEIRO \/\/ FP, UM ENCONTRO DE POESIA. CRONOLOGIA \/\/ POESIA DE FERNANDO PESSOA \/\/ MENSAGEM. \/\/ À MEMÓRIA DO PRESIDENTE-REI SIDÓNIO PAIS. \/\/ QUINTO IMPÉRIO. CANCIONEIRO. \/\/ FICCÕES DO INTERLÚDIO \/\/ POEMAS COMPLETOS DE ALBERTO CAEIRO \/\/ ODES DE RICARDO REIS. POESIAS DE ÁLVARO DE CAMPOS. \/\/ PARA ALÉM DOUTRO OCEANO DE COELHO PACHECO. \/\/ POEMAS DRAMÁTICOS \/\/ NA FLORESTA DO ALHEAMENTO. \/\/ O MARINHEIRO. PRIMEIRO FAUSTO. \/\/ POESIAS COLIGIDAS \/\/ INÉDITAS 1919–1935. \/\/ POEMAS INGLÊSES. FRANCESES. \/\/ POEMAS TRADUZIDOS PARA O PORTUGUÊS. \/\/ QUADRAS AO GÔSTO POPULAR \/\/ 325 QUADRAS. \/\/ POEMAS PARA LILI. POEMA PIAL. \/\/ APÊNDICE \/\/ NOTAS E VARIANTES. BIBLIOGRAFIA. \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BLB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1972 \/\/ [desenho do autor em preto e branco por Almada Negreiros] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE ALMADA NEGREIROS \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Organização, Introdução e Notas, de \/\/ MARIA ALIETE GALHOZ \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1972.— In-12.º., 786, [2] p. E editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa consolidou uma das obras poéticas mais plurais e complexas do século XX, distribuída entre seus heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos — e a voz ortônima. Esta edição da Biblioteca Luso-Brasileira, publicada pela Companhia José Aguilar em 1972, apresenta a integralidade de sua produção lírica, acompanhada de introdução crítica e notas de Maria Alice Galhoz, tornando-se referência para a recepção crítica pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas que condensam sua visão existencial, destaca-se o trecho de um escrito em 2 de setembro de 1923, em que a voz lírica revela a recusa da noite como símbolo de esquecimento e exalta o canto como permanência da luz:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNão canto a noite porque no meu canto\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO sol que canto acabará em noite.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão ignoro o que esqueço.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eCanto por esquecê-lo.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 274)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro vermelho. Douração preservada na ornamentação da lombada e em assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior em vermelho preservado. Miolo impresso em papel-bíblia, íntegro e limpo, com fac-símiles autógrafos, fotos, índices e notas críticas. Na folha de rosto, há assinatura de antigo proprietário, datada de maio de 1973 e um carimbo, ambos sem interferir em qualquer trecho do texto ou elemento editorial, constituindo elemento adicional de procedência do exemplar. Fotografias e fac-símiles preservados em excelente nitidez. \u003cem\u003e4.ª edição, 1972.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241176035603,"sku":"00040","price":450.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0040-1-thumb.jpg?v=1760072092"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1976-sku-0043","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar S.A., Rio de Janeiro, 1976).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980]. — VINICIUS\/\/  DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Edição organizada por Afrânio Coutinho \/\/ com assistência do autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Soneto a Vinicius \/\/ PABLO NERUDA \/\/ Auto-Retrato e Cronologia \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ Do Verso Solitário ao Canto Coletivo \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ Vinicius, Meu Irmão \/\/ LAETITIA CRUZ DE MORAES \/\/ APÊNDICE \/\/ Fortuna Crítica \/\/ OCTÁVIO DE FARIA, MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA, MARIA ROSA OLIVER \/\/ OTTO LARA RESENDE, DAVID MOURÃO FERREIRA \/\/ ANTONIO CÂNDIDO e RENATA PALLOTINI \/\/ Bibliografia \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, com escudo e legenda \"EDITORA NOVA AGUILAR\"] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1976.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 183).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius. Ali encontram-se partituras de suas parcerias eruditas com o maestro Cláudio Santoro, compostas em Paris e no Rio entre 1955 e 1962 (pp. 382–383), bem como clássicos da canção popular brasileira, como \u003cem\u003eSe Todos Fossem Iguais a Você\u003c\/em\u003e, samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 390–391).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, ornada com douração preservada na lombada e com assinatura fac-símile no plano superior. Lombada firme, cortes regulares, miolo íntegro, limpo, com retrato do autor, fac-símiles autógrafos e partituras musicais preservados. \u003cem\u003eReimpressão da 2.ª edição, 1976.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265510797587,"sku":"00043","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0043-1-thumb.jpg?v=1760034223"},{"product_id":"pessoa-fernando-obra-poetica-nova-aguilar-1977-00046","title":"PESSOA, Fernando (1888–1935). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003ePESSOA, (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — FERNANDO PESSOA \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ FP, UM ENCONTRO DE POESIA, CRONOLOGIA. \/\/ POESIA DE FERNANDO PESSOA \/\/ MENSAGEM. \/\/ A MEMÓRIA DO PRESIDENTE-REI SIDÓNIO PAIS. \/\/ QUINTO IMPÉRIO. CANCIONEIRO \/\/ FICÇÕES DO INTERLÚDIO \/\/ POEMAS COMPLETOS DE ALBERTO CARNEIRO. \/\/ ODES DE RICARDO REIS. POESIAS DE ÁLVARO DE CAMPOS. \/\/ PARA ALÉM DOUTRO OCEANO DE COELHO PACHECO. \/\/ POEMAS DRAMÁTICOS \/\/ NA FLORESTA DO ALINHAMENTO. \/\/ O MARINHEIRO. PRIMEIRO FAUSTO. \/\/ POESIAS COLIGIDAS \/\/ INÉDITAS 1919-1935. \/\/ POEMAS INGLESES. POEMAS FRANCESES. \/\/ POEMAS TRADUZIDOS PARA O PORTUGUÊS. \/\/ QUADRAS AO GOSTO POPULAR \/\/ 325 QUADRAS. \/\/ POEMAS PARA LILI. POEMA PIAL. \/\/ NOVAS POESIAS INÉDITAS \/\/ APÊNDICE \/\/ NOTAS E VARIANTES. BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [desenho do autor em preto e branco por Almada Negreiros] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE ALMADA NEGREIROS \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Organização, Introdução e Notas, de \/\/ MARIA ALIETE GALHOZ \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, com escudo e legenda “EDITORA NOVA AGUILAR”] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa consolidou uma das obras poéticas mais plurais e complexas do século XX, distribuída entre seus heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos — e a voz ortônima. Esta edição da Biblioteca Luso-Brasileira, publicada pela Companhia José Aguilar em 1977, apresenta a integralidade de sua produção lírica, acompanhada de introdução crítica e notas de Maria Alice Galhoz, tornando-se referência para a recepção crítica pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas que condensam sua visão existencial, destaca-se o trecho de um escrito em 2 de setembro de 1923, em que a voz lírica revela a recusa da noite como símbolo de esquecimento e exalta o canto como permanência da luz:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNão canto a noite porque no meu canto\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO sol que canto acabará em noite.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão ignoro o que esqueço.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eCanto por esquecê-lo.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 274)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura vermelha. Douração preservada na ornamentação da lombada e em assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior em vermelho preservado. Miolo impresso em papel-bíblia, íntegro e limpo, com fac-símiles autógrafos, fotos, índices e notas críticas. Fotografias e fac-símiles preservados em excelente nitidez. 7.ª edição, 1977.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265709633811,"sku":"00046","price":320.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cardozo-joaquim-poesia-completa-prosa-nova-aguilar-massangana-2010-00047","title":"CARDOZO, Joaquim (1897–1978). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar \/ Editora Massangana, Rio de Janeiro, 2010).","description":"\u003cp\u003eCARDOZO, (Joaquim Maria Moreira) [1897–1978]. — JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ [símbolo gráfico estilizado em preto, composto por duas formas semicirculares opostas, acompanhadas da inscrição \"FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO \/ EDITORA MASSANGANA] \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO : EDITORA NOVA AGUILAR : 2010 \/\/ [ilustração com retrato de Joaquim Cardozo em traço linear, estilo esboço, em tinta preta, acompanhada de dedicatória manuscrita fac-símile: \"ao Cardozo \/\/ do \/\/ E di Cavalcanti\"] \/\/ [assinatura fac-símile do autor] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ ORGANIZAÇÃO E INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Everardo Norões \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ Apresentação \/ Poesia \/ Signo estrelado \/ \/\/ Trivium \/ Mundos paralelos \/ O interior da matéria \/ \/\/ Um livro aceso e nove canções sombrias \/ Outros poemas \/\/ CONTOS \/\/ SOBRE LITERATURA E ARTE \/\/ SOBRE ARQUITETURA E URBANISMO \/\/ DOCUMENTOS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Cardozo (1897–1978) foi poeta, engenheiro e intelectual pernambucano de rara originalidade. Próximo de Gilberto Freyre e colaborador de Oscar Niemeyer em cálculos estruturais de obras icônicas, destacou-se por uma poesia marcada pelo rigor formal, pelo ritmo inovador e pelo diálogo entre ciência, modernidade e tradição lírica nordestina. Sua obra ocupa posição de destaque na literatura brasileira do século XX, combinando imaginação, precisão técnica e profundidade reflexiva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar \/ Massangana, esta edição reúne em volume de referência a totalidade da produção poética e em prosa de Cardozo. Acompanhada de aparato crítico e organização cuidadosa, trata-se de obra essencial para estudiosos da literatura e para apreciadores da modernidade poética brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm Cemitério da Infância (1953), Cardozo condensa o tema da memória em imagens de grande força simbólica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“No cemitério da Infância\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEra manhã quando entrei,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDas plantas que vi florindo\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDe tantas me deslumbrei…” \u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 214)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNesta estrofe, a infância é evocada como espaço de florescimento e maravilha, mas também de esquecimento e perda. O contraste entre as plantas que deslumbram e os rostos que se apagam traduz a transitoriedade da experiência humana frente à permanência da natureza. É poesia que instiga à reflexão sobre a memória, o tempo e o que resta daquilo que vivemos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com sobrecapa e estojo preservados. Fita de leitura preservada. Dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. Sem marcações, carimbos ou assinaturas. \u003cem\u003e2.ª edição, 2010.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265751249171,"sku":"00047","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"joao-cabral-de-melo-neto-poesia-completa-e-prosa-nova-aguilar-2008-sku-0049","title":"MELO NETO, João Cabral de (1920–1999). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2008).","description":"\u003cp\u003eMELO NETO (João Cabral de) [1920–1999]. — JOÃO CABRAL \/\/ DE MELO NETO \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Introdução, organização, notas e estabelecimento do texto \/\/ ANTONIO CARLOS SECCHIN \/\/ 2ª impressão \/\/ [monograma editorial em tinta preta, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2008 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOÃO CABRAL DE MELO NETO \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume único \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Prefácio \/ Cronologia da vida e da obra \/ Fortuna crítica \/ Iconografia \/\/ POESIA \/\/ Primeiros Poemas \/ Pedra do Sono \/ Os três mal-amados \/ \/\/ O engenheiro \/ Psicologia da composição \/ O cão sem plumas \/ \/\/ O rio \/ Paisagens com figuras \/ Morte e vida severina \/\/ Uma faca só lâmina \/ Quaderna \/ Dois parlamentos \/ Serial \/\/ A educação pela pedra \/ Museu de tudo \/ A escola das facas \/\/ Auto do frade \/ Agrestes \/ Crime na Calle Relator \/\/ Sevilha andando \/ Dispersos \/\/ PROSA \/\/ Considerações sobre o poeta dormindo \/ Joan Miró \/ \/\/ Poesia e composição \/ A geração de 45 \/ \/\/ Da função moderna da poesia \/ \/\/ Elogio de Assis Chateaubriand \/ \/\/ Encontro com os escritores: os poetas \/\/ APÊNDICE \/\/ Notas \/\/ Bibliografia \/\/ Índices.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoão Cabral de Melo Neto (1920–1999), poeta pernambucano, é uma das vozes mais rigorosas e inovadoras da literatura brasileira do século XX. Sua poesia alia economia verbal, construção quase arquitetônica dos versos e forte dimensão social, particularmente voltada à realidade nordestina.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIntegrante da coleção \u003cem\u003eBiblioteca Luso-Brasileira\u003c\/em\u003e (Série Brasileira), esta edição organizada por Antonio Carlos Secchin concentra-se no essencial da obra cabralina: toda a poesia publicada em vida e uma seleção de prosas reflexivas. Enriquecida com introdução, fortuna crítica e iconografia, apresenta-se como edição de referência literária, situando a obra de Cabral no panorama da poesia brasileira e universal. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eMorte e Vida Severina\u003c\/em\u003e, essa poética se condensa de forma exemplar, quando o autor dá voz ao retirante que se reconhece em todos os outros, definindo a própria existência pela repetição da miséria e pela proximidade da morte:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«E se somos Severinos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eiguais em tudo na vida,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emorremos de morte igual,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emesma morte severina:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eque é a morte de que se morre\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede velhice antes dos trinta,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede emboscada antes dos vinte,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede fome um pouco por dia\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(de fraqueza e de doença\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eé que a morte severina\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eataca em qualquer idade,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ee até gente não nascida).»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 148)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEste trecho concentra o núcleo simbólico do poema: a constatação de que a identidade dos “Severinos” é a da repetição da miséria, da morte precoce e inevitável. Cabral traduz em forma poética a violência estrutural contra o povo sertanejo, num ritmo seco, quase litúrgico. A força impactante da passagem está na denúncia direta, em que a morte não é destino individual, mas destino coletivo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile em ouro na capa. Apresenta apenas alguns pontos de oxidação, sobretudo na sobrecapa, primeiras e últimas páginas, sem prejudicar textos ou imagens do exemplar. Capa, lombada e miolo íntegros, limpos e preservados. Sobrecapa e box ilustrados preservados. 2.ª edição, 2008.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265889595667,"sku":"00049","price":570.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0049-thumb.jpg?v=1766949623"},{"product_id":"antologia-da-poesia-portuguesa-seculos-xii-a-xx-lello-e-irmao-1977-2-vols-sku-0053","title":"TORRES, Alexandre Pinheiro (1923–1999). Antologia da Poesia Portuguesa (Séc. XII–Séc. XX) (Lello \u0026 Irmão – Editores, Porto, 1977).","description":"\u003cp\u003eTORRES (Alexandre Pinheiro) [introdução, seleção e notas].— ANTOLOGIA \/\/ DA POESIA \/\/ PORTUGUESA \/\/ (Séc. XII–Séc. XX). — Lello \u0026amp; Irmão Editores \/\/ Antologia da Poesia Portuguesa \/\/ (SÉC. XII – SÉC. XX) \/\/ VOLUME I \/\/ (Sécs. XII-XVI) \/\/ Da Pooesia Trovadoresca Galego-Portuguesa ao Renascimento \/\/ VOLUM II \/\/ (Sécs. XVII-XX) \/\/ Introdução, seleção e notas de \/\/ ALEXANDRE PINHEIRO TORRES \/\/ Professor Extraordinário da Faculdade de Letras da Universidade de Cardiff \/\/ [marca tipográfica da Lello \u0026amp; Irmão Editores em tinta preta: escudo com figura mitológica] \/\/ 1977 \/\/ LELLO \u0026amp; IRMÃO - EDITORES \/\/ PORTO.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra monumental em dois volumes, esta antologia percorre a tradição poética portuguesa desde os primórdios trovadorescos até às vanguardas do século XX. Alexandre Pinheiro Torres, responsável pela seleção e aparato crítico, oferece um panorama histórico-literário abrangente, permitindo acompanhar a evolução das formas, dos temas e das sensibilidades poéticas ao longo de oito séculos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO primeiro volume reúne a lírica medieval galego-portuguesa, o classicismo renascentista de Sá de Miranda e António Ferreira, o barroco e o arcadismo, até alcançar o apogeu do Romantismo e do Realismo oitocentista. O segundo volume é dedicado à modernidade, com Fernando Pessoa e seus heterônimos, Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca, os modernistas e neorrealistas, chegando até a poesia contemporânea.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os destaques da coletânea estão os sonetos de Luís de Camões, cuja poesia condensa de maneira exemplar o espírito renascentista e a reflexão universal sobre a transitoriedade da vida. É justamente um de seus versos mais célebres que resume o sentido maior da poesia portuguesa: a consciência do tempo e da mudança.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMuda-se o ser, muda-se a confiança;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTodo o mundo é composto de mudança,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTomando sempre novas qualidades. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(v. I, p. 1207).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração ornamental na lombada preservada. Cortes com pequenos e leves pontos de oxidação, sobretudo no corte superior. Amarelamento nas primeiras e últimas páginas em branco, naturais do tempo. Miolo íntegro, firme, limpo e bem preservado, em ambos os volumes. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52269253067027,"sku":"00053","price":820.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0053-thumb.jpg?v=1766769528"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-editora-jose-aguilar-1958-sku-0066","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1958).","description":"\u003cp\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ FORTUNA CRÍTICA, \/\/ apreciações de \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA, MENOTTI DEL PICCHIA, \/\/ NUNO DE SAMPAIO, PAULO RÓNAI, \/\/ MURILO MENDES. \/\/ Epílogo de \/\/ JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/  [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1958.— In-12.º., LXXVIII, 1093, [2] p. E. editorial em couro.  \u003c\/p\u003e\n\u003cdiv\u003ePublicado em 1958 pela Editora José Aguilar, este volume reúne a produção poética de Cecília Meireles até então, consagrando-se como uma das edições mais emblemáticas da coleção Biblioteca Luso-Brasileira. A obra concentra livros fundamentais da autora – como \u003cem\u003eViagem, Vaga Música, Mar Absoluto\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e – em um só exemplar, tornando-se peça de referência para leitores, colecionadores e estudiosos da literatura brasileira.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003eNo \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e, encontramos, no \u003cem\u003eRomance XXIV\u003c\/em\u003e, um dos versos mais célebres da poesia ceciliana:\u003c\/div\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cem\u003e«Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!»\u003c\/em\u003e (p. 720).\u003c\/div\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cdiv\u003eEsse fragmento tornou-se símbolo do ideal libertário que atravessa a obra, imortalizando a reflexão poética de Cecília sobre a Inconfidência Mineira e sobre a própria condição humana.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cspan\u003eEncadernação original em couro verde escuro. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eLombada sólida, com douração preservada, apresentando apenas leves desgastes de manuseio das extremidades superior e inferior. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eMiolo íntegro e firme, com textos e gravuras preservadas. Presença de fita adesiva antiga, já oxidada, sobre pequeno corte na página 336, mas texto permanece legível. \u003c\/span\u003e\u003cspan style=\"font-size: 0.875rem;\"\u003eObservam-se grifos feitos com caneta de tinta rosa em trechos da introdução geral, entre as páginas XXXV a LI. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eLeve amarelado u\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eniforme das páginas, característico da passagem do tempo. Cortes com p\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eequenos pontos de oxidação. Tingimento no corte superior desbotado. Papel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52278721052947,"sku":"0066","price":700.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0066-1-thumb.jpg?v=1760238251"},{"product_id":"alphonsus-de-guimaraens-obra-completa-jose-aguilar-1960-sku-0067","title":"GUIMARAENS, Alphonsus de (1870-1921). Obra completa (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1960).","description":"\u003cp\u003eGUIMARAENS (Alphonsus de) [1870-1921].— ALPHONSUS \/\/ DE GUIMARAENS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização e preparo do texto \/\/ por \/\/ ALPHONSUS DE GUIMARAENS FILHO \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ O Universo Poético de Alphonsus de Guimaraens \/\/ JOÃO ALPHONSUS \/\/ Notícia Biográfica do Poeta \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1960.— In-12.º., 764, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeira edição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a produção poética completa de Alphonsus de Guimaraens, nome maior do Simbolismo brasileiro e da lírica espiritualista de língua portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume reúne desde \u003cem\u003eKiriale\u003c\/em\u003e — obra inaugural marcada pela atmosfera de religiosidade e morte — até D\u003cem\u003eona Mística, Câmara Ardente, Setenário das Dores de Nossa Senhora, Nova Primavera\u003c\/em\u003e e outras composições, além de prosa, crônicas e epistolário. A organização e prefácio couberam a Alphonsus de Guimaraens Filho, com fortuna crítica de Eduardo Portella e João Alphonsus.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas que consagram Alphonsus como “o poeta de Mariana”, figura o célebre “Sete Damas”, de Kiriale:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Sete Damas por mim passaram,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eE tôdas sete me beijaram.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eE quer eu queira quer não queira,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eElas vêm cada sexta-feira.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSei que plantaram sete ciprestes\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNas remotas solidões agrestes.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eDeixaram-me como um mendigo…\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe elas vão acabar comigo!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eTôdas, rezando os Sete Salmos,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNo chão cavaram sete palmos.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eE era para êste lugar que eu vinha…\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMeu Deus, se esta sepultura é a minha!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eComo os meus olhos estão cansados,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSete pecados, sete pecados!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 57).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada na lombada. Guardas decoradas. Miolo íntegro, limpo e firme. Páginas levemente amareladas pela ação natural do tempo. Cortes regulares, com discretos pontos de oxidação e corte superior com tingimento desbotado. Apresenta pequeno carimbo, possivelmente de antigo proprietário, na parte em branco da falsa folha de rosto, sem qualquer prejuízo à leitura. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003cem\u003e1.ª edição, 1\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e960.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA \u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52278899835155,"sku":"0067","price":700.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0067-1-thumb.jpg?v=1760236421"},{"product_id":"wilde-oscar-obra-completa-jose-aguilar-1961-00270","title":"WILDE, Oscar (1854-1900). Obra Completa (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1961).","description":"\u003cp\u003ePossui assinatura de antigo proprietário na folha de rosto. Fita de leitura original presente. \u003cem\u003e1.ª edição, 1961.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52280568185107,"sku":"00270","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0270-thumb.jpg?v=1767899970"},{"product_id":"goncalves-dias-poesia-completa-e-prosa-escolhida-jose-aguilar-1959-sku-0069","title":"DIAS, Gonçalves (1823-1864). Poesia completa e prosa escolhida (Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1959).","description":"\u003cp\u003eDIAS (Antônio Gonçalves) [1823-1864].— GONÇALVES \/\/ DIAS \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA ESCOLHIDA \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ A Vida e a Obra do Poeta. A Poética de Gonçalves Dias \/\/ ANTÔNIO HOUAISS \/\/ O Texto dos Poemas \/\/ ALEXANDRE HERCULANO \/\/ Futuro Literário de Portugal e do Brasil (Prólogo aos Cantos) \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema preto em forma de escudo com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA., 1959.— In-12.º., 926, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição monumental da Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único tomo a poesia completa e parte significativa da prosa do maior poeta romântico brasileiro, reconhecido por sua profunda ligação com a pátria, a língua e a natureza, autor de Canção do Exílio (1843), um dos hinos da nacionalidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume abre com a Introdução Geral (Nota Editorial, A vida e a obra do poeta, Cronologia e Reportagem iconográfica), seguida da obra poética integral (Primeiros Cantos, Segundos Cantos, Últimos Cantos, Os Timbiras, Hinos, Novos Cantos, Meditações poéticas, etc.) e da prosa escolhida (cartas, ensaios, crônicas, discursos). A seção iconográfica é especialmente rica, trazendo retratos, caricaturas, fac-símiles de manuscritos. O exemplar ainda é enriquecido com aparato crítico de peso, trazendo a leitura poética de Manuel Bandeira, a análise filológica de Antônio Houaiss e o prólogo histórico de Alexandre Herculano, atestando o valor literário universal da obra de Gonçalves Dias.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as páginas, encontra-se o célebre poema « Canção do Exílio », símbolo maior do sentimento nacional, cujos versos se tornaram patrimônio cultural do Brasil:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Minha terra tem palmeiras,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eOnde canta o Sabiá;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAs aves, que aqui gorjeiam,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão gorjeiam como lá.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(…)\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão permita Deus que eu morra,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSem que volte para lá;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSem que desfrute os primores\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não encontro por cá;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSem qu’inda aviste as palmeiras,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eOnde canta o Sabiá. »\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. [103]).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada na lombada.  Cortes amarelados pelo tempo, com pequenos pontos de oxidação. Capa e lombada firmes, com pontos de desgaste de uso e pelo tempo — sobretudo nas extremidades, que apresentar pequenas perdas do couro. Miolo íntegro e firme, com textos e imagens preservados. Algumas páginas apresentam amarelecimento e leves pontos de oxidação, sobretudo nas iniciais e finais, sem prejuízo da leitura. Apresenta pequena diferença cromática entre capa e lombada, causada por desbotamento da lombada. Fita de leitura original presente. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra)\u003c\/span\u003e. \u003cem\u003e1.ª edição, 1959\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52280790253843,"sku":"0069","price":590.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"carlos-drummond-de-andrade-obra-completa-jose-aguilar-1967-sku-0070","title":"DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos (1902-1987). Obra completa (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1967).","description":"\u003cp\u003eANDRADE (Carlos Drummond de) [1902-1987]. — CARLOS DRUMMOND \/\/ DE ANDRADE \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ organizada por AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Estudo Crítico de \/\/ EMANUEL DE MORAES \/\/ Fortuna Crítica, Cronologia e Bibliografia \/\/ Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual, escrito \"COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA\"] \/\/ ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, GB,  COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1967.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental, integrante da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, Série Brasileira, que reúne em um único volume a produção integral de Carlos Drummond de Andrade — figura central da poesia modernista, cuja obra marcou a literatura brasileira com lirismo, ironia, consciência histórica e reflexão existencial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os versos imortais que consagraram o poeta, destaca-se o célebre poema \u003cem\u003eNo meio do caminho\u003c\/em\u003e, de \u003cem\u003eAlguma Poesia\u003c\/em\u003e (1930):\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«No meio do caminho tinha uma pedra\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etinha uma pedra no meio do caminho\u003cbr\u003etinha uma pedra\u003cbr\u003eno meio do caminho tinha uma pedra...»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 61)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eVersos que inauguraram uma nova sensibilidade na lírica nacional, rompendo com os modelos tradicionais e abrindo espaço para a modernidade poética, tornando-se um dos textos mais icônicos e citados da literatura brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar enriquecido com aparato crítico, contendo introdução geral (A\u003cem\u003es várias faces de uma poesia\u003c\/em\u003e, por Emanuel de Moraes), fortuna crítica, cronologia da vida e da obra, além de bibliografia e índices detalhados. Volume de prestígio que oferece, em um só corpo, os grandes livros de poesia (\u003cem\u003eAlguma poesia, Sentimento do Mundo, A Rosa do Povo, Claro Enigma\u003c\/em\u003e, entre outros), além de prosa variada - conto (\u003cem\u003eContos de Aprendiz\u003c\/em\u003e), crônicas e textos reflexivos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em verde escuro, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e firme, com folhas limpas, levemente amareladas pelo tempo, com textos e imagens preservadas. \u003cem\u003e2.ª edição, 1967.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5cm\u003cbr\u003eLargura: 12,5cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52281123733779,"sku":"0070","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0070-thumb.jpg?v=1767312620"},{"product_id":"luis-de-camoes-obra-completa-companhia-aguilar-1963-sku-0071","title":"CAMÕES, Luís Vaz de (c.1524-1580). Obra completa (Companhia Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1963).","description":"\u003cp\u003eCAMÕES (Luís Vaz de) [c.1524-1580]. — LUÍS \/\/ DE CAMÕES \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organização, introdução, comentários \/\/ e anotações do \/\/ PROF. ANTÔNIO SALGADO JÚNIOR \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escuto com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA AGUILAR EDITÔRA, 1963.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental, integrante da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, que reúne em um único e volumoso tomo a obra completa de Luís de Camões, gênio maior das letras portuguesas e pilar do cânone ocidental. A edição contempla Os Lusíadas, as Rimas (sonetos, éclogas, canções, odes e elegias), as Cartas e os Autos, acompanhados de aparato crítico, notas, índices e bibliografia, compondo um verdadeiro monumento editorial da tradição camoniana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos imortais que eternizaram sua voz lírica, destaca-se o célebre \u003cem\u003eSonêto 4\u003c\/em\u003e, paradigma da lírica renascentista e da expressão universal do amor:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“Amor é um fogo que arde sem se ver;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ ferida que dói e não se sente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um contentamento descontente;\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ dor que desatina sem doer...”\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 270)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSoneto ícone da poesia de língua portuguesa, consagrado por seus paradoxos perfeitos, tornou-se símbolo da intensidade e da contradição amorosa, marcando presença em antologias e compêndios literários no mundo inteiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar de grande valor bibliográfico, ilustrado com iconografia de época e enriquecido por introduções, estudos críticos e notas interpretativas, que atestam a fortuna literária de Camões nos séculos posteriores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em vermelho, com douração preservada na lombada. Capa e lombada firmes, apresentando apenas alguns pontos de desgaste nas suas extremidades pelo uso e pelo tempo. Miolo íntegro, firme, com folhas limpas e bem preservadas, apresentando apenas discretos pontos de oxidação nos cortes. Corte superior tingido em vermelho preservado. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003cem\u003e1.ª edição, 1963.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5cm\u003cbr\u003eLargura: 13cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52281219186963,"sku":"0071","price":870.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-companhia-jose-aguilar-1972-sku-0072","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1972).","description":"\u003cp\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/  [Monograma editorial em preto da Companhia José Aguilar Editora, formada pelo entrelaçamento das iniciais \"A\", \"J\" e \"E\", escrito \"COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA\", símbolo característico da casa publicadora nas edições de prestígio literário] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITORA, 1972.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume contempla desde \u003cem\u003eViagem\u003c\/em\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003cem\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/em\u003e e\u003cem\u003e Solombra\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se a célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!”\u003c\/em\u003e (p. 452).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial verde, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Capa e lombada firmes e preservadas, apenas com alguns pequenos pontos de desgaste nas extremidades, pelo uso e pelo tempo. Miolo íntegro, limpo e firme. Cortes com pequenos pontos de oxidação. Corte superior com tingimento em vermelho, desbotado. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. \u003cem\u003e3.ª edição, 1972.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5cm\u003cbr\u003eLargura: 12,5cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52281353568531,"sku":"0072","price":500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"correa-raimundo-poesia-completa-prosa-jose-aguilar-1961-00078","title":"CORRÊA, Raimundo (1859-1911). Poesia completa e prosa (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1961).","description":"\u003cp\u003eCORRÊA (Raimundo da Mota de Azevedo) [1859-1911].— RAIMUNDO \/\/ CORREIA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Texto, Cronologia, Notas e Estudo \/\/ Biográfico por \/\/ Waldir Ribeiro do Val \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ Raimundo Correia e o seu Sortilégio Verbal \/\/ WALDIR RIBEIRO DO VAL \/\/ Biografia de Raimundo Correia \/\/ [Marca editorial da Editora José Aguilar, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letas \"J\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITÔRA JOSÉ AGUILAR LTDA.— In- 16.º., 694, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição crítica e monumental da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a produção poética e em prosa de Raimundo Corrêa, incluindo \u003cem\u003ePrimeiros Sonhos, Sinfonias, Versos e Versões, Aleluias\u003c\/em\u003e, além de poesia dispersa, prosa crítica e correspondência. O volume é enriquecido com introdução de Manuel Bandeira, estudo e aparato crítico de Waldir Ribeiro do Val, cronologia da vida e obra do poeta e reportagem iconográfica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar preserva os textos fundamentais do Parnasianismo brasileiro, entre os quais se destacam “\u003cem\u003eAs Pombas\u003c\/em\u003e” e “\u003cem\u003eMal Secreto\u003c\/em\u003e”, este último uma meditação pungente sobre a dor íntima e invisível, aquela que se esconde sob a aparência de serenidade:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Alma, vítima dessa enfermidade! \u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMal sabes que à dos outros sendo adversa, \u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTu és adversa à própria f'licidade!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 373).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde escuro, com lombada ricamente decorada com douração preservada. Guardas marmorizadas íntegras. Miolo íntegro, firme e limpo. Cortes íntegros e preservados e corte superior com tingimento em vermelho também preservado. Leves sinais de uso nas extremidades das capas e lombada. \u003cspan\u003ePapel especial, fabricado pela Ryburndale Co., em Ripponden, Yorkshire (Inglaterra). \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285177659667,"sku":"00078","price":1200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0078-thumb.jpg?v=1764789402"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-nova-aguilar-1977-sku-0080","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ Volume Único \/\/ \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003eBIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Basileira \/\/ CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ POESIA DO SENSÍVEL E DO IMAGINÁRIO \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ \u003cbr data-start=\"607\" data-end=\"610\"\u003eBIBLIOGRAFIA \/\/ POESIA \/\/ VIAGEM \/ VAGA MÚSICA \/\/ MAR ABSOLUTO E OUTROS POEMAS \/\/ RETRATO NATURAL \/ AMOR EM LEONORETA \/\/ DOZE NOTURNOS DA HOLANDA \/ O AERONAUTA \/\/ ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA \/\/ PEQUENO ORATÓRIO DE SANTA CLARA \/\/ CANÇÕES \/ ROMANCE DE SANTA CECÍLIA \/\/ PISTÓIA, CEMITÉRIO MILITAR BRASILEIRO \/\/ DISPERSOS \/ POEMAS ESCRITOS NA ÍNDIA \/\/ METAL ROSICLER \/ SOLOMBRA \/ OU ISTO OU AQUILO \/\/ CRÔNICA TROVADA \/\/ [Marca tipográfica da Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [Ilustração em página inteira: xilogravura do perfil de Cecília Meireles, com assinatura fac-similar] \/\/ \u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eCECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/ [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formado pelo entrelaçamento das iniciais \"E\", \"N\" e \"A\", escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\", símbolo característico da casa publicadora nas edições de ficção literária] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.— In-12.º., 779, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo num único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eO volume contempla desde \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eViagem\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eSolombra\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e .\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se uma célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e« Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda! » \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e(p. 452).\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eExemplar com encadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa - apenas apresentando pontos de desbotamento na lombada. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Capa e lombada firmes e preservadas. Miolo íntegro, limpo e firme, com apenas algumas folhas iniciais e finais com leve amarelado nas extremidades pelo tempo, sem atingir nenhum texto ou ilustração. Apresenta alguns pequenos e leves pontos de oxidação, sobretudo no corte lateral e nas últimas páginas, sem comprometimento da leitura. Corte superior com tingimento avermelhado preservado. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. Fita de leitura original presente, com pontos de desbotamento. Sem assinaturas ou carimbos. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003eReimpressão da\u003c\/em\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e3ª edição, 1977.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285334290707,"sku":"0080","price":500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/collections\/banner-about_9cfada1d-44de-4a4a-8beb-e89aaa54894b.jpg?v=1758058089","url":"https:\/\/www.inactual.com.br\/collections\/poesia.oembed?page=5","provider":"Inactual","version":"1.0","type":"link"}