{"title":"Nova Aguilar","description":"\u003cp\u003eEdições de prestígio da Nova Aguilar, em conservação elevada, exclusivamente fora de catálogo.\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"guimaraens-alphonsus-poesia-completa-nova-aguilar-2001-00009","title":"GUIMARAENS, Alphonsus de (1870–1921). Poesia completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2001).","description":"\u003cp\u003eGUIMARAENS (Alphonsus de) [1870–1921].— ALPHONSUS DE \/\/ GUIMARAENS \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Alphonsus de Guimaraens Filho \/\/ COM A COLABORAÇÃO DE \/\/ Alexei Bueno \/\/ Afonso Henriques Neto \/\/ [À esquerda, monograma da Editora Nova Aguilar com as letras “N” e “A” entrelaçadas em vermelho; à direita, monograma institucional da Fundação Biblioteca Nacional (Ministério da Cultura), com as letras “B” e “N” entrelaçadas, também em vermelho] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2001.— In-12.º, 652, [4] p. E. editorial com sobrecapa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAcompanha sobrecapa preservada. Apresenta apenas alguns pontos de oxidação, sobretudo nas folhas de guarda. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52236042207507,"sku":"00009","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0009-alphonsus-guimaraens-poesia-completa-thumb.jpg?v=1777958330"},{"product_id":"machado-de-assis-obra-completa-companhia-jose-aguilar-1971-1979-sku-0175","title":"MACHADO DE ASSIS (Joaquim Maria) [1839–1908]. Obra completa (Companhia José Aguilar Editora, Rio de Janeiro, 1971–1979), 3 vols.","description":"\u003cp\u003eMACHADO DE ASSIS (Joaquim Maria) [1839–1908].— MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada por \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME I \/\/ Organização da Presente Edição \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ O Texto da Presente Edição \/\/ J. GALANTE DE SOUSA \/\/ Machado de Assis na Literatura Brasileira \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Esbôço Biográfico de Machado de Assis \/\/ RENARD PÉREZ \/\/ ROMANCES \/\/ O Romancista \/\/ BARRETO FILHO \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"JAE\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ [ ———] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1971 \/\/ MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada por \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME II \/\/ CONTO E TEATRO \/\/ Machado de Assis, Contador de Histórias \/\/ MÁRIO MATOS \/\/ O Teatrólogo \/\/ MÁRIO DE ALENCAR \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"ENA\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ [ ———] \/\/ RIO DE JANEIRO. RJ, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1979 \/\/ MACHADO \/\/ DE ASSIS \/\/ OBRA \/\/ COMPLETA \/\/ Organizada por \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ VOLUME III \/\/ POESIA \/\/ O Poeta \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ CRÔNICA \/\/ Machado de Assis Cronista \/\/ GUSTAVO CORÇÃO \/\/ CRÍTICA \/\/ Machado de Assis, o Crítico \/\/ TRISTÃO DE ATAÍDE \/\/ EPISTOLÁRIO \/\/ Um Machado Diferente \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ APÊNDICE \/\/ O Testamento Estético de Machado de Assis \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"JAE\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ RIO DE JANEIRO, GB, COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA, 1973.— In-12.º., 3 v. (Vol. I, 1.214, [2] p.; Vol. II, 1.199, [2] p.; Vol. III, 1.198, [2] p.). E. editorial de couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Maria Machado de Assis é considerado o maior nome da literatura brasileira. Fundador e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, construiu uma obra que atravessa gêneros como romance, conto, crônica, poesia e teatro, marcada pela ironia fina, pelo olhar crítico sobre a sociedade e pela sondagem psicológica de seus personagens. Entre seus romances mais consagrados estão \u003cem\u003eMemórias Póstumas de Brás Cubas \u003c\/em\u003e(1881),\u003cem\u003e Quincas Borba \u003c\/em\u003e(1891) e\u003cem\u003e Dom Casmurro\u003c\/em\u003e (1899), que o consagraram como um dos grandes mestres da literatura em língua portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe Memórias Póstumas de Brás Cubas vem uma das passagens mais célebres da literatura brasileira, que resume o tom filosófico e irônico de sua obra:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.» \u003c\/em\u003e(Memórias Póstumas de Brás Cubas, v. I, p. 639).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA edição aqui apresentada foi publicada pela Companhia José Aguilar Editora, no Rio de Janeiro. Trata-se de um marco editorial brasileiro, organizada por Afrânio Coutinho, reunindo de forma integral a produção literária de Machado. Os exemplares correspondem ao Volume I e ao Volume III da 3ª edição (1971-1973) e ao Volume II da 4ª edição (1979). Apesar da diferença de tiragem entre o segundo volume e os demais, não há prejuízo de conteúdo ou repetição; os três integram de forma coesa e completa a coleção, formando um conjunto uniforme e de grande valor para bibliotecas e colecionadores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs características físicas incluem encadernação editorial em couro, com folha de guarda estampada íntegra. O miolo, em papel-bíblia característico da coleção Aguilar, apresenta impressão clara e uniforme. Os três volumes encontram-se em excelente estado de conservação, com capas firmes, lombadas preservadas e miolo limpo. O corte superior mantém o tingimento rosado\/avermelhado bem preservado e de cor vívida. No Volume II, há apenas um pequeno desgaste superficial na lombada, próximo ao título, sem qualquer prejuízo ao texto ou aos ornamentos em douração. Os exemplares não apresentam rasuras, grifos ou anotações, reforçando sua raridade e valor como conjunto completo. Registra-se apenas um carimbo discreto no verso da última página do Volume I, localizado na parte em branco ao final, contendo unicamente uma numeração de identificação. Sem assinaturas, marcações ou outros carimbos. \u003cem\u003eVol. I: 3.ª edição,1971; Vol. II: 4.ª edição, 1979; Vol. III: 3.ª edição, 1973.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240260202771,"sku":"00175","price":820.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0175-thumb.png?v=1768079552"},{"product_id":"cruz-e-sousa-obra-completa-nova-aguilar-2000-sku-0033","title":"CRUZ E SOUSA, João da (1861–1898). Obra Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2000).","description":"\u003cp\u003eSOUSA (João da Cruz) [1861–1898].— CRUZ E SOUSA \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Andrade Murici \/\/ ATUALIZAÇÃO E NOTAS \/\/ Alexei Bueno \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2000 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CRUZ E SOUSA \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Nota editorial da primeira edição \/\/ Atualidade de Cruz e Sousa \/ Cronologia da vida e da obra \/\/ POESIA \/\/ Broquéis \/ Faróis \/ Últimos sonetos \/ O livro derradeiro \/\/ (Cambiantes, Outros sonetos, Campesinas, Dispersas e Julieta dos Santos) \/\/ PROSA \/\/ Tropos e fantasias \/ Missal \/ Evocações \/\/ Outras evocações \/ Dispersos \/ Histórias simples \/ Correspondência \/\/ APÊNDICE \/\/ Notas e variantes \/ Bibliografia \/\/ Índices.— In-12.º., 899, [1] p. E editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCruz e Sousa, nascido em Santa Catarina e filho de pais negros alforriados, afirmou-se como o maior representante do Simbolismo brasileiro, movimento literário que valorizava a musicalidade, a sugestão e a transcendência da linguagem. Por sua condição singular — poeta negro em uma sociedade marcada pelo racismo estrutural — e pela elevação estética de sua poesia, foi consagrado pela crítica como o “\u003cem\u003eCisne Negro\u003c\/em\u003e”, epíteto formulado por Nestor Vítor e reiterado por Andrade Murici. O cisne, imagem da pureza e da espiritualidade, unido à cor negra, sintetiza a tensão entre a exclusão social e a universalidade estética que marca sua obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA poesia de Cruz e Sousa dialoga diretamente com o Simbolismo europeu, em especial com Baudelaire e Mallarmé, ao trabalhar imagens de transcendência, musicalidade das palavras e uma visão quase mística da arte. No entanto, sua experiência concreta de marginalização no Brasil dá à sua obra uma densidade única: ela é ao mesmo tempo universal e profundamente situada no contexto social brasileiro do fim do século XIX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO soneto \u003cem\u003ePost Mortem\u003c\/em\u003e, incluído em Broquéis (1893), revela com intensidade essa dimensão: a ideia de que, embora o corpo se desfaça e a fama terrena se esgote, os sonhos e os versos sobrevivem, eternizados no espírito humano e na grandeza da arte. Aqui, a lírica simbolista se alia a um sentimento de imortalidade artística, onde a poesia triunfa sobre a morte.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e                «POST MORTEM\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eQuando do amor das Formas inefáveis\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNo teu sangue apagar-se a imensa chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQuando os brilhos estranhos e variáveis\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEsmorecerem nos troféus da Fama.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eQuando as níveas Estrelas invioláveis,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDoce velário que um luar derrama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNas clareiras azuis ilimitáveis\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eClamarem tudo o que o teu Verso clama.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eJá terás para os báratros descido,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNos cilícios da Morte revestido,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePés e faces e mãos e olhos gelados…\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eMas os teus Sonhos e Visões e Poemas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePelo alto ficarão de eras supremas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNos relevos do Sol eternizados!»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 88)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração na lombada e assinatura fac-símile na capa preservada. Lombada, capa e miolo íntegros, limpos e conservados. Apresenta pontos de oxidação, sobretudo nos cortes e nas primeiras e últimas páginas. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e2.ª reimpressão da 1.ª edição.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240691527955,"sku":"00033","price":670.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0033-1-thumb.jpg?v=1760037367"},{"product_id":"jorge-de-lima-poesia-completa-editora-nova-aguilar-1997-sku-0034","title":"LIMA, Jorge Mateus de (1893–1953). Poesia Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eLIMA, (Jorge Mateus de) [1893–1953].— JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Alexei Bueno \/\/ TEXTOS CRÍTICOS \/\/ Marco Lucchesi \/\/ José Américo de Almeida \/\/ José Lins do Rego \/\/ Benjamin Lima \/\/ Tristão de Ataíde \/\/ Manuel Anselmo \/\/ Mário de Andrade \/\/ Gilberto Freyre \/\/ Fausto Cunha \/\/ João Gaspar Simões \/\/ Euríalo Canabrava \/\/ Murilo Mendes \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ O sistema Jorge de Lima \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Auto-retrato intelectual \/ Fortuna crítica \/\/ POESIA \/\/ Poemas da infância e sonetos \/ XIV Alexandrinos \/\/ Poemas \/ Novos poemas \/ Poemas escolhidos \/\/ Poemas negros \/ Tempo e eternidade \/\/ A túnica inconsútil \/ Anunciação e encontro de Mira-Celi \/\/ Livro de sonetos \/ Invenção de Orfeu \/ Castro Alves — vidinha \/\/ Poemas dispersos \/ Poemas traduzidos \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/ Índice de títulos e primeiros versos \/\/ Índice geral.— In-12.º., 902, [2] p. E editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJorge de Lima ocupa um lugar central na poesia brasileira do século XX, transitando do parnasianismo e do simbolismo a uma poética de tom social, místico e barroco. Médico, político e poeta, sua obra é múltipla, mas ganha força especial no engajamento com a condição humana e com a história cultural do Brasil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003ePoemas Negros\u003c\/em\u003e, o poeta mergulha na condição histórica e espiritual da diáspora africana no Brasil, denunciando a escravidão e refletindo sobre a formação mestiça da identidade nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo poema “\u003cem\u003eFoi mudando, mudando\u003c\/em\u003e”, essa meditação adquire cadência de ladainha, insistindo na pergunta sobre as raízes do povo brasileiro. O tom reiterativo transforma-se em interrogação existencial e histórica, que no desfecho ecoa como síntese pungente:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Quem foi que te deu esta sabedoria,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emais dengo e alvura,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ecabelo escorrido, tristeza do mundo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003edesgosto da vida, orgulho de branco, algemas, resgates, alforrias?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eFoi negro, foi índio ou foi cristão?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQuem foi que mudou teu leite,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu sangue, teus pés,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu modo de amar,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteus santos, teus ódios,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu fogo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu suor,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua espuma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua saliva, teus abraços, teus suspiros, tuas comidas,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua língua?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTe vendo, medito: foi negro, foi índio ou foi cristão?»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 310)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA repetição obsessiva da pergunta retórica constrói uma verdadeira liturgia da mestiçagem brasileira, revelando a hibridez cultural, religiosa e corporal do povo. Mais do que identificar uma origem única, Jorge de Lima mostra que a identidade nacional nasce da mistura de raças e culturas, mas também das marcas profundas da escravidão, da violência colonial e da resistência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse poema é, ao mesmo tempo, denúncia e celebração, ecoando a memória dos povos oprimidos (negros e indígenas), mas também registrando como a herança cristã se impôs de forma violenta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com lombada ornada em prateado preservada e douração preservada na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro, apresentando alguns pontos de oxidação no corte e algumas manchas de tempo nas primeiras e últimas páginas, normais para a edição de 1997, sem comprometer a leitura.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240705716499,"sku":"00034","price":570.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0034-Thumb.png?v=1769489740"},{"product_id":"castro-alves-obra-completa-editora-nova-aguilar-1997-sku-0035","title":"CASTRO ALVES, Antônio Frederico de (1847–1871). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eCASTRO ALVES, (Antônio Frederico de) [1847–1871].— CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ EDIÇÃO COMEMORATIVA DO SESQUICENTENÁRIO \/\/ Organização, fixação de texto e Notas de \/\/ EUGÊNIO GOMES \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ [retrato do autor em tom acobreado, com assinatura fac-símile em tinta preta] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CASTRO ALVES \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota à Edição do Sesquicentenário (Alexei Bueno) \/\/ Nota Editorial da Primeira Edição (Afrânio Coutinho) \/\/ Critério da Edição \/ Castro Alves e o Romantismo Brasileiro \/\/ (Eugênio Gomes) \/\/ Vida Efêmera e Ardente de Castro Alves (Afrânio Peixoto) \/\/ Reportagem Iconográfica \/\/ Cronologia da Vida e da Obra (Eugênio Gomes) \/\/ POESIA \/\/ Espumas Flutuantes \/ Os Escravos \/\/ A Cachoeira de Paulo Afonso \/ Poesias Coligidas \/\/ PROSA \/\/ Gonzaga ou a Revolução de Minas \/\/ Fragmentos \/ Correspondência \/\/ APÊNDICE \/\/ Diálogo Epistolar Entre José de Alencar e Machado de Assis \/\/ Notas e Variantes \/ Bibliografia (Eugênio Gomes).— In-12.º., 906, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCastro Alves, o «Poeta dos Escravos», inscreveu-se na terceira geração romântica brasileira com vigor condoreiro, colocando sua poesia a serviço da denúncia social e da luta pela liberdade. Sua lírica funde o tom oratório, a musicalidade e imagens de impacto, assumindo uma dimensão épica contra a escravidão e em defesa da dignidade humana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eOs Escravos\u003c\/em\u003e, publicado postumamente, a denúncia atinge o plano íntimo e familiar, expondo a dor e a degradação impostas às mulheres escravizadas. O poema \u003cem\u003eTragédia no Lar\u003c\/em\u003e dramatiza, em linguagem pungente, a maternidade marcada pela opressão e pelo estigma social, transformando a experiência íntima em denúncia universal.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Por que tremes, mulher? Que estranho crime,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue remorso cruel assim te oprime\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eE te curva a cerviz?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO que nas dobras do vestido ocultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ um roubo talvez que aí sepultas?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eÉ seu filho... Infeliz!...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSer mãe é um crime, ter um filho — roubo!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAmá-lo uma loucura! Alma de lodo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePara ti — não há luz.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTens a noite no corpo, a noite na alma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePedra que a humanidade pisa calma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Cristo que verga à cruz!»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 231)\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com lombada ornamentada em prateado e assinatura fac-símile de Castro Alves em dourado na capa. Lombada, capa e miolo íntegros e firmes, com guardas levemente amareladas e alguns pequenos pontos de oxidação. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240717250835,"sku":"00035","price":350.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0035-1-thumb_51028750-8c49-4358-8624-1661ebed7060.jpg?v=1760061574"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-2004-sku-0042","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2004).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980].— VINICIUS DE \/\/ MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Organização \/\/ EUCANAÃ FERRAZ \/\/ [ marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"NA\" entrelaçadas] \/\/ ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2004 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série brasileira \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume único \/\/ NTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/ Vinícius, meu irmão \/\/ Cronologia da vida e da obra \/ Iconografia \/ Fortuna crítica \/\/ POESIA \/\/ O caminho para a distância \/ Forma e exegese \/\/ Ariana, a mulher \/ Novos poemas \/\/ Cinco elegias \/ Poemas, sonetos e baladas \/\/ Pátria minha \/ Antologia poética \/ Livro de sonetos \/\/ Novos poemas II \/ A arca de Noé \/ Poesias coligidas \/\/ POESIA \/ PROSA \/\/ Para viver um grande amor \/\/ PROSA \/\/ Reportagens poéticas \/ Para uma menina com uma flor \/\/ Crônicas \/ Crítica de cinema \/\/ CANCIONEIRO \/\/ TEATRO \/\/ Cordélia e o peregrino \/ Orfeu da Conceição \/\/ Procura-se uma rosa \/ As feras \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ Índice de títulos e primeiros versos \/\/ Índice geral.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 307).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius, como «Se Todos Fossem Iguais a Você», samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 1355–1356).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Capa dura com sobrecapa e box ilustrados conservados. Cortes limpos, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. 4.ª edição, 2004.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240742547731,"sku":"00042","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0042-thumb.jpg?v=1767665235"},{"product_id":"cardozo-joaquim-maria-moreira-poesia-completa-prosa-nova-aguilar-massangana-2008-00030","title":"CARDOZO, Joaquim Maria Moreira (1897–1978). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar \/ Fundação Joaquim Nabuco – Editora Massangana, Rio de Janeiro, 2008).","description":"\u003cp\u003eCARDOZO (Joaquim Maria Moreira) [1897–1978].— JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ [símbolo gráfico estilizado em preto, composto por duas formas semicirculares opostas, acompanhadas da inscrição \"FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO \/ EDITORA MASSANGANA] \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO : EDITORA NOVA AGUILAR : 2008 \/\/ [ilustração com retrato de Joaquim Cardozo em traço linear, estilo esboço, em tinta preta, acompanhada de dedicatória manuscrita fac-símile: \"ao Cardozo \/\/ do \/\/ E di Cavalcanti\"] \/\/ [assinatura fac-símile do autor] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ Apresentação \/ Poesia \/ Signo estrelado \/ \/\/ Trivium \/ Mundos paralelos \/ O interior da matéria \/ \/\/ Um livro aceso e nove canções sombrias \/ Outros poemas \/\/ CONTOS \/\/ SOBRE LITERATURA E ARTE \/\/ SOBRE ARQUITETURA E URBANISMO \/\/ DOCUMENTOS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.— In-12.º., [6], XXVIII, 686, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Cardozo foi poeta, engenheiro e intelectual pernambucano de rara originalidade. Próximo de Gilberto Freyre e colaborador de Oscar Niemeyer em cálculos estruturais de obras icônicas, destacou-se por uma poesia marcada pelo rigor formal, pelo ritmo inovador e pelo diálogo entre ciência, modernidade e tradição lírica nordestina. Sua obra ocupa posição de destaque na literatura brasileira do século XX, combinando imaginação, precisão técnica e profundidade reflexiva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar \/ Massangana, esta edição reúne em volume de referência a totalidade da produção poética e em prosa de Cardozo. Acompanhada de aparato crítico e organização cuidadosa, trata-se de obra essencial para estudiosos da literatura e para apreciadores da modernidade poética brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm Cemitério da Infância (1953), Cardozo condensa o tema da memória em imagens de grande força simbólica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«No cemitério da Infância\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEra manhã quando entrei,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDas plantas que vi florindo\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDe tantas me deslumbrei…»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 214)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNesta estrofe, a infância é evocada como espaço de florescimento e maravilha, mas também de esquecimento e perda. O contraste entre as plantas que deslumbram e os rostos que se apagam traduz a transitoriedade da experiência humana frente à permanência da natureza. É poesia que instiga à reflexão sobre a memória, o tempo e o que resta daquilo que vivemos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com sobrecapa e estojo preservados. Fita de leitura preservada. Dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. Sem marcações, carimbos ou assinaturas. \u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240753983763,"sku":"00030","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0030-Thumb.png?v=1769487221"},{"product_id":"joao-cabral-de-melo-neto-obra-completa-nova-aguilar-2003-sku-0031","title":"MELO NETO, João Cabral de (1920–1999). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2003).","description":"\u003cp\u003eMELO NETO (João Cabral de) [1920–1999].— JOÃO CABRAL \/\/ DE MELO NETO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Edição organizada por Marly de Oliveira com assistência do autor \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2003 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOÃO CABRAL DE MELO NETO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Volume único \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Prefácio \/ Cronologia da vida e da obra \/ Bibliografia \/\/ POESIA \/\/ Pedra do sono \/ Os três mal-amados \/ O engenheiro \/\/ Psicologia da composição \/ O cão sem plumas \/ O rio \/\/ Paisagens com figuras \/ Morte e vida severina \/\/ Uma faca só lâmina \/ Quaderna \/ Dois parlamentos \/ Serial \/\/ A educação pela pedra \/ Museu de tudo \/ A escola das facas \/\/ Auto do frade \/ Agrestes \/ Crime na Calle Relator \/\/ Sevilha andando \/ Andando Sevilha \/\/ PROSA \/\/ Considerações sobre o poeta dormindo \/ Jean Miró \/\/ Poesia e composição \/ Crítica literária \/ Da função moderna da poesia \/\/ Como a Europa vê a América \/ Elogio de Assis Chateaubriand \/\/ A diversidade cultural no diálogo Norte-Sul \/\/ Agradecimento pelo Prêmio Neustadt \/\/ APÊNDICE \/\/ Primeiros poemas \/\/ ÍNDICES.— In-12.º., 837 p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição monumental organizada por Marly de Oliveira, com assistência do autor, reúne toda a produção de João Cabral - poesia, prosa, discursos, textos críticos e escritos dispersos -, constituindo um verdadeiro arquivo integral em um volume único. Apresenta aparato crítico extenso, cronologia e fortuna crítica, estabelecendo-se como edição de referência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoão Cabral de Melo Neto (1920–1999), poeta pernambucano, é uma das vozes mais rigorosas e inovadoras da literatura brasileira do século XX. Sua poesia alia economia verbal, construção quase arquitetônica dos versos e forte dimensão social, particularmente voltada à realidade nordestina. Em \u003cem\u003eMorte e Vida Severina\u003c\/em\u003e, essa poética se condensa de forma exemplar, quando o autor dá voz ao retirante que se reconhece em todos os outros, definindo a própria existência pela repetição da miséria e pela proximidade da morte:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«E se somos Severinos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eiguais em tudo na vida,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emorremos de morte igual,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emesma morte severina:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eque é a morte de que se morre\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede velhice antes dos trinta,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede emboscada antes dos vinte,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede fome um pouco por dia\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(de fraqueza e de doença\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eé que a morte severina\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eataca em qualquer idade,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ee até gente não nascida).»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 172)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEste trecho concentra o núcleo simbólico do poema: a constatação de que a identidade dos «Severinos» é a da repetição da miséria, da morte precoce e inevitável. Cabral traduz em forma poética a violência estrutural contra o povo sertanejo, num ritmo seco, quase litúrgico. A força impactante da passagem está na denúncia direta, em que a morte não é destino individual, mas destino coletivo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile em ouro na capa. Capa, lombada e miolo íntegros, limpos e preservados. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240762962195,"sku":"00031","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0031-1-thumb.jpg?v=1760073131"},{"product_id":"lima-barreto-afonso-henriques-prosa-seleta-nova-aguilar-2001-00032","title":"LIMA BARRETO, Afonso Henriques de (1881–1922). Prosa Seleta (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2001).","description":"\u003cp\u003eBARRETO, (Afonso Henriques de Lima) [1881–1922].— LIMA BARRETO \/\/ Prosa Seleta \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Eliane Vasconcellos \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2001 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ LIMA BARRETO \/\/ PROSA SELETA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Fortuna crítica \/ Iconografia \/\/ ROMANCES \/\/ Recordações do escrivão Isaías Caminha \/\/ Triste fim de Policarpo Quaresma \/ Numa e a ninfa \/\/ Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá \/ Clara dos Anjos \/\/ SÁTIRAS \/\/ Os Bruzundangas \/ Coisas do reino do Jambom \/\/ CONTOS \/\/ Histórias e sonhos \/ Outros contos \/\/ MEMORIALÍSTICA \/\/ Diário íntimo \/ Cemitério dos vivos \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ Índice geral.— In-12.º., 1518, [2] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLima Barreto foi um dos grandes nomes da literatura brasileira do início do século XX. Jornalista, romancista e cronista, destacou-se por sua escrita direta, marcada pela crítica social, pela denúncia do racismo estrutural e pela exposição das contradições da Primeira República. Sua obra, permeada de ironia e melancolia, reflete a luta do escritor contra os preconceitos da elite letrada e contra a marginalização das camadas populares. É nesse espírito que surge \u003cem\u003eTriste fim de Policarpo Quaresma\u003c\/em\u003e, romance em que o autor constrói, através do personagem-título, a imagem do patriota idealista, devotado integralmente ao país:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha predileção por esta ou aquela parte de seu país, tanto assim que aquilo que fazia vibrar de paixão não eram só os pampas do Sul com o seu gado, não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara, não era a altura de Paulo Afonso, não era o estro de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves — era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira do Cruzeiro.»\u003c\/em\u003e (p. 264)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eAqui, Barreto condensa a essência de seu protagonista: um nacionalista cuja paixão pelo Brasil é total e indivisível. A enumeração dos símbolos regionais — pampas, café, ouro, diamantes, belezas naturais e nomes da cultura e da história — compõe um mosaico que encarna a utopia de um país harmônico e grandioso. No entanto, ao fundir todos esses elementos sob “a bandeira do Cruzeiro”, o autor sugere também a tensão entre o sonho de unidade e a dura realidade da fragmentação social e política. A força da passagem está justamente nesse contraste: a grandeza da visão de Quaresma e a tragédia de sua impotência diante da pátria real.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde. Douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile na capa. Lomba, capa e miolo íntegros, limpos e bem conservados. Apresenta alguns pontos de oxidação, sobretudo nos cortes e folhas de guarda. Não acompanha sobrecapa. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240774791443,"sku":"00032","price":320.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0032-thumb.png?v=1768348903"},{"product_id":"fernando-sabino-obra-reunida-editora-nova-aguilar-1996-sku-0036","title":"SABINO, Fernando (1923–2004). Obra reunida (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1996), 3 vols.","description":"\u003cp\u003eSABINO, (Fernando Tavares) [1923–2004]. — FERNANDO SABINO \/\/ OBRA REUNIDA \/\/ Edição organizada com a colaboração do Autor \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1996 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ FERNANDO SABINO \/\/ OBRA REUNIDA \/\/ em três volumes \/\/ VOLUME I \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Perfil \/ Ensaio \/ Opinião \/ Seleta \/ Cronologia \/\/ LIVROS \/\/ Os Grilos Não Cantam Mais \/ A Marca \/ A Cidade Vazia \/\/ A Vida Real \/ Lugares-Comuns \/ O Encontro Marcado \/\/ O Homem Nu \/ A Mulher do Vizinho \/\/ VOLUME II \/\/ A Companheira de Viagem \/ A Inglesa Deslumbrada \/ Gente \/\/ Deixa o Alfredo Falar! \/ O Encontro das Águas \/ O Grande Mentecapto \/\/ A Falta Que Ela Me Faz \/ A Faca de Dois Gumes \/\/ VOLUME III \/\/ O Menino no Espelho \/ O Gato Sou Eu \/ O Tabuleiro de Damas \/\/ De Cabeça para Baixo \/ A Volta por Cima \/ Zélia, uma Paixão \/\/ Aqui Estamos Todos Nus \/ Com a Graça de Deus \/\/ APÊNDICE \/\/ Cartas a um Jovem Escritor \/\/ Citações e Referências em O Encontro Marcado e O Grande Mentecapto \/\/ Bibliografia \/ ÍNDICES.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFernando Sabino foi escritor, cronista e jornalista mineiro, reconhecido como um dos grandes nomes da literatura brasileira do século XX. Autor de prosa lírica e acessível, soube traduzir a vida cotidiana em narrativas de humor, delicadeza e reflexão, conquistando público amplo sem perder densidade literária.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eO menino no espelho\u003c\/em\u003e, talvez o mais emblemático de seus livros em termos de memória e identidade, Sabino revisita sua infância em Belo Horizonte com lirismo e imaginação. O episódio concentra a essência de sua escrita: uma infância mágica que guarda lições simples, mas profundas, para a vida adulta. É nesse clima de encantamento e revelação que surge a lembrança de um ensinamento inesquecível:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«O homem disse que tinha de ir embora — antes queria me ensinar uma coisa muito importante:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Você quer conhecer o segredo de ser um menino feliz para o resto da sua vida?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Quero — respondi.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO segredo se resumia em três palavras, que ele pronunciou com intensidade, mãos nos meus ombros e olhos nos meus olhos:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e— Pense nos outros.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa hora achei esse segredo meio sem graça. Só bem mais tarde vim a entender o conselho que tantas vezes na vida deixei de cumprir. Mas que sempre deu certo quando me lembrei de segui-lo, fazendo-me feliz como um menino.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(v. III, p. 13)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO trecho condensa a filosofia que perpassa toda a obra de Sabino: a ideia de que a simplicidade e a generosidade são caminhos para a verdadeira felicidade. O segredo revelado — “pensar nos outros” — expressa a importância da empatia e da solidariedade como forças capazes de manter viva, na vida adulta, a pureza e a leveza próprias da infância. Essa fusão de ingenuidade e sabedoria, em que pequenos gestos têm grande sentido, tornou o livro um clássico moderno da literatura infantojuvenil brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA força dessa narrativa foi tamanha que em 2014 recebeu uma adaptação cinematográfica homônima, dirigida por Guilherme Fiúza Zenha e estrelada por Lino Facioli no papel de Fernando. O filme, ambientado na Belo Horizonte dos anos 1930, reforça o caráter universal da obra, projetando seu legado para novas gerações e reafirmando Sabino como cronista sensível da infância e da memória.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, douração preservada em ornamentos na lombada e na assinatura fac-símile na capa. Lombada, capa e miolo íntegros e firmes, com alguns pequenos pontos de oxidação, sobretudo nos cortes, primeiras e últimas páginas. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240803463443,"sku":"00036","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0036-1-thumb_8169a31c-20a5-4e03-ba23-17de5be12fb6.jpg?v=1760045461"},{"product_id":"afonso-arinos-de-melo-franco-um-estadista-da-republica-editora-nova-aguilar-1977-sku-0038","title":"FRANCO, Afonso Arinos de Melo (1905–1990). Um estadista da República (Afrânio de Melo Franco e seu tempo) (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eFRANCO, (Afonso Arinos de Melo) [1905–1990].— BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ AFONSO ARINOS \/\/ DE MELO FRANCO \/\/ (AFRÂNIO DE MELO FRANCO E SEU TEMPO) \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ AFONSO ARINOS: O POLÍTICO, O ESCRITOR E O HOMEM \/\/ BIBLIOGRAFIA \/ BIOCRONOLOGIA \/\/ PRIMEIRA PARTE \/\/ FASE PROVINCIAL \/\/ (1870 - 1906) \/\/ SEGUNDA PARTE \/\/ FASE NACIONAL \/\/ (1906 - 1923) \/\/ TERCEIRA PARTE \/\/ FASE INTERNACIONAL \/\/ (1923 - 1943) \/\/ APÊNDICE \/\/ ÍNDICE DE ASSUNTOS \/\/ ÍNDICE ONOMÁSTICO \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com as iniciais 'BB' e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [foto do autor em preto e branco] \/\/ O AUTOR NO PALÁCIO DO ITAMARATY, NO RIO DE JANEIRO, FRENTE AO BUSTO DO PAI \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO \/\/ UM ESTADISTA DA REPÚBLICA \/\/ (AFRÂNIO DE MELO FRANCO E SEU TEMPO) \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Afonso Arinos: o político, o escritor e o home \/\/ Bibliografia \/ Biocronologia \/\/ ANTÔNIO HOUAISS \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.— In-12.º., 1259, [2] p. E editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAfonso Arinos de Melo Franco, figura entre os mais notáveis intérpretes da Primeira República, combinando o rigor histórico com a vivacidade narrativa. \u003cem\u003eEm Um Estadista da República: Afrânio de Melo Franco e seu tempo\u003c\/em\u003e, o autor reconstitui com rigor histórico e densidade literária o percurso de seu pai Afrânio de Melo Franco (1870-1943), articulando sua biografia à evolução política do Brasil entre o fim do Império e as primeiras décadas republicanas, recompondo sua trajetória de Minas à diplomacia internacional e usa a figura do estadista para iluminar o funcionamento da Primeira República. A obra combina memória familiar, análise documental e interpretação crítica, tornando-se uma referência para a compreensão da Primeira República e da inserção do Brasil no cenário internacional. O recorte em fases (provincial, nacional e internacional) dá ritmo narrativo e amplitude histórica ao perfil. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e A narrativa é permeada por episódios vívidos que revelam tanto o espírito público quanto as tensões da época, iluminando também personagens centrais do período, em tom quase literário, mesclando drama, ironia e análise histórica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse estilo torna a obra singular: ao mesmo tempo em que é fonte documental, é também leitura crítica sobre a cultura política brasileira, marcada por personalismos, confrontos e gestos que oscilam entre a ousadia e a tragédia. Entre eles, o retrato do senador Pinheiro, cuja bravura se destacou em meio às disputas parlamentares, ilustra o ambiente político carregado de paixões e riscos: \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Pinheiro, bravo como poucos, tinha sempre presente a probabilidade de um fim de vida trágico. Prova isto um curioso episódio havido entre ele e Bernardo Monteiro.\u003cbr\u003eCerto dia Pinheiro estava no quarto do hotel do senador mineiro, seu amigo, assistindo à toilette deste, pois iam juntos para o Senado. Em dado momento reclamou contra a modéstia da roupa íntima de Bernardo, principalmente contra as ceroulas compridas, elásticas, amarradas com atilhos nos tornozelos. E ajuntou: \u003cbr\u003eVocê deve estar sempre preparado para morrer na rua; vista-se de seda por baixo, seja um cadáver decente.\u003cbr\u003eDe fato, verifica-se no auto exame cadavérico de Pinheiro Machado, que ele trazia roupas íntimas de seda, quando tombou assassinado..» \u003c\/em\u003e(p. 423)\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile do autor na capa. O exemplar apresenta miolo íntegro, firme, páginas levemente amareladas pelo tempo e pontos discretos de oxidação nos cortes, compatíveis com a idade da edição. Possui uma rubrica apenas na folha de rosto, que não atrapalha leitura. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240837902611,"sku":"00038","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0038-1-thumb.jpg?v=1760083623"},{"product_id":"freyre-gilberto-obra-escolhida-nova-aguilar-1977-00029","title":"FREYRE, Gilberto (1900–1987). Obra escolhida (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eFREYRE (Gilberto de Mello) [1900–1987]. — GILBERTO \/\/ FREYRE \/\/ OBRA \/\/ ESCOLHIDA \/\/ Nota Editorial \/\/ Gilberto Freyre, Tradição e Modernidade \/\/ ANTONIO CARLOS VILLAÇA \/\/ Cronologia da Vida e da Obra \/\/ Bibliografia Ativa e Passiva \/\/ EDSON NERY DA FONSECA \/\/ Índice Remissivo \/\/ Índice Onomástico \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\", encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual\"] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR, S.A., 1977.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGilberto Freyre foi sociólogo, antropólogo, ensaísta e uma das figuras centrais do pensamento social brasileiro do século XX. Formado em Ciências Sociais e História nos Estados Unidos, sob a influência de Franz Boas, destacou-se por sua interpretação original da formação do Brasil, analisando a vida patriarcal, a mestiçagem e a influência do escravismo na cultura nacional. Sua obra maior, Casa-Grande \u0026amp; Senzala (1933), é considerada marco fundador da sociologia brasileira moderna, ao lado de Sobrados e Mucambos (1936) e Ordem e Progresso (1959), que compõem a trilogia sobre a sociedade patriarcal luso-brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA presente edição reúne, em um só volume, Casa-Grande \u0026amp; Senzala, Sobrados e Mucambos, Nordeste e Novo Mundo nos Trópicos, além de introdução crítica de Antonio Carlos Villaça, cronologia organizada por Edison Ney de Fonseca, bibliografia ativa e passiva, índices remissivos e documentação iconográfica. Impressa em papel-bíblia e com acabamento de luxo característico das edições da Nova Aguilar, tornou-se uma referência editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as passagens mais emblemáticas de Casa-Grande \u0026amp; Senzala encontra-se a reflexão irônica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Costuma dizer-se que a civilização e a sifilização andam juntas: o Brasil, entretanto, parece ter-se sifilizado antes de se haver civilizado.»\u003c\/em\u003e (p. 148)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eTrecho que sintetiza a ousadia crítica de Freyre e seu estilo marcado por metáforas incisivas, revelando contradições da formação nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição enriquecida com material iconográfico preservado: retrato do autor, fac-símiles autógrafos, diplomas, documentos históricos e fotografias de família, casas-grandes, senzalas e personagens que ilustram a formação social brasileira, além de reproduções de edições originais, compondo um testemunho visual da trajetória de Gilberto Freyre e de sua obra maior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior com douração preservada. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240839737619,"sku":"00029","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0029-Thumb.png?v=1769496598"},{"product_id":"freyre-gilberto-obra-escolhida-nova-aguilar-1977-00085","title":"FREYRE, Gilberto (1900–1987). 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Formado em Ciências Sociais e História nos Estados Unidos, sob a influência de Franz Boas, destacou-se por sua interpretação original da formação do Brasil, analisando a vida patriarcal, a mestiçagem e a influência do escravismo na cultura nacional. Sua obra maior, Casa-Grande \u0026amp; Senzala (1933), é considerada marco fundador da sociologia brasileira moderna, ao lado de Sobrados e Mucambos (1936) e Ordem e Progresso (1959), que compõem a trilogia sobre a sociedade patriarcal luso-brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA presente edição reúne, em um só volume, Casa-Grande \u0026amp; Senzala, Sobrados e Mucambos, Nordeste e Novo Mundo nos Trópicos, além de introdução crítica de Antonio Carlos Villaça, cronologia organizada por Edison Ney de Fonseca, bibliografia ativa e passiva, índices remissivos e documentação iconográfica. Impressa em papel-bíblia e com acabamento de luxo característico das edições da Nova Aguilar, tornou-se uma referência editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as passagens mais emblemáticas de Casa-Grande \u0026amp; Senzala encontra-se a reflexão irônica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Costuma dizer-se que a civilização e a sifilização andam juntas: o Brasil, entretanto, parece ter-se sifilizado antes de se haver civilizado.»\u003c\/em\u003e (p. 148).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eTrecho que sintetiza a ousadia crítica de Freyre e seu estilo marcado por metáforas incisivas, revelando contradições da formação nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição enriquecida com material iconográfico preservado: retrato do autor, fac-símiles autógrafos, diplomas, documentos históricos e fotografias de família, casas-grandes, senzalas e personagens que ilustram a formação social brasileira, além de reproduções de edições originais, compondo um testemunho visual da trajetória de Gilberto Freyre e de sua obra maior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde escuro, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior com douração preservada. Fita de leitura original presente. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez.\u003cem\u003e 1.ª edição, 1977.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240839835923,"sku":"00085","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"manuel-bandeira-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1977-sku-0044","title":"BANDEIRA, Manuel (1886–1968). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eBANDEIRA (Manuel Carneiro de Sousa) [1886–1968]. — MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ TRAJETÓRIA DE UMA POESIA \/ ITINERÁRIO DE PASÁRGADA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ A CINZA DAS HORAS \/ CARNAVAL \/\/ O RITMO DISSOLUTO \/ LIBERTINAGEM \/\/ ESTRELA DA MANHÃ \/ LIRA DOS CINQÜENT'ANOS \/\/ BELO BELO \/ OPUS 10 \/ ESTRELA DA TARDE \/\/ MAFUÁ DO MALUNGO \/\/ PROSA \/\/ CRÔNICAS DA PROVÍNCIA DO BRASIL \/\/ FLAUTA DE PAPEL \/ ENSAIOS LITERÁRIOS \/\/ CRÍTICA DE ARTE \/ ANDORINHA ANDORINHA \/\/ APÊNDICE \/\/ REPERTÓRIO ONOMÁSTICO \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [foto do autor em preto e branco] \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ MANUEL \/\/ BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ organizada pelo autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Trajetória de uma Poesia \/\/ SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA \/\/ Itinerário de Pasárgada \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ POESIA \/\/ Notas Preliminares de \/\/ FRANKLIN DE OLIVEIRA, JOÃO RIBEIRO, ALCEU AMOROSO LIMA \/\/ ANTÔNIO OLINTO, MÁRIO DE ANDRADE, MÚCIO LEÃO \/\/ WILSON CASTELO BRANCO, SÉRGIO MILLIET, FERNANDO GÓIS \/\/ LÊDO IVO, CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE E DANÚBIO RODRIGUES \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.— In-12.º., 745, [2] p. E. editorial em couro.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da poesia modernista brasileira, Manuel Bandeira construiu uma obra que une simplicidade coloquial, lirismo profundo e uma permanente busca de transcendência diante das limitações da vida. Neste volume monumental da Nova Aguilar, estão reunidos seus livros de versos, traduções, crônicas e ensaios, acompanhados de fortuna crítica e iconografia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas mais célebres está \u003cem\u003eVou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e (Libertinagem, 1930), verdadeiro hino à imaginação como refúgio e reinvenção da vida:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Vou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá sou amigo do rei\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá tenho a mulher que eu quero\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa cama que escolherei»\u003c\/em\u003e (p. 222).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePasárgada, cidade persa evocada pelo poeta, transforma-se aqui em território mítico e utópico, lugar de plenitude, liberdade e superação das dores. A simplicidade dos versos esconde uma força universal: a vontade de escapar da realidade limitada e reinventar a existência. O poema tornou-se símbolo cultural brasileiro, citado em música, teatro, estudos literários e até na fala cotidiana, permanecendo vivo como emblema da modernidade poética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa.  Cortes limpos, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. Possui carimbo de antigo proprietário na folha de rosto, em parte sem texto, não comprometendo nenhuma leitura. \u003cem\u003e4.ª edição, 1977.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240854483219,"sku":"00044","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0044-thumb.png?v=1768004607"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-editora-nova-aguilar-1991-sku-0065","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1991).","description":"\u003cp\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ Volume Único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ POESIA DO SENSÍVEL E DO IMAGINÁRIO \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ POESIA \/\/ VIAGEM \/ VAGA MÚSICA \/\/ MAR ABSOLUTO E OUTROS POEMAS \/\/ RETRATO NATURAL \/ AMOR EM LEONORETA \/\/ DOZE NOTURNOS DA HOLANDA \/ O AERONAUTA \/\/ ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA \/\/ PEQUENO ORATÓRIO DE SANTA CLARA \/\/ CANÇÕES \/ ROMANCE DE SANTA CECÍLIA \/\/ PISTÓIA, CEMITÉRIO MILITAR BRASILEIRO \/\/ DISPERSOS \/ POEMAS ESCRITOS NA ÍNDIA \/\/ METAL ROSICLER \/ SOLOMBRA \/ OU ISTO OU AQUILO \/\/ CRÔNICA TROVADA \/\/ [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formada pelo entrelaçamento das iniciais \"A\" e \"N\", símbolo característico da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S\/A, 1991 \/\/ [Gravura em página inteira com perfil de Cecília Meireles em preto e branco, com fac-símile da assinatura da autora abaixo] \/\/ CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/  [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formada pelo entrelaçamento das iniciais \"A\" e \"N\", símbolo característico da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S\/A, 1991.— In-12.º., 779, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo em um único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume contempla desde \u003cem\u003eViagem\u003c\/em\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003cem\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/em\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003cem\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/em\u003e e\u003cem\u003e Solombra\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se a célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!»\u003c\/em\u003e (p. 452).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Miolo íntegro, limpo e firme, com apenas algumas manchas de amarelamento nas primeiras e últimas páginas — sobretudo nas guardas. Cortes com alguns pequenos e leves pontos de oxidação, mas íntegros e preservados. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. Fita de leitura original presente. \u003cem\u003eSétima impressão da 3.ª edição, 1991.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52240874471699,"sku":"0065","price":350.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0065-1-thumb.jpg?v=1760082163"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1981-sku-0026","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1981).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980]. — VINICIUS DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Edição organizada por Afrânio Coutinho \/\/ com assistência do autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Soneto a Vinicius \/\/ PABLO NERUDA \/\/ Auto-Retrato e Cronologia \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ Do Verso Solitário ao Canto Coletivo \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ Vinicius, Meu Irmão \/\/ LAETITIA CRUZ DE MORAES \/\/ APÊNDICE \/\/ Fortuna Crítica \/\/ OCTÁVIO DE FARIA, MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA, MARIA ROSA OLIVER \/\/ OTTO LARA RESENDE, DAVID MOURÃO FERREIRA \/\/ ANTONIO CÂNDIDO e RENATA PALLOTINI \/\/ Bibliografia \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\" e encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1981.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 183).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius. Ali encontram-se partituras de suas parcerias eruditas com o maestro Cláudio Santoro, compostas em Paris e no Rio entre 1955 e 1962 (pp. 382–383), bem como clássicos da canção popular brasileira, como \u003cem\u003eSe Todos Fossem Iguais a Você\u003c\/em\u003e, samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 390–391).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde, ornada com douração preservada na lombada e com assinatura fac-símile no plano superior. Lombada firme, cortes regulares, miolo íntegro, limpo, com retrato do autor, fac-símiles autógrafos e partituras musicais. 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Obra Completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eALMADA NEGREIROS (José Sobral de) [1893–1970].— ALMADA NEGREIROS \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Introdução \/\/ JOSÉ AUGUSTO FRANÇA \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma “NA” estilizado] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ ALMADA NEGREIROS \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Almada Negreiros, letras e artes \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Iconografia \/\/ POESIA \/\/ FICÇÃO \/\/ TEATRO \/\/ MANIFESTOS, ENSAIOS, CRÔNICAS E PROSA DOUTRINÁRIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/ Índice geral.— In-12.º., 1123, [1]. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1997 pela Nova Aguilar, este volume único reúne de forma integral a vasta produção literária e ensaística de Almada Negreiros, figura central do modernismo português e artista multifacetado — poeta, romancista, dramaturgo, ensaísta, pintor e performer.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOrganizado em grandes seções — Poesia, Ficção, Teatro, Manifestos, Ensaios, Crônicas e Prosa Doutrinária —, o volume oferece ainda introdução geral, cronologia e fortuna crítica, além de um extenso apêndice bibliográfico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA edição distingue-se também pela rica iconografia, que inclui reproduções de conferências, retratos e estudos de Almada, bem como um caderno em cores com pinturas, vitrais do artista, entre eles o célebre Auto-retrato (1926 e 1943), estudos para figurinos modernistas, painéis e composições de caráter mural.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA veia incendiária e vanguardista de Almada encontra expressão máxima em textos como o manifesto de 1915, em que bradava:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Morra o Dantas, morra! Pim!\u003cbr\u003e Portugal que com todos estes senhores conseguiu a classificação do país mais atrasado da Europa e do Mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degradados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus! O entulho das desvantagens e dos sobejos! Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia — se é que a sua cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado! Morra o Dantas! Morra! Pim!»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 645).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em capa dura vermelha, com ornamentos geométricos na lombada e título na capa prateados preservados. Pequenos pontos de oxidação, quase imperceptíveis, sobretudo nos cortes e folhas de guarda. Ilustrações preservadas. Capa, lombada e miolo íntegros, firmes e limpos. Fita de leitura original preservada. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241144676627,"sku":"00055","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/almada-negreiros-obra-completa-editora-nova-aguilar-1997-primeira-edicao-thumb.jpg?v=1778701067"},{"product_id":"pessoa-fernando-obras-em-prosa-nova-aguilar-1982-00028","title":"PESSOA, Fernando (1888–1935). Obras em prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1982).","description":"\u003cp\u003ePESSOA (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ O EU PROFUNDO \/\/ OS OUTROS EUS \/\/ GÊNESE E JUSTIFICAÇÃO DA HETERONÍMIA \/\/ CARACTERIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS HETERÔNIMOS \/\/ PAGANISMO, NEOPAGANISMO E CRISTIANISMO NOS HETERÔNIMOS \/\/ IDÉIAS ESTÉTICAS \/\/ DA ARTE \/\/ DA LITERATURA \/\/ IDÉIAS FILOSÓFICAS \/\/ IDÉIAS POLÍTICAS \/\/ EM GERAL \/\/ APLICADAS AO CASO PORTUGUÊS \/\/ TEORIA E PRÁTICA DO COMÉRCIO \/\/ FICÇÃO \/\/ CONTOS DE RACIOCÍNIO \/\/ CONTO (FILOSÓFICO) DE PERO BOTELHO \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com as iniciais 'BB' e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1982 \/\/ \/ [desenho do autor em preto e branco] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE VITORIANO BRAGA (1914) \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRAS \/\/ EM PROSA \/\/ Organização, Introdução e Notas de \/\/ CLEONICE BERARDINELLI \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1982.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa reuniu sob múltiplos heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos — e sob o seu próprio nome uma das obras mais complexas e fascinantes do século XX. Este volume monumental, publicado pela Nova Aguilar em 1982, apresenta a totalidade de seus escritos em prosa: reflexões filosóficas, fragmentos estéticos, análises políticas e notas críticas que iluminam a pluralidade de seu pensamento.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os trechos mais emblemáticos encontra-se a Dicotomia anímica, na qual Pessoa revela o paradoxo profundo entre ternura e solidão:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Alma nenhuma mais amorosa ou terna do que a minha jamais existiu, alma nenhuma tão cheia de bondade, de compaixão, de tudo quanto é ternura e amor. Contudo, nenhuma alma tão solitária quanto a minha - não solitária, note-se, não em virtude de circunstâncias exteriores, mas de interiores»\u003c\/em\u003e (p. 34).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA edição inclui ainda textos fundamentais como \u003cem\u003eO Eu Profundo\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eOs Outros Eus\u003c\/em\u003e, estudos sobre a heteronímia, reflexões sobre o paganismo, a teoria da arte e a filosofia da vida, compondo um quadro vasto da inquietação pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial vermelha, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior com tingimento vermelho desbotado. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez, com fac-símiles autógrafos, horóscopos dos heterônimos e retratos preservados. \u003cem\u003e3ª edição.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52241205297427,"sku":"00028","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0028-Thumb.png?v=1768833667"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1976-sku-0043","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). 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Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 183).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius. Ali encontram-se partituras de suas parcerias eruditas com o maestro Cláudio Santoro, compostas em Paris e no Rio entre 1955 e 1962 (pp. 382–383), bem como clássicos da canção popular brasileira, como \u003cem\u003eSe Todos Fossem Iguais a Você\u003c\/em\u003e, samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 390–391).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, ornada com douração preservada na lombada e com assinatura fac-símile no plano superior. 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POEMA PIAL. \/\/ NOVAS POESIAS INÉDITAS \/\/ APÊNDICE \/\/ NOTAS E VARIANTES. BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com iniciais “BB” e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [desenho do autor em preto e branco por Almada Negreiros] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE ALMADA NEGREIROS \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Organização, Introdução e Notas, de \/\/ MARIA ALIETE GALHOZ \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, com escudo e legenda “EDITORA NOVA AGUILAR”] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa consolidou uma das obras poéticas mais plurais e complexas do século XX, distribuída entre seus heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos — e a voz ortônima. Esta edição da Biblioteca Luso-Brasileira, publicada pela Companhia José Aguilar em 1977, apresenta a integralidade de sua produção lírica, acompanhada de introdução crítica e notas de Maria Alice Galhoz, tornando-se referência para a recepção crítica pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas que condensam sua visão existencial, destaca-se o trecho de um escrito em 2 de setembro de 1923, em que a voz lírica revela a recusa da noite como símbolo de esquecimento e exalta o canto como permanência da luz:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNão canto a noite porque no meu canto\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eO sol que canto acabará em noite.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão ignoro o que esqueço.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eCanto por esquecê-lo.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 274)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura vermelha. Douração preservada na ornamentação da lombada e em assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior em vermelho preservado. Miolo impresso em papel-bíblia, íntegro e limpo, com fac-símiles autógrafos, fotos, índices e notas críticas. Fotografias e fac-símiles preservados em excelente nitidez. 7.ª edição, 1977.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265709633811,"sku":"00046","price":320.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cardozo-joaquim-poesia-completa-prosa-nova-aguilar-massangana-2010-00047","title":"CARDOZO, Joaquim (1897–1978). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar \/ Editora Massangana, Rio de Janeiro, 2010).","description":"\u003cp\u003eCARDOZO, (Joaquim Maria Moreira) [1897–1978]. — JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ [símbolo gráfico estilizado em preto, composto por duas formas semicirculares opostas, acompanhadas da inscrição \"FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO \/ EDITORA MASSANGANA] \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO : EDITORA NOVA AGUILAR : 2010 \/\/ [ilustração com retrato de Joaquim Cardozo em traço linear, estilo esboço, em tinta preta, acompanhada de dedicatória manuscrita fac-símile: \"ao Cardozo \/\/ do \/\/ E di Cavalcanti\"] \/\/ [assinatura fac-símile do autor] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ ORGANIZAÇÃO E INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Everardo Norões \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ Apresentação \/ Poesia \/ Signo estrelado \/ \/\/ Trivium \/ Mundos paralelos \/ O interior da matéria \/ \/\/ Um livro aceso e nove canções sombrias \/ Outros poemas \/\/ CONTOS \/\/ SOBRE LITERATURA E ARTE \/\/ SOBRE ARQUITETURA E URBANISMO \/\/ DOCUMENTOS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Cardozo (1897–1978) foi poeta, engenheiro e intelectual pernambucano de rara originalidade. Próximo de Gilberto Freyre e colaborador de Oscar Niemeyer em cálculos estruturais de obras icônicas, destacou-se por uma poesia marcada pelo rigor formal, pelo ritmo inovador e pelo diálogo entre ciência, modernidade e tradição lírica nordestina. Sua obra ocupa posição de destaque na literatura brasileira do século XX, combinando imaginação, precisão técnica e profundidade reflexiva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar \/ Massangana, esta edição reúne em volume de referência a totalidade da produção poética e em prosa de Cardozo. Acompanhada de aparato crítico e organização cuidadosa, trata-se de obra essencial para estudiosos da literatura e para apreciadores da modernidade poética brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm Cemitério da Infância (1953), Cardozo condensa o tema da memória em imagens de grande força simbólica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e“No cemitério da Infância\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEra manhã quando entrei,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDas plantas que vi florindo\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDe tantas me deslumbrei…” \u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 214)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNesta estrofe, a infância é evocada como espaço de florescimento e maravilha, mas também de esquecimento e perda. O contraste entre as plantas que deslumbram e os rostos que se apagam traduz a transitoriedade da experiência humana frente à permanência da natureza. É poesia que instiga à reflexão sobre a memória, o tempo e o que resta daquilo que vivemos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com sobrecapa e estojo preservados. Fita de leitura preservada. Dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. Sem marcações, carimbos ou assinaturas. \u003cem\u003e2.ª edição, 2010.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265751249171,"sku":"00047","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"joao-cabral-de-melo-neto-poesia-completa-e-prosa-nova-aguilar-2008-sku-0049","title":"MELO NETO, João Cabral de (1920–1999). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2008).","description":"\u003cp\u003eMELO NETO (João Cabral de) [1920–1999]. — JOÃO CABRAL \/\/ DE MELO NETO \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Introdução, organização, notas e estabelecimento do texto \/\/ ANTONIO CARLOS SECCHIN \/\/ 2ª impressão \/\/ [monograma editorial em tinta preta, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2008 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOÃO CABRAL DE MELO NETO \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume único \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Prefácio \/ Cronologia da vida e da obra \/ Fortuna crítica \/ Iconografia \/\/ POESIA \/\/ Primeiros Poemas \/ Pedra do Sono \/ Os três mal-amados \/ \/\/ O engenheiro \/ Psicologia da composição \/ O cão sem plumas \/ \/\/ O rio \/ Paisagens com figuras \/ Morte e vida severina \/\/ Uma faca só lâmina \/ Quaderna \/ Dois parlamentos \/ Serial \/\/ A educação pela pedra \/ Museu de tudo \/ A escola das facas \/\/ Auto do frade \/ Agrestes \/ Crime na Calle Relator \/\/ Sevilha andando \/ Dispersos \/\/ PROSA \/\/ Considerações sobre o poeta dormindo \/ Joan Miró \/ \/\/ Poesia e composição \/ A geração de 45 \/ \/\/ Da função moderna da poesia \/ \/\/ Elogio de Assis Chateaubriand \/ \/\/ Encontro com os escritores: os poetas \/\/ APÊNDICE \/\/ Notas \/\/ Bibliografia \/\/ Índices.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoão Cabral de Melo Neto (1920–1999), poeta pernambucano, é uma das vozes mais rigorosas e inovadoras da literatura brasileira do século XX. Sua poesia alia economia verbal, construção quase arquitetônica dos versos e forte dimensão social, particularmente voltada à realidade nordestina.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIntegrante da coleção \u003cem\u003eBiblioteca Luso-Brasileira\u003c\/em\u003e (Série Brasileira), esta edição organizada por Antonio Carlos Secchin concentra-se no essencial da obra cabralina: toda a poesia publicada em vida e uma seleção de prosas reflexivas. Enriquecida com introdução, fortuna crítica e iconografia, apresenta-se como edição de referência literária, situando a obra de Cabral no panorama da poesia brasileira e universal. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eMorte e Vida Severina\u003c\/em\u003e, essa poética se condensa de forma exemplar, quando o autor dá voz ao retirante que se reconhece em todos os outros, definindo a própria existência pela repetição da miséria e pela proximidade da morte:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«E se somos Severinos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eiguais em tudo na vida,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emorremos de morte igual,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emesma morte severina:\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eque é a morte de que se morre\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede velhice antes dos trinta,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede emboscada antes dos vinte,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ede fome um pouco por dia\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003e(de fraqueza e de doença\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eé que a morte severina\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eataca em qualquer idade,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ee até gente não nascida).»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 148)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEste trecho concentra o núcleo simbólico do poema: a constatação de que a identidade dos “Severinos” é a da repetição da miséria, da morte precoce e inevitável. Cabral traduz em forma poética a violência estrutural contra o povo sertanejo, num ritmo seco, quase litúrgico. A força impactante da passagem está na denúncia direta, em que a morte não é destino individual, mas destino coletivo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com encadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile em ouro na capa. Apresenta apenas alguns pontos de oxidação, sobretudo na sobrecapa, primeiras e últimas páginas, sem prejudicar textos ou imagens do exemplar. Capa, lombada e miolo íntegros, limpos e preservados. Sobrecapa e box ilustrados preservados. 2.ª edição, 2008.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265889595667,"sku":"00049","price":570.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0049-thumb.jpg?v=1766949623"},{"product_id":"nelson-rodrigues-teatro-completo-editora-nova-aguilar-1994-sku-0050","title":"RODRIGUES, Nelson (1912–1980). Teatro Completo (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1994).","description":"\u003cp\u003eRODRIGUES (Nelson Falcão) [1912–1980].— NELSON \/\/ RODRIGUES \/\/ TEATRO COMPLETO \/\/ Organização geral e prefácio \/\/ Sábato Magaldi \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma “NA” estilizado com letras entrelaçadas] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1994 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Séria Brasileira \/\/ NELSON RODRIGUES \/\/ TEATRO COMPLETO \/\/ Volume único \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Prefácio \/ Fortuna crítica \/ Cronologia da vida e da obra \/\/ PEÇAS PSICOLÓGICAS \/\/ A mulher sem pecado \/ Vestido de noiva \/ Valsa nº 6 \/\/ Viúva, porém honesta \/ Anti-Nelson Rodrigues \/\/ PEÇAS MÍTICAS \/\/ Álbum de família \/ Anjo negro \/ Dorotéia \/ Senhora dos afogados \/\/ TRAGÉDIAS CARIOCAS \/\/ A falecida \/ Perdoa-me por me traíres \/ Os sete gatinhos \/ Boca de Ouro \/\/ O beijo no asfalto \/ Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária \/\/ Toda nudez será castigada \/ A serpente \/\/ ÍNDICE GERAL DO VOLUME.— In-12.º., 1134, [2] p. E editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste volume único reúne pela primeira vez de forma integral a dramaturgia de Nelson Rodrigues, o mais célebre dramaturgo brasileiro do século XX. A organização e o prefácio de Sábato Magaldi — crítico e intérprete maior da obra rodriguiana — conferem à edição rigor crítico e caráter de referência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO volume contempla as Peças Psicológicas (\u003cem\u003eA mulher sem pecado, Vestido de noiva, Valsa nº 6, Viúva, porém honesta, Anti-Nelson Rodrigues\u003c\/em\u003e), as Peças Míticas (\u003cem\u003eÁlbum de família, Anjo negro, Dorotéia, Senhora dos afogados\u003c\/em\u003e) e as célebres Tragédias Cariocas (\u003cem\u003eA falecida, Perdoa-me por me traíres, Os sete gatinhos, Boca de Ouro, O beijo no asfalto, Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária, Toda nudez será castigada, A serpente\u003c\/em\u003e).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA obra é enriquecida por uma Fortuna Crítica abrangente, com textos de nomes como Manuel Bandeira, Álvaro Lins, Hélio Pellegrino, Gilberto Freyre e Raquel de Queiroz, além de cronologia detalhada da vida e da obra do dramaturgo. Destaca-se o ensaio de Bárbara Heliodora, que afirma:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNelson Rodrigues não foge à regra de que é sempre quando trata de uma temática que domina integralmente que o dramaturgo melhor se realiza\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 222).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEssa consagração crítica se ancora no gesto teatral que atravessou a história da cena brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«De repente, um outro caiu — ajoelhar-se no asfalto, ajoelhar-se. Apanha a cabeça do atropelado e lhe dá um beijo na boca»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(p. 945).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eConfigura-se, assim, como edição monumental e de referência para o estudo da dramaturgia nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial plena verde, com douração preservada na assinatura fac-similar do autor e na ornamentação na lombada. Cortes levemente amarelados pelo tempo. Miolo íntegro, firme e limpo. Reimpressão da 1.ª edição, 1994.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52265928261907,"sku":"00050","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0050-1-thumb.jpg?v=1760073749"},{"product_id":"fernando-pessoa-obras-em-prosa-nova-aguilar-1982-sku-0054","title":"PESSOA, Fernando António Nogueira (1888–1935). Obras em Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1982).","description":"\u003cp\u003ePESSOA (Fernando António Nogueira) [1888–1935]. — FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Portuguesa \/\/ FERNANDO PESSOA \/\/ OBRAS EM PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ O EU PROFUNDO \/\/ OS OUTROS EUS \/\/ GÊNESE E JUSTIFICAÇÃO DA HETERONÍMIA \/\/ CARACTERIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS HETERÔNIMOS \/\/ PAGANISMO, NEOPAGANISMO E CRISTIANISMO NOS HETERÔNIMOS \/\/ IDÉIAS ESTÉTICAS \/\/ DA ARTE \/\/ DA LITERATURA \/\/ IDÉIAS FILOSÓFICAS \/\/ IDÉIAS POLÍTICAS \/\/ EM GERAL \/\/ APLICADAS AO CASO PORTUGUÊS \/\/ TEORIA E PRÁTICA DO COMÉRCIO \/\/ FICÇÃO \/\/ CONTOS DE RACIOCÍNIO \/\/ CONTO (FILOSÓFICO) DE PERO BOTELHO \/\/ [marca editorial da coleção Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: escudo com as iniciais 'BB' e livro aberto, coroado por ramo de louros] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1982 \/\/ \/ [desenho do autor em preto e branco] \/\/ FERNANDO PESSOA, DESENHO DE VITORIANO BRAGA (1914) \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ FERNANDO \/\/ PESSOA \/\/ OBRAS \/\/ EM PROSA \/\/ Organização, Introdução e Notas de \/\/ CLEONICE BERARDINELLI \/\/ [marca tipográfica da Companhia José Aguilar Editôra em vermelho, com escudo e legenda “COMPANHIA JOSÉ AGUILAR EDITÔRA”] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1982.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da literatura portuguesa moderna, Fernando Pessoa reuniu sob múltiplos heterônimos — Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos — e sob o seu próprio nome uma das obras mais complexas e fascinantes do século XX. Este volume monumental, publicado pela Nova Aguilar em 1982, apresenta a totalidade de seus escritos em prosa: reflexões filosóficas, fragmentos estéticos, análises políticas e notas críticas que iluminam a pluralidade de seu pensamento.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os trechos mais emblemáticos encontra-se a Dicotomia anímica, na qual Pessoa revela o paradoxo profundo entre ternura e solidão:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Alma nenhuma mais amorosa ou terna do que a minha jamais existiu, alma nenhuma tão cheia de bondade, de compaixão, de tudo quanto é ternura e amor. Contudo, nenhuma alma tão solitária quanto a minha - não solitária, note-se, não em virtude de circunstâncias exteriores, mas de interiores»\u003c\/em\u003e (p. 34).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA edição inclui ainda textos fundamentais como \u003cem\u003eO Eu Profundo\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eOs Outros Eus\u003c\/em\u003e, estudos sobre a heteronímia, reflexões sobre o paganismo, a teoria da arte e a filosofia da vida, compondo um quadro vasto da inquietação pessoana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial vermelha, com douração preservada na assinatura fac-símile do autor na capa e desbotada na lombada. Cortes com pequenos pontos de oxidação e corte superior com tingimento vermelho levemente desbotado. Pequeno corte na parte superior da folha ante-rosto (folha em branco). Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez, com fac-símiles autógrafos, horóscopos dos heterônimos e retratos preservados. 3.ª edição, 1982.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52269401800979,"sku":"0054","price":320.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-nova-aguilar-1977-sku-0080","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ Volume Único \/\/ \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003eBIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Basileira \/\/ CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ POESIA DO SENSÍVEL E DO IMAGINÁRIO \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ \u003cbr data-start=\"607\" data-end=\"610\"\u003eBIBLIOGRAFIA \/\/ POESIA \/\/ VIAGEM \/ VAGA MÚSICA \/\/ MAR ABSOLUTO E OUTROS POEMAS \/\/ RETRATO NATURAL \/ AMOR EM LEONORETA \/\/ DOZE NOTURNOS DA HOLANDA \/ O AERONAUTA \/\/ ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA \/\/ PEQUENO ORATÓRIO DE SANTA CLARA \/\/ CANÇÕES \/ ROMANCE DE SANTA CECÍLIA \/\/ PISTÓIA, CEMITÉRIO MILITAR BRASILEIRO \/\/ DISPERSOS \/ POEMAS ESCRITOS NA ÍNDIA \/\/ METAL ROSICLER \/ SOLOMBRA \/ OU ISTO OU AQUILO \/\/ CRÔNICA TROVADA \/\/ [Marca tipográfica da Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [Ilustração em página inteira: xilogravura do perfil de Cecília Meireles, com assinatura fac-similar] \/\/ \u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eCECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/ [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formado pelo entrelaçamento das iniciais \"E\", \"N\" e \"A\", escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\", símbolo característico da casa publicadora nas edições de ficção literária] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.— In-12.º., 779, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo num único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eO volume contempla desde \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eViagem\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eSolombra\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e .\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se uma célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e« Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda! » \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e(p. 452).\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eExemplar com encadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa - apenas apresentando pontos de desbotamento na lombada. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Capa e lombada firmes e preservadas. Miolo íntegro, limpo e firme, com apenas algumas folhas iniciais e finais com leve amarelado nas extremidades pelo tempo, sem atingir nenhum texto ou ilustração. Apresenta alguns pequenos e leves pontos de oxidação, sobretudo no corte lateral e nas últimas páginas, sem comprometimento da leitura. Corte superior com tingimento avermelhado preservado. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. Fita de leitura original presente, com pontos de desbotamento. Sem assinaturas ou carimbos. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003eReimpressão da\u003c\/em\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e3ª edição, 1977.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285334290707,"sku":"0080","price":500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"cecilia-meireles-obra-poetica-nova-aguilar-1983-sku-0081","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1983).","description":"\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/ [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formado pelo entrelaçamento das iniciais \"E\", \"N\" e \"A\", escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\", símbolo característico da casa publicadora nas edições de ficção literária] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1983.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo num único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eO volume contempla desde \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eViagem\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eSolombra\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e .\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se uma célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e«Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!» \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e(pág. 452).\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003eExemplar com encadernação editorial verde, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Capa e lombada firmes e preservadas. Miolo íntegro, limpo e firme. Cortes íntegros e limpos e corte superior com tingimento em vermelho, desbotado. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. Terceira r\u003cem\u003eeimpressão da\u003c\/em\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e\u003cspan dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"\u003e3ª edição, 1983.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285367451923,"sku":"0081","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0081-thumb.jpg?v=1767768502"},{"product_id":"vinicius-de-moraes-poesia-completa-e-prosa-nova-aguilar-1976-sku-0082","title":"MORAES, Vinicius de (1913–1980). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1976).","description":"\u003cp\u003eMORAES (Vinicius de) [1913–1980]. — VINICIUS\/\/  DE MORAES \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ Edição organizada por Afrânio Coutinho \/\/ com assistência do autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Soneto a Vinicius \/\/ PABLO NERUDA \/\/ Auto-Retrato e Cronologia \/\/ VINICIUS DE MORAES \/\/ Do Verso Solitário ao Canto Coletivo \/\/ EDUARDO PORTELLA \/\/ Vinicius, Meu Irmão \/\/ LAETITIA CRUZ DE MORAES \/\/ APÊNDICE \/\/ Fortuna Crítica \/\/ OCTÁVIO DE FARIA, MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA, MARIA ROSA OLIVER \/\/ OTTO LARA RESENDE, DAVID MOURÃO FERREIRA \/\/ ANTONIO CÂNDIDO e RENATA PALLOTINI \/\/ Bibliografia \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho, em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\" e encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/  ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1976.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura essencial da poesia e da música brasileiras do século XX, Vinicius de Moraes reuniu neste volume a totalidade de sua produção poética e em prosa, além de críticas, reflexões e documentos iconográficos. Sua obra atravessa diversas fases — da poesia metafísica e existencial da juventude à lírica amorosa e às canções populares que o tornaram célebre, sempre marcada pela musicalidade e pela intensidade emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos mais emblemáticos está o “Soneto de Fidelidade” (1939), cuja última estrofe se tornou uma das passagens mais conhecidas da poesia brasileira:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Eu possa me dizer do amor (que tive):\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue não seja imortal, posto que é chama,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emas que seja infinito enquanto dure.»\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e(Soneto de Fidelidade, p. 183).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO volume traz ainda um cancioneiro, que documenta a dimensão musical da obra de Vinicius. Ali encontram-se partituras de suas parcerias eruditas com o maestro Cláudio Santoro, compostas em Paris e no Rio entre 1955 e 1962 (pp. 382–383), bem como clássicos da canção popular brasileira, como “Se Todos Fossem Iguais a Você”, samba-canção escrito em colaboração com Antônio Carlos Jobim (pp. 390–391).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, este exemplar preserva a dupla vocação de Vinicius: poeta e letrista, cuja criação atravessou fronteiras entre a literatura e a música, entre a alta cultura e a canção popular.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em couro verde, ornada com douração preservada na lombada e com assinatura fac-símile no plano superior. Lombada firme, cortes regulares, miolo íntegro, limpo, com retrato do autor, fac-símiles autógrafos e partituras musicais preservados. Cortes íntegros e preservados e corte superior com tingimento em vermelho também preservado. \u003cem\u003eReimpressão da 2.ª edição, 1976.\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285403758867,"sku":"0082","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"manuel-bandeira-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1983-sku-0083","title":"BANDEIRA, Manuel (1886–1968). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1983).","description":"\u003cp\u003eBANDEIRA (\u003cspan\u003eManuel Carneiro de Sousa\u003c\/span\u003e) [1886–1968]. — MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume Único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ TRAJETÓRIA DE UMA POESIA \/ ITINERÁRIO DE PASÁRGADA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ A CINZA DAS HORAS \/ CARNAVAL \/\/ O RITMO DISSOLUTO \/ LIBERTINAGEM \/\/ ESTRELA DA MANHÃ \/ LIRA DOS CINQÜENT'ANOS \/\/ BELO BELO \/ OPUS 10 \/ ESTRELA DA TARDE \/\/ MAFUÁ DO MALUNGO \/\/ PROSA \/\/ CRÔNICAS DA PROVÍNCIA DO BRASIL \/\/ FLAUTA DE PAPEL \/ ENSAIOS LITERÁRIOS \/\/ CRÍTICA DE ARTE \/ ANDORINHA ANDORINHA \/\/ APÊNDICE \/\/ REPERTÓRIO ONOMÁSTICO \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca tipográfica da Editora Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1983 \/\/ [foto do autor em preto e branco] \/\/ [assinatura fac-símile do autor em tinta preta] \/\/ MANUEL \/\/ BANDEIRA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ organizada pelo autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Trajetória de uma Poesia \/\/ SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA \/\/ Itinerário de Pasárgada \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ POESIA \/\/ Notas Preliminares de \/\/ FRANKLIN DE OLIVEIRA, JOÃO RIBEIRO, ALCEU AMOROSO LIMA \/\/ ANTÔNIO OLINTO, MÁRIO DE ANDRADE, MÚCIO LEÃO \/\/ WILSON CASTELO BRANCO, SÉRGIO MILLIET, FERNANDO GÓIS \/\/ LÊDO IVO, CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE E DANÚBIO RODRIGUES \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma em forma de escudo com livro aberto e as letas \"E\", \"N\" e \"A\" entrelaçadas, encimadas por coroa de louros, símbolo de erudição e triunfo intelectual] \/\/ —— \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1983.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFigura central da poesia modernista brasileira, Manuel Bandeira construiu uma obra que une simplicidade coloquial, lirismo profundo e uma permanente busca de transcendência diante das limitações da vida. Neste volume monumental da Nova Aguilar, estão reunidos seus livros de versos, traduções, crônicas e ensaios, acompanhados de fortuna crítica e iconografia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas mais célebres está « \u003cem\u003eVou-me embora pra Pasárgada »\u003c\/em\u003e (Libertinagem, 1930), verdadeiro hino à imaginação como refúgio e reinvenção da vida:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Vou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá sou amigo do rei\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá tenho a mulher que eu quero\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa cama que escolherei»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 222).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePasárgada, cidade persa evocada pelo poeta, transforma-se aqui em território mítico e utópico, lugar de plenitude, liberdade e superação das dores. A simplicidade dos versos esconde uma força universal: a vontade de escapar da realidade limitada e reinventar a existência. O poema tornou-se símbolo cultural brasileiro, citado em música, teatro, estudos literários e até na fala cotidiana, permanecendo vivo como emblema da modernidade poética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Cortes limpos e íntegros, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Corte superior com tingimento desbotado. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. \u003cem\u003eReimpressão da 4.ª edição, 1983.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285641785619,"sku":"00083","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0083-thumb.png?v=1768004828"},{"product_id":"manuel-bandeira-poesia-completa-e-prosa-editora-nova-aguilar-1977-sku-0084","title":"BANDEIRA, Manuel (1886–1968). 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Neste volume monumental da Nova Aguilar, estão reunidos seus livros de versos, traduções, crônicas e ensaios, acompanhados de fortuna crítica e iconografia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os poemas mais célebres está “\u003cem\u003eVou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e” (Libertinagem, 1930), verdadeiro hino à imaginação como refúgio e reinvenção da vida:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eVou-me embora pra Pasárgada\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá sou amigo do rei\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eLá tenho a mulher que eu quero\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNa cama que escolherei\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 222).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePasárgada, cidade persa evocada pelo poeta, transforma-se aqui em território mítico e utópico, lugar de plenitude, liberdade e superação das dores. A simplicidade dos versos esconde uma força universal: a vontade de escapar da realidade limitada e reinventar a existência. O poema tornou-se símbolo cultural brasileiro, citado em música, teatro, estudos literários e até na fala cotidiana, permanecendo vivo como emblema da modernidade poética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Cortes limpos e íntegros, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Corte superior com tingimento desbotado. Alguns pontos localizados com leve amarelamento nas primeiras e últimas páginas, próximos a lombada, sem prejudicar os textos ou imagens. Assinatura de antigo proprietário datada de 11 de Outubro de 1983, constituindo elemento adicional de procedência do exemplar. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. \u003cem\u003e4.ª edição, 1977.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52285660987667,"sku":"0084","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0084-thumb.png?v=1768000753"},{"product_id":"joaquim-nabuco-um-estadista-do-imperio-editora-nova-aguilar-1975-sku-0098","title":"NABUCO, Joaquim (1849–1910). Um estadista do Império (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1975).","description":"\u003cp data-pm-slice=\"0 0 []\"\u003eNABUCO (Joaquim) [1849–1910]. — JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ JOAQUIM NABUCO E A HISTÓRIA POLÍTICA DO IMPÉRIO \/\/ CRONOLOGIA \/ BIBLIOGRAFIA \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ LIVRO PRIMEIRO \/\/ ATÉ O MINISTÉRIO PARANÁ (1813-1853) \/\/ LIVRO SEGUNDO \/\/ O MINISTÉRIO PARANÁ (1853-1857) \/\/ LIVRO TERCEIRO \/\/ OS GABINETES FINANCEIROS (1857-1861) \/\/ A LIGA (1861-1864) \/\/ PRIMEIROS GABINETES PROGRESSISTAS (1864-1865) \/\/ LIVRO QUARTO \/\/ O GABINETE OLINDA (1865-1866) \/\/ LIVRO QUINTO \/\/ QUEDA DOS PROGRESSISTAS (1866-1868) \/\/ COMEÇO DA SITUAÇÃO CONSERVADORA (1868-1872) \/\/ LIVRO SEXTO \/\/ PROBLEMAS DE APÓS GUERRA \/\/ RETRAIMENTO GRADUAL DE NABUCO (1872-1877) \/\/ LIVRO SÉTIMO \/\/ NABUCO JURISCONSULTO \/\/ LIVRO OITAVO \/\/ CONCLUSÃO \/\/ [Marca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em preto, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975 \/\/ [Foto do autor em preto e branco] \/\/ JOSÉ THOMAZ NABUCO DE ARAÚJO, QUANDO MINISTRO \/\/ DA JUSTIÇA, 1869 (QUADRO DE VICTOR MEIRELLES). \/\/ [Fac-símile da assinatura do autor em tinta preta] \/\/ JOAQUIM \/\/ NABUCO \/\/ UM ESTADISTA \/\/ DO IMPÉRIO \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Joaquim Nabuco e a História Política do Império \/\/ AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO \/\/ Cronologia e Bibliografia \/\/ [Marca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em vermelho, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975. — In-12.º., 1141, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDiplomata, jurista, historiador e um dos mais destacados intelectuais do Brasil oitocentista, Joaquim Nabuco foi figura central do movimento abolicionista, não apenas pela militância política e parlamentar, mas também por seu vigor intelectual e humanista. Autor de obras de grande envergadura como O Abolicionismo (1883) e Minha Formação (1900), deixou em \u003cem\u003eUm Estadista do Império\u003c\/em\u003e uma análise monumental da vida política e parlamentar do Brasil imperial, considerada até hoje uma das mais completas interpretações da história do Segundo Reinado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÀ luz de sua crítica social e política, Nabuco expõe o drama dos africanos livres no Brasil, vítimas de manipulações estatais e políticas que perpetuaram o regime escravista sob novas formas:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eA história dos africanos livres de uma e outra categoria é uma das páginas mais tristes da escravidão entre nós, além do mais, porque tudo se fazia em violação de tratados, de solenes compromissos, que o governo tomara de garantir a liberdade dos africanos que lhe eram entregues pelas Comissões Mistas. A distribuição de muitos deles entre homens políticos importantes facilitava os abusos, abusos que se podem resumir dizendo que em grande parte aqueles africanos livres foram fraudulentamente incorporados à escravatura.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(pp. 207–208).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse trecho, de forte carga histórica e humanitária, testemunha a lucidez de Nabuco ao registrar não apenas o funcionamento da política imperial, mas também o drama humano silenciado pela retórica oficial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição integrada na prestigiada Biblioteca Luso-Brasileira, coleção dirigida no Brasil por Afrânio Coutinho, em colaboração com João Gaspar Simões, em Lisboa, destinada a reunir obras-primas das literaturas do Brasil e de Portugal. Volume único da obra-prima historiográfica de Joaquim Nabuco, originalmente publicada em 1897 em três tomos, agora condensada em edição monumental com notas e aparato crítico. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial plena em couro verde, com douração preservada na ornamentação e descrições na lombada e em fac-símile da assinatura de Nabuco na capa. Guardas íntegras e preservadas, estampadas com o monograma da coleção (BBL). Corte superior com tingimento em avermelhado, preservado. Miolo íntegro, limpo e firme, sem manchas de acidez relevantes. Algumas primeiras e últimas folhas levemente amareladas, com alguns pontos de oxidação, sem comprometimento de textos ou ilustrações. \u003cem\u003e4.ª edição \/ 1.ª edição da Editora Nova Aguilar, 1975\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52319636324627,"sku":"0098","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0098-Thumb.png?v=1769495803"},{"product_id":"alvares-de-azevedo-obra-completa-editora-nova-aguilar-2000-sku-0099","title":"ÁLVARES DE AZEVEDO, Manuel Antônio (1831–1852). Obra completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2000).","description":"\u003cp\u003eÁLVARES DE AZEVEDO (Manuel Antônio) [1831–1852]. — ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Textos Críticos \/\/ JACI MONTEIRO \/\/ MACHADO DE ASSIS \/\/ SÍLVIO ROMERO \/\/ JOSÉ VERÍSSIMO \/\/ AGRIPINO GRIECO \/\/ RONALD DE CARVALHO \/\/ MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ ANTONIO CANDIDO \/\/ JOSÉ GUILHERME MERQUIOR \/\/ LUCIANA STEGNANO-PICCHIO \/\/ WELLINGTON DE ALMEIDA SANTOS \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"NA\" entrelaçadas] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2000 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Fortuna crítica \/ Reportagem iconográfica \/\/ POESIA \/\/ Lira dos vinte anos \/ Poesias diversas \/\/ O poema do Frade \/ O conde Lopo \/\/ Apêndice \/\/ PROSA \/\/ Macário \/ Noite na taverna \/\/ O livro de Fra Gondicário \/\/ Estudos literários \/ Discursos \/\/ CORRESPONDÊNCIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Biliografia \/\/ Índices. — In-12.º., 849, [1] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÁlvares de Azevedo foi poeta, prosador e ensaísta, considerado um dos maiores expoentes do Ultra-Romantismo brasileiro. Morreu precocemente aos 20 anos, deixando uma obra marcada pelo tom melancólico, pela idealização da morte e pela visão dualista da vida. Sua \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e tornou-se um marco da poesia romântica nacional, onde se alternam lirismo sentimental e ironia mordaz. Apesar da curta vida, a profundidade e originalidade de sua produção asseguraram-lhe lugar de destaque no cânone literário brasileiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição, pertencente à Biblioteca Luso-Brasileira, Série Brasileira, publicada pela Editora Nova Aguilar,  reúne em um único volume a totalidade da produção poética, em prosa, crítica e epistolar do autor. Organizada por Alexei Bueno, abrange a célebre \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e, suas poesias dispersas, narrativas em prosa como Macário e Noite na Taverna, o romance inacabado O Livro de Fra Gondicário, além de estudos literários, discursos e vasta correspondência. A edição ainda incorpora fortuna crítica de alguns dos maiores nomes da literatura e crítica brasileira, como Machado de Assis, Sílvio Romero, Mário de Andrade, Antonio Candido e José Guilherme Merquior, permitindo uma visão ampla e contextualizada da obra azevediana. Apresenta, ainda, “Reportagem iconográfica”, com documentação visual da vida e da obra de Álvares de Azevedo, incluindo a fotografia da casa natal do poeta em São Paulo, retratos de família, a única fotografia original de Álvares de Azevedo aos 17 anos, além de fac-símiles de manuscritos e das primeiras edições de Poesias (1853) e Obras (1855).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste volume encontra-se o célebre poema de Álvares de Azevedo, pertencente à \u003cem\u003eLira dos Vinte Anos\u003c\/em\u003e:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSE EU MORRESSE AMANHÃ!\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eSe eu morresse amanhã, viria ao menos\u003cbr\u003eFechar meus olhos minha triste irmã;\u003cbr\u003eMinha mãe de saudades morreria\u003cbr\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQuanta glória pressinto em meu futuro!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue aurora de porvir e que amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEu perdera chorando essas coroas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQue sol! que céu azul! que doce n'alva\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAcorda a natureza mais louçã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão me batera tanto amor no peito\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eMas essa dor da vida que devora\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA ânsia de glória, o dolorido afã...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA dor no peito emudecera ao menos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e(pp. 314–315).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSegundo a Cronologia da vida e da obra (p. 17), no dia de seu enterro em 1852, após os discursos de Joaquim José Teixeira de Macedo e Domingos Jaci Monteiro, o escritor Manuel de Macedo, ao fim de seu discurso, leu o poema \u003cem\u003eSe eu morresse amanhã\u003c\/em\u003e, causando grande comoção entre os presentes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e em fac-símile da assinatura do autor na capa. Guardas íntegra, apenas com pontos de oxidação. Fita de marca-páginas em tecido verde. Encadernação sólida, sem quebras estruturais. Corte homogêneo, apenas com alguns pequenos pontos de oxidação. Miolo íntegro, firme, impresso em papel bíblia, com alguns pontos de oxidação e leve amarelado nas primeiras e últimas páginas, com textos e ilustrações preservados. Assinatura com data e local na folha de rosto, em parte em branco, sem comprometimento da leitura. 1.ª edição, 2000.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIDIOMA\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003ePortuguês\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDIMENSÕES\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eAltura: 18,5 cm\u003cbr\u003eLargura: 12 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52321770504467,"sku":"00099","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0099-1-thumb.jpg?v=1760057934"},{"product_id":"carlos-drummond-de-andrade-poesia-completa-e-prosa-nova-aguilar-1977-sku-0109","title":"DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos (1902–1987). Poesia Completa e Prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eDRUMMOND DE ANDRADE (Carlos) [1902-1987].— CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ Volume Único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CARLOS \/\/ DRUMMOND DE ANDRADE \/\/ POESIA COMPLETA E PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ VÁRIAS FACES DE UMA POESIA \/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ ALGUMA POESIA \/ BREJO DAS ALMAS \/ \/\/ SENTIMENTO DO MUNDO \/ JSÉ \/ A ROSA DO POVO \/\/NOVOS POEMAS \/ CLARO ENIGMA \/ FAZENDEIRO DO AR \/\/ A VIDA PASSADA A LIMPO \/ LIÇÃO DE COISAS \/\/ 4 POEMAS \/ BOITEMPO \u0026amp; A FALTA QUE AMA \/ VERSIPROSA \/\/ VERSIPROSA II \/ VIOLA DE BOLSO \/\/  PROSA \/\/ Conto \/\/ CONTOS DE APRENDIZ \/\/ Crônica \/\/ CONFISSÕES DE MINAS \/ PASSEIOS NA ILHA \/\/ FALA AMENDOEIRA \/ A BOLSA \u0026amp; A VIDA \/\/ CADEIRA DE BALANÇO \/ CAMINHOS DE JOÃO BRANDÃO \/\/ O PODER ULTRAJOVEM \/\/ APÊNDICE \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ [marca tipográfica da Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [Fotografia do autor em preto e branco, com fac-símile da sua assinatura] \/\/ CARLOS DRUMMOND \/\/ DE ANDRADE \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ E PROSA \/\/ organizada pelo autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ As VáriasFaces de uma Poesia \/\/ EMANUEL DE MORAES \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE \/ OTTO MARIA CARPEAUX \/\/ ÁLVARO LINS \/ SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA \/\/ HAROLDO DE CAMPOS \/ JOÃO GASPAR SIMÕES \/ RUBEM BRAGA \/\/ Cronologia da Vida e da Obra \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"ENA\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCarlos Drummond de Andrade é um dos maiores nomes da poesia brasileira do século XX, associado ao Modernismo, mas que construiu uma obra de amplitude singular, marcada pelo rigor formal e pelo olhar crítico e humano sobre o Brasil e sobre a condição humana. Sua poesia dialoga tanto com a intimidade quanto com os dilemas sociais, transitando entre a ironia, o lirismo e a reflexão filosófica.\u003cbr\u003eA presente edição reúne toda a poesia e a prosa de Drummond, acompanhada de fortuna crítica, estudos e bibliografia, constituindo-se em uma edição de referência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNa primeira página da « \u003cem\u003eNota Editorial »\u003c\/em\u003e, Afrânio Coutinho destaca:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« Poeta extremamente individual, extraindo do mais íntimo de um ser a nenhum outro similar as notas puras do lirismo, e, por outro lado, por influência de sua circunstância itabirana, das vivências acumuladas na infância bem brasileira, cuja escora de alma esse canto, identificado com o que de mais alto já produziu a alma de seu povo. »\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEssa observação ilumina a dupla dimensão da poesia de Drummond: profundamente pessoal e, ao mesmo tempo, enraizada na experiência coletiva brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA edição da Editora Nova Aguilar, integrada à coleção Biblioteca Luso-Brasileira, é considerada uma das mais relevantes publicações da obra de Carlos Drummond de Andrade. Além de reunir em um único volume toda a produção poética e em prosa até aquele momento, apresenta um rico aparato crítico, composto por introduções, fortuna crítica, cronologia detalhada da vida e obra, além de uma extensa bibliografia. As imagens e documentos inseridos — como retratos, caricaturas, fac-símiles de manuscritos e fotografias ao lado de figuras como Manuel Bandeira e Jorge de Lima — contribuem para fixar a memória do autor como uma personalidade central da cultura brasileira. Serviu e continua servindo como referência essencial para pesquisadores, críticos literários e leitores interessados em compreender a complexidade da literatura brasileira do século XX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar apresenta-se com encadernação editorial em couro verde, com douração preservada na lombada e no fac-símile da assinatura do autor na capa. Miolo íntegro, páginas firmes, com legibilidade plena. Corte superior com tingimento avermelhado preservado. Nota-se apenas o amarelamento natural do papel, compatível com a idade da edição, além de sinais discretos de manuseio. \u003cem\u003e4.ª edição, 1977.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52339481739539,"sku":"00109","price":620.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0109-thumb.jpg?v=1767308775"},{"product_id":"joao-ubaldo-ribeiro-obra-seleta-editora-nova-aguilar-2005-sku-0146","title":"RIBEIRO, João Ubaldo (1941–2014). Obra Seleta (Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2005).","description":"\u003cp\u003eRIBEIRO (João Ubaldo) [1941–2014].—BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOÃO UBALDO RIBEIRO \/\/ Obra Seleta \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ ICONOGRAFIA \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ Jorge Amado \/ Rodrigo Lacerda \/ \/\/ João Carlos Teixeira Gomes \/ Juva Batella \/ \/\/ Francis Utéza \/ Rita Olivieri Godet \/ \/\/ Eni de L. Cunha \/ Luiz Fernando Valente \/\/ ROMANCES \/\/ Sargento Getúlio \/ Vila Real \/ Viva o povo brasileiro \/ \/\/ A casa dos budas ditosos \/ Diário do farol \/\/ LIVROS DE CONTOS \/\/ Vencecavalo e o outro povo \/ Já podeis da pátria filhos e outras histórias \/\/ CRÔNICAS ESCOLHIDAS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.— In-12.º., 1421, [1] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoão Ubaldo, escritor, jornalista e professor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras, é reconhecido por unir a tradição literária nacional a uma visão crítica da sociedade, com obras marcadas pela oralidade, pelo humor e pela reflexão histórica. Sua produção inclui romances, contos e crônicas que lhe garantiram projeção no Brasil e no exterior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA \u003cem\u003eObra Seleta\u003c\/em\u003e reúne em um único volume alguns dos mais significativos trabalhos do autor, oferecendo uma visão ampla de sua produção literária. Entre os textos de maior destaque, estão o romance \u003cem\u003eViva o Povo Brasileiro\u003c\/em\u003e, um épico que revisita criticamente a formação do país; \u003cem\u003eSargento Getúlio\u003c\/em\u003e, obra que consagrou Ribeiro no cenário literário com sua narrativa intensa e inovadora; além de contos e crônicas marcados por seu estilo inconfundível, como os de \u003cem\u003eO Conselheiro Come\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eArte e Ciência de Roubar Galinha\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste último, ao refletir de forma crítica e bem-humorada sobre a sociedade brasileira, João Ubaldo Ribeiro deixa passagens que traduzem sua visão irônica e aguda da realidade nacional, como neste trecho:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Sempre admirei um bom profissional – disse com sabedoria. – A culpa foi minha, que esqueci que ele era ladrão de galinha. É o mau exemplo que o Brasil dá.» \u003c\/em\u003e(p. 1362).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar em 2005 como parte da coleção Biblioteca Luso-Brasileira, esta edição conta com uma rica fortuna crítica, reunindo ensaios de importantes estudiosos sobre a obra de João Ubaldo Ribeiro. Apresenta ainda uma cronologia detalhada da vida e da obra, permitindo acompanhar sua trajetória intelectual e literária, além de uma seção de iconografia com fotografias e documentos que iluminam aspectos da vida pessoal e da carreira do escritor. Trata-se, assim, de uma edição de referência, voltada tanto ao público acadêmico quanto aos leitores que desejam ter acesso ao conjunto representativo da criação de um dos maiores romancistas brasileiros contemporâneos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial verde, com dourações preservadas na lombada ornamentada e na assinatura fac-símile do autor na capa. Capa dura com sobrecapa conservados. Box presente, com pequenas avarias. Cortes limpos, miolo íntegro e bem preservado, com impressão em papel-bíblia de ótima nitidez. Apresenta apenas alguns pequenos pontos de oxidação nos cortes e nas folhas de guarda. Fotos e fac-símiles autógrafos preservados. \u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52394050224403,"sku":"00146","price":590.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0146-thumb.jpg?v=1768609858"},{"product_id":"picchio-luciana-stegagno-historia-literatura-brasileira-nova-aguilar-1997-00147","title":"PICCHIO, Luciana Stegagno (1920–2008). História da Literatura Brasileira (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003ePICCHIO (Luciana Stegagno) [1920-2008].— HISTÓRIA DA\/\/ LITERATURA \/\/ BRASILEIRA \/\/ LUCIANA STEGAGNO PICCHIO \/\/ [monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ HISTÓRIA DA \/\/ LITERATURA BRASILEIRA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ Introdução \/ Prefácio à edição brasileira \/\/ CAPÍTULOS \/\/ Primeiro: Caracteres da literatura brasileira \/\/ Segundo: As “grandezas do Brasil” e a catequese jesuítica \/\/ Terceiro: O Barroco brasileiro \/\/ Quarto: O século XVIII: das academias barrocas às sociedades independistas \/\/ Quinto: O século XIX: Autonomia e independência \/\/ Sexto: O século XIX: O grande Romantismo brasileiro \/\/ Sétimo: O século XIX: Sociedade e Realismo \/\/ Oitavo: O século XIX: Machado de Assis \/\/ Nono: A poesia do parnaso ao crepúsculo: Realistas e parnasianos \/\/ Décimo: A poesia do parnaso ao crepúsculo: Simbolistas, neoparnasianos e crepusculares \/\/ Décimo primeiro: A prosa do parnaso ao crepúsculo: Instinto de nacionalidade \/\/ e literatura regionalista \/\/ Décimo segundo: A prosa do parnaso ao crepúsculo: Engajamento social \/\/ e hedonismo verbal \/\/ Décimo terceiro: O Modernismo: Os anos de vanguarda \/\/ Décimo quarto: Estabilização da consciência criadora nacional (1930–1945) \/\/ Décimo quinto: As letras brasileiras de 1945 a 1964 \/\/ Décimo sexto: 1964–1968: Dos anos do golpe ao fim do século \/\/ Décimo sétimo: Teatro, música popular, cinema. A crítica. O “estilo brasileiro” \/\/ BIBLIOGRAFIAS \/\/ (ao fim de cada capítulo) \/\/ ÍNDICES \/\/ Índice onomástico \/ Índice geral.— In-12.º., 743, [1] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLuciana Stegagno Picchio, filóloga, crítica literária e historiadora italiana, foi uma das maiores especialistas em literatura luso-brasileira. Professora emérita e pesquisadora de renome internacional, dedicou sua vida acadêmica à divulgação e ao estudo da literatura portuguesa e brasileira na Europa, tornando-se referência obrigatória para gerações de estudiosos. Sua vasta produção crítica consolidou-se como um marco no diálogo cultural entre Brasil, Portugal e Itália.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA História da Literatura Brasileira, publicada originalmente em 1972 na Itália e lançada no Brasil em 1997 pela Editora Nova Aguilar, integra a coleção Biblioteca Luso-Brasileira e representa uma das mais abrangentes sínteses críticas sobre a literatura nacional. Estruturada em capítulos que percorrem desde a catequese jesuítica até o Modernismo e as manifestações culturais do século XX, a obra combina rigor histórico, análise crítica e sensibilidade estética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo capítulo dedicado ao Barroco, Picchio destaca o entrelaçamento entre paisagem, economia e criação artística no Brasil colonial, sublinhando a força da adaptação e da mestiçagem como marcas constitutivas da literatura nacional:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eNa paisagem desigual e, com suas florestas, seus sertões, os rios aventurosos e as cordilheiras de pedra, anticlássica da nova terra, o Barroco jesuítico e depois o Rococó de Minas Gerais inserem-se com uma lógica formal precisa.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e (p. 97).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição conta com introdução, fortuna crítica, notas editoriais e vasta bibliografia ao fim de cada capítulo, além de índices onomástico e geral, oferecendo ao leitor um verdadeiro instrumento de pesquisa. Trata-se de uma edição de referência, que alia a erudição da autora à qualidade editorial da casa Aguilar, marcada pelo papel-bíblia, impressão clara e projeto gráfico refinado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em tecido vermelho, com dourações preservadas na lombada ornamentada e no título da capa. Capa dura bem conservada, cortes limpos e miolo íntegro. As primeiras páginas apresentam leve dobra vertical, perceptível até a folha de rosto, sem prejuízo da leitura. Este volume apresenta apenas leves sinais de manuseio compatíveis com a idade da edição.\u003cem\u003e \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52394889969939,"sku":"00147","price":290.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0147-Thumb.png?v=1769490215"},{"product_id":"joaquim-nabuco-um-estadista-do-imperio-editora-nova-aguilar-1975-sku-0151","title":"NABUCO, Joaquim (1849–1910). Um Estadista do Império (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1975).","description":"\u003cp\u003eNABUCO (Joaquim) [1849–1910]. — JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTAISTA DO IMPÉRIO \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ JOAQUIM NABUCO E A HISTÓRIA POLÍTICA DO IMPÉRIO \/\/ CRONOLOGIA \/ BIBLIOGRAFIA \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ LIVRO PRIMEIRO \/\/ ATÉ O MINISTÉRIO PARANÁ (1813-1853) \/\/ LIVRO SEGUNDO \/\/ O MINIST´RIO PARANÁ (1853-1857) \/\/ LIVRO TERCEIRO \/\/ OS GABINETES FINANCEIROS (1857-1861) \/\/ A LIGA (1861-1864) \/\/ PRIMEIROS GABINETES PROGRESSISTAS (1864-1865) \/\/ LIVRO QUARTO \/\/ O GABINETE OLINDA (1865-1866) \/\/ LIVRO QUINTO \/\/ QUEDA DOS PROGRESSISTAS (1866-1868) \/\/ COMEÇO DA SITUAÇÃO CONSERVADORA (1868-1872) \/\/ LIVRO SEXTO \/\/ PROBLEMAS DE APÓS A GUERRA \/\/ RETRAIMENTO GRADUAL DE NABUCO (1872-1877) \/\/ LIVRO SÉTIMO \/\/ NABUCO JURISCONSULTO \/\/ LIVRO OITAVO \/\/ CONCLUSÃO \/\/ [\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eMarca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em preto, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e] \/\/ ——— \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975 \/\/ [Foto do autor em preto e branco] \/\/ JOSÉ THOMAZ NABUCO DE ARAÚJO, QUANDO MINISTRO \/\/ DA JUSTIÇA, 1869 (QUADRO DE VICTOR MEIRELLES). \/\/ [Fac-símile da assinatura do autor em tinta preta] \/\/ JOAQUIM \/\/ NABUCO \/\/ UM ESTADISTA \/\/ DO IMPÉRIO \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Joaquim Nabuco e a História Política do Império \/\/ AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO \/\/ Cronologia e Bibliografia \/\/ [\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eMarca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em vermelho, com emblema vermelho em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975. — In-12.º., 1141, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDiplomata, jurista, historiador e um dos mais destacados intelectuais do Brasil oitocentista, Joaquim Nabuco foi figura central do movimento abolicionista, não apenas pela militância política e parlamentar, mas também por seu vigor intelectual e humanista. Autor de obras de grande envergadura como O Abolicionismo (1883) e Minha Formação (1900), deixou em \u003cem\u003eUm Estadista do Império\u003c\/em\u003e uma análise monumental da vida política e parlamentar do Brasil imperial, considerada até hoje uma das mais completas interpretações da história do Segundo Reinado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÀ luz de sua crítica social e política, Nabuco expõe o drama dos africanos livres no Brasil, vítimas de manipulações estatais e políticas que perpetuaram o regime escravista sob novas formas:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e« \u003c\/span\u003eA história dos africanos livres de uma e outra categoria é uma das páginas mais tristes da escravidão entre nós, além do mais, porque tudo se fazia em violação de tratados, de solenes compromissos, que o governo tomara de garantir a liberdade dos africanos que lhe eram entregues pelas Comissões Mistas. A distribuição de muitos deles entre homens políticos importantes facilitava os abusos, abusos que se podem resumir dizendo que em grande parte aqueles africanos livres foram fraudulentamente incorporados à escravatura. \u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(pp. 207–208).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse trecho, de forte carga histórica e humanitária, testemunha a lucidez de Nabuco ao registrar não apenas o funcionamento da política imperial, mas também o drama humano silenciado pela retórica oficial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição integrada na prestigiada Biblioteca Luso-Brasileira, coleção dirigida no Brasil por Afrânio Coutinho, em colaboração com João Gaspar Simões, em Lisboa, destinada a reunir obras-primas das literaturas do Brasil e de Portugal. Volume único da obra-prima historiográfica de Joaquim Nabuco, originalmente publicada em 1897 em três tomos, agora condensada em edição monumental com notas e aparato crítico. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial plena em couro verde, com douração preservada em fac-símile da assinatura de Nabuco na capa e com pontos de desbotamento nos ornamentos e descrições na lombada. Guardas íntegras, estampadas com o monograma da coleção (BBL).  Miolo íntegro e firme. Possui alguns pontos de oxidação, sobretudo nas folhas de guarda e nas primeiras e últimas páginas, sem comprometimento da leitura. Apresentam, ainda, amarelamento das páginas característico do tempo, sem comprometimento dos textos ou ilustrações. \u003cem\u003e4.ª edição, 1975\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52396015124755,"sku":"00151","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0151-thumb.jpg?v=1766213662"},{"product_id":"cardozo-joaquim-maria-moreira-poesia-completa-prosa-nova-aguilar-massangana-2010-00195","title":"CARDOZO, Joaquim Maria Moreira (1897–1978). Poesia completa e prosa (Editora Nova Aguilar \/ Massangana, Rio de Janeiro, 2010).","description":"\u003cp\u003eCARDOZO (Joaquim Maria Moreira) [1897–1978].— JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ [símbolo gráfico estilizado em preto, composto por duas formas semicirculares opostas, acompanhadas da inscrição \"FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO \/ EDITORA MASSANGANA] \/\/ [monograma editorial em preto, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora, Editora Nova Aguilar] \/\/ RIO DE JANEIRO : EDITORA NOVA AGUILAR : 2008 \/\/ [ilustração com retrato de Joaquim Cardozo em traço linear, estilo esboço, em tinta preta, acompanhada de dedicatória manuscrita fac-símile: \"ao Cardozo \/\/ do \/\/ E di Cavalcanti\"] \/\/ [assinatura fac-símile do autor] \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM CARDOZO \/\/ Poesia completa e prosa \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ Apresentação \/ Poesia \/ Signo estrelado \/ \/\/ Trivium \/ Mundos paralelos \/ O interior da matéria \/ \/\/ Um livro aceso e nove canções sombrias \/ Outros poemas \/\/ CONTOS \/\/ SOBRE LITERATURA E ARTE \/\/ SOBRE ARQUITETURA E URBANISMO \/\/ DOCUMENTOS \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ ÍNDICE GERAL.— In-12.º., [6], XXVIII, 686, [4] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoaquim Cardozo foi poeta, engenheiro e intelectual pernambucano de rara originalidade. Próximo de Gilberto Freyre e colaborador de Oscar Niemeyer em cálculos estruturais de obras icônicas, destacou-se por uma poesia marcada pelo rigor formal, pelo ritmo inovador e pelo diálogo entre ciência, modernidade e tradição lírica nordestina. Sua obra ocupa posição de destaque na literatura brasileira do século XX, combinando imaginação, precisão técnica e profundidade reflexiva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicada pela Nova Aguilar \/ Massangana, esta edição reúne em volume de referência a totalidade da produção poética e em prosa de Cardozo. Acompanhada de aparato crítico e organização cuidadosa, trata-se de obra essencial para estudiosos da literatura e para apreciadores da modernidade poética brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm Cemitério da Infância (1953), Cardozo condensa o tema da memória em imagens de grande força simbólica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e« No cemitério da Infância\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEra manhã quando entrei,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDas plantas que vi florindo\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eDe tantas me deslumbrei… »\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 214)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNesta estrofe, a infância é evocada como espaço de florescimento e maravilha, mas também de esquecimento e perda. O contraste entre as plantas que deslumbram e os rostos que se apagam traduz a transitoriedade da experiência humana frente à permanência da natureza. É poesia que instiga à reflexão sobre a memória, o tempo e o que resta daquilo que vivemos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com sobrecapa e estojo preservados. Fita de leitura preservada. Dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez. Sem marcações, carimbos ou assinaturas. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52608897122579,"sku":"00195","price":420.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"alvares-de-azevedo-manuel-antonio-obra-completa-nova-aguilar-2000-00200","title":"ÁLVARES DE AZEVEDO, Manuel Antônio (1831–1852). Obra completa (Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2000).","description":"\u003cp\u003eÁLVARES DE AZEVEDO (Manuel Antônio) [1831–1852]. — ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ Organização \/\/ ALEXEI BUENO \/\/ Textos Críticos \/\/ JACI MONTEIRO \/\/ MACHADO DE ASSIS \/\/ SÍLVIO ROMERO \/\/ JOSÉ VERÍSSIMO \/\/ AGRIPINO GRIECO \/\/ RONALD DE CARVALHO \/\/ MÁRIO DE ANDRADE \/\/ MANUEL BANDEIRA \/\/ ANTONIO CANDIDO \/\/ JOSÉ GUILHERME MERQUIOR \/\/ LUCIANA STEGNANO-PICCHIO \/\/ WELLINGTON DE ALMEIDA SANTOS \/\/ [Marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"NA\" entrelaçadas] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 2000 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ ÁLVARES DE AZEVEDO \/\/ OBRA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Fortuna crítica \/ Reportagem iconográfica \/\/ POESIA \/\/ Lira dos vinte anos \/ Poesias diversas \/\/ O poema do Frade \/ O conde Lopo \/\/ Apêndice \/\/ PROSA \/\/ Macário \/ Noite na taverna \/\/ O livro de Fra Gondicário \/\/ Estudos literários \/ Discursos \/\/ CORRESPONDÊNCIA \/\/ APÊNDICE \/\/ Biliografia \/\/ Índices. — In-12.º., 849, [1] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÁlvares de Azevedo foi poeta, prosador e ensaísta, considerado um dos maiores expoentes do Ultra-Romantismo brasileiro. Morreu precocemente aos 20 anos, deixando uma obra marcada pelo tom melancólico, pela idealização da morte e pela visão dualista da vida. Sua \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e tornou-se um marco da poesia romântica nacional, onde se alternam lirismo sentimental e ironia mordaz. Apesar da curta vida, a profundidade e originalidade de sua produção asseguraram-lhe lugar de destaque no cânone literário brasileiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição, pertencente à Biblioteca Luso-Brasileira, Série Brasileira, publicada pela Editora Nova Aguilar,  reúne em um único volume a totalidade da produção poética, em prosa, crítica e epistolar do autor. Organizada por Alexei Bueno, abrange a célebre \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e, suas poesias dispersas, narrativas em prosa como Macário e Noite na Taverna, o romance inacabado O Livro de Fra Gondicário, além de estudos literários, discursos e vasta correspondência. A edição ainda incorpora fortuna crítica de alguns dos maiores nomes da literatura e crítica brasileira, como Machado de Assis, Sílvio Romero, Mário de Andrade, Antonio Candido e José Guilherme Merquior, permitindo uma visão ampla e contextualizada da obra azevediana. Apresenta, ainda, “Reportagem iconográfica”, com documentação visual da vida e da obra de Álvares de Azevedo, incluindo a fotografia da casa natal do poeta em São Paulo, retratos de família, a única fotografia original de Álvares de Azevedo aos 17 anos, além de fac-símiles de manuscritos e das primeiras edições de Poesias (1853) e Obras (1855).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste volume encontra-se o célebre poema de Álvares de Azevedo, pertencente à \u003cem\u003eLira dos Vinte Anos\u003c\/em\u003e:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSE EU MORRESSE AMANHÃ!\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eSe eu morresse amanhã, viria ao menos\u003cbr\u003eFechar meus olhos minha triste irmã;\u003cbr\u003eMinha mãe de saudades morreria\u003cbr\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQuanta glória pressinto em meu futuro!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue aurora de porvir e que amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEu perdera chorando essas coroas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQue sol! que céu azul! que doce n'alva\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAcorda a natureza mais louçã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão me batera tanto amor no peito\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eMas essa dor da vida que devora\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA ânsia de glória, o dolorido afã...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA dor no peito emudecera ao menos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e(pp. 314–315).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSegundo a Cronologia da vida e da obra (p. 17), no dia de seu enterro em 1852, após os discursos de Joaquim José Teixeira de Macedo e Domingos Jaci Monteiro, o escritor Manuel de Macedo, ao fim de seu discurso, leu o poema \u003cem\u003eSe eu morresse amanhã\u003c\/em\u003e, causando grande comoção entre os presentes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e em fac-símile da assinatura do autor na capa. Guardas íntegra, apenas com pontos de oxidação. Fita de leitura em tecido verde, preservada. Encadernação sólida, sem quebras estruturais. Corte homogêneo, apenas com alguns pequenos e leves pontos de oxidação. Miolo íntegro, firme, impresso em papel bíblia, com alguns pontos de oxidação e leve amarelado nas primeiras e últimas páginas, com textos e ilustrações preservados. Acompanha sobrecapa com pontos de oxidação. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52615053967635,"sku":"00200","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"alvares-de-azevedo-obra-completa-editora-nova-aguilar-2000-sku-0201","title":"ÁLVARES DE AZEVEDO, Manuel Antônio (1831–1852). 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E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÁlvares de Azevedo foi poeta, prosador e ensaísta, considerado um dos maiores expoentes do Ultra-Romantismo brasileiro. Morreu precocemente aos 20 anos, deixando uma obra marcada pelo tom melancólico, pela idealização da morte e pela visão dualista da vida. Sua \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e tornou-se um marco da poesia romântica nacional, onde se alternam lirismo sentimental e ironia mordaz. Apesar da curta vida, a profundidade e originalidade de sua produção asseguraram-lhe lugar de destaque no cânone literário brasileiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição, pertencente à Biblioteca Luso-Brasileira, Série Brasileira, publicada pela Editora Nova Aguilar,  reúne em um único volume a totalidade da produção poética, em prosa, crítica e epistolar do autor. Organizada por Alexei Bueno, abrange a célebre \u003cem\u003eLira dos vinte anos\u003c\/em\u003e, suas poesias dispersas, narrativas em prosa como Macário e Noite na Taverna, o romance inacabado O Livro de Fra Gondicário, além de estudos literários, discursos e vasta correspondência. A edição ainda incorpora fortuna crítica de alguns dos maiores nomes da literatura e crítica brasileira, como Machado de Assis, Sílvio Romero, Mário de Andrade, Antonio Candido e José Guilherme Merquior, permitindo uma visão ampla e contextualizada da obra azevediana. Apresenta, ainda, “Reportagem iconográfica”, com documentação visual da vida e da obra de Álvares de Azevedo, incluindo a fotografia da casa natal do poeta em São Paulo, retratos de família, a única fotografia original de Álvares de Azevedo aos 17 anos, além de fac-símiles de manuscritos e das primeiras edições de Poesias (1853) e Obras (1855).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste volume encontra-se o célebre poema de Álvares de Azevedo, pertencente à \u003cem\u003eLira dos Vinte Anos\u003c\/em\u003e:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSE EU MORRESSE AMANHÃ!\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eSe eu morresse amanhã, viria ao menos\u003cbr\u003eFechar meus olhos minha triste irmã;\u003cbr\u003eMinha mãe de saudades morreria\u003cbr\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQuanta glória pressinto em meu futuro!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue aurora de porvir e que amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEu perdera chorando essas coroas\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eQue sol! que céu azul! que doce n'alva\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eAcorda a natureza mais louçã!\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eNão me batera tanto amor no peito\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eMas essa dor da vida que devora\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA ânsia de glória, o dolorido afã...\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eA dor no peito emudecera ao menos\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eSe eu morresse amanhã!\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e(pp. 314–315).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eSegundo a Cronologia da vida e da obra (p. 17), no dia de seu enterro em 1852, após os discursos de Joaquim José Teixeira de Macedo e Domingos Jaci Monteiro, o escritor Manuel de Macedo, ao fim de seu discurso, leu o poema \u003cem\u003eSe eu morresse amanhã\u003c\/em\u003e, causando grande comoção entre os presentes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com douração preservada na lombada e em fac-símile da assinatura do autor na capa. Guardas íntegra, apenas com pontos de oxidação. Fita de leitura em tecido verde, preservada. Encadernação sólida, sem quebras estruturais. Corte homogêneo, apenas com alguns pequenos e leves pontos de oxidação. Miolo íntegro, firme, impresso em papel bíblia, com alguns pontos de oxidação e leve amarelado nas primeiras e últimas páginas, com textos e ilustrações preservados. Acompanha sobrecapa com leves pontos de oxidação e pequenos rasgos nas bordas. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52615108624659,"sku":"00201","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0201-thumb.png?v=1768365378"},{"product_id":"rui-barbosa-escritos-e-discursos-seletos-editora-nova-aguilar-1997-sku-0202","title":"BARBOSA DE OLIVEIRA, Rui (1849–1923). Escritos e discursos seletos (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eBARBOSA DE OLIVEIRA (Rui) [1849-1923].— RUI \/\/ BARBOSA \/\/  ESCRITOS E DISCURSOS \/\/ SELETOS \/\/ Seleção, organização e Notas de \/\/ VIRGÍNIA CORTES DE LACERDA \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ AMÉRICO JACOBINA LACOMBE \/\/ Rui, escritor \/\/ JOÃO MANGABEIRA \/\/ A Presença de Rui nas gerações novas \/\/ OSWALDO DE ANDRADE \/\/ Rui e a árvore da liberdade \/\/ CARLOS CHIACCHIO \/\/ Cronologia de Rui \/\/ [Marca editorial da Editora Nova Aguilar em vermelho com as letas \"N\" e \"A\" entrelaçadas] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997.— In-8.º., 1095, [1] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJurista, político, diplomata, orador e um dos mais brilhantes intelectuais do Brasil, Rui Barbosa marcou profundamente a vida pública nacional, tanto pelo vigor de sua atuação parlamentar quanto pela força moral de sua palavra. Reconhecido como um dos maiores tribunos da língua portuguesa, destacou-se na defesa das liberdades civis, na abolição da escravidão, na proclamação da República e na afirmação do Brasil no cenário internacional, que lhe valeu o epíteto de “\u003cem\u003eÁguia de Haia\u003c\/em\u003e”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste volume da Biblioteca Luso-Brasileira, marco de difusão crítica das grandes vozes do pensamento nacional e luso, reúne uma ampla seleção de discursos, ensaios e textos de Rui Barbosa, oferecendo uma visão panorâmica de sua produção intelectual e política.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre os textos, sobressai-se a visão crítica e combativa de Rui contra os que resistiam ao avanço do direito e da justiça, sobretudo no contexto do abolucionismo:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«\u003c\/em\u003e\u003cem\u003eLucram com a desordem, não os amigos da liberdade, cujo triunfo, em um país de escravos, não pode ser devido senão à conversão das inteligências pela palavra, à persuasão dos corações pelo exemplo, a longos sacrifícios de paciência, discrição e caridade; mas os asseclas do cativeiro, que, conscientes da impossibilidade de sua defesa no plenário agitado dos debates populares, almeja, para dilatar os seus últimos dias, um desses períodos de silêncio tumultuar, que sucedem às grandes perseguições vencedoras.»\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e(p. 297).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em verde escuro, com douração preservada na lombada e na assinatura fac-símile do autor na capa - apenas com pequena área de desbotamento da douração na ornamentação na parte inferior da lombada. Cortes regulares, bem alinhados e limpos. Miolo íntegro, firme e limpo, com textos e imagens preservados - apresenta apenas leves pontos de oxidação nas guardas e primeiras páginas. Guardas e fita de leitura conservadas.\u003cspan\u003e \u003cem\u003e3.ª reimpressão da\u003c\/em\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003e1.ª edição.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52634478575891,"sku":"00202","price":390.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0202-Thumb.png?v=1769486164"},{"product_id":"nabuco-joaquim-estadista-imperio-nova-aguilar-1975-00203","title":"NABUCO, Joaquim (1849–1910). Um estadista do Império (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1975).","description":"\u003cp data-pm-slice=\"0 0 []\"\u003eNABUCO (Joaquim) [1849–1910]. — JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ Volume único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JOAQUIM NABUCO \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ JOAQUIM NABUCO E A HISTÓRIA POLÍTICA DO IMPÉRIO \/\/ CRONOLOGIA \/ BIBLIOGRAFIA \/\/ UM ESTADISTA DO IMPÉRIO \/\/ LIVRO PRIMEIRO \/\/ ATÉ O MINISTÉRIO PARANÁ (1813-1853) \/\/ LIVRO SEGUNDO \/\/ O MINISTÉRIO PARANÁ (1853-1857) \/\/ LIVRO TERCEIRO \/\/ OS GABINETES FINANCEIROS (1857-1861) \/\/ A LIGA (1861-1864) \/\/ PRIMEIROS GABINETES PROGRESSISTAS (1864-1865) \/\/ LIVRO QUARTO \/\/ O GABINETE OLINDA (1865-1866) \/\/ LIVRO QUINTO \/\/ QUEDA DOS PROGRESSISTAS (1866-1868) \/\/ COMEÇO DA SITUAÇÃO CONSERVADORA (1868-1872) \/\/ LIVRO SEXTO \/\/ PROBLEMAS DE APÓS GUERRA \/\/ RETRAIMENTO GRADUAL DE NABUCO (1872-1877) \/\/ LIVRO SÉTIMO \/\/ NABUCO JURISCONSULTO \/\/ LIVRO OITAVO \/\/ CONCLUSÃO \/\/ [Marca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em preto, com emblema em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975 \/\/ [Imagem do autor em preto e branco] \/\/ JOSÉ THOMAZ NABUCO DE ARAÚJO, QUANDO MINISTRO \/\/ DA JUSTIÇA, 1869 (QUADRO DE VICTOR MEIRELLES) \/\/ [Fac-símile da assinatura do autor em tinta preta] \/\/ JOAQUIM \/\/ NABUCO \/\/ UM ESTADISTA \/\/ DO IMPÉRIO \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ Joaquim Nabuco e a História Política do Império \/\/ AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO \/\/ Cronologia e Bibliografia \/\/ [Marca editorial da Biblioteca Luso-Brasileira em vermelho, com emblema em forma de escudo com livro aberto e as letras \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1975.— In-12.º., 1141, [2] p. E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDiplomata, jurista, historiador e um dos mais destacados intelectuais do Brasil oitocentista, Joaquim Nabuco foi figura central do movimento abolicionista, não apenas pela militância política e parlamentar, mas também por seu vigor intelectual e humanista. Autor de obras de grande envergadura como O Abolicionismo (1883) e Minha Formação (1900), deixou em \u003cem\u003eUm Estadista do Império\u003c\/em\u003e uma análise monumental da vida política e parlamentar do Brasil imperial, considerada até hoje uma das mais completas interpretações da história do Segundo Reinado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÀ luz de sua crítica social e política, Nabuco expõe o drama dos africanos livres no Brasil, vítimas de manipulações estatais e políticas que perpetuaram o regime escravista sob novas formas:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eA história dos africanos livres de uma e outra categoria é uma das páginas mais tristes da escravidão entre nós, além do mais, porque tudo se fazia em violação de tratados, de solenes compromissos, que o governo tomara de garantir a liberdade dos africanos que lhe eram entregues pelas Comissões Mistas. A distribuição de muitos deles entre homens políticos importantes facilitava os abusos, abusos que se podem resumir dizendo que em grande parte aqueles africanos livres foram fraudulentamente incorporados à escravatura.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(pp. 207–208).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse trecho, de forte carga histórica e humanitária, testemunha a lucidez de Nabuco ao registrar não apenas o funcionamento da política imperial, mas também o drama humano silenciado pela retórica oficial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição integrada na prestigiada Biblioteca Luso-Brasileira, coleção dirigida no Brasil por Afrânio Coutinho, em colaboração com João Gaspar Simões, em Lisboa, destinada a reunir obras-primas das literaturas do Brasil e de Portugal. Volume único da obra-prima historiográfica de Joaquim Nabuco, originalmente publicada em 1897 em três tomos, agora condensada em edição monumental com notas e aparato crítico. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial plena em couro verde, com douração preservada na ornamentação e descrições na lombada e em fac-símile da assinatura de Nabuco na capa - apresentando apenas leve desbotamento pontual no fac-símile. Guardas íntegras e preservadas, estampadas com o monograma da coleção (BLB). Corte superior com tingimento em tom avermelhado, com uma parte levemente desbotada e cortes lateral e inferior com pequenos e leves pontos de oxidação. Miolo íntegro, limpo e firme, sem manchas de acidez relevantes. Algumas primeiras e últimas folhas levemente amareladas, com alguns pontos de oxidação, sem comprometimento de textos ou ilustrações. Fita de leitura preservada. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e4.ª edição \/ 1.ª edição da Editora Nova Aguilar, 1975\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52635022065939,"sku":"00203","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/00203-um-estadista-do-imperio-joaquim-nabuco-nova-aguilar-thumb.jpg?v=1779284622"},{"product_id":"joaquim-nabuco-um-estadista-do-imperio-editora-nova-aguilar-1975-sku-0204","title":"NABUCO, Joaquim (1849–1910). 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E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDiplomata, jurista, historiador e um dos mais destacados intelectuais do Brasil oitocentista, Joaquim Nabuco foi figura central do movimento abolicionista, não apenas pela militância política e parlamentar, mas também por seu vigor intelectual e humanista. Autor de obras de grande envergadura como O Abolicionismo (1883) e Minha Formação (1900), deixou em \u003cem\u003eUm Estadista do Império\u003c\/em\u003e uma análise monumental da vida política e parlamentar do Brasil imperial, considerada até hoje uma das mais completas interpretações da história do Segundo Reinado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÀ luz de sua crítica social e política, Nabuco expõe o drama dos africanos livres no Brasil, vítimas de manipulações estatais e políticas que perpetuaram o regime escravista sob novas formas:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eA história dos africanos livres de uma e outra categoria é uma das páginas mais tristes da escravidão entre nós, além do mais, porque tudo se fazia em violação de tratados, de solenes compromissos, que o governo tomara de garantir a liberdade dos africanos que lhe eram entregues pelas Comissões Mistas. A distribuição de muitos deles entre homens políticos importantes facilitava os abusos, abusos que se podem resumir dizendo que em grande parte aqueles africanos livres foram fraudulentamente incorporados à escravatura.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(pp. 207–208).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse trecho, de forte carga histórica e humanitária, testemunha a lucidez de Nabuco ao registrar não apenas o funcionamento da política imperial, mas também o drama humano silenciado pela retórica oficial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição integrada na prestigiada Biblioteca Luso-Brasileira, coleção dirigida no Brasil por Afrânio Coutinho, em colaboração com João Gaspar Simões, em Lisboa, destinada a reunir obras-primas das literaturas do Brasil e de Portugal. Volume único da obra-prima historiográfica de Joaquim Nabuco, originalmente publicada em 1897 em três tomos, agora condensada em edição monumental com notas e aparato crítico. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial plena em couro verde, com douração conservada na ornamentação e descrições na lombada e em fac-símile da assinatura do autor na capa - apresentando apenas pontos de desbotamento na lombada. Guardas íntegras e preservadas, estampadas com o monograma da coleção (BLB). Corte superior com tingimento em tom avermelhado, desbotado. Corte lateral com pequenos e leves pontos de oxidação, quase imperceptíveis. Miolo íntegro, limpo e firme, sem manchas de acidez relevantes. Algumas primeiras e últimas folhas levemente amareladas, com alguns pontos de oxidação, sem comprometimento de textos ou ilustrações. Fita de leitura preservada. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e4.ª edição \/ 1.ª edição da Editora Nova Aguilar, 1975\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52635094024467,"sku":"00204","price":490.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0204-thumb.jpg?v=1766221656"},{"product_id":"joaquim-nabuco-um-estadista-do-imperio-editora-nova-aguilar-1975-sku-0205","title":"NABUCO, Joaquim (1849–1910). 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E. editorial em couro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDiplomata, jurista, historiador e um dos mais destacados intelectuais do Brasil oitocentista, Joaquim Nabuco foi figura central do movimento abolicionista, não apenas pela militância política e parlamentar, mas também por seu vigor intelectual e humanista. Autor de obras de grande envergadura como O Abolicionismo (1883) e Minha Formação (1900), deixou em \u003cem\u003eUm Estadista do Império\u003c\/em\u003e uma análise monumental da vida política e parlamentar do Brasil imperial, considerada até hoje uma das mais completas interpretações da história do Segundo Reinado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÀ luz de sua crítica social e política, Nabuco expõe o drama dos africanos livres no Brasil, vítimas de manipulações estatais e políticas que perpetuaram o regime escravista sob novas formas:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003e«\u003c\/span\u003eA história dos africanos livres de uma e outra categoria é uma das páginas mais tristes da escravidão entre nós, além do mais, porque tudo se fazia em violação de tratados, de solenes compromissos, que o governo tomara de garantir a liberdade dos africanos que lhe eram entregues pelas Comissões Mistas. A distribuição de muitos deles entre homens políticos importantes facilitava os abusos, abusos que se podem resumir dizendo que em grande parte aqueles africanos livres foram fraudulentamente incorporados à escravatura.\u003cspan\u003e»\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(pp. 207–208).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEsse trecho, de forte carga histórica e humanitária, testemunha a lucidez de Nabuco ao registrar não apenas o funcionamento da política imperial, mas também o drama humano silenciado pela retórica oficial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição integrada na prestigiada Biblioteca Luso-Brasileira, coleção dirigida no Brasil por Afrânio Coutinho, em colaboração com João Gaspar Simões, em Lisboa, destinada a reunir obras-primas das literaturas do Brasil e de Portugal. Volume único da obra-prima historiográfica de Joaquim Nabuco, originalmente publicada em 1897 em três tomos, agora condensada em edição monumental com notas e aparato crítico. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial plena em couro verde, com douração preservada no fac-símile da assinatura do autor na capa e com desbotamento na lombada. Guardas íntegras e preservadas, estampadas com o monograma da coleção (BLB). Corte superior com tingimento em tom avermelhado, conservado. Corte inferior com poucos e pequenos pontos de oxidação. Sem fita de leitura. Miolo íntegro, limpo e firme, sem manchas de acidez relevantes. 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Poesia completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1997).","description":"\u003cp\u003eLIMA, (Jorge Mateus de) [1893–1953].— JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Alexei Bueno \/\/ TEXTOS CRÍTICOS \/\/ Marco Lucchesi \/\/ José Américo de Almeida \/\/ José Lins do Rego \/\/ Benjamin Lima \/\/ Tristão de Ataíde \/\/ Manuel Anselmo \/\/ Mário de Andrade \/\/ Gilberto Freyre \/\/ Fausto Cunha \/\/ João Gaspar Simões \/\/ Euríalo Canabrava \/\/ Murilo Mendes \/\/ [Monograma editorial em vermelho, estilizado com as letras entrelaçadas \"A\" e \"N\", tradicional da casa publicadora] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1997 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ JORGE DE LIMA \/\/ POESIA COMPLETA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota editorial \/ O sistema Jorge de Lima \/\/ Cronologia da vida e da obra \/\/ Auto-retrato intelectual \/ Fortuna crítica \/\/ POESIA \/\/ Poemas da infância e sonetos \/ XIV Alexandrinos \/\/ Poemas \/ Novos poemas \/ Poemas escolhidos \/\/ Poemas negros \/ Tempo e eternidade \/\/ A túnica inconsútil \/ Anunciação e encontro de Mira-Celi \/\/ Livro de sonetos \/ Invenção de Orfeu \/ Castro Alves — vidinha \/\/ Poemas dispersos \/ Poemas traduzidos \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/ Índice de títulos e primeiros versos \/\/ Índice geral.— In-12.º., 902, [2] p. E editorial com sobrecapa e estojo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJorge de Lima ocupa um lugar central na poesia brasileira do século XX, transitando do parnasianismo e do simbolismo a uma poética de tom social, místico e barroco. Médico, político e poeta, sua obra é múltipla, mas ganha força especial no engajamento com a condição humana e com a história cultural do Brasil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003ePoemas Negros\u003c\/em\u003e, o poeta mergulha na condição histórica e espiritual da diáspora africana no Brasil, denunciando a escravidão e refletindo sobre a formação mestiça da identidade nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo poema «\u003cem\u003eFoi mudando, mudando»\u003c\/em\u003e, essa meditação adquire cadência de ladainha, insistindo na pergunta sobre as raízes do povo brasileiro. O tom reiterativo transforma-se em interrogação existencial e histórica, que no desfecho ecoa como síntese pungente:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Quem foi que te deu esta sabedoria,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003emais dengo e alvura,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ecabelo escorrido, tristeza do mundo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003edesgosto da vida, orgulho de branco, algemas, resgates, alforrias?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eFoi negro, foi índio ou foi cristão?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQuem foi que mudou teu leite,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu sangue, teus pés,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu modo de amar,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteus santos, teus ódios,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu fogo,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eteu suor,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua espuma,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua saliva, teus abraços, teus suspiros, tuas comidas,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003etua língua?\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eTe vendo, medito: foi negro, foi índio ou foi cristão?»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 310)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eA repetição obsessiva da pergunta retórica constrói uma verdadeira liturgia da mestiçagem brasileira, revelando a hibridez cultural, religiosa e corporal do povo. Mais do que identificar uma origem única, Jorge de Lima mostra que a identidade nacional nasce da mistura de raças e culturas, mas também das marcas profundas da escravidão, da violência colonial e da resistência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse poema é, ao mesmo tempo, denúncia e celebração, ecoando a memória dos povos oprimidos (negros e indígenas), mas também registrando como a herança cristã se impôs de forma violenta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação editorial em capa dura verde, com lombada ornada em prateado preservada e douração preservada na assinatura fac-símile do autor na capa. Miolo íntegro, limpo e firme. Impresso em papel \u003cem\u003eValobible\u003c\/em\u003e francês. Fita de leitura preservada. Acompanha sobrecapa e estojo originais, ambos preservados. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52636552495379,"sku":"00207","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/00207-jorge-de-lima-poesia-completa-1997-editora-nova-aguilar-inactual-thumb.jpg?v=1779746252"},{"product_id":"drummond-de-andrade-carlos-1902-1987-poesia-e-prosa-editora-nova-aguilar-1983-sku-0221","title":"DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos (1902–1987). Poesia e Prosa (Editora Nova Aguilar S.A., Rio de Janeiro, 1983).","description":"\u003cp\u003eDRUMMOND DE ANDRADE (Carlos) [1902-1987].— CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE \/\/ POESIA E PROSA \/\/ Volume Único \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ CARLOS \/\/ DRUMMOND DE ANDRADE \/\/ POESIA E PROSA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ AS VÁRIAS FACES DE UMA POESIA \/ FORTUNA CRÍTICA \/\/ CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA \/\/ POESIA \/\/ ALGUMA POESIA \/ BREJO DAS ALMAS \/ \/\/ SENTIMENTO DO MUNDO \/ JOSÉ \/ A ROSA DO POVO \/\/ NOVOS POEMAS \/ CLARO ENIGMA \/ FAZENDEIRO DO AR \/\/ A VIDA PASSADA A LIMPO \/ LIÇÃO DE COISAS \/\/ A FALTA QUE AMA \/ AS IMPUREZAS DO BRANCO \/\/ BOITEMPO \/ MENINO ANTIGO \/\/ VERSIPROSA \/ VIOLA DE BOLSO \/\/ DISCURSO DE PRIMAVERA E ALGUMAS SOMBRAS \/\/ PROSA \/\/ Conto \/\/ CONTOS DE APRENDIZ \/\/ Crônica \/\/ CONFISSÕES DE MINAS \/ PASSEIOS NA ILHA \/\/ FALA, AMENDOEIRA \/ A BOLSA \u0026amp; A VIDA \/\/ CADEIRA DE BALANÇO \/ CAMINHOS DE JOÃO BRANDÃO \/\/ O PODER ULTRAJOVEM \/\/ DE NOTÍCIAS \u0026amp; NÃO NOTÍCIAS FAZ-SE A CRÔNICA \/\/ APÊNDICE \/\/ BIBLIOGRAFIA \/\/ [Marca tipográfica da Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1983 \/\/ [Fotografia do autor em preto e branco, com legenda « FOTO LUIZ ALPHONSUS, 1977 » e, abaixo, fac-símile da sua assinatura] \/\/ CARLOS DRUMMOND \/\/ DE ANDRADE \/\/ POESIA E PROSA \/\/ organizada pelo autor \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ As Várias Faces de uma Poesia \/\/ EMANUEL DE MORAES \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE \/ OTTO MARIA CARPEAUX \/\/ ÁLVARO LINS \/ SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA \/\/ HAROLDO DE CAMPOS \/ JOÃO GASPAR SIMÕES \/ HÉLCIO MARTINS \/\/ GILBERTO MENDONÇA TELES \/ AFFONSO ROMANO DE SANT'ANNA \/\/ JOAQUIM-FRANCISCO COELHO \/ JOSÉ GUILHERME MERQUIOR \/\/ ANTÔNIO HOUAISS \/\/ Cronologia da Vida e da Obra \/\/ APÊNDICE \/\/ Bibliografia \/\/ [Marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma estilizado com as iniciais \"ENA\" entrelaçadas em livro aberto, encimadas por coroa de louros] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1983.— In-12.º., 1534, [2] p. E. editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCarlos Drummond de Andrade é um dos maiores nomes da poesia brasileira do século XX, associado ao Modernismo, mas que construiu uma obra de amplitude singular, marcada pelo rigor formal e pelo olhar crítico e humano sobre o Brasil e sobre a condição humana. Sua poesia dialoga tanto com a intimidade quanto com os dilemas sociais, transitando entre a ironia, o lirismo e a reflexão filosófica. A presente edição reúne poesia e a prosa de Drummond, acompanhada de fortuna crítica, estudos e bibliografia, constituindo-se em uma edição de referência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNa primeira página da « \u003cem\u003eNota Editorial »\u003c\/em\u003e, Afrânio Coutinho destaca:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Poeta extremamente individual, extraindo do mais íntimo de um ser a nenhum outro similar as notas puras do lirismo, e, por outro lado, por influência de sua circunstância itabirana, das vivências acumuladas na infância bem brasileira, cuja escora de alma esse canto, identificado com o que de mais alto já produziu a alma de seu povo.»\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eEssa observação ilumina a dupla dimensão da poesia de Drummond: profundamente pessoal e, ao mesmo tempo, enraizada na experiência coletiva brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA edição da Editora Nova Aguilar, integrada à coleção Biblioteca Luso-Brasileira, é considerada uma das mais relevantes publicações da obra de Carlos Drummond de Andrade. Além de reunir, em um único volume, poesia e prosa, apresenta um rico aparato crítico, composto por introduções, fortuna crítica, cronologia detalhada da vida e obra, além de uma extensa bibliografia. As imagens e documentos inseridos — como retratos, caricaturas, fac-símiles de manuscritos e fotografias ao lado de figuras como Manuel Bandeira, Vinicius de Moraes e Jorge de Lima — contribuem para fixar a memória do autor como uma personalidade central da cultura brasileira. Serviu e continua servindo como referência essencial para pesquisadores, críticos literários e leitores interessados em compreender a complexidade da literatura brasileira do século XX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exemplar apresenta-se com encadernação editorial em verde escuro, com douração preservada na lombada e no fac-símile da assinatura do autor na capa. Miolo íntegro, páginas firmes, com legibilidade plena. Corte superior com tingimento avermelhado desbotado. Apresenta pequenos pontos de oxidação nos cortes e amarelamento natural do papel, compatível com a idade da edição, além de sinais discretos de manuseio - pequenos desgastes pontuais na junção entre capa e lombada e um leve amassado superficial na extremidade superior da capa. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003eReimpressão da 5.ª edição, 1983.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52707843899667,"sku":"0221","price":550.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0221-thumb.jpg?v=1767308059"},{"product_id":"meireles-cecilia-obra-poetica-editora-nova-aguilar-1977-sku-0222","title":"MEIRELES, Cecília (1901-1964). Obra poética (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eMEIRELES (Cecília Benevides de Carvalho) [1901-1964].— CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ Volume Único \/\/ \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003eBIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Basileira \/\/ CECÍLIA MEIRELES \/\/ OBRA POÉTICA \/\/ em um volume \/\/ INTRODUÇÃO \/\/ NOTA EDITORIAL \/\/ POESIA DO SENSÍVEL E DO IMAGINÁRIO \/\/ FORTUNA CRÍTICA \/ NOTÍCIA BIOGRÁFICA \/\/ \u003cbr data-end=\"610\" data-start=\"607\"\u003eBIBLIOGRAFIA \/\/ POESIA \/\/ VIAGEM \/ VAGA MÚSICA \/\/ MAR ABSOLUTO E OUTROS POEMAS \/\/ RETRATO NATURAL \/ AMOR EM LEONORETA \/\/ DOZE NOTURNOS DA HOLANDA \/ O AERONAUTA \/\/ ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA \/\/ PEQUENO ORATÓRIO DE SANTA CLARA \/\/ CANÇÕES \/ ROMANCE DE SANTA CECÍLIA \/\/ PISTÓIA, CEMITÉRIO MILITAR BRASILEIRO \/\/ DISPERSOS \/ POEMAS ESCRITOS NA ÍNDIA \/\/ METAL ROSICLER \/ SOLOMBRA \/ OU ISTO OU AQUILO \/\/ CRÔNICA TROVADA \/\/ [Marca tipográfica da Biblioteca Luso-Brasileira em tinta preta: em forma de escudo com livro aberto e as letas \"BLB\", encimadas por coroa de louros] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977 \/\/ [Ilustração em página inteira: xilogravura do perfil de Cecília Meireles, com assinatura fac-similar] \/\/ \u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eCECÍLIA \/\/ MEIRELES \/\/ OBRA \/\/ POÉTICA \/\/ Nota Editorial \/\/ AFRÂNIO COUTINHO \/\/ Poesia do Sensível e do Imaginário \/\/ Notícia Biográfica e Bibliográfica \/\/ DARCY DAMASCENO \/\/ Fortuna Crítica \/\/ MÁRIO DE ANDRADE, OSMAR PIMENTEL, CUNHA LEÃO, \/\/ JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA \/\/ MENOTTI DEL PICCHIA, NUNO DE SAMPAIO, \/\/ PAULO RÓNAI, MURILO MENDES, JOÃO GASPAR SIMÕES \/\/ Xilogravuras de \/\/ GRACIELA FUENSALIDA \/\/ [Monograma editorial em vermelho da Editora Nova Aguilar, formado pelo entrelaçamento das iniciais \"E\", \"N\" e \"A\", escrito \"EDITORA NOVA AGUILAR\", símbolo característico da casa publicadora nas edições de ficção literária] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1977.— In-12.º., 779, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eEdição de prestígio da série Biblioteca Luso-Brasileira, reunindo num único volume a vasta produção lírica de Cecília Meireles, uma das vozes mais universais e delicadas da poesia de língua portuguesa. \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eO volume contempla desde \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eViagem\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e (1939) — obra inaugural que rendeu à autora o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras — até o célebre \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eRomanceiro da Inconfidência\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e (1953), além de outros livros fundamentais como \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eVaga Música, Mar Absoluto, Metal Rosicler, Canções, Poemas Escritos na Índia\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eSolombra\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e .\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eEntre os versos que consagram Cecília como intérprete da alma brasileira e da condição humana, encontra-se uma célebre reflexão sobre a liberdade:\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e« Liberdade — essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda! »\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e (pág. 452).\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eExemplar com encadernação editorial em couro verde escuro, com douração preservada nos ornamentos na lombada e na assinatura fac-similar da autora gravada na capa. Impresso em papel-bíblia, com fortuna crítica, notas e índice detalhado. Capa e lombada firmes e preservadas. Miolo íntegro, limpo e firme, com apenas algumas folhas iniciais e finais com leve amarelado nas extremidades pelo tempo, sem atingir nenhum texto ou ilustração. Apresenta alguns pequenos pontos de oxidação, sobretudo nos cortes e nas primeiras e últimas páginas, sem comprometimento da leitura. Corte superior com tingimento avermelhado preservado. Folhas de Guarda íntegras e preservadas. Ilustrações e textos limpos e preservados. Fita de leitura original presente, com pontos de desbotamento. Sem assinaturas, marcações ou carimbos. \u003cem\u003eReimpressão da\u003c\/em\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e3ª edição, 1977.\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eIDIOMA\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e Português\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eDIMENSÕES\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e Altura: 18,5cm \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003e\u003cspan style=\"vertical-align: inherit;\" dir=\"auto\"\u003eLargura: 12cm\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52707868901651,"sku":"0222","price":500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"a-poesia-dos-inconfidentes-nova-aguilar-1996-sku-0223","title":"COSTA, Cláudio Manuel da (1729–1789); GONZAGA, Tomás Antônio (1744–1810); ALVARENGA PEIXOTO, Inácio José de (1744–1793). A poesia dos inconfidentes (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1996).","description":"\u003cp data-end=\"1455\" data-start=\"973\"\u003eCOSTA (Cláudio Manuel da) [1729–1789]; GONZAGA (Tomás Antônio) [1744–1810]; ALVARENGA PEIXOTO (Inácio José de) [1744–1793].— A POESIA DOS \/\/ INCONFIDENTES \/\/ POESIA COMPLETA DE \/\/ CLÁUDIO MANUEL DA COSTA \/\/ TOMÁS ANTÔNIO GONZAGA \/\/ E ALVARENGA PEIXOTO \/\/ ORGANIZAÇÃO \/\/ Domício Proença Filho \/\/ ARTIGOS, ENSAIOS E NOTAS \/\/ Eliana S. Muzzi \/\/ João Ribeiro \/\/ Letícia Malard \/\/ Lúcia Helena \/\/ Luciano Figueiredo \/\/ Manuel Bandeira \/\/ Manuel Rodrigues Lapa \/\/ Melânia Silva de Aguiar \/\/ Paulo Roberto Dias Pereira \/\/ [Marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho] \/\/ [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, EDITORA NOVA AGUILAR S.A., 1996 \/\/ BIBLIOTECA \/\/ LUSO-BRASILEIRA \/\/ Série Brasileira \/\/ A POESIA DOS INCONFIDENTES \/\/\u003cbr data-end=\"894\" data-start=\"891\"\u003ePOESIA COMPLETA DE \/\/ CLÁUDIO MANUEL DA COSTA \/\/ TOMÁS ANTÔNIO GONZAGA \/\/\u003cbr data-end=\"974\" data-start=\"971\"\u003eE ALVARENGA PEIXOTO \/\/ Volume único \/\/ INTRODUÇÃO GERAL \/\/ Apresentação • Painel histórico \/\/ Cronologia da Inconfidência • Cronologia da vida e da obra dos poetas \/\/ CLÁUDIO MANUEL DA COSTA \/\/ Obras • Parnaso Obsequioso e obras poéticas • Vila Rica \/\/ Culto métrico • Minusculo métrico • Epicedio \/\/ Obras: sonetos inéditos • Poesias manuscritas \/\/ TOMÁS ANTÔNIO GONZAGA \/\/ Marília de Dirceu • Outros poemas • Cartas chilenas \/\/ ALVARENGA PEIXOTO \/\/ Poesias \/\/ APÊNDICE \/\/ Autos da devassa (excertos) • Notas \/\/ Bibliografia da Inconfidência • Bibliografia dos poetas \/\/ ÍNDICES.— In-12.º., LXIV, 1200, [2] p. E. editorial. \u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1455\" data-start=\"973\"\u003eA presente edição, publicada na Série Brasileira da \u003cem data-end=\"1057\" data-start=\"1029\"\u003eBiblioteca Luso-Brasileira\u003c\/em\u003e, reúne em um único e vasto volume a obra poética essencial e documentada dos três principais autores associados à Inconfidência Mineira. Organizada por Domício Proença Filho, a obra combina rigor filológico, aparato crítico extenso e estudos introdutórios que contextualizam a evolução da poesia luso-brasileira no século XVIII, bem como o ambiente sociopolítico que levou à conspiração de 1789.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"2016\" data-start=\"1457\"\u003eOs poemas aqui reunidos — desde o Parnaso Obsequioso e os sonetos clássicos de Cláudio Manuel, passando pelas célebres \u003cem data-end=\"1591\" data-start=\"1584\"\u003eLiras\u003c\/em\u003e de Tomás Antônio Gonzaga, até as composições sentimentais e cívicas de Alvarenga Peixoto — revelam a tensão entre o ideal iluminista, a estética árcade e o drama íntimo dos poetas que testemunharam a decadência do sistema colonial. A lírica amorosa, a paisagem bucólica, a exaltação das virtudes públicas e a crítica velada ao poder constituem o arco temático deste conjunto essencial para a literatura brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"2398\" data-start=\"2018\"\u003eNo trecho selecionado a seguir — extraído das \u003cem data-end=\"2073\" data-start=\"2064\"\u003ePoesias\u003c\/em\u003e de Alvarenga Peixoto — o poeta lamenta, de modo contido e musical, a impossibilidade do amor e a amarga fatalidade que o afasta da mulher amada. A voz confessional, marcada pela dor e pela doçura, ilumina o aspecto mais humano dos Inconfidentes, distante da rigidez histórica e próximo da intimidade vulnerável:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp data-end=\"1776\" data-start=\"1608\"\u003e\u003cem\u003e«Eu bem queria\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1626\" data-start=\"1623\"\u003e\u003cem\u003eA noite e o dia\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1644\" data-start=\"1641\"\u003e\u003cem\u003eSempre contigo\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1661\" data-start=\"1658\"\u003e\u003cem\u003ePoder passar;\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1677\" data-start=\"1674\"\u003e\u003cem\u003eMas orgulhosa\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1693\" data-start=\"1690\"\u003e\u003cem\u003eSorte invejosa\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1710\" data-start=\"1707\"\u003e\u003cem\u003eDesta fortuna\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1726\" data-start=\"1723\"\u003e\u003cem\u003eMe quer privar.\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1744\" data-start=\"1741\"\u003e\u003cem\u003eIsto é castigo\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1761\" data-start=\"1758\"\u003e\u003cem\u003eQue Amor me dá.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1965\" data-start=\"1778\"\u003e\u003cem\u003eTu, entre os braços,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1801\" data-start=\"1798\"\u003e\u003cem\u003eTernos abraços\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1818\" data-start=\"1815\"\u003e\u003cem\u003eDa filha amada\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1835\" data-start=\"1832\"\u003e\u003cem\u003ePodes gozar.\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1850\" data-start=\"1847\"\u003e\u003cem\u003ePriva-me a estrela\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1871\" data-start=\"1868\"\u003e\u003cem\u003eDe ti e dela,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1887\" data-start=\"1884\"\u003e\u003cem\u003eBusca dois modos\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1906\" data-start=\"1903\"\u003e\u003cem\u003eDe me matar.\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1921\" data-start=\"1918\"\u003e\u003cem\u003eIsto é castigo\u003c\/em\u003e\u003cbr data-end=\"1938\" data-start=\"1935\"\u003e\u003cem\u003eQue Amor me dá.»\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e(p. 975).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-end=\"2992\" data-start=\"2609\"\u003eA edição é impressa em papel bíblia de alta qualidade, com acabamento elegante característico da Nova Aguilar. Contém introdução geral, painel histórico, cronologias da Inconfidência e dos autores, notas explicativas, estudos críticos diversos e extenso apêndice documental, incluindo trechos dos \u003cem data-end=\"2989\" data-start=\"2971\"\u003eAutos da Devassa\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"3266\" data-start=\"2994\"\u003eCapa dura em verde escuro, com títulos e ornamentos dourados na lombada, e fac-símile da assinatura dos três autores na capa. Exemplar em muito bom estado geral. Lombada firme e bem conservada, apresentando apenas pontos de desbotamento na douração. Miolo limpo, sólido, com algumas folhas levemente amareladas pelo tempo. Cortes com pontos de oxidação. Guardas íntegras e preservadas, apresentando apenas uma marca na guarda anterior, em tom mais escuro, aparentemente de alguma etiqueta retirada do local. Volume robusto e bem preservado. Fita de leitura original presente. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. \u003cem\u003e1.ª edição, 1996.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52711730184467,"sku":"0223","price":520.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0223-thumb.jpg?v=1767770179"},{"product_id":"quintana-mario-poesia-completa-nova-aguilar-2008-00254","title":"QUINTANA, Mario (1906–1994). Poesia completa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2008).","description":"\u003cp\u003eQUINTANA (Mario) [1906–1994].— MARIO QUINTANA \/\/ Poesia completa \/\/ Organização, preparação do texto, prefácio e notas: \/\/ Tania Franco Carvalhal \/\/ [Monograma da Editora Nova Aguilar em preto com as letras \"N\" e \"A\" sobrepostas] \/\/ [——] \/\/ RIO DE JANEIRO, NOVA AGUILAR, 2008.— In- 12.º, 1019, [2] p. E. editorial com sobrecapa e estojo. \u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1451\" data-start=\"906\"\u003eEdição monumental da obra de Mario Quintana, um dos nomes mais singulares, delicados e intelectualmente sofisticados da literatura brasileira do século XX. Integrando a prestigiosa coleção Biblioteca Luso-Brasileira — Série Brasileira, da Editora Nova Aguilar, este alentado volume em tomo único reúne ampla seleção da produção poética do autor em edição crítica e documental organizada, preparada, prefaciada e anotada por Tania Franco Carvalhal, acompanhada de cronologia da vida e da obra, iconografia e consistente aparato bibliográfico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1944\" data-start=\"1453\"\u003eO volume distingue-se ainda pelo notável conjunto crítico reunido: extenso prefácio analítico (\u003cem data-end=\"1580\" data-start=\"1550\"\u003eItinerário de Mario Quintana\u003c\/em\u003e), fortuna crítica com textos de Augusto Meyer, Fausto Cunha, Guilhermino César, Paulo Rónai, Gustavo Corção e Paulo Mendes Campos, além de homenagens poéticas assinadas por Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Cecília Meireles, José Augusto Seabra e Carlos Nejar, convertendo o exemplar em valioso instrumento de estudo, consulta e apreciação literária.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"811\" data-end=\"1529\"\u003eA presente edição oferece uma reunião abrangente da produção poética de Mario Quintana, contemplando seus livros fundamentais, além de textos destinados ao público infantil e peças correlatas, permitindo visão ampla e historicamente contextualizada de uma obra construída ao longo de mais de cinco décadas de criação literária. Figuram entre os títulos reunidos \u003cem data-start=\"1173\" data-end=\"1195\"\u003eA rua dos cataventos\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1197\" data-end=\"1206\"\u003eCanções\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1208\" data-end=\"1224\"\u003eSapato florido\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1226\" data-end=\"1252\"\u003eO aprendiz de feiticeiro\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1254\" data-end=\"1270\"\u003eEspelho mágico\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1272\" data-end=\"1283\"\u003eCaderno H\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1285\" data-end=\"1324\"\u003eApontamentos de história sobrenatural\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1326\" data-end=\"1348\"\u003eA vaca e o hipogrifo\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1350\" data-end=\"1373\"\u003eEsconderijos do tempo\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1375\" data-end=\"1392\"\u003eBaú de espantos\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1394\" data-end=\"1418\"\u003ePreparativos de viagem\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1420\" data-end=\"1437\"\u003ePorta giratória\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1439\" data-end=\"1460\"\u003eVelório sem defunto\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1462\" data-end=\"1468\"\u003eÁgua\u003c\/em\u003e, entre outros títulos significativos da trajetória do autor.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"2063\" data-end=\"2486\"\u003eMario Quintana ocupa posição singular na literatura de língua portuguesa. Sua escrita conjuga lirismo, ironia, imaginação, melancolia metafísica, observação do cotidiano e extraordinária economia verbal. Sob aparência de simplicidade — apenas aparente — sua poesia constrói um universo de grande sofisticação formal e filosófica, em que infância, memória, tempo, morte, absurdo e delicadeza coexistem com rara naturalidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"2488\" data-end=\"2519\"\u003eComo sintetiza o próprio autor:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote data-start=\"2521\" data-end=\"2609\"\u003e\n\u003cp data-start=\"2523\" data-end=\"2609\"\u003e«\u003cem\u003eA vida não dá tempo para a Vida.\u003c\/em\u003e»\u003cbr data-start=\"2561\" data-end=\"2564\"\u003e\u003cem\u003e\u003cspan data-start=\"2568\" data-end=\"2609\"\u003e(\u003c\/span\u003ep. 796).\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-start=\"2611\" data-end=\"2789\"\u003eMesmo em formulações breves, Quintana condensa com precisão sua inteligência lírica: leveza como forma de transcendência, ironia como lucidez, simplicidade como conquista formal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"2791\" data-end=\"3224\"\u003eExemplar com sobrecapa e estojo editoriais preservados e encadernação plena característica das edições Nova Aguilar. Volume de apresentação elegante, com lombada íntegra, dourações preservadas, miolo firme, cortes limpos e excelente integridade estrutural. Conserva muito boa aparência geral, com mínimos sinais de manuseio e discretíssimo desgaste pontual compatível com uso cuidadoso, sem comprometimento estético relevante. Edição fundamental para colecionadores, estudiosos da literatura brasileira, pesquisadores e leitores que desejem reunir, em um único volume de referência, uma das mais importantes compilações editoriais da obra de um dos mais refinados poetas brasileiros do século XX. Sem assinaturas, carimbos ou marcações. Sexta reimpressão da primeira edição.\u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52742933741843,"sku":"00254","price":690.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/Mario-quintada-nova-aguilar-inactual-thumbe2.jpg?v=1777523681"},{"product_id":"freyre-gilberto-obra-escolhida-editora-nova-aguilar-rio-d-1977-sku-0297","title":"FREYRE, Gilberto (1900–1987). Obra escolhida (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1977).","description":"\u003cp\u003eFREYRE (Gilberto de Mello) [1900–1987]. — GILBERTO \/\/ FREYRE \/\/ OBRA \/\/ ESCOLHIDA \/\/ Nota Editorial \/\/ Gilberto Freyre, Tradição e Modernidade \/\/ ANTONIO CARLOS VILLAÇA \/\/ Cronologia da Vida e da Obra \/\/ Bibliografia Ativa e Passiva \/\/ EDSON NERY DA FONSECA \/\/ Índice Remissivo \/\/ Índice Onomástico \/\/ [marca tipográfica da Editora Nova Aguilar em vermelho: monograma em forma de escudo com livro aberto e as letas « E », « N » e « A » entrelaçadas, escrito « EDITORA NOVA AGUILAR », encimadas por coroa de louros] \/\/  [———] \/\/ RIO DE JANEIRO, RJ, EDITORA NOVA AGUILAR, S.A., 1977.— In-12.º., 1090, [2] p. E. editorial em couro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGilberto Freyre foi sociólogo, antropólogo, ensaísta e uma das figuras centrais do pensamento social brasileiro do século XX. Formado em Ciências Sociais e História nos Estados Unidos, sob a influência de Franz Boas, destacou-se por sua interpretação original da formação do Brasil, analisando a vida patriarcal, a mestiçagem e a influência do escravismo na cultura nacional. Sua obra maior, Casa-Grande \u0026amp; Senzala (1933), é considerada marco fundador da sociologia brasileira moderna, ao lado de Sobrados e Mucambos (1936) e Ordem e Progresso (1959), que compõem a trilogia sobre a sociedade patriarcal luso-brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA presente edição reúne, em um só volume, Casa-Grande \u0026amp; Senzala, Sobrados e Mucambos, Nordeste e Novo Mundo nos Trópicos, além de introdução crítica de Antonio Carlos Villaça, cronologia organizada por Edison Ney de Fonseca, bibliografia ativa e passiva, índices remissivos e documentação iconográfica. Impressa em papel-bíblia e com acabamento de luxo característico das edições da Nova Aguilar, tornou-se uma referência editorial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre as passagens mais emblemáticas de Casa-Grande \u0026amp; Senzala encontra-se a reflexão irônica:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Costuma dizer-se que a civilização e a sifilização andam juntas: o Brasil, entretanto, parece ter-se sifilizado antes de se haver civilizado.»\u003c\/em\u003e (p. 148).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eTrecho que sintetiza a ousadia crítica de Freyre e seu estilo marcado por metáforas incisivas, revelando contradições da formação nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição enriquecida com material iconográfico preservado: retrato do autor, fac-símiles autógrafos, diplomas, documentos históricos e fotografias de família, casas-grandes, senzalas e personagens que ilustram a formação social brasileira, além de reproduções de edições originais, compondo um testemunho visual da trajetória de Gilberto Freyre e de sua obra maior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em encadernação editorial em couro verde escuro, com dourações preservadas na lombada ornamentada, bem como no título e na assinatura fac-símile do autor na capa. Corte superior com tingimento avermelhado conservado, com leve desbotamento. Possui alguns pequenos e leves pontos de oxidação, sobretudo nos cortes e primeiras e últimas páginas. Apresenta, ainda, pequenos pontos de desgaste com perda de couro nas extremidades das capas e fissura superficial pequena na capa anterior, quase imperceptível — sem comprometimento da estrutura e da estética do exemplar. Fita de leitura original presente. Miolo íntegro e limpo, impresso em papel-bíblia de ótima nitidez.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52757965373715,"sku":"0297","price":450.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/inactual-icon-1_04cc191a-0227-4156-a50b-a0eb045daec3.png?v=1772926128"},{"product_id":"freyre-gilberto-obra-escolhida-editora-nova-aguilar-1977-sku-0298","title":"FREYRE, Gilberto (1900–1987). 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Formado em Ciências Sociais e História nos Estados Unidos, sob a influência de Franz Boas, destacou-se por sua interpretação original da formação do Brasil, analisando a vida patriarcal, a mestiçagem e a influência do escravismo na cultura nacional. Sua obra maior, Casa-Grande \u0026amp; Senzala (1933), é considerada marco fundador da sociologia brasileira moderna, ao lado de Sobrados e Mucambos (1936) e Ordem e Progresso (1959), que compõem a trilogia sobre a sociedade patriarcal luso-brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA presente edição reúne, em um só volume, Casa-Grande \u0026amp; Senzala, Sobrados e Mucambos, Nordeste e Novo Mundo nos Trópicos, além de introdução crítica de Antonio Carlos Villaça, cronologia organizada por Edison Ney de Fonseca, bibliografia ativa e passiva, índices remissivos e documentação iconográfica. 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Poesia completa, teatro e prosa (Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2008).","description":"\u003cp\u003eAcompanha estojo e sobrecapa. \u003cem\u003e1.ª edição, 2008.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inactual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52761963856147,"sku":"00301","price":470.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/files\/0301-thumb.png?v=1768418681"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0932\/8541\/7235\/collections\/0098-2.jpg?v=1768772469","url":"https:\/\/www.inactual.com.br\/collections\/nova-aguilar.oembed?page=5","provider":"Inactual","version":"1.0","type":"link"}